{"id":10758,"date":"2011-04-28T00:00:00","date_gmt":"2011-04-28T00:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2011-04-28T00:00:00","modified_gmt":"2011-04-28T00:00:00","slug":"artigo10758","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo10758\/","title":{"rendered":"Livro: Amor Imbat\u00edvel Amor:  Cap\u00edtulo 37-CONFLITO AFETIVO"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<div align=left><em><br \/>Na \u00e1rea das manifesta\u00e7\u00f5es afetivas, o desenvolvi\u00c2\u00admento da percep\u00e7\u00e3o deve dar-se de maneira espont\u00e2nea, sem qualquer tipo de manipula\u00e7\u00e3o dos sentimentos.<br \/>Inata, em a criatura humana, a afetividade \u00e9 fun\u00c2\u00addamental para um desenvolvimento emocional sau\u00c2\u00add\u00e1vel, respondendo pela felicidade e auto-realiza\u00e7\u00e3o do ser.<br \/>A imaturidade dos adultos, n\u00e3o raro, desde cedo, por mecanismo de transfer\u00eancia de sentimentos con\u00c2\u00adflitivos, procura adquirir o afeto da crian\u00e7a median\u00c2\u00adte a sedu\u00e7\u00e3o, que conduz, no \u00edntimo, algum dist\u00edr\u00c2\u00adbio da libido. Naturalmente, esses, que assim se comportam, como muitos pais, n\u00e3o t\u00eam conhecimen\u00c2\u00adto da rela\u00e7\u00e3o subjacente de conota\u00e7\u00e3o sexual.<br \/>Incapaz de compreender a sedu\u00e7\u00e3o de que se faz objeto, a crian\u00e7a se sente impossibilitada de exer\u00c2\u00adcer o crit\u00e9rio da livre escolha, ou de fazer exig\u00eancias naturais para a conquista do que lhe resulta em prazer. Quando o consegue, descobre a maneira de chantagear, passando a mascarar os seus sentimen\u00c2\u00adtos e derrapando em interesses subalternos. Essa conduta prop\u00f5e um dilema no processo psicol\u00f3gico da mesma, que \u00e9 a dificuldade de como agir, de forma que a si mesma se agrade, sem desatender\u00e0quele que lhe proporciona prazer, embora por meio de ast\u00edcia, de ser livre e escolher a pr\u00f3pria satisfa\u00e7\u00e3o de maneira segura.<br \/>Nesse jogo de afetividade doentia, surge a rejei\u00c2\u00ad\u00e7\u00e3o como mecanismo punitivo, no qual o medo de ser descoberto pelo sentimento perturbador que man\u00c2\u00adt\u00e9m, pune o ser que seduz, por haver-se tornado instrumento de gozo e de poss\u00edvel sofrimento.<br \/>Esse dist\u00edrbio resulta da car\u00eancia que experi\u00c2\u00admentam alguns adultos, que transferem, de imedia\u00c2\u00adto, para a prole, essa necessidade afetiva, passando a seduzir os filhos, n\u00e3o raro, amando-lhes os corpos, o contato f\u00edsico, em raz\u00e3o da repulsa que sentem pelo pr\u00f3prio.<br \/>Conduta de tal natureza, al\u00e9m de afligir a crian\u00c2\u00ad\u00e7a e perturbar-lhe o desenvolvimento psicol\u00f3gico saud\u00e1vel, contribui para que surjam conflitos afeti\u00c2\u00advos. Poder\u00e1 manter ojeriza pelo corpo, caso tenha observado o dos pais, especialmente se s\u00e3o exibici\u00c2\u00adonistas, e o apresentam com o pretexto de darem in\u00edcio a uma educa\u00e7\u00e3o sexual, que ocorre no mo\u00c2\u00admento inadequado. A crian\u00e7a pode ser tomada de pavor em verificar como ficar\u00e1 na idade adulta, passando a realizar um conflito castrador, notando a aus\u00eancia de beleza no corpo adulto. Porque ainda \u00e9incapaz de entender est\u00e9tica e harmonia, a exibi\u00e7\u00e3o f\u00edsica dos pais ou de outro adulto qualquer, poder\u00e1 provocar um sentimento de anula\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio corpo, passando a abandon\u00e1-lo, mesmo que incons\u00c2\u00adcientemente.<br \/>O esquiz\u00f3ide, por exemplo, nega o corpo e assu\u00c2\u00adme, quase sempre, uma postura infantil e de incapa\u00c2\u00adcidade.<br \/>Somente o amor real, destitu\u00eddo de interesses perturbadores, consegue irradiar a luz da harmonia entre as criaturas. Ser\u00e1 ele que oferecer\u00e1 recursos para uma conduta saud\u00e1vel, pela for\u00e7a intr\u00ednseca de que \u00e9 portador, anulando a possibilidade da instala\u00c2\u00ad\u00e7\u00e3o de conflitos.<br \/>Mesmo o esquiz\u00f3ide n\u00e3o se encontra imune ao amor. Tem dificuldade de amar, \u00e9 certo, por\u00e9m \u00e9 receptivo ao amor. Quando este se lhe acerca, trans\u00c2\u00adforma-o, o ego nele predominante abandona sua he\u00c2\u00adgemonia, facultando que fique\u00e0 disposi\u00e7\u00e3o da ou\u00c2\u00adtra pessoa.<br \/>Nesse estado, aquele que ama, n\u00e3o somente vive um sentimento de uni\u00e3o com o ser amado, como tamb\u00e9m com tudo e com todos, em um estado de perfeita identifica\u00e7\u00e3o. Alteram-se, ante as suas emo\u00c2\u00ad\u00e7\u00f5es, os pain\u00e9is da natureza, e a vida flui de forma generosa, harm\u00f4nica.<br \/>Indispens\u00e1vel que a conduta se encontre estabe\u00c2\u00adlecida entre par\u00e2metros que definam como agir e como vivenciar as pr\u00f3prias experi\u00eancias.<br \/>O conhecimento oferece recursos h\u00e1beis para o cometimento. No entanto, a espontaneidade n\u00e3o deve ser banida dessa conquista, em raz\u00e3o dos benef\u00edcios que proporciona. Uma atitude natural \u00e9 muito mais valiosa do que aquela que se fez estruturar artifici\u00c2\u00adalmente, oferecendo uma postura robotizada.<br \/>Por isso, o treinamento n\u00e3o pode eliminar a pos\u00c2\u00adsibilidade das rea\u00e7\u00f5es normais, o que tornaria os gestos totalmente destitu\u00eddos de encantamento e na\u00c2\u00adturalidade.<br \/>Certamente, se deve pensar antes de agir, parti\u00c2\u00adcularmente quando se \u00e9 defrontado por circunst\u00e2n\u00c2\u00adcias e ocorr\u00eancias importantes. Todavia, o gesto afe\u00c2\u00adtivo espont\u00e2neo consegue muito mais do que as ar\u00c2\u00adtimanhas e elabora\u00e7\u00f5es do intelecto. Ademais, o sen\u00c2\u00adtimento puro irradia-se e conquista, enquanto a ati\u00c2\u00adtude estudada oferece gentileza mas n\u00e3o esponta\u00c2\u00adneidade.<br \/>O conhecimento exerce um grande valor na con\u00c2\u00adduta afetiva, no entanto, o estabelecimento de re\u00c2\u00adgras presentes em manuais de como conquistar pes\u00c2\u00adsoas, de como mant\u00ea-las vinculadas, constitui um perigo para a pr\u00f3pria express\u00e3o do amor, que se torna artificial, desinteressante, em raz\u00e3o de considerar-se o outro como objeto de uso, de explora\u00e7\u00e3o que, ap\u00f3s preencher a finalidade, pode, a qualquer momento, ser deixado\u00e0 margem.<br \/>Destacam-se dois elementos na \u00e1rea da afetivi\u00c2\u00addade que n\u00e3o podem ser desconsiderados: o conhe\u00c2\u00adcimento e o sentimento. O conhecimento amplia os horizontes, mas o sentimento vivencia-os. O conhe\u00c2\u00adcimento liberta, por\u00e9m o sentimento d\u00e1 calor e vida.<br \/>N\u00e3o seria f\u00e1cil estabelecer uma escala de valores para demonstrar qual dos dois \u00e9 mais importante na estrutura\u00e7\u00e3o da vida afetiva. Deve-se, no entanto, ter em conta que o amor trabalhado mediante f\u00f3r\u00c2\u00admulas \u00e9 destitu\u00eddo de luz e de calor, com dura\u00e7\u00e3o ef\u00eamera, podendo saturar com rapidez.<br \/>Por outro lado, o sentimento sem controle escra\u00c2\u00adviza, perturbando a fun\u00e7\u00e3o afetiva com exig\u00eancias descabidas, principalmente se o ego comanda a con\u00c2\u00adduta.<br \/>Ideal, portanto, que o ato afetivo seja espont\u00e2\u00c2\u00adneo, sem f\u00f3rmulas, com respeito e doa\u00e7\u00e3o, com calor e sem ard\u00eancia, o que se consegue mediante a edu\u00c2\u00adca\u00e7\u00e3o do sentimento.<br \/>Costuma-se afirmar que o cora\u00e7\u00e3o n\u00e3o pode ser educado, o que \u00e9 verdade, no entanto, podem ser orientadas as explos\u00f5es do ego como necessidade afetiva.<br \/>Seria desej\u00e1vel que essa proposta de educa\u00e7\u00e3o dos sentimentos, come\u00e7ada no lar, prosseguisse na escola, de forma que a crian\u00e7a pudesse experienciar a afetividade sem afeta\u00e7\u00e3o, sem sedu\u00e7\u00e3o, evitando\u00c2\u00ad-se, por consequ\u00eancia, o fen\u00f4meno da rejei\u00e7\u00e3o.<br \/>Nesse programa educativo, seria vi\u00e1vel que se retomasse a espontaneidade, ao lado do curr\u00edculo estabelecido sem rigidez, para que se logre, na com\u00c2\u00adpetitividade do grupo social, a produ\u00e7\u00e3o e a con\u00c2\u00adquista de recursos financeiros compensadores para o ego e realizadores para o Self.<br \/>Todo recurso de sedu\u00e7\u00e3o \u00e9 prejudicial, em raz\u00e3o da falta de autenticidade afetiva, propondo confli\u00c2\u00adtos, perfeitamente dispens\u00e1veis.<\/p>\n<p><\/em><\/div>\n<p><strong><\/p>\n<div align=center> Joana de \u00c3\u201angelis &#8211; Psicografado por Divaldo franco<\/div>\n<p><\/strong> <\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_10758\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"10758\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; 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