JESUS E O DIVÓRCIO – Casamento 0/5 (1)

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Em virtude da dureza dos corações humanos, é que Moisés permitiu que o homem desse carta de divórcio a sua companheira.
A dureza do egoísmo…
A rudeza da agressão…
A frieza da indiferença…
A pétrea expressão da prepotência…
A insensibilidade da violência física ou moral…
Todas são mostras da dureza do íntimo das almas, não apenas de muitos homens, mas também, de muitas mulheres, uma vez que, com o advento das liberalidades e concessões, que se convencionou chamar de liberdades, homens e mulheres, renascidos para a conciliação, para a prestação de serviços e para o exercício do vero amor, estão ávidos pelos gozos tipicamente mundanos, tendo perdido a sensibilidade para a indulgência, para a paciência, para a tolerância, para a compreensão, para o perdão, enfim.
Muito embora as infindáveis discussões exegéticas e teologais, acerca do sentido das palavras do Cristo, a respeito do divórcio, apesar do variadíssimo quadro de leis que respaldam ou que condenam a realização do divórcio, este será, basicamente uma questão de consciência e de formação tanto de uma, quanto da outra parte envolvida na situação difícil.
Todos sentem-se feridos na própria honra, no próprio íntimo. Poucos têm a visão dos resgates necessários, das devoluções afetivas inadiáveis, pela dureza dos próprios sentimentos.
Quando o Evangelista Marcos, nos versículos 1 a 12, do seu capítulo 10, fala-nos sobre o divórcio consentido pelo líder Moisés, traduz a atualidade do ensinamento de Jesus, cujas palavras, indubitavelmente, são espírito e vida.
Espírito : Francisco de Paula Vitor Psicografia : J. Raul Teixeira Livro : Vida e Mensagem – Cap. 5 – Pág. 45

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