{"id":1008,"date":"2014-03-05T13:40:00","date_gmt":"2014-03-05T13:40:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/2014\/03\/05\/textos-sobre-matrimonioseparacoes-abandono-do-lar\/"},"modified":"2014-03-05T13:40:00","modified_gmt":"2014-03-05T13:40:00","slug":"artigo1008","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo1008\/","title":{"rendered":"Textos sobre Matrim\u00f4nio\/Separa\u00e7\u00f5es:  ABANDONO DO LAR"},"content":{"rendered":"<p><a name=more><\/a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<a href=http:\/\/cecal.centronocaminhodaluz.com.br\/bloguer\/pdf.asp?site=cecal&amp; target=_blank><img src=http:\/\/cecal.centronocaminhodaluz.com.br\/bloguer\/pdf_button.png \/><\/a>  <\/p>\n<div align=left><em><strong>ABANDONO DO LAR<br \/>V\u00e1rias s\u00e3o as causas que levam um dos c\u00f4njuges a abandonar o lar, com isso desagregando perigosamente a estrutura da fam\u00edlia, que deveria permanecer unida. Dentre elas, podemos citar, de escantilh\u00e3o, as seguintes: aus\u00eancia de responsabilidade, fraqueza de car\u00e1ter, tornando o indiv\u00edduo leviano e presa f\u00e1cil de paix\u00f5es passageiras, mormente em ambientes onde haja certa facilidades de ordem sexual, desarmonias conjugais, provocadas e alimentadas pelo ci\u00fame ou pela falta de compreens\u00e3o rec\u00edproca, agressividade constante, viol\u00eancias f\u00edsicas e \/ ou morais, processos obsessivos, etc&#8230;<br \/>Na realidade, as maiores v\u00edtimas s\u00e3o    os filhos que, al\u00e9m de perderem a assist\u00eancia do pai, ou da m\u00e3e, sofrem a sua aus\u00eancia e escutam, permanentemente, acusa\u00e7\u00f5es contra aquele que os abandonou.<br \/>Amigos, \u00e9 preciso que entendamos que acima dos direitos individuais est\u00e3o os direitos familiares, sobretudo os direitos dos filhos, para cuja educa\u00e7\u00e3o h\u00e1 necessidade imperiosa da presen\u00e7a atuante de ambos os dois c\u00f4njuges.<br \/>Meditamos nos dizeres desta carta que uma adolescente escreveu: N\u00e3o se zangue, mam\u00e3e! Desculpe. Desculpe porque eu preciso desabafar. Sei que voc\u00ea est\u00e1 hiperpreocupada, supercansada.<br \/>Que voc\u00ea se mata por n\u00f3s. Ningu\u00e9m sabe agradecer. Mas todos n\u00f3s lhe somos gratos.<br \/>Mam\u00e3e, n\u00e3o se zangue! N\u00f3s queremos \u00e9 voc\u00ea e n\u00e3o os seus servi\u00e7os. Quem consegue conversar a s\u00f3s com voc\u00ea? Voc\u00ea ralha comigo. \u00c9 o vestido sujo e rasgado, s\u00e3o as m\u00e3os imundas, os cabelos despenteados, os objetos esquecidos, o quarto desarrumado. Sempre as mesmas reclama\u00e7\u00f5es&#8230; in\u00fateis! Nem mais as ou\u00e7o: j\u00e1 sei tudo de cor&#8230;<br \/>   Sabe o que esta faltando nesta casa? Est\u00e1 faltando \u00e9 tempo para conversar. Quando eu volto do col\u00e9gio, morro de vontade de chegar perto de voc\u00ea e contar tudo: as coisas misteriosas que me disseram, meus namoros, meus sonhos para o futuro. Voc\u00ea est\u00e1 na cozinha, mexendo as malditas panelas. Eu sei que seus quitutes n\u00e3o podem queimar. Mas voc\u00ea sabe que me queima a alma sua frase sempre fervendo de impaci\u00eancia: Agora, n\u00e3o! N\u00e3o posso ouvir nada! Daqui a pouco, espere! Faz anos que voc\u00ea me diz isso, mam\u00e3e. O seu daqui a pouco nunca chegou. Estou farta de esperar. \u00c0 noite, quando os pequenos j\u00e1 pegaram no sono, se eu pudesse ficar a s\u00f3s com voc\u00ea, eu diria tudo: &#8212; o livro que me impressionou&#8230;<br \/>&#8212; os segredos de minha \u00fanica amiga&#8230;<br \/>&#8212; at\u00e9 os meus pecados. Eu lhe diria tudo, mam\u00e3e&#8230;<br \/> Voc\u00ea nunca se sentou \u00e0 beira de minha cama para conversar. Ah! Se voc\u00ea soubesse a desordem que reina em meu cora\u00e7\u00e3o! Se eu pudesse um dia verificar que meus problemas interessam a    voc\u00ea, eu me sentiria crescer. Eu seria boa, juro, eu me tornaria algu\u00e9m.<br \/>N\u00e3o se zangue, minha m\u00e3ezinha! Mas&#8230; fale comigo.<br \/>Amigos, eis a\u00ed a carta da adolescente, pedindo a aten\u00e7\u00e3o da m\u00e3e. Em outro trecho deste mesmo livro voc\u00eas encontrar\u00e3o a carta de um filho, endere\u00e7ada a seu pai, tamb\u00e9m pedindo aten\u00e7\u00e3o para seus problemas, para seus conflitos \u00edntimos. Tudo isso confirma a nossa assertiva: para a educa\u00e7\u00e3o dos filhos h\u00e1 imperiosa necessidade da presen\u00e7a atuante de ambos os dois c\u00f4njuges.<br \/>Tanto o pai como a m\u00e3e devem servir de modelo na forma\u00e7\u00e3o da personalidade dos filhos. Como explica bem O Evangelho Segundo o Espiritismo, o corpo procedo do corpo, mas o Esp\u00edrito n\u00e3o prov\u00e9m do Esp\u00edrito, porque preexiste \u00e0 forma\u00e7\u00e3o do corpo. N\u00e3o \u00e9 o pai quem cria assim o Esp\u00edrito de seu filho &#8212; apenas d\u00e1 lhe o inv\u00f3lucro corporal, mas deve ajudar seu desenvolvimento intelectual e moral, a fim de faz\u00ea-lo progredir.<br \/>Ao que completa O Livro dos Esp\u00edritos: A paternidade chega    a ser mesmo uma esp\u00e9cie de delicada miss\u00e3o.<br \/>Pai e m\u00e3e n\u00e3o representam t\u00e3o-somente o esteio econ\u00f4mico da manuten\u00e7\u00e3o da prole &#8212; mas tamb\u00e9m (e principalmente) aquela retaguarda moral, aquele suporte espiritual extremamente necess\u00e1rio ao filho durante a inf\u00e2ncia e ainda mais na adolesc\u00eancia. Por detr\u00e1s de um aluno-problema em nossas escolas de 1 e 2 graus, que cria terr\u00edveis casos de disciplinares, n\u00e3o raro, est\u00e1 exatamente uma crian\u00e7a carente de afeto familiar&#8230; Por detr\u00e1s de um jovem, \u00e0s voltas com a Policia e a Justi\u00e7a, por quest\u00f5es de t\u00f3xicos e atos de viol\u00eancia, est\u00e1, de um modo geral, um lar desfeito, onde reinou a incompreens\u00e3o, o desrespeito, a disc\u00f3rdia permanente. Tal estado de coisas pode, inclusive, ser respons\u00e1vel pelo adulto desajustado no contexto social, cheio de graves traumas e complexos estranhos, infernizado em seu \u00edntimo e infernizando tantos quantos dele se aproximem. Em uma palavra, sofrimento, revolta, infelicidade geral.<br \/>\u00c0 luz do Espiritismo,    todavia, tudo tem a sua profunda raz\u00e3o de ser. Nada acontece por simples acaso, existe uma explica\u00e7\u00e3o para tanto infort\u00fanio no seio dos pr\u00f3prios lares. N\u00e3o se sofre sem uma causa justa e necess\u00e1ria. Tanto quanto n\u00e3o \u00e9 mera casualidade que une Fulano a Sicrano ou a Beltrano na condi\u00e7\u00e3o de pai ou de filho, de m\u00e3e ou de filha, de marido e mulher, nas naturais e necess\u00e1rias rela\u00e7\u00f5es dom\u00e9sticas de nossa vida terrena. H\u00e1 todo um planejamento pr\u00e9vio, antes do processo encarnat\u00f3rio, como que fixando as diretrizes gerais, as linhas mestras do g\u00eanero de viv\u00eancia que haveremos de ter nos pr\u00f3ximos anos imersos na carne. Assim \u00e9 que, o j\u00e1 citado Evangelho Segundo o Espiritismo, explica que: Os Esp\u00edritos que encarnam numa mesma fam\u00edlia, sobretudo entre parentes pr\u00f3ximos, s\u00e3o muitas vezes Esp\u00edritos simp\u00e1ticos, unidos por liga\u00e7\u00f5es anteriores, manifestadas por seu afeto durante a vida terrestre, mas pode tamb\u00e9m acontecer que estes Esp\u00edritos sejam completamente estranhos entre si, divididos    por antipatias tamb\u00e9m anteriores e que igualmente se traduzem por seu antagonismo na Terra, para lhes servir de prova\u00e7\u00e3o.<br \/>Dentre os problemas que angustiam o homem moderno, evidenciam-se os familiares. Muita gente tenta resolv\u00ea-los desertando do lar. Muito comum esta pseudo-solu\u00e7\u00e3o em nossa sociedade. Todavia, amigos, n\u00e3o h\u00e1 e n\u00e3o pode haver, de modo algum, felicidade ou prazer que possa ser conquistado por um pai, ou por uma m\u00e3e, \u00e0s expensas de seus filhos menores abandonados&#8230;<br \/>Terminando nossas considera\u00e7\u00f5es sobre o abandono do lar, evidentemente n\u00e3o se pede de ningu\u00e9m a anula\u00e7\u00e3o total de sua personalidade diante dos problemas conjugais. N\u00e3o se lhe exige o entorpecimento, a nega\u00e7\u00e3o de sua sensibilidade no terreno afetivo. Somos humanos. Temos as nossas aspira\u00e7\u00f5es e os nossos ideais, bem como as nossas limita\u00e7\u00f5es, os nossos condicionamentos, que a vida material nos imp\u00f5e. No entanto, gra\u00e7as a todo este conhecimento doutrin\u00e1rio-evang\u00e9lico, de certa forma resumido nest   e artigo, tem-se motivo para um pouco mais de resigna\u00e7\u00e3o e toler\u00e2ncia. Um pouco mais de devotamento e de paci\u00eancia. Tem-se ainda motivo para a f\u00e9 e persist\u00eancia naquele firme prop\u00f3sito de tentar &#8212; ainda uma vez &#8212; o di\u00e1logo fraterno e franco com o c\u00f4njuge dif\u00edcil, experimentando o entendimento com serenidade, ao inv\u00e9s da exaspera\u00e7\u00e3o, da irrita\u00e7\u00e3o, do desespero, da agress\u00e3o verbal, que, em verdade, como todos sabemos, n\u00e3o solvem os problemas, n\u00e3o diminuem os abismos, n\u00e3o reduzem as desintelig\u00eancias, enfim, n\u00e3o trazem solu\u00e7\u00e3o alguma. Ao contr\u00e1rio, prejudicam os pais, e muito mais ainda, os filhos, que sofrem com os atritos dos progenitores bem como o abandono de seus respons\u00e1veis mais imediatos &#8212; o pai e a m\u00e3e! Autor : Celso Martins Livro: Por Um Mundo Melhor &#8211; Cap. 9 &#8211; P\u00e1g. 38<br \/><\/strong><\/em><\/div>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_1008\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"1008\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 16\/16;\" \/><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; ABANDONO DO LARV\u00e1rias s\u00e3o as causas que levam um dos c\u00f4njuges a abandonar o lar, com isso desagregando perigosamente a estrutura da fam\u00edlia, que deveria permanecer unida. 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