Mães – Umberto Fabbri 3/5 (5)

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O dia das mães foi idealizado por Anna Jarvis, uma

americana metodista que dois anos após a morte de

sua mãe, Ann Marie Reeves Jarvis, criou um

memorial para homenageá-la e passou a dedicar-se

incansavelmente para que o Dia das Mães fosse um

feriado reconhecido.
Obteve sucesso em sua

campanha e o Congresso dos Estados Unidos aprovou

sua ideia e em 09 de maio de 1914 foi comemorado o

primeiro dia das mães.
O presidente Woodrow Wilson

assinou uma proclamação na qual recomendava que

o segundo domingo de maio (aniversário da morte da

mãe de Anna) fosse observado no país inteiro como o

Dia das Mães.
Anna continuou seus esforços e

também conseguiu que outros países aderissem a

exortação.

Mas, infelizmente para a tristeza e frustação de Anna

o dia Das Mães acabou se tornando um dia onde mais

se visa o comércio, o lucro do que o sentimento de

gratidão e reconhecimento pela maternidade.

A figura da mãe é, sem sombra de dúvida,

fundamental na formação do ser.
Desde a gestação

se estabelece um vinculo estreito entre mãe e filho

que perdura por toda a existência e além dela.

Ensina-nos Jesus sobre a importância de honrar pai e

mãe”, e embora não possamos menosprezar a figura

paterna, reconhecemos na figura da mãe a grande

responsável por nossa estrutura, tanto física quanto

emocional, pois é ela a grande responsável por nossa

existência.

O ventre, o leite, os cuidados, o amor, os limites, a

renúncia de si mesma, são doações que não

podemos estimar.

Cada mãe é a figura viva do amor de Deus por nós,

pois é a Sua personificação na Terra.

A mais profunda gratidão deve animar nossos

corações ao nos lembrarmos de quem nos trouxe ao

mundo, mesmo que, aos nossos olhos não tenha sido

da forma mais perfeita, pois a vida tem seus

mistérios e objetivos que por vezes não entendemos,

mas com certeza tem suas razões.

Retiramos do livro Mãe, antologia mediúnica,

psicografado por Francisco Cândido Xavier, um verso

de Delfina Benigna da Cunha em homenagem a estas

criaturas tão importantes em nossas vidas.

Dia das mães!.
.
.
Alegrias

Das mais puras, das mais belas!.
.
.

Mas é preciso saber

O dia que não é delas.

O nosso berço no mundo,

Sem que ninguém o defina,

É um segredo entre a mulher

E a providência Divina.

.
.
.

Mulher quando se faz mãe,

Seja ela de onde for,

Por fora, é sempre mulher,

Por dentro é anjo de amor.

Que nossas homenagens venham do coração, em

forma de gratidão e oração.
A nossa mãe Maria

rogamos que abençoe a todas as mães, onde quer

que elas estejam.

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