{"id":10376,"date":"2010-09-16T00:00:00","date_gmt":"2010-09-16T00:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2010-09-16T00:00:00","modified_gmt":"2010-09-16T00:00:00","slug":"artigo10376","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo10376\/","title":{"rendered":"Os M\u00e9dicos-M\u00e9diuns"},"content":{"rendered":"<p>Dissemos e repetimos: seria um erro crer que a mediunidade curadora venha destruir a Medicina e os m\u00e9dicos. Ela vem lhes abrir novo caminho, mostrar-lhes, na Natureza, recursos e for\u00e7as que ignoravam e com as quais podem beneficiar a Ci\u00eancia e seus doentes; numa palavra, provar-lhes que n\u00e3o sabem tudo, j\u00e1 que h\u00e1 pessoas que, fora da ci\u00eancia oficial, conseguem o que eles mesmos n\u00e3o conseguem. Assim, n\u00e3o temos nenhuma d\u00edvida de que um dia haja m\u00e9dicos-m\u00e9diuns, como h\u00e1 m\u00e9diuns-m\u00e9dicos, que\u00e0 ci\u00eancia adquirida, juntar\u00e3o o dom de faculdades medi\u00ednicas especiais.<br \/>\n<br \/>Apenas como essas faculdades s\u00f3 t\u00eam valor efetivo pela assist\u00eancia dos Esp\u00edritos, que podem paralisar os seus efeitos pela retirada de seu concurso, que frustram\u00e0 sua vontade os c\u00e1lculos do orgulho e da cupidez, \u00e9 evidente que n\u00e3o prestar\u00e3o sua assist\u00eancia aos que os renegarem e entenderem servir-se deles secretamente, em proveito de sua pr\u00f3pria reputa\u00e7\u00e3o e de sua fortuna. Como os Esp\u00edritos trabalham para a Humanidade e n\u00e3o v\u00eam para servir a interesses ego\u00edstas e individuais; como, em tudo que fazem, agem em vista da propaga\u00e7\u00e3o das doutrinas novas, s\u00e3o-lhes necess\u00e1rios soldados corajosos e devotados, nada tendo a fazer com poltr\u00f5es, que t\u00eam medo da sombra da verdade. Assim, secundar\u00e3o os que, sem resist\u00eancia e sem pensamento preconcebido, colocarem suas aptid\u00f5es a servi\u00e7o da causa que se esfor\u00e7am por fazer prevalecer.<br \/>\n<br \/>O desinteresse material, que \u00e9 um dos atributos essenciais da mediunidade curadora, ser\u00e1, tamb\u00e9m, uma das  condi\u00e7\u00f5es da medicina medi\u00ednica? Como, ent\u00e3o, conciliar as exig\u00eancias da profiss\u00e3o com uma abnega\u00e7\u00e3o absoluta? Isto requer algumas explica\u00e7\u00f5es, porque a posi\u00e7\u00e3o j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 a mesma.<br \/>\n<br \/>A faculdade do m\u00e9dium curador nada lhe custou; n\u00e3o lhe exigiu estudo, nem trabalho, nem despesas; recebeu-a gratuitamente, para o bem dos outros, e deve us\u00e1-la gratuitamente.<br \/>\n<br \/>Como antes de tudo \u00e9 preciso viver, se o m\u00e9dium n\u00e3o tiver, por si mesmo, recursos que o tornem independente, deve achar os meios no seu trabalho ordin\u00e1rio, como o teria feito antes de conhecer a mediunidade; s\u00f3 deve dar ao exerc\u00edcio de sua faculdade o tempo que lhe pode consagrar materialmente. Se tira esse tempo de seu repouso, e se o emprega em tornar-se \u00edtil aos seus semelhantes o que teria consagrado a distra\u00e7\u00f5es mundanas, pratica o verdadeiro devotamento, e nisto s\u00f3 tem mais m\u00e9rito. Os Esp\u00edritos n\u00e3o pedem mais e n\u00e3o exigem nenhum sacrif\u00edcio insensato. N\u00e3o se poderia considerar devotamento e abnega\u00e7\u00e3o o abandono de seu trabalho para entregar-se a uma condi\u00e7\u00e3o menos penosa e mais lucrativa. Na prote\u00e7\u00e3o que concedem, os Esp\u00edritos, aos quais n\u00e3o nos podemos impor, sabem perfeitamente distinguir os devotamentos reais dos devotamentos fact\u00edcios.<br \/>\n<br \/>Completamente diversa seria a posi\u00e7\u00e3o dos m\u00e9dicos m\u00e9diuns. A Medicina \u00e9 uma das carreiras sociais que se abra\u00e7a para dela fazer uma profiss\u00e3o, e a ci\u00eancia m\u00e9dica n\u00e3o se adquire sen\u00e3o a t\u00edtulo oneroso, por um trabalho ass\u00edduo, por vezes penoso; o saber do m\u00e9dico \u00e9, pois, uma conquista pessoal, o que n\u00e3o \u00e9 o caso da mediunidade. Se, ao saber humano, os Esp\u00edritos juntam seu concurso pelo dom de uma aptid\u00e3o medi\u00ednica, para o m\u00e9dico \u00e9 um meio a mais de se esclarecer, de agir com mais seguran\u00e7a e efic\u00e1cia, pelo que deve ser reconhecido, mas n\u00e3o deixa de ser sempre m\u00e9dico; \u00e9 a sua profiss\u00e3o, que n\u00e3o deixa para fazer-se m\u00e9dium. Nada h\u00e1, pois, de repreens\u00edvel em que continue a dela viver, e isto com tanto mais raz\u00e3o quanto a assist\u00eancia dos Esp\u00edritos muitas vezes \u00e9 inconsciente, intuitiva, e sua interven\u00e7\u00e3o por vezes se confunde com o emprego dos meios ordin\u00e1rios de cura.<br \/>\n<br \/>Pelo fato de um m\u00e9dico ter-se tornado m\u00e9dium e ser assistido pelos Esp\u00edritos no tratamento de seus doentes, n\u00e3o se segue que deva renunciar a toda remunera\u00e7\u00e3o, o que o obrigaria a procurar os meios de subsist\u00eancia fora da Medicina e, assim renunciar\u00e0 sua profiss\u00e3o. Mas se for animado do sentimento das obriga\u00e7\u00f5es que lhe imp\u00f5e o favor que lhe \u00e9 concedido, saber\u00e1 conciliar os seus interesses com os deveres humanit\u00e1rios.<br \/>\n<br \/>N\u00e3o se d\u00e1 o mesmo com o desinteresse moral que, em todos os casos, pode e deve ser absoluto. Aquele que, em lugar de ver na faculdade medi\u00ednica um meio a mais de tornar-se \u00edtil aos seus semelhantes, nela s\u00f3 procurasse uma satisfa\u00e7\u00e3o ao amor pr\u00f3prio, e que considerasse um m\u00e9rito pessoal os sucessos obtidos por esse meio, dissimulando a verdadeira causa, faltaria ao seu primeiro dever. Aquele que, sem renegar os Esp\u00edritos, n\u00e3o visse em seu concurso, direto ou indireto, sen\u00e3o um meio de suprir a insufici\u00eancia de sua clientela produtiva, seja qual for a apar\u00eancia filantr\u00f3pica com que se oculte aos olhos dos homens, faria, por isso mesmo, ato de explora\u00e7\u00e3o. Num e noutro caso, tristes decep\u00e7\u00f5es seriam a sua consequ\u00eancia inevit\u00e1vel, porque os simulacros e os subterf\u00edgios n\u00e3o podem enganar os Esp\u00edritos, que l\u00eaem no fundo do pensamento.<br \/>\n<br \/>Dissemos que a mediunidade curadora n\u00e3o matar\u00e1 a Medicina nem os m\u00e9dicos, mas n\u00e3o pode deixar de modificar profundamente a ci\u00eancia m\u00e9dica. Sem d\u00edvida haver\u00e1 sempre m\u00e9diuns curadores, porque sempre os houve, e esta faculdade est\u00e1 na Natureza; mas ser\u00e3o menos numerosos e menos procurados\u00e0 medida que o n\u00edmero de m\u00e9dicos-m\u00e9diuns aumentar, e quando a Ci\u00eancia e a mediunidade se prestarem m\u00edtuo apoio. Ter-se-\u00e1 mais confian\u00e7a nos m\u00e9dicos quando forem m\u00e9diuns, e mais confian\u00e7a nos m\u00e9diuns quando forem m\u00e9dicos.<br \/>\n<br \/>N\u00e3o se podem contestar as virtudes curativas de certas plantas e de outras subst\u00e2ncias que a Provid\u00eancia p\u00f4s ao alcance do homem, colocando o rem\u00e9dio ao lado do mal; o estudo dessas propriedades \u00e9 da al\u00e7ada da Medicina. Ora, como os m\u00e9diuns curadores s\u00f3 agem por influ\u00eancia flu\u00eddica, sem o emprego de medicamentos, se um dia devessem suplantar a Medicina, resultaria que, dotando as plantas de propriedades curativas, Deus teria feito uma coisa in\u00edtil, o que n\u00e3o \u00e9 admiss\u00edvel. Deve-se, pois, considerar a mediunidade curadora como um modo especial, e n\u00e3o como meio absoluto de cura; o fluido, como novo agente terap\u00eautico aplic\u00e1vel em certos casos, e que vem acrescentar um novo recurso\u00e0 Medicina; em consequ\u00eancia, a mediunidade curadora e a Medicina como devendo, de agora em diante, marchar simultaneamente, destinadas a se auxiliarem mutuamente, a se suplementarem e a se completarem uma pela outra. Eis por que se pode ser m\u00e9dico sem ser m\u00e9dium curador, e m\u00e9dium curador sem ser m\u00e9dico.<br \/>\n<br \/>Ent\u00e3o por que esta faculdade hoje se desenvolve quase que exclusivamente entre os ignorantes, em vez de nos homens de ci\u00eancia? Pela raz\u00e3o muito simples que, at\u00e9 agora, os homens de ci\u00eancia a repelem. Quando a aceitarem, v\u00ea-la-\u00e3o desenvolver-se entre si, como entre os outros. Aquele que hoje a possu\u00edsse hiria proclam\u00e1-la? N\u00e3o; ocult\u00e1-la ia com o maior cuidado. J\u00e1 que ela seria in\u00edtil em suas m\u00e3os, por que lha dar? Seria o mesmo que dar um violino a um homem que n\u00e3o sabe ou n\u00e3o quer tocar.<br \/>\n<br \/>A este estado de coisas, h\u00e1 outro motivo capital. Dando aos ignorantes o dom de curar males que os s\u00e1bios n\u00e3o podem curar, \u00e9 para provar a estes que nem tudo sabem, e que h\u00e1 leis naturais al\u00e9m das que a Ci\u00eancia reconhece. Quanto maior a dist\u00e2ncia entre a ignor\u00e2ncia e o saber, mais evidente \u00e9 o fato.<br \/>\n<br \/>Quando se produz naquele que nada sabe, \u00e9 uma prova certa de que ali o saber humano em nada participou. Mas, como a Ci\u00eancia n\u00e3o pode ser um atributo da mat\u00e9ria, o conhecimento do mal e dos rem\u00e9dios por intui\u00e7\u00e3o, assim como a faculdade de vid\u00eancia, n\u00e3o podem ser atributos sen\u00e3o do Esp\u00edrito. Elas provam no homem a exist\u00eancia do ser espiritual, dotado de percep\u00e7\u00f5es independentes dos \u00f3rg\u00e3os corporais e, muitas vezes, de conhecimentos adquiridos anteriormente, numa precedente exist\u00eancia. Esses fen\u00f4menos t\u00eam, pois, ao mesmo tempo, a consequ\u00eancia de serem \u00edteis\u00e0 Humanidade, e de provarem a exist\u00eancia do princ\u00edpio espiritual.<br \/>\n<\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_10376\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"10376\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 16\/16;\" \/><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dissemos e repetimos: seria um erro crer que a mediunidade curadora venha destruir a Medicina e os m\u00e9dicos. 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