{"id":1035,"date":"2014-02-18T11:12:00","date_gmt":"2014-02-18T11:12:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/2014\/02\/18\/textos-sobre-matrimonioseparacoes-a-familia-como-instrumento-de-redencao-espiritual\/"},"modified":"2014-02-18T11:12:00","modified_gmt":"2014-02-18T11:12:00","slug":"artigo1035","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo1035\/","title":{"rendered":"Textos sobre Matrim\u00f4nio\/Separa\u00e7\u00f5es:  A FAM\u00cdLIA COMO INSTRUMENTO DE REDEN\u00c7\u00c3O ESPIRITUAL"},"content":{"rendered":"<p><a name=more><\/a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<a href=http:\/\/cecal.centronocaminhodaluz.com.br\/bloguer\/pdf.asp?site=cecal&amp; target=_blank><img src=http:\/\/cecal.centronocaminhodaluz.com.br\/bloguer\/pdf_button.png \/><\/a>  <\/p>\n<div align=left><em><strong>A FAM\u00cdLIA COMO INSTRUMENTO DE REDEN\u00c7\u00c3O ESPIRITUAL<br \/>&#8230; Reconcilia-te com o teu advers\u00e1rio &#8211; advertiu Cristo &#8211; enquanto est\u00e1s a caminho com ele.<br \/>E n\u00e3o \u00e9 precisamente no c\u00edrculo aconchegante da fam\u00edlia que estamos a caminho com aquele que a nossa insensatez converteu em advers\u00e1rio? O espiritismo coloca, pois, sob perspectiva inteiramente renovada e at\u00e9 inesperada, al\u00e9m de criativa e realista, a dif\u00edcil e at\u00e9 agora inexplic\u00e1vel problem\u00e1tica do inter-relacionamento familial. Se um membro de nossa fam\u00edlia tem dificuldades em nos aceitar, em nos entender, em nos amar, podemos estar certos de que tais dif   iculdades foram criadas por n\u00f3s mesmos num relacionamento anterior em que as nossas paix\u00f5es ignoraram o bom senso.<br \/>&#8211; E a repuls\u00e3o instintiva que se experimenta por algumas pessoas, donde se origina? Perguntou Kardec aos seus instrutores (LIVRO DOS ESP\u00cdRITOS, Pergunta 389).<br \/>&#8211; S\u00e3o esp\u00edritos antip\u00e1ticos que se adivinham e reconhecem, sem se falarem.<br \/>O ponto de encontro de muitas dessas antipatias, que necessitam do toque m\u00e1gico do amor e do entendimento, \u00e9 a fam\u00edlia consangu\u00ednea, c\u00e9lula de um organismo mais amplo que \u00e9 a fam\u00edlia espiritual, que por sua vez, \u00e9 a c\u00e9lula da institui\u00e7\u00e3o infinitamente mais vastas que s\u00e3o a fam\u00edlia mundial e, finalmente, a universal.<br \/>A Doutrina considera a institui\u00e7\u00e3o do casamento como instrumento do progresso na marcha da humanidade e, reversamente, a aboli\u00e7\u00e3o do casamento como uma regress\u00e3o \u00e0 vida dos animais.<br \/>(Quest\u00f5es 695 e 696, de O LIVRO DOS ESP\u00cdRITOS). Como vimos h\u00e1 pouco, \u00e9 tamb\u00e9m essa a opini\u00e3o dos cientistas especializado   s respons\u00e1veis.<br \/>Ao comentar as quest\u00f5es indicadas, Kardec acrescentou que &#8211; O estado de natureza \u00e9 o da uni\u00e3o livre e fortuita dos sexos. O casamento constitui um dos primeiros atos de progresso nas sociedades humanas, porque estabelece a solidariedade fraterna e se observa entre todos os povos, se bem que em condi\u00e7\u00f5es diversas.<br \/>No que, mais uma vez, est\u00e3o de acordo estudiosos do problema do ponto de vista cient\u00edfico e formuladores e divulgadores da Doutrina Esp\u00edrita.<br \/>Isto nos leva \u00e0 delicada quest\u00e3o do div\u00f3rcio, reconhecido como uma das principais causas desagregadoras do casamento e, por extens\u00e3o, da fam\u00edlia.<br \/>O problema da indissolubilidade do casamento foi abordado pelos Esp\u00edritos, de maneira bastante sum\u00e1ria, na Quest\u00e3o n\u00ba 697. Perguntados sobre se Est\u00e1 na lei da Natureza, ou somente na lei humana a indissolubilidade absoluta do casamento, responderam na seguinte forma: &#8211; \u00c9 uma lei muito contr\u00e1ria \u00e0 da Natureza. Mas os homens podem modificar suas leis, s\u00f3    as da Natureza s\u00e3o imut\u00e1veis.<br \/>O que, exatamente, quer dizer isso? Em primeiro lugar, conv\u00e9m chamar a aten\u00e7\u00e3o para o fato de que a resposta foi dada no contexto de uma pergunta espec\u00edfica sobre a indissolubilidade absoluta. Realmente, a lei natural ou divina n\u00e3o imp\u00f5e inapelavelmente um tipo r\u00edgido de uni\u00e3o, mesmo porque o livre arb\u00edtrio \u00e9 princ\u00edpio fundamental, direito inalien\u00e1vel do ser humano. Sem o livre arb\u00edtrio &#8211; consta enfaticamente da Quest\u00e3o n\u00ba 843 de O LIVRO DOS ESP\u00cdRITOS &#8211; o homem seria m\u00e1quina.<br \/>A lei natural, por conseguinte, n\u00e3o iria tra\u00e7ar limites arbitr\u00e1rios \u00e0s op\u00e7\u00f5es humanas, encadeando homens e mulheres a um severo regime de escravid\u00e3o, que poder\u00e1 conduzir a situa\u00e7\u00f5es calamitosas em termos evolutivos, resultando em agravamento dos conflitos, em lugar de os resolver, ou pelo menos atenu\u00e1-los.<br \/>Ademais, como vimos lembrando repetidamente, o Espiritismo n\u00e3o se prop\u00f5e a ditar regras de procedimento espec\u00edfico para cada situa\u00e7\u00e3o da vida. O que oferece s   \u00e3o princ\u00edpios gerais, \u00e9 uma estrutura b\u00e1sica, montada sobre a perman\u00eancia e estabilidade de verdades testadas e aprovadas pela experi\u00eancia de muitos mil\u00eanios. Que dentro desse espa\u00e7o se movimente a criatura humana no exerc\u00edcio pleno de seu livre arb\u00edtrio e decida o que melhor lhe conv\u00e9m, ante o conjunto de circunst\u00e2ncias em que se encontra.<br \/>O casamento \u00e9 compromisso espiritual previamente negociado e acertado, ainda que nem sempre aceito de bom grado pelas partes envolvidas. S\u00e3o muitos, sen\u00e3o maioria, os que se unem na expectativa de muitos anos de turbul\u00eancia e mal-entendidos porque est\u00e3o em d\u00e9bito com o parceiro que acolhem, precisamente para que se conciliem, se ajustem, se pacifiquem e se amem ou, pelo menos, se respeitem e estimem.<br \/>Mergulhados, por\u00e9m, na carne, os bons prop\u00f3sitos do devedor, que programou para si mesmo um regime de toler\u00e2ncia e autocontrole, podem falhar. Como tamb\u00e9m pode exorbitar da sua desej\u00e1vel modera\u00e7\u00e3o o parceiro que vem para receber a repar   a\u00e7\u00e3o, e em lugar de recolher com serenidade o que lhe \u00e9 devido (e outrora lhe foi negado) em aten\u00e7\u00e3o, apoio, seguran\u00e7a e afeto, assume a atitude do tirano arbitr\u00e1rio que, al\u00e9m de exigir com intransig\u00eancia o devido, humilha, oprime e odeia o parceiro que, afinal de contas, est\u00e1 fazendo o poss\u00edvel, dentro das suas limita\u00e7\u00f5es, para cumprir seu compromisso. Nesses casos, o processo de ajuste &#8211; que ser\u00e1 sempre algo dif\u00edcil mas poder\u00e1 desenrolar-se em clima de m\u00fatua compreens\u00e3o &#8211; converte-se em vingan\u00e7a irracional.<br \/>Numa situa\u00e7\u00e3o dessas, mais frequentes do que poder\u00edamos supor, a indissolubilidade absoluta a que se refere a Codifica\u00e7\u00e3o seria, de fato, uma lei antinatural. Se um dos parceiros da uni\u00e3o, programada com o objetivo de promover uma retifica\u00e7\u00e3o de comportamento, utilizou-se insensatamente da sua faculdade de livre escolha, optando pelo \u00f3dio e a vingan\u00e7a, quando poderia simplesmente recolher o que lhe \u00e9 devido por um devedor disposto a pagar, seria injusto que a lei rec   usasse a este o direito de recuar do compromisso assumido, modificar seus termos, ou adiar a execu\u00e7\u00e3o, assumindo, \u00e9 claro, toda as responsabilidades decorrentes de seus atos, como sempre, ali\u00e1s.<br \/>A lei divina n\u00e3o coonesta a viol\u00eancia que um parceiro se disponha a praticar sobre o outro. Al\u00e9m do mais, a d\u00edvida n\u00e3o \u00e9 tanto com o indiv\u00edduo prejudicado quanto com a pr\u00f3pria lei divina desrespeitada.<br \/>No momento em que arruinamos ou assassinamos algu\u00e9m, cometemos, claro, um delito pessoal de maior gravidade. \u00c9 preciso lembrar, contudo, que a v\u00edtima tamb\u00e9m se encontra envolvida com a lei, que, paradoxalmente, ir\u00e1 exibir a repara\u00e7\u00e3o da falta cometida, n\u00e3o para ving\u00e1-la, mas para desestimular o faltoso, mostrando lhe que cada gesto negativo cria a sua matriz de repara\u00e7\u00e3o. O Cristo foi enf\u00e1tico e preciso ao ligar sempre o erro \u00e0 dor do resgate. Vai e n\u00e3o peques mais, para que n\u00e3o te aconte\u00e7a coisa pior, disse ele.<br \/>N\u00e3o h\u00e1 sofrimento inocente, nem cobran\u00e7a injusta ou indevida.    O que deve paga e o que est\u00e1 sendo cobrado \u00e9 porque deve. Assim a pr\u00f3pria v\u00edtima de um gesto criminoso \u00e9 tamb\u00e9m um ser endividado perante a lei, por alguma raz\u00e3o concreta anterior, ainda que ignorada. Se, em lugar de reconciliar-se, ela se vingar, estar\u00e1 reabrindo sua conta como novo d\u00e9bito em vez de sald\u00e1-la.<br \/>A lei natural, portanto, n\u00e3o prescreve a indissolubilidade mandat\u00e1ria e absoluta do casamento, como a caracterizou Kardec na sua pergunta. Consequentemente, a lei humana n\u00e3o deve ser mais realista do que a outra, que lhe \u00e9 superior, deve ser flex\u00edvel, abrindo espa\u00e7o para as op\u00e7\u00f5es individuais do livre arb\u00edtrio.<br \/>Isso, contudo, est\u00e1 longe de significar uma atitude de complac\u00eancia ou de est\u00edmulo \u00e0 separa\u00e7\u00e3o dos casais em dificuldades. O div\u00f3rcio \u00e9 admiss\u00edvel, em situa\u00e7\u00f5es de grave conflito, nas quais a separa\u00e7\u00e3o legal assume a condi\u00e7\u00e3o de mal menor, em confronto com op\u00e7\u00f5es potencialmente mais graves que projetam amea\u00e7adoras trag\u00e9dias e afli\u00e7\u00f5es imprevis\u00edveis: suic\u00edd   ios, assassinatos, e conflitos outros que destroem fam\u00edlias e acarretam novos e pesados compromissos, em vez de resolver os que j\u00e1 vieram do passado por auto-heran\u00e7a.<br \/>Conv\u00e9m, portanto, atentar para todos os aspectos da quest\u00e3o e n\u00e3o ceder precipitadamente ao primeiro impulso passional ou solicita\u00e7\u00e3o do comodismo ou do ego\u00edsmo. Dificuldades de relacionamento s\u00e3o mesmo de esperar-se na grande maioria das uni\u00f5es que se processam em nosso mundo ainda imperfeito. N\u00e3o deve ser desprezado o importante aspecto de que o casamento foi combinado e aceito com a necess\u00e1ria antecipa\u00e7\u00e3o, precisamente para neutralizar diferen\u00e7as e dificuldades que persistem entre dois ou mais Esp\u00edritos.<br \/>O que a lei divina prescreve para o casamento \u00e9 o amor, na sua mais ampla e abrangente conota\u00e7\u00e3o, no qual o sexo \u00e9 apenas a express\u00e3o f\u00edsica de uma profunda e serena sintonia espiritual. Estas uni\u00f5es, contudo, s\u00e3o ainda a exce\u00e7\u00e3o e n\u00e3o a norma. Ocorre entre aqueles que, na express\u00e3o de Jesus, Deus junt   ou, na imut\u00e1vel perfei\u00e7\u00e3o de suas leis. Que ningu\u00e9m os separe, mesmo porque, atingida essa fase de sabedoria, entendimento e serenidade, os Esp\u00edritos pouco se importam de que os v\u00ednculos matrimoniais sejam indissol\u00faveis ou n\u00e3o em termos humanos, dado que, para eles vige a lei divina que j\u00e1 os uniu pelo v\u00ednculo supremo do amor.<br \/>Em suma, recuar ante uma situa\u00e7\u00e3o de desarmonia no casamento, de um c\u00f4njuge dif\u00edcil ou de problemas aparentemente insol\u00faveis \u00e9 gesto e fraqueza e covardia de graves implica\u00e7\u00f5es. Somos colocados em situa\u00e7\u00f5es dessas precisamente para resolver conflitos emocionais que nos barram os passos no caminho evolutivo.<br \/>Estaremos recusando exatamente o rem\u00e9dio prescrito para curar mazelas persistente que se arrastam, \u00e0s vezes, por s\u00e9culos ou mil\u00eanios aderidas \u00e0 nossa estrutura espiritual.<br \/>A separa\u00e7\u00e3o e o div\u00f3rcio constituem, assim, atitudes que n\u00e3o devem ser assumidas antes de profunda an\u00e1lise e demorada medita\u00e7\u00e3o que nos levem \u00e0 plena consci\u00eancia das resp   onsabilidades envolvidas.<br \/>Como escreveu Paulo com admir\u00e1vel lucidez e poder de s\u00edntese.<br \/>_ Tudo me \u00e9 l\u00edcito, mas nem tudo me conv\u00e9m.<br \/>O Espiritismo n\u00e3o \u00e9 doutrina do n\u00e3o e sim da responsabilidade, Viver \u00e9 escolher, \u00e9 optar, \u00e9 decidir. E a escolha \u00e9 sempre livre dentro de um leque relativamente amplo de alternativas. A semeadura, costumamos dizer, \u00e9 volunt\u00e1ria, a colheita \u00e9 que \u00e9 sempre obrigat\u00f3ria.<br \/>\u00c9 no contexto da fam\u00edlia que vem desaguar um volume incalcul\u00e1vel de consequ\u00eancias mais ou menos penosas resultantes de desacertos anteriores, de decis\u00f5es tomadas ao arrepio das leis flex\u00edveis e, ao mesmo tempo, severas, que regulam o universo \u00e9tico em que nos movimentamos.<br \/>Para que um dia possamos desfrutar o privil\u00e9gio de viver em comunidades felizes e harmoniosas, aqui ou no mundo p\u00f3stumo, temos de aceitar, ainda que relutantemente, as regras do jogo da vida. O trabalho da reconcilia\u00e7\u00e3o com esp\u00edritos que prejudicamos com o descontrole de nossas paix\u00f5es, nunca \u00e9 f\u00e1   cil e, por isso, o comodismo nos empurra para o adiantamento das lutas e ren\u00fancias por onde passa o caminho da vit\u00f3ria.<br \/>Como foro natural de complexos problemas humanos e n\u00facleo inevit\u00e1vel das experi\u00eancias retificadoras que nos incumbe levar a bom termo, a fam\u00edlia \u00e9 instrumento da reden\u00e7\u00e3o individual e, por extens\u00e3o, do equil\u00edbrio social.<br \/>N\u00e3o precisaria de nenhuma outra raz\u00e3o para ser estudada com seriedade e preservada com firmeza nas suas estruturas e nos seus prop\u00f3sitos educativos.<br \/>Autor: Deolindo Amorim e Herm\u00ednio C. Miranda Livro : O Espiritismo e os Problemas Humanos- P\u00e1g.: 147<br \/><\/strong><\/em><\/div>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_1035\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"1035\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 16\/16;\" \/><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A FAM\u00cdLIA COMO INSTRUMENTO DE REDEN\u00c7\u00c3O ESPIRITUAL&#8230; Reconcilia-te com o teu advers\u00e1rio &#8211; advertiu Cristo &#8211; enquanto est\u00e1s a caminho com ele.E n\u00e3o \u00e9 precisamente no c\u00edrculo aconchegante da fam\u00edlia que estamos a caminho com aquele que a nossa insensatez converteu em advers\u00e1rio? O espiritismo coloca, pois, sob perspectiva inteiramente renovada e at\u00e9 inesperada,&hellip; <br \/> <a class=\"read-more\" href=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo1035\/\">Leia mais<\/a><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_1035\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"1035\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 16\/16;\" \/><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"Closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[16],"tags":[],"class_list":["post-1035","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-mensagens-diversas"],"a3_pvc":{"activated":true,"total_views":1113,"today_views":0},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1035","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1035"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1035\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1035"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1035"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1035"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}