{"id":10643,"date":"2011-02-10T00:00:00","date_gmt":"2011-02-10T00:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2011-02-10T00:00:00","modified_gmt":"2011-02-10T00:00:00","slug":"artigo10643","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo10643\/","title":{"rendered":"Evangelho Segundo o Espiritismo  Parte 83"},"content":{"rendered":"<div align=left><em><strong>A BENEFIC\u00c3\u0160NCIA<BR><BR>11. A benefic\u00eancia, meus amigos, dar-vos-\u00e1 nesse mundo os mais puros e suaves deleites, as alegrias do cora\u00e7\u00e3o, que nem o remorso, nem a indiferen\u00e7a perturbam. Oh! pud\u00e9sseis compreender tudo o que de grande e de agrad\u00e1vel encerra a generosidade das almas belas, sentimento que faz olhe a criatura as outras como olha a si mesma, e se dispa, jubilosa, para vestir o seu irm\u00e3o! Pud\u00e9sseis, meus amigos, ter por \u00ednica ocupa\u00e7\u00e3o tornar felizes os outros! Quais as festas mundanas que podereis comparar\u00e0s que celebrais quando, como representantes da Divindade, levais a alegria a essas fam\u00edlias que da vida apenas conhecem as vicissitudes e as amarguras, quando vedes nelas os semblantes macerados refulgirem subitamente de esperan\u00e7a, porque, faltos de p\u00e3o, os desgra\u00e7ados ouviam seus filhinhos, ignorantes de que viver \u00e9 sofrer, gritando repetidamente, a chorar, estas palavras, que, como agudo punhal, se lhes enterravam nos cora\u00e7\u00f5es maternos: Estou com fome!&#8230; Oh! compreendei qu\u00e3o deliciosas s\u00e3o as impress\u00f5es que recebe aquele que v\u00ea renascer a alegria onde, um momento antes, s\u00f3 havia desespero! Compreendei as obriga\u00e7\u00f5es que tendes para com os vossos irm\u00e3os! Ide, ide ao encontro do infort\u00ednio, ide em socorro, sobretudo, das mis\u00e9rias ocultas, por serem as mais dolorosas! Ide, meus bem-amados, e tende em mente estas palavras do Salvador: Quando vestirdes a um destes pequeninos, lembrai-vos de que \u00e9 a mim que o fazeis! <BR><BR>Caridade! sublime palavra que sintetiza todas as virtudes, \u00e9s tu que h\u00e1s de conduzir os povos\u00e0 felicidade. Praticando-te, criar\u00e3o eles para si infinitos gozos no futuro e, enquanto se acharem exilados na Terra, tu lhes ser\u00e1s a consola\u00e7\u00e3o, o prelibar das alegrias de que fruir\u00e3o mais tarde, quando se encontrarem reunidos no seio do Deus de amor. Foste tu, virtude divina, que me proporcionaste os \u00ednicos momentos de satisfa\u00e7\u00e3o de que gozei na Terra. Que os meus irm\u00e3os encarnados creiam na palavra do amigo que lhes fala, dizendo-lhes: E na caridade que deveis procurar a paz do cora\u00e7\u00e3o, o contentamento da alma, o rem\u00e9dio para as afli\u00e7\u00f5es da vida. Oh! quando estiverdes a ponto de acusar a Deus, lan\u00e7ai um olhar para baixo de v\u00f3s, vede que de mis\u00e9rias a aliviar, que de pobres crian\u00e7as sem fam\u00edlia, que de velhos sem qualquer m\u00e3o amiga que os ampare e lhes feche os olhos quando a morte os reclame! Quanto bem a fazer! Oh! n\u00e3o vos queixeis, ao contr\u00e1rio, agradecei a Deus e prodigalizai a mancheias a vossa simpatia, o vosso amor, o vosso dinheiro por todos os que, deserdados dos bens desse mundo, enlanguescem na dor e no insulamento! Colhereis nesse mundo bem doces alegrias e, mais tarde&#8230; s\u00f3 Deus o sabe!&#8230; Adolfo, bispo de Argel. (Bord\u00e9us, 1861.) <BR><BR>12. Sede bons e caridosos: essa a chave dos c\u00e9us, chave que tendes em vossas m\u00e3os. Toda a eterna felicidade se cont\u00e9m neste preceito: Amai-vos uns aos outros. N\u00e3o pode a alma elevar-se\u00e0s altas regi\u00f5es espirituais, sen\u00e3o pelo devotamento ao pr\u00f3ximo, somente nos arroubos da caridade encontra ela ventura e consola\u00e7\u00e3o. Sede bons, amparai os vossos irm\u00e3os, deixai de lado a horrenda chaga do ego\u00edsmo. Cumprido esse dever, abrir-se-vos-\u00e1 o caminho da felicidade eterna. Ao demais, qual dentre v\u00f3s ainda n\u00e3o sentiu o cora\u00e7\u00e3o pulsar de j\u00edbilo, de \u00edntima alegria,\u00e0 narrativa de um ato de bela dedica\u00e7\u00e3o, de uma obra verdadeiramente caridosa? Se unicamente busc\u00e1sseis a vol\u00edpia que uma a\u00e7\u00e3o boa proporciona, conservar-vos\u00edeis sempre na senda do progresso espiritual.  N\u00e3o vos faltam os exemplos, rara \u00e9 apenas a boa-vontade. Notai que a vossa hist\u00f3ria guarda piedosa lembran\u00e7a de uma multid\u00e3o de homens de bem. <BR><BR>N\u00e3o vos disse Jesus tudo o que concerne\u00e0s virtudes da caridade e do amor?  Por que desprezar os seus ensinamentos divinos?  Por que fechar o ouvido\u00e0s suas divinas palavras, o cora\u00e7\u00e3o a todos os seus bondosos preceitos?  Quisera eu que dispensassem mais interesse, mais f\u00e9\u00e0s leituras evang\u00e9licas. Desprezam, por\u00e9m, esse livro, consideram-no reposit\u00f3rio de palavras ocas, uma carta fechada, deixam no esquecimento esse c\u00f3digo admir\u00e1vel. Vossos males prov\u00eam todos do abandono volunt\u00e1rio a que votais esse resumo das leis divinas. Lede-lhe as p\u00e1ginas cintilantes do devotamento de Jesus, e meditai-as.  <BR><BR>Homens fortes, armai-vos, homens fracos, fazei da vossa brandura, da vossa f\u00e9, as vossas armas. Sede mais persuasivos, mais constantes na propaga\u00e7\u00e3o da vossa nova doutrina. Apenas encorajamento \u00e9 o que vos vimos dar, apenas para vos estimularmos o zelo e as virtudes \u00e9 que Deus permite nos manifestemos a v\u00f3s outros. Mas, se cada um o quisesse, bastaria a sua pr\u00f3pria vontade e a ajuda de Deus, as manifesta\u00e7\u00f5es esp\u00edritas unicamente se produzem para os de olhos fechados e cora\u00e7\u00f5es ind\u00f3ceis. <BR><BR>A caridade \u00e9 a virtude fundamental sobre que h\u00e1 de repousar todo o edif\u00edcio das  virtudes terrenas. Sem ela n\u00e3o existem as outras. Sem a caridade n\u00e3o h\u00e1 esperar melhor sorte, n\u00e3o h\u00e1 interesse moral que nos guie, sem a caridade n\u00e3o h\u00e1 f\u00e9, pois a f\u00e9 n\u00e3o \u00e9 mais do que pura luminosidade que torna brilhante uma alma caridosa. <BR><BR>A caridade \u00e9, em todos os mundos, a eterna \u00e2ncora de salva\u00e7\u00e3o, \u00e9 a mais pura emana\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio Criador, \u00e9 a sua pr\u00f3pria virtude, dada por ele\u00e0 criatura. Como desprezar essa bondade suprema? Qual o cora\u00e7\u00e3o, disso ciente, bastante perverso para recalcar em si e expulsar esse sentimento todo divino? Qual o filho bastante mau para se rebelar contra essa doce car\u00edcia: a caridade? <BR><BR>N\u00e3o ouso falar do que fiz, porque tamb\u00e9m os Esp\u00edritos t\u00eam o pudor de suas obras, considero, por\u00e9m, a que iniciei como uma das que mais h\u00e3o de contribuir para o al\u00edvio dos vossos semelhantes. Vejo com frequ\u00eancia os Esp\u00edritos a pedirem lhes seja dado, por miss\u00e3o, continuar a minha tarefa. Vejo-os, minhas bondosas e queridas irm\u00e3s, no piedoso e divino minist\u00e9rio, vejo-os praticando a virtude que vos recomendo, com todo o j\u00edbilo que deriva de uma exist\u00eancia de dedica\u00e7\u00e3o e sacrif\u00edcios. Imensa dita \u00e9 a minha, por ver quanto lhes honra o car\u00e1ter, qu\u00e3o estimada e protegida \u00e9 a miss\u00e3o que desempenham. Homens de bem, de boa e firme vontade, uni-vos para continuar amplamente a obra de propaga\u00e7\u00e3o da caridade, no exerc\u00edcio mesmo dessa virtude, encontrareis a vossa recompensa, n\u00e3o h\u00e1 alegria espiritual que ela n\u00e3o proporcione j\u00e1 na vida presente. Sede unidos, amai-vos uns aos outros, segundo os preceitos do Cristo. Assim seja.   S. Vicente de Paulo. (Paris, 1858.) <BR><BR>13. Chamo-me Caridade, sigo o caminho principal que conduz a Deus. Acompanhaime, pois conhe\u00e7o a meta a que deveis todos visar. <BR><BR>Dei esta manh\u00e3 o meu giro habitual e, com o cora\u00e7\u00e3o amargurado, venho dizer-vos:  Oh! meus amigos, que de mis\u00e9rias, que de l\u00e1grimas, quanto tendes de fazer para sec\u00e1-las todas! Em v\u00e3o, procurei consolar algumas pobres m\u00e3es, dizendo-lhes ao ouvido: Coragem! h\u00e1 cora\u00e7\u00f5es bons que velam por v\u00f3s, n\u00e3o sereis abandonadas, paci\u00eancia! Deus l\u00e1 est\u00e1, sois dele amadas, sois suas eleitas. Elas pareciam ouvir-me e volviam para o meu lado os olhos arregalados de espanto, eu lhes lia no semblante que seus corpos, tiranos do Esp\u00edrito, tinham fome e que, se \u00e9 certo que minhas palavras lhes serenavam um pouco os cora\u00e7\u00f5es, n\u00e3o lhes reconfortavam os est\u00f4magos. Repetia-lhes: Coragem! Coragem! Ent\u00e3o, uma pobre m\u00e3e, ainda muito mo\u00e7a, que amamentava uma criancinha, tomou-a nos bra\u00e7os e a estendeu no espa\u00e7o vazio, como a pedir-me que protegesse aquele entezinho que s\u00f3 encontrava, num seio est\u00e9ril, insuficiente alimenta\u00e7\u00e3o. <BR><BR>Alhures vi, meus amigos, pobres velhos sem trabalho e, em consequ\u00eancia, sem abrigo, presas de todos os sofrimentos da pen\u00edria e, envergonhados de sua mis\u00e9ria, sem ousarem, eles que nunca mendigaram, implorar a piedade dos transeuntes. Com o cora\u00e7\u00e3o t\u00edmido de compaix\u00e3o, eu, que nada tenho, me fiz mendiga para eles e vou, por toda a parte, estimular a benefic\u00eancia, inspirar bons pensamentos aos cora\u00e7\u00f5es generosos e compassivos. Por isso \u00e9 que aqui venho, meus amigos, e vos digo: H\u00e1 por a\u00ed desgra\u00e7ados, em cujas choupanas falta o p\u00e3o, os fog\u00f5es se acham sem lume e os leitos sem cobertas. N\u00e3o vos digo o que deveis fazer, deixo aos vossos bons cora\u00e7\u00f5es a iniciativa. Se eu vos ditasse o proceder, nenhum m\u00e9rito vos traria a vossa boa a\u00e7\u00e3o. Digo-vos apenas: Sou a caridade e vos estendo as m\u00e3os pelos vossos irm\u00e3os que sofrem.<BR><BR>Mas, se pe\u00e7o, tamb\u00e9m dou e dou muito.  Convido-vos para um grande banquete e forne\u00e7o a \u00e1rvore onde todos vos saciareis! Vede quanto \u00e9 bela, como est\u00e1 carregada de flores e de frutos! Ide, ide, colhei, apanhai todos os frutos dessa magnificente \u00e1rvore que se chama a benefic\u00eancia.  No lugar dos ramos que lhe tirardes, atarei todas as boas a\u00e7\u00f5es que praticardes e levarei a \u00e1rvore a Deus, que a carregar\u00e1 de novo, porquanto a benefic\u00eancia \u00e9 inexaur\u00edvel.  Acompanhai-me, pois, meus amigos, a fim de que eu vos conte entre os que se arrolam sob a minha bandeira. Nada temais, eu vos conduzirei pelo caminho da salva\u00e7\u00e3o, porque sou  a caridade.  C\u00e1rita, martirizada em Roma. (Li\u00e3o, 1861.) <BR><BR>14. V\u00e1rias maneiras h\u00e1 de fazer-se a caridade, que muitos dentre v\u00f3s confundem com a esmola. Diferen\u00e7a grande vai, no entanto, de uma para outra. A esmola, meus amigos, \u00e9 algumas vezes \u00edtil, porque d\u00e1 al\u00edvio aos pobres, mas \u00e9 quase sempre humilhante, tanto para o que a d\u00e1, como para o que a recebe. A caridade, ao contr\u00e1rio, liga o benfeitor ao beneficiado e se disfar\u00e7a de tantos modos! Pode-se ser caridoso, mesmo com os parentes e com os amigos, sendo uns indulgentes para com os outros, perdoando-se mutuamente as fraquezas, cuidando n\u00e3o ferir o amor-pr\u00f3prio de ningu\u00e9m.  V\u00f3s, esp\u00edritas, podeis s\u00ea-lo na vossa maneira de proceder para com os que n\u00e3o pensam como v\u00f3s, induzindo os menos esclarecidos a crer, mas sem os chocar, sem investir contra as suas convic\u00e7\u00f5es e, sim, atraindo-os amavelmente\u00e0s nossas reuni\u00f5es, onde poder\u00e3o ouvir-nos e onde saberemos descobrir nos seus cora\u00e7\u00f5es a brecha para neles penetrarmos.  Eis a\u00ed um dos aspectos da caridade. <BR><BR>Escutai agora o que \u00e9 a caridade para com os pobres, os deserdados deste mundo, mas recompensados de Deus, se aceitam sem queixumes as suas mis\u00e9rias, o que de v\u00f3s depende. Far-me-ei compreender por um exemplo. <BR><BR>Vejo, v\u00e1rias vezes, cada semana, uma reuni\u00e3o de senhoras, havendo-as de todas as idades. Para n\u00f3s, como sabeis, s\u00e3o todas irm\u00e3s. Que fazem? Trabalham depressa, muito depressa, t\u00eam \u00e1geis os dedos. Vede como trazem alegres os semblantes e como lhes batem em un\u00edssono os cora\u00e7\u00f5es. Mas, com que fim trabalham? \u00c9 que v\u00eaem aproximar-se o inverno que ser\u00e1 rude para os lares pobres. As formigas n\u00e3o puderam juntar durante o estio as provis\u00f5es necess\u00e1rias e a maior parte de suas utilidades est\u00e1 empenhada. As pobres m\u00e3es se inquietam e choram, pensando nos filhinhos que, durante a esta\u00e7\u00e3o invernosa, sentir\u00e3o frio e fome! Tende paci\u00eancia, infortunadas mulheres. Deus inspirou a outras mais aquinhoadas do que v\u00f3s, elas se reuniram e est\u00e3o confeccionando roupinhas, depois, um destes dias, quando a terra se achar coberta de neve e v\u00f3s vos lamentardes, dizendo: Deus n\u00e3o \u00e9 justo, que \u00e9 o que vos sai dos l\u00e1bios sempre que sofreis, vereis surgir a filha de uma dessas boas trabalhadoras que se constitu\u00edram obreiras dos pobres, pois que \u00e9 para v\u00f3s que elas trabalham assim, e os vossos lamentos se mudar\u00e3o em b\u00ean\u00e7\u00e3os, dado que no cora\u00e7\u00e3o dos infelizes o a amor acompanha de bem perto o \u00f3dio. <BR><BR>Como essas trabalhadoras precisam de encorajamento, vejo chegarem-lhes de todos os lados as comunica\u00e7\u00f5es dos bons esp\u00edritos. Os homens que fazem parte dessa sociedade lhes trazem tamb\u00e9m seu concurso, fazendo-lhes uma dessas leituras que agradam tanto. E n\u00f3s, para recompensarmos o zelo de todos e de cada um em particular, prometemos\u00e0s laboriosas obreiras boa clientela, que lhes pagar\u00e1\u00e0 vista, em b\u00ean\u00e7\u00e3os, \u00ednica moeda que tem curso no C\u00e9u, garantindo-lhes, al\u00e9m disso, sem receio de errar, que essa moeda n\u00e3o lhes faltar\u00e1.  C\u00e1rita. (Li\u00e3o, 1861.) <BR><BR>15. Meus caros amigos, todos os dias ou\u00e7o entre v\u00f3s dizerem: Sou pobre, n\u00e3o posso fazer a caridade, e todos os dias vejo que faltais com a indulg\u00eancia aos vossos semelhantes. Nada lhes perdoais e vos arvorais em juizes muitas vezes severos, sem quererdes saber se ficar\u00edeis satisfeitos que do mesmo modo procedessem convosco. N\u00e3o \u00e9 tamb\u00e9m caridade a indulg\u00eancia? V\u00f3s, que apenas podeis fazer a caridade praticando a indulg\u00eancia, fazei-a assim, mas fazei-a largamente.  Pelo que toca\u00e0 caridade material, vou contar-vos uma hist\u00f3ria do outro mundo.<BR><\/strong><\/em><\/div>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_10643\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"10643\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 16\/16;\" \/><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A BENEFIC\u00c3\u0160NCIA11. A benefic\u00eancia, meus amigos, dar-vos-\u00e1 nesse mundo os mais puros e suaves deleites, as alegrias do cora\u00e7\u00e3o, que nem o remorso, nem a indiferen\u00e7a perturbam. Oh! pud\u00e9sseis compreender tudo o que de grande e de agrad\u00e1vel encerra a generosidade das almas belas, sentimento que faz olhe a criatura as outras como olha a&hellip; <br \/> <a class=\"read-more\" href=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo10643\/\">Leia mais<\/a><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_10643\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"10643\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 16\/16;\" \/><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"Closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[],"class_list":["post-10643","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-evangelho"],"a3_pvc":{"activated":true,"total_views":1502,"today_views":0},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10643","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=10643"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10643\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=10643"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=10643"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=10643"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}