{"id":1059,"date":"2014-02-04T19:23:00","date_gmt":"2014-02-04T19:23:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/2014\/02\/04\/textos-sobre-matrimonioseparacoes-desquite-divorcio-separacao-como-queiram\/"},"modified":"2014-02-04T19:23:00","modified_gmt":"2014-02-04T19:23:00","slug":"artigo1059","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo1059\/","title":{"rendered":"Textos sobre Matrim\u00f4nio\/Separa\u00e7\u00f5es:  DESQUITE, DIV\u00d3RCIO, SEPARA\u00c7\u00c3O, COMO QUEIRAM"},"content":{"rendered":"<p><a name=more><\/a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<a href=http:\/\/cecal.centronocaminhodaluz.com.br\/bloguer\/pdf.asp?site=cecal&amp; target=_blank><img src=http:\/\/cecal.centronocaminhodaluz.com.br\/bloguer\/pdf_button.png \/><\/a>  <\/p>\n<div align=left><em><strong>DESQUITE, DIV\u00d3RCIO, SEPARA\u00c7\u00c3O, COMO QUEIRAM<br \/>Ent\u00e3o, disse, Ad\u00e3o: Eis aqui o osso de meus ossos, e a carne de minha carne. Por isso deixar\u00e1 o homem a seu pai e a sua m\u00e3e, e se unir\u00e1 \u00e0 sua mulher, e ser\u00e3o dois numa s\u00f3 carne. &#8211; G\u00eanesis, 2:24-25.<br \/>Assim j\u00e1 n\u00e3o s\u00e3o dois, mas uma s\u00f3 carne. N\u00e3o separe logo o homem o que Deus ajuntou. &#8211; Mateus, 19:6 Procur\u00e1vamos o assunto que por\u00edamos em pauta para o estudo do m\u00eas e, de modo pr\u00f3prio, um Esp\u00edrito se manifestou, e narrou-nos o seguinte: Vou contar lhes uma hist\u00f3ria muito verdadeira, pois \u00e9 a hist\u00f3ria de um amargurado trecho de minha vida, e que dura at\u00e9 hoje,    e n\u00e3o sei em que \u00e9poca ter\u00e1 fim. Sabemos o ano, o m\u00eas, o dia, a hora, o minuto em que cometemos o erro, mas jamais saberemos quando terminaremos de corrigi-lo, e, at\u00e9 l\u00e1, o remorso nos crucia.<br \/>Reencarnei-me em fam\u00edlia abastada na Capital de um dos Estados do Brasil. Minha inf\u00e2ncia decorreu tranquila, e minha adolesc\u00eancia, no estudo e nas ilus\u00f5es pr\u00f3prias dessa idade. Aos vinte e dois anos, casei-me por amor, no que era correspondida.<br \/>Depois de nosso terceiro filho, j\u00e1 t\u00ednhamos duas meninas, notei mudan\u00e7as em meu marido: j\u00e1 n\u00e3o era o companheiro gentil de outros tempos, nossos passeios domingueiros rareavam, n\u00e3o mais nos levou ao clube, apesar dos pedidos insistentes das crian\u00e7as, sempre havia um pretexto para ausentar-se do lar, mesmo em nosso leito conjugal, evitava-me.<br \/>Um dia, descobri a verdade, e meu cora\u00e7\u00e3o doeu como se um punho de ferro o apertasse: meu esposo j\u00e1 n\u00e3o me era fiel, tornara-se um ad\u00faltero.<br \/>Come\u00e7aram ent\u00e3o as rusgas, os atritos, as discuss\u00f5   es, at\u00e9 que a disc\u00f3rdia total se instalou em nosso lar.<br \/>Aconteceu que no auge de uma alterca\u00e7\u00e3o, em que lhe atirei no rosto o que eu sabia, respondeu-me: Pois fa\u00e7a o que quiser, eu estou por tudo. Da\u00ed em diante um \u00f3dio surdo ro\u00eda-me: queria que ele sofresse a mesma dor que me consumia, humilh\u00e1-lo como ele me humilhara.<br \/>E maquinei uma vingan\u00e7a.<br \/>Louca, louca que fui! Em vez de manter-me pura, guardi\u00e3 de meu lar, do lar de meus filhos, que eu n\u00e3o tinha, que n\u00f3s n\u00e3o t\u00ednhamos o direito de destruir, de proteg\u00ea-los, orient\u00e1-los, encaminh\u00e1-los, agir enfim como uma verdadeira m\u00e3e, e lutar para recuperar lhes o pai desencaminhado, nada disso fiz, s\u00f3 dei azo ao meu ego\u00edsmo, ao ego\u00edsmo feroz.<br \/>Eu era bonita e bem conservada, ainda provocava olhares admirativos em nosso meio social. Tornei-me, por minha vez, uma ad\u00faltera. A princ\u00edpio com um primo afastado, que me cortejara em solteira, logo depois com um amigo de meu marido, que sempre me lan\u00e7ara olhares gulosos. E eu    pensava: Ele n\u00e3o me disse que eu fizesse o que quisesse? Pois fiz, e ele h\u00e1 de descobrir!  E ele descobriu. Com o rosto cor de cera, perguntou-me: `Voc\u00ea fez isso?\u00b4 Ora, respondi lhe altaneira. Voc\u00ea n\u00e3o me disse que estava por tudo e que eu fizesse o que quisesse? Pois a\u00ed est\u00e1! O processo de desquite correu c\u00e9lere. Separamo-nos. Meus filhos foram para a casa dos av\u00f3s paternos. N\u00e3o tinham mais o lar deles, que fora destru\u00eddo por n\u00f3s.<br \/>Meses depois meu ex-esposo suicidou-se. E meus filhos voltaram a viver comigo, desorientados, n\u00e3o mais me respeitaram, fizeram-se rebeldes, meus alunos, n\u00e3o me obedeciam. Seus pais&#8230; \u00e9ramos para eles dois \u00eddolos estilha\u00e7ados.<br \/>Mal passaram a puberdade e meu filho era um alco\u00f3latra, uma filha frequentadora ass\u00eddua de boates, e a mais velha, amante do diretor da empresa onde trabalhava como secret\u00e1ria. Ao se aproximarem dos trinta anos, desencarnei.<br \/>Conheci imediatamente o meu estado, e ralada de vergonha permaneci ao lado do ata\u00fade   . Meu filho chegou alcoolizado, e abra\u00e7ado por dois Esp\u00edritos horr\u00edveis, tamb\u00e9m alco\u00f3latras, debru\u00e7ou-se sobre o caix\u00e3o, quase derrubando-o, no que foi impedido pelos circunstantes. E minhas filhas intimamente se lamentavam por n\u00e3o poder comparecer a compromissos noturnos.<br \/>Acompanhei o enterro de meu corpo. Parentes e conhecidos cumpriram aquele dever indiferentes.<br \/>N\u00e3o recebi uma prece sequer. Contudo, comentavam vivamente o meu desquite, suas causas e suas consequ\u00eancias, o que aumentava minha vergonha, e acendia meus remorsos.<br \/>Fiquei s\u00f3 no cemit\u00e9rio.<br \/>Sentei-me no t\u00famulo e pus-me a chorar.<br \/>Aproximou-se de mim uma quadrilha de man\u00edacos sexuais, tentando agarrar-me. N\u00e3o sabendo como livrar-me deles, clamei por meu marido.<br \/>&#8212; Teu marido?! Pois h\u00e1s de v\u00ea-lo! &#8212; exclamaram rindo e afastando-se.<br \/>E chorando, recordei os nossos belos sonhos de noivado, por onde andaria ele? E percebi que me movia, era como se eu deslizasse, como se eu escorregasse por u   ma ladeira, sempre para baixo, posto que suavemente.<br \/>Penetrei num vale sombrio, nevoento, donde partiam gemidos, gritos estent\u00f3ricos, impreca\u00e7\u00f5es, gargalhadas de loucura. E parei diante de um Esp\u00edrito vestido de trapos apodrecidos, de barba e cabelos hirsutos, tendo no lado esquerdo do peito uma ferida sanguinolenta.<br \/>Era meu marido.<br \/>N\u00e3o me reconheceu.<br \/>A mesma for\u00e7a que me fizera descer, segurava-me ali junto dele, embora eu trabalhasse por fugir. E no meu desespero, uma voz ir\u00f4nica falou em meu ouvido: \u00b4Div\u00f3rcio aqui n\u00e3o vale!\u00b4 Consumida de remorsos e de dor, sentei-me ao seu lado, apoiando lhe a cabe\u00e7a em meu rega\u00e7o. Ele tinha vis\u00f5es ante as quais esbravejava.<br \/>Quanto tempo assim permanecemos: ele a bracejar e a urrar, e eu a chorar perdidamente? N\u00e3o o sei.<br \/>Algu\u00e9m murmurou ao meu lado: \u00b4Recorra a prece.\u00b4 Uma ocasi\u00e3o, parecendo reconhecer-me, bradou enlouquecido: \u00b4Que fizemos de nosso lar? Onde anda nossos filhos?\u00b4 E recaiu em seus del\u00edrios.<br \/>Um g   rupo socorrista passou e recolheu-me.  Hoje habito uma esfera espiritual bem pr\u00f3xima \u00e0 Crosta Terrena, \u00e0 qual aportam os n\u00e1ufragos do casamento. \u00c9 uma col\u00f4nia educacional. Dentre seus v\u00e1rios departamentos sobressai o Departamento de Educa\u00e7\u00e3o para o Casamento. \u00c9 um edif\u00edcio de rara beleza, constru\u00eddo de uma subst\u00e2ncia transl\u00facida, que aos raios vigorosos do sol, ou \u00e0 suavidade da lua e das estrelas, produz deslumbrantes efeitos de luz.<br \/>Resumirei, dando lhes uma p\u00e1lida id\u00e9ia do que l\u00e1 aprendemos.<br \/>Submeti-me a um treinamento para participar de um grupo que ampara os casais terrenos cujo casamento amea\u00e7a malograr-se, conquanto respeitemo lhes o livre arb\u00edtrio, no qual n\u00e3o podemos interferir. O tempo que me sobra, quase todo ele consagrado ao trabalho e ao estudo, posso dedic\u00e1-lo aos meus filhos encarnados e ao meu marido, que permanecer\u00e1 no Vale ainda alguns anos.<br \/>O mentor de nossa col\u00f4nia, um Esp\u00edrito bon\u00edssimo, mostrou-me a necessidade de voltarmos \u00e0 Crosta de m\u00e3o   s dadas novamente para corrigirmos os erros de nossa \u00faltima encarna\u00e7\u00e3o, bem como retificarmos os cometidos em encarna\u00e7\u00f5es anteriores, que praticamos juntos, e que nossa separa\u00e7\u00e3o n\u00e3o permitiu, fazendo com que perd\u00eassemos essa oportunidade, e, principalmente, para recebermos em nosso seio tr\u00eas aleij\u00f5es morais, produtos de nosso div\u00f3rcio. E ent\u00e3o trilharemos o longo e penos\u00edssimo caminho da repara\u00e7\u00e3o.<br \/>N\u00f3s, que poder\u00edamos ter desencarnado como pais e av\u00f3s aben\u00e7oados, eis o que ganhamos, eis o pr\u00eamio de nossa separa\u00e7\u00e3o! Continuando, digo lhes que: Dentre as institui\u00e7\u00f5es respeit\u00e1veis que existem na terra, a mais sagrada \u00e9 a do casamento, nenhuma outra lhe avantaja.<br \/>As ilus\u00f5es passageiras do mundo nos fazem relegar o lar, que \u00e9 um lugar santo, para um segundo ou terceiro plano, esquecidos de que os c\u00f4njuges entre si devem dar-se apoio total, os quais o dar\u00e3o aos filhos. E lembrarem-se de que um lar sem marido \u00e9 como um navio sem capit\u00e3o.<br \/>Quando o lar \u00e9 bem administra   do e abriga o amor, merece o aux\u00edlio do Alto, e assemelha-se a um altar onde Esp\u00edritos amigos de outras vidas se acolhem, porque o lar \u00e9 puro.<br \/>O lar onde a disc\u00f3rdia reina vira ref\u00fagio de Esp\u00edritos pouco evolu\u00eddos, que d\u00e3o vaz\u00e3o a seus instintos baixos, viciosos e perversos, diminuindo lhe sensivelmente o padr\u00e3o vibrat\u00f3rio, e da\u00ed para o fim o passo \u00e9 curto.<br \/>Quantas vezes um dos c\u00f4njuges se esfor\u00e7a para agradar o outro, o qual como que n\u00e3o nota, n\u00e3o procura aproximar-se, criando assim problemas de compreens\u00e3o, que facilmente seriam evitados com um pouco mais de carinho, de aten\u00e7\u00e3o de parte a parte. Uma boa palavra para o ser amado, um sorriso, um pequenino gesto de amor valem mais, muito mais para a felicidade do lar do que uma j\u00f3ia de alto pre\u00e7o.<br \/>\u00c9 de fazer pena, do lado de c\u00e1, assistir \u00e0s afli\u00e7\u00f5es dos maus maridos e das m\u00e1s esposas respons\u00e1veis pela destrui\u00e7\u00e3o dos lares, impedindo que se desenvolvessem Esp\u00edritos programados para eles. Quando aqui abrem os olhos,    \u00e9 tarde, muito tarde&#8230;<br \/>Cuidem os c\u00f4njuges de que seu lar seja uma fortaleza contra os maus, cuidem de seus atos e de suas palavras para que haja o respeito e a compreens\u00e3o m\u00fatuos, base essencial de um bom casamento.<br \/>Quem com o Cristo quer viver, n\u00e3o pode falir na institui\u00e7\u00e3o sacrossanta do matrim\u00f4nio.<br \/>Engrande\u00e7am-se os c\u00f4njuges no santu\u00e1rio do lar, e os que falharam corrijam-se que ainda \u00e9 tempo.<br \/> Futilidades, rusgas, incompatibilidade de g\u00eanios, desaven\u00e7as que podem ser evitadas, e sem custo perdoadas, orgulho, vaidade e outras causas que comumente se apresentam ao casal, e s\u00e3o citadas para justificarem a separa\u00e7\u00e3o, s\u00e3o tidas no plano espiritual como motivos destruidores de oportunidades de os c\u00f4njuges se redimirem entre si, queimando um carma comum aos dois.<br \/>O desquite em si (ou div\u00f3rcio, ou separa\u00e7\u00e3o, como queiram) pelas leis terrenas nada mais \u00e9 do que um distrato, uma tentativa de romper antes do tempo os elos espirituais, o la\u00e7o divino do casamento   .<br \/>Tal qual o suicida que tenta rebentar o la\u00e7o perispir\u00edtico que o liga ao corpo, e que s\u00f3 a morte natural romperia.<br \/>A exemplo dos suicidas, os Esp\u00edritos desquitados perdem todos os seus direitos na Espiritualidade.<br \/>Barreiras intranspon\u00edveis se lhes formam pela frente, interceptando lhes as ocasi\u00f5es de progresso. E o motivo que os separou continua no al\u00e9m-t\u00famulo, alimentando o \u00f3dio entre os c\u00f4njuges, porque o desquite n\u00e3o est\u00e1 no carma de ningu\u00e9m.<br \/>E quando tomam consci\u00eancia do ato praticado, e da oportunidade de reden\u00e7\u00e3o perdida, entregam-se a desesperos inconceb\u00edveis. Porque se houve uni\u00e3o dos dois foi para que juntos lapidassem seus Esp\u00edritos, manchados pelos erros do passado e cometidos de parceria, para que se respeitassem mutuamente, partilhando o mais poss\u00edvel dos mesmos ideais.<br \/>E na sequ\u00eancia do casamento, os filhos tivessem carinho e prote\u00e7\u00e3o, amor e orienta\u00e7\u00e3o, enfim, bra\u00e7os amigos que os acalentassem, o lar de seus pais, o verdadeiro lar deles, fi   lhos, o sentimento de m\u00e3e, que \u00e9 tudo para eles, realizando assim o planejamento reencarnat\u00f3rio.<br \/>No al\u00e9m-t\u00famulo n\u00e3o h\u00e1 distratos, nem desquites, nem div\u00f3rcios, nem separa\u00e7\u00e3o. As leis terrenas n\u00e3o vigem no plano espiritual. L\u00e1 os la\u00e7os do matrim\u00f4nio se desatam naturalmente, liberando os c\u00f4njuges, uma vez que bem cumpriram com seus deveres at\u00e9 o fim.<br \/>E os desquitados um dia (quando, s\u00f3 o Alt\u00edssimo o sabe) ter\u00e3o de, noutra etapa reencarnat\u00f3ria, reconstru\u00edrem o lar que destru\u00edram, trazendo para ele os filhos que se transviaram como consequ\u00eancia da separa\u00e7\u00e3o dos pais, que s\u00e3o respons\u00e1veis pelo desencaminhamento deles, e co-r\u00e9us nos erros que praticaram.<br \/>E agora uma \u00faltima advert\u00eancia: no sagrado instituto do casamento, os c\u00f4njuges que n\u00e3o se entreguem ao adult\u00e9rio, nem ele nem ela. O ad\u00faltero ou a ad\u00faltera, ao desencarnarem, caem nas m\u00e3os de Esp\u00edritos inferiores, obstinados no sexo, os quais os envolvem de tal maneira que os levam a terem uma vida vampiresca em espelu   ncas imundas terrenas. E s\u00f3 com o perpassar do tempo, e com extrema dificuldade, \u00e9 que conseguem libertar-se de seus captores. O que me livrou deles foram as l\u00e1grimas de amargo arrependimento que derramei aos p\u00e9s de meu marido.<br \/>\u00d3 casais que estais trilhando a ilus\u00f3ria estrada da separa\u00e7\u00e3o, parai! Voltai! Reconciliai-vos! Ela \u00e9 enganosa! No fim dela h\u00e1 um despenhadeiro escuro.<br \/>Esp\u00edrito : Clarinda, uma irm\u00e3 de voc\u00eas. Autor: Eliseu Rigonatti Livro: O Evangelho das Recorda\u00e7\u00f5es &#8211; Mem\u00f3rias &#8211; P\u00e1g. 157<br \/><\/strong><\/em><\/div>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_1059\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"1059\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 16\/16;\" \/><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; DESQUITE, DIV\u00d3RCIO, SEPARA\u00c7\u00c3O, COMO QUEIRAMEnt\u00e3o, disse, Ad\u00e3o: Eis aqui o osso de meus ossos, e a carne de minha carne. Por isso deixar\u00e1 o homem a seu pai e a sua m\u00e3e, e se unir\u00e1 \u00e0 sua mulher, e ser\u00e3o dois numa s\u00f3 carne. &#8211; G\u00eanesis, 2:24-25.Assim j\u00e1 n\u00e3o s\u00e3o dois, mas uma s\u00f3&hellip; <br \/> <a class=\"read-more\" href=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo1059\/\">Leia mais<\/a><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_1059\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"1059\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 16\/16;\" \/><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"Closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[16],"tags":[],"class_list":["post-1059","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-mensagens-diversas"],"a3_pvc":{"activated":true,"total_views":557,"today_views":0},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1059","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1059"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1059\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1059"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1059"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1059"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}