{"id":10310,"date":"2010-07-12T00:00:00","date_gmt":"2010-07-12T00:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2010-07-12T00:00:00","modified_gmt":"2010-07-12T00:00:00","slug":"artigo10310","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo10310\/","title":{"rendered":"Revista 1858"},"content":{"rendered":"<p>Obsediados e Subjugados<br \/>\n<br \/>Muito se tem falado dos perigos do Espiritismo.<br \/>\n<br \/>Entretanto, \u00e9 de notar-se que aqueles que mais gritaram s\u00e3o<br \/>\n<br \/>precisamente os que s\u00f3 o conhecem de nome. J\u00e1 refutamos os<br \/>\n<br \/>principais argumentos que lhe opuseram, de tal forma que a eles<br \/>\n<br \/>n\u00e3o mais retornaremos; acrescentaremos somente que, se<br \/>\n<br \/>quis\u00e9ssemos proscrever da sociedade tudo quanto possa oferecer<br \/>\n<br \/>perigo e dar margem a abuso, n\u00e3o saber\u00edamos ao certo o que haveria<br \/>\n<br \/>de restar, mesmo em rela\u00e7\u00e3o\u00e0s coisas de primeira necessidade, a<br \/>\n<br \/>come\u00e7ar pelo fogo, causa de tantas desgra\u00e7as; as estradas de ferro,<br \/>\n<br \/>em seguida, etc., etc. Se admitirmos que as vantagens compensam<br \/>\n<br \/>os inconvenientes, o mesmo racioc\u00ednio se aplica a tudo o mais: assim<br \/>\n<br \/>o indica a experi\u00eancia,\u00e0 medida que tomamos certas precau\u00e7\u00f5es<br \/>\n<br \/>para nos subtrairmos aos perigos que n\u00e3o podemos evitar.<br \/>\n<br \/>Realmente, o Espiritismo representa um perigo real; de<br \/>\n<br \/>modo algum, por\u00e9m, aquele que se sup\u00f5e: \u00e9 preciso que se seja<br \/>\n<br \/>iniciado nos princ\u00edpios da ci\u00eancia para bem compreend\u00ea-lo. N\u00e3o<br \/>\n<br \/>nos dirigimos absolutamente\u00e0queles que lhe s\u00e3o estranhos, mas<br \/>\n<br \/>aos pr\u00f3prios adeptos, aos que o praticam, visto ser para eles que o<br \/>\n<br \/>perigo existe. Importa que o conhe\u00e7am, a fim de se porem em guarda:<br \/>\n<br \/>R E V I S T A   E S P \u00c3\u008d R I T A<br \/>\n<br \/>404<br \/>\n<br \/>perigo previsto, j\u00e1 se sabe, \u00e9 perigo pela metade. Diremos mais:<br \/>\n<br \/>para quem quer que esteja instru\u00eddo na ci\u00eancia, n\u00e3o h\u00e1 perigo; s\u00f3<br \/>\n<br \/>existe para os que julgam saber e nada sabem, isto \u00e9, para os que<br \/>\n<br \/>n\u00e3o possuem a necess\u00e1ria experi\u00eancia, como s\u00f3i acontecer em todas<br \/>\n<br \/>as coisas.<br \/>\n<br \/>Um desejo muito natural em todos aqueles que<br \/>\n<br \/>come\u00e7am a se ocupar do Espiritismo \u00e9 ser m\u00e9dium, principalmente<br \/>\n<br \/>m\u00e9dium de psicografia. Sem d\u00edvida \u00e9 o g\u00eanero que oferece mais<br \/>\n<br \/>atra\u00e7\u00e3o, em virtude da facilidade das comunica\u00e7\u00f5es, e por ser o<br \/>\n<br \/>que melhor se desenvolve pelo exerc\u00edcio. Compreende-se a<br \/>\n<br \/>satisfa\u00e7\u00e3o que deve experimentar aquele que, pela primeira vez,<br \/>\n<br \/>v\u00ea a pr\u00f3pria m\u00e3o formar letras, depois palavras, depois frases que<br \/>\n<br \/>respondem aos seus pensamentos. Essas respostas, que tra\u00e7a<br \/>\n<br \/>maquinalmente, sem saber o que faz e que, no mais das vezes,<br \/>\n<br \/>est\u00e3o fora de toda id\u00e9ia pessoal, n\u00e3o lhe podem deixar nenhuma<br \/>\n<br \/>d\u00edvida quanto\u00e0 interven\u00e7\u00e3o de uma intelig\u00eancia oculta. Assim,<br \/>\n<br \/>grande \u00e9 a sua alegria de poder se entreter com os seres de al\u00e9mt\u00edmulo,<br \/>\n<br \/>com esses seres misteriosos e invis\u00edveis que povoam os<br \/>\n<br \/>espa\u00e7os; seus parentes e amigos j\u00e1 n\u00e3o se acham ausentes; se n\u00e3o<br \/>\n<br \/>os v\u00ea com os olhos, nem por isso deixam de ali estar; conversam<br \/>\n<br \/>com ele, e ele os v\u00ea pelo pensamento; pode saber se s\u00e3o felizes, o<br \/>\n<br \/>que fazem, o que desejam e com eles trocar boas palavras;<br \/>\n<br \/>compreende que entre eles a separa\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 eterna e acelera,<br \/>\n<br \/>com seus votos, o instante em que poder\u00e3o reunir-se num mundo<br \/>\n<br \/>melhor. Isso n\u00e3o \u00e9 tudo: quanto n\u00e3o vai saber por meio dos<br \/>\n<br \/>Esp\u00edritos que se comunicam com ele! N\u00e3o ir\u00e3o levantar o v\u00e9u de<br \/>\n<br \/>todas as coisas? Desde ent\u00e3o, nada mais de mist\u00e9rios; n\u00e3o tem<br \/>\n<br \/>sen\u00e3o que interrogar, para tudo ficar sabendo. \u00c3\u20ac sua frente, j\u00e1 v\u00ea<br \/>\n<br \/>a Antiguidade sacudir a poeira dos tempos, revolver as ru\u00ednas,<br \/>\n<br \/>interpretar as escrituras simb\u00f3licas e fazer reviver aos seus olhos<br \/>\n<br \/>os s\u00e9culos que se foram. Outro, mais prosaico, e menos preocupado<br \/>\n<br \/>em sondar o infinito onde seu pensamento se perde, simplesmente<br \/>\n<br \/>sonha em explorar os Esp\u00edritos para fazer fortuna. Os Esp\u00edritos,<br \/>\n<br \/>que devem ver tudo e tudo saber, n\u00e3o podem recusar fazer-lhe<br \/>\n<br \/>405<br \/>\n<br \/>O U T U B R O  D E  1 8 5 8<br \/>\n<br \/>descobrir algum tesouro oculto ou algo secreto e maravilhoso.<br \/>\n<br \/>Quem quer que se d\u00ea ao trabalho de estudar a ci\u00eancia esp\u00edrita n\u00e3o<br \/>\n<br \/>se deixar\u00e1 jamais seduzir por esses belos sonhos; sabe a que se<br \/>\n<br \/>ater sobre o poder dos Esp\u00edritos, sua natureza e o objetivo das<br \/>\n<br \/>rela\u00e7\u00f5es que com eles pode o homem estabelecer. Recordemos,<br \/>\n<br \/>primeiro, em poucas palavras, os pontos principais, que jamais<br \/>\n<br \/>devem ser perdidos de vista, porque s\u00e3o como que a pedra angular<br \/>\n<br \/>do edif\u00edcio.<br \/>\n<br \/>1o Os Esp\u00edritos n\u00e3o s\u00e3o iguais nem em poder, nem em<br \/>\n<br \/>conhecimento, nem em sabedoria. Nada mais sendo que as almas<br \/>\n<br \/>dos homens, desembara\u00e7adas de seu inv\u00f3lucro corporal, apresentam<br \/>\n<br \/>variedade ainda maior do que as encontradas entre os homens na<br \/>\n<br \/>Terra, visto procederem de todos os mundos e porque entre os<br \/>\n<br \/>mundos o nosso planeta n\u00e3o \u00e9 o mais atrasado, nem o mais avan\u00e7ado.<br \/>\n<br \/>H\u00e1, pois, Esp\u00edritos muito superiores, e outros bastante inferiores;<br \/>\n<br \/>muito bons e muito maus, muito s\u00e1bios e muito ignorantes; h\u00e1 os<br \/>\n<br \/>levianos, mal\u00e9volos, mentirosos, astuciosos, hip\u00f3critas, engra\u00e7ados,<br \/>\n<br \/>espirituosos, zombeteiros, etc.<br \/>\n<br \/>2o Estamos incessantemente cercados por uma multid\u00e3o<br \/>\n<br \/>de Esp\u00edritos que, por serem invis\u00edveis aos nossos olhos materiais,<br \/>\n<br \/>nem por isso deixam de estar no espa\u00e7o, ao redor de n\u00f3s, ao nosso<br \/>\n<br \/>lado, espiando nossas a\u00e7\u00f5es, lendo os nossos pensamentos, uns para<br \/>\n<br \/>nos fazerem o bem, outros para nos induzirem ao mal, conforme<br \/>\n<br \/>sejam bons ou maus.<br \/>\n<br \/>3o Pela inferioridade f\u00edsica e moral de nosso globo na<br \/>\n<br \/>hierarquia dos mundos, os Esp\u00edritos inferiores s\u00e3o aqui mais<br \/>\n<br \/>numerosos que os superiores.<br \/>\n<br \/>4o Entre os Esp\u00edritos que nos rodeiam, h\u00e1 os que se<br \/>\n<br \/>vinculam a n\u00f3s, que agem mais particularmente sobre o nosso<br \/>\n<br \/>pensamento, aconselham-nos, e cujo impulso seguimos sem o saber.<br \/>\n<br \/>Felizes se escutarmos somente a voz dos bons.<br \/>\n<br \/>R E V I S T A  E S P \u00c3\u008d R I T A<br \/>\n<br \/>406<br \/>\n<br \/>5o Os Esp\u00edritos inferiores n\u00e3o se ligam sen\u00e3o aos que<br \/>\n<br \/>os ouvem, junto aos quais t\u00eam acesso e aos quais se prendem. Caso<br \/>\n<br \/>consigam estabelecer dom\u00ednio sobre algu\u00e9m, identificam-se com o<br \/>\n<br \/>seu pr\u00f3prio Esp\u00edrito, fascinam-no, obsidiam-no, subjugam-no e o<br \/>\n<br \/>conduzem como se fosse uma verdadeira crian\u00e7a.<br \/>\n<br \/>6o A obsess\u00e3o jamais se d\u00e1 sen\u00e3o pelos Esp\u00edritos<br \/>\n<br \/>inferiores. Os Esp\u00edritos bons n\u00e3o causam nenhum constrangimento;<br \/>\n<br \/>aconselham, combatem a influ\u00eancia dos maus e, se n\u00e3o s\u00e3o ouvidos,<br \/>\n<br \/>afastam-se.<br \/>\n<br \/>7o O grau de constrangimento e a natureza dos efeitos<br \/>\n<br \/>que produz marcam a diferen\u00e7a entre a obsess\u00e3o, a subjuga\u00e7\u00e3o e a<br \/>\n<br \/>fascina\u00e7\u00e3o.<br \/>\n<br \/>A obsess\u00e3o \u00e9 a a\u00e7\u00e3o quase permanente de um Esp\u00edrito<br \/>\n<br \/>estranho, que faz com que a v\u00edtima seja induzida, por uma necessidade<br \/>\n<br \/>incessante, a agir nesse ou naquele sentido, a fazer tal ou qual coisa.<br \/>\n<br \/>A subjuga\u00e7\u00e3o \u00e9 uma opress\u00e3o moral que paralisa a<br \/>\n<br \/>vontade daquele que a sofre, impelindo-o\u00e0s mais despropositadas<br \/>\n<br \/>a\u00e7\u00f5es e, frequentemente,\u00e0quelas que mais contrariam os seus<br \/>\n<br \/>interesses.<br \/>\n<br \/>A fascina\u00e7\u00e3o \u00e9 uma esp\u00e9cie de ilus\u00e3o, ora produzida<br \/>\n<br \/>pela a\u00e7\u00e3o direta de um Esp\u00edrito estranho, ora por seus racioc\u00ednios<br \/>\n<br \/>capciosos, ilus\u00e3o que altera o senso moral, falseia o julgamento e<br \/>\n<br \/>faz tomar o mal pelo bem.<br \/>\n<br \/>8o Por sua vontade, pode o homem livrar-se sempre do<br \/>\n<br \/>jugo dos Esp\u00edritos imperfeitos, porque, em virtude de seu livrearb\u00edtrio,<br \/>\n<br \/>tem a escolha entre o bem e o mal. Se o constrangimento<br \/>\n<br \/>chegou a ponto de paralisar a vontade, e se a fascina\u00e7\u00e3o \u00e9 bastante<br \/>\n<br \/>grande para obliterar a raz\u00e3o, a vontade de uma outra pessoa pode<br \/>\n<br \/>substitu\u00ed-la.<br \/>\n<br \/>407<br \/>\n<br \/>O U T U B R O D E  1 8 5 8<br \/>\n<br \/>Outrora se dava o nome de possess\u00e3o ao imp\u00e9rio exercido<br \/>\n<br \/>pelos Esp\u00edritos maus, quando sua influ\u00eancia ia at\u00e9\u00e0 aberra\u00e7\u00e3o das<br \/>\n<br \/>faculdades. Mas a ignor\u00e2ncia e os preconceitos muitas vezes fizeram<br \/>\n<br \/>tomar por possess\u00e3o o que n\u00e3o resultava sen\u00e3o de um estado<br \/>\n<br \/>patol\u00f3gico. Para n\u00f3s, a possess\u00e3o seria um sin\u00f4nimo de subjuga\u00e7\u00e3o.<br \/>\n<br \/>Se n\u00e3o adotamos esse termo, foi por dois motivos: primeiro, porque<br \/>\n<br \/>implica a cren\u00e7a em seres criados e votados perpetuamente ao mal,<br \/>\n<br \/>enquanto apenas existem seres mais ou menos imperfeitos e todos<br \/>\n<br \/>podem melhorar; segundo, porque pressup\u00f5e igualmente a id\u00e9ia de<br \/>\n<br \/>tomada de posse do corpo por um Esp\u00edrito estranho, uma esp\u00e9cie<br \/>\n<br \/>de coabita\u00e7\u00e3o, quando s\u00f3 h\u00e1 constrangimento. A palavra subjuga\u00e7\u00e3o<br \/>\n<br \/>traduz perfeitamente esse pensamento. Dessa forma, para n\u00f3s, n\u00e3o<br \/>\n<br \/>existem possessos no sentido vulgar do termo, mas t\u00e3o-somente<br \/>\n<br \/>obsequiados, subjugados e fascinado<br \/>\n<br \/>Foi por motivo semelhante que n\u00e3o adotamos a palavra<br \/>\n<br \/>dem\u00f4nio para designar os Esp\u00edritos imperfeitos, embora muitas vezes<br \/>\n<br \/>esses Esp\u00edritos n\u00e3o valham mais que aqueles que chamamos<br \/>\n<br \/>dem\u00f4nios; foi unicamente por causa da id\u00e9ia de especialidade e de<br \/>\n<br \/>perpetuidade que se liga a esse voc\u00e1bulo. Assim, quando dizemos<br \/>\n<br \/>que n\u00e3o h\u00e1 dem\u00f4nios, n\u00e3o pretendemos afirmar que s\u00f3 haja Esp\u00edritos<br \/>\n<br \/>bons; longe disso; sabemos perfeitamente que os h\u00e1 maus e muito<br \/>\n<br \/>maus, que nos impelem para o mal, que nos estendem armadilhas,<br \/>\n<br \/>nada havendo nisso de espantoso, visto que foram homens. Queremos<br \/>\n<br \/>dizer que eles n\u00e3o formam uma classe\u00e0 parte na ordem da Cria\u00e7\u00e3o, e<br \/>\n<br \/>que Deus deixa a todas as criaturas o poder de se melhorarem.<\/p>\n<p>Mel<\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_10310\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"10310\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 16\/16;\" \/><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Obsediados e Subjugados Muito se tem falado dos perigos do Espiritismo. 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