{"id":1080,"date":"2014-01-22T11:39:00","date_gmt":"2014-01-22T11:39:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/2014\/01\/22\/livro-dos-espiritos-pergunta-numero-257\/"},"modified":"2014-01-22T11:39:00","modified_gmt":"2014-01-22T11:39:00","slug":"artigo1080","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo1080\/","title":{"rendered":"Livro dos Esp\u00edritos &#8211; Pergunta Numero: 257"},"content":{"rendered":"<p><a name=more><\/a><\/p>\n<div align=left><em><strong>257. O corpo \u00e9 o instrumento da dor, se n\u00e3o \u00e9 a sua causa primeira, \u00e9 pelo menos a imediata. A alma tem a percep\u00e7\u00e3o dessa dor: essa percep\u00e7\u00e3o \u00e9 o efeito. A lembran\u00e7a que dela conserva pode ser muito penosa mas n\u00e3o pode implicar a\u00e7\u00e3o f\u00edsica. Com efeito, o frio e o calor n\u00e3o podem desorganizar os tecidos da alma, a alma n\u00e3o pode regelar-se nem queimar. N\u00e3o vemos, todos os dias, a lembran\u00e7a ou a preocupa\u00e7\u00e3o de um mal f\u00edsico produzir os seus efeitos? E at\u00e9 mesmo ocasionar a morte? Todos sabem que as pessoas que sofreram amputa\u00e7\u00f5es sentem dor no membro que n\u00e3o mais existe. Seguramente n\u00e3o \u00e9 esse membro a sede, nem o ponto de partida da dor: o c\u00e9rebro conservou a impress\u00e3o, eis tudo. Podemos portanto supor que h\u00e1 qualquer coisa de semelhante nos sofrimentos dos Esp\u00edritos depois da morte. Um estudo mais aprofundado do perisp\u00edrito, que desempenha papel t\u00e3o    importante em todos os fen\u00f4menos esp\u00edritas?<\/p>\n<p> &#8211; nas apari\u00e7\u00f5es vaporosas ou tang\u00edveis, no estado do Esp\u00edrito no momento da morte, na id\u00e9ia t\u00e3o freq\u00fcente de que ainda est\u00e1 vivo, na situa\u00e7\u00e3o surpreendente dos suicidas, dos supliciados, dos que se absorveram nos prazeres materiais, e tantos outros fatos?<\/p>\n<p> &#8211; veio lan\u00e7ar luz sobre esta quest\u00e3o, dando lugar \u00e0s explica\u00e7\u00f5es de que apresentamos em resumo. O perisp\u00edrito \u00e9 o liame que une o Esp\u00edrito \u00e0 mat\u00e9ria do corpo, \u00e9 tomado do meio ambiente, do fluido universal, cont\u00e9m ao mesmo tempo eletricidade, fluido magn\u00e9tico, e at\u00e9 um certo ponto, a pr\u00f3pria mat\u00e9ria inerte. Poder\u00edamos dizer que \u00e9 a quintess\u00eancia da mat\u00e9ria. P. o princ\u00edpio da vida org\u00e2nica, mas n\u00e3o o da vida intelectual, porque esta pertence ao Esp\u00edrito. P tamb\u00e9m o agente das sensa\u00e7\u00f5es externas. No corpo, estas sensa\u00e7\u00f5es est\u00e3o localizadas nos \u00f3rg\u00e3os que lhes servem de canais. Destru\u00eddo o corpo, as sensa\u00e7\u00f5es se tornam generalizadas. Eis porque o Esp\u00edrito n\u00e3o diz que    sofre mais da cabe\u00e7a que dos p\u00e9s. P. necess\u00e1rio, ali\u00e1s, nos precavermos de confundir as sensa\u00e7\u00f5es do perisp\u00edrito independente com as do corpo: n\u00e3o podemos tomar estas \u00faltimas sen\u00e3o como termo de compara\u00e7\u00e3o, e n\u00e3o como analogia. Liberto do corpo, o Esp\u00edrito pode sofrer, mas esse sofrimento n\u00e3o \u00e9 o mesmo do corpo, n\u00e3o obstante, n\u00e3o \u00e9 tamb\u00e9m um sofrimento exclusivamente moral, como o remorso, pois ele se queixa de frio e de calor. Mas n\u00e3o sofre mais no inverno do que no ver\u00e3o: vemo-los passar atrav\u00e9s das chamas sem nada experimentar de penoso, o que mostra que a temperatura n\u00e3o exerce sobre eles nenhuma impress\u00e3o. A dor que sentem n\u00e3o \u00e9 dor f\u00edsica propriamente dita: \u00e9 um vago sentimento interior, de que o pr\u00f3prio Esp\u00edrito nem sempre tem perfeita consci\u00eancia, porque a dor n\u00e3o est\u00e1 localizada e n\u00e3o \u00e9 produzida por agentes exteriores: \u00e9, antes, uma lembran\u00e7a tamb\u00e9m penosa. Algumas vezes, h\u00e1 mais que uma lembran\u00e7a, como veremos. A experi\u00eancia nos ensina que, no momento da morte, o    perisp\u00edrito se desprende mais ou menos lentamente do corpo. Nos primeiros instantes, o Esp\u00edrito n\u00e3o compreende a sua situa\u00e7\u00e3o, n\u00e3o acredita que morreu, sente-se vivo, v\u00ea o seu corpo de lado, sabe que \u00e9 o seu e n\u00e3o entende porque est\u00e1 separado. Esse estado dura todo o tempo em que existir um liame entre o corpo e o perisp\u00edrito. Um suicida nos dizia: N\u00e3o, eu n\u00e3o estou morto, e acrescentava: e entretanto sinto os vermes que me roem. Ora, seguramente, os vermes n\u00e3o ro\u00edam o perisp\u00edrito, e menos ainda o Esp\u00edrito, mas o corpo. Como a separa\u00e7\u00e3o do corpo e do perisp\u00edrito n\u00e3o estava completa, havia uma esp\u00e9cie de repercuss\u00e3o emocional, que lhe transmitia a sensa\u00e7\u00e3o do que se passava no corpo. Repercuss\u00e3o n\u00e3o \u00e9 bem o termo, pois poderia dar id\u00e9ia de um efeito muito material. Era antes a vis\u00e3o do que se passava no corpo, ao qual o perisp\u00edrito continuava ligado, que produzia essa ilus\u00e3o, tomada por real. Assim, n\u00e3o se tratava de uma lembran\u00e7a, pois durante a vida ele n\u00e3o fora ro\u00eddo p   elos vermes: era uma sensa\u00e7\u00e3o atual. Vemos, pois, as dedu\u00e7\u00f5es que podemos tirar dos fatos, quando atentamente observados. Durante a vida, o corpo recebe as impress\u00f5es exteriores e as transmite ao Esp\u00edrito por interm\u00e9dio do perisp\u00edrito, que constitui, provavelmente, o que se costuma chamar de fluido nervoso. O corpo, estando morto, n\u00e3o sente mais nada, porque n\u00e3o possui Esp\u00edrito nem perisp\u00edrito. O Esp\u00edrito, desligado do corpo, experimenta a sensa\u00e7\u00e3o, mas como esta n\u00e3o lhe chega por um canal limitado, torna-se geral. Como o perisp\u00edrito \u00e9 apenas um agente de transmiss\u00e3o, pois \u00e9 o Esp\u00edrito que possui a consci\u00eancia, deduz-se que se pudesse existir perisp\u00edrito sem Esp\u00edrito, ele n\u00e3o sentiria mais do que um corpo morto. Da mesma maneira, se um Esp\u00edrito n\u00e3o tivesse perisp\u00edrito seria inacess\u00edvel a todas as sensa\u00e7\u00f5es penosas: \u00e9 o que acontece com os Esp\u00edritos completamente purificados. Sabemos que quanto mais o Esp\u00edrito se purifica, mais eterizada se torna a ess\u00eancia do perisp\u00edrito, de    maneira que a influ\u00eancia material diminui \u00e0 medida que o Esp\u00edrito progride, ou seja, \u00e0 medida que o perisp\u00edrito se torna menos grosseiro. Mas, dir-se-\u00e1, as sensa\u00e7\u00f5es agrad\u00e1veis s\u00e3o transmitidas ao Esp\u00edrito pelo perisp\u00edrito, tanto quanto as desagrad\u00e1veis. Ora, se o Esp\u00edrito puro \u00e9 inacess\u00edvel a umas, deve s\u00ea-lo igualmente \u00e0s outras. Sim, sem d\u00favida, \u00e0quelas que prov\u00eam unicamente da influ\u00eancia da mat\u00e9ria que conhecemos: o som dos nossos instrumentos, o perfume das nossas flores n\u00e3o lhes produzem nenhuma impress\u00e3o, e n\u00e3o obstante eles gozam de sensa\u00e7\u00f5es \u00edntimas, de um encanto indefin\u00edvel, das quais n\u00e3o podemos fazer a m\u00ednima id\u00e9ia, porque estamos para elas como os cegos de nascen\u00e7a para a luz. Sabemos que elas existem, mas de que maneira? A\u00ed se det\u00e9m o nosso conhecimento. Sabemos que o Esp\u00edrito tem percep\u00e7\u00e3o, sensa\u00e7\u00e3o, audi\u00e7\u00e3o, vis\u00e3o, que essas faculdades s\u00e3o atributos de todo o seu ser, e n\u00e3o apenas de certos \u00f3rg\u00e3os como nos homens. Mas, ainda uma vez, de que forma? Isso \u00e9 o    que n\u00e3o sabemos. Os pr\u00f3prios Esp\u00edritos n\u00e3o podem explicar-nos, porque a nossa linguagem n\u00e3o foi feita para exprimir id\u00e9ias que n\u00e3o possu\u00edmos, assim como na l\u00edngua dos selvagens n\u00e3o h\u00e1 termos para a express\u00e3o de nossas artes, nossas ci\u00eancias e nossas doutrinas filos\u00f3ficas. Ao dizer que os Esp\u00edritos s\u00e3o inacess\u00edveis \u00e0s impress\u00f5es da nossa mat\u00e9ria, queremos falar dos Esp\u00edritos mais elevados, cujo envolt\u00f3rio eterizado n\u00e3o encontra termos de compara\u00e7\u00e3o na Terra. N\u00e3o se d\u00e1 o mesmo com aquele cujo perisp\u00edrito \u00e9 mais denso, pois ele percebe os nossos sons e sente os nossos odores, mas n\u00e3o por uma parte determinada do seu organismo, como quando vivo. Poder\u00edamos dizer que as vibra\u00e7\u00f5es moleculares se fazem sentir em todo o seu ser, chegando assim ao seu sensorium commune, que \u00e9 o pr\u00f3prio Esp\u00edrito, mas de maneira diversa, produzindo talvez uma impress\u00e3o diferente, que acarreta uma modifica\u00e7\u00e3o na percep\u00e7\u00e3o. Eles ouvem o som da nossa voz, e no entanto nos compreendem sem necessidade da pa   lavra, pela simples transmiss\u00e3o do pensamento, o que \u00e9 demonstrado pelo fato de ser essa penetra\u00e7\u00e3o mais f\u00e1cil para o Esp\u00edrito desmaterializado. A faculdade de ver \u00e9 um atributo essencial da alma, para a qual n\u00e3o h\u00e1 obscuridade, e apresenta-se mais ampla e penetrante entre os que est\u00e3o mais purificados. A alma, ou o Esp\u00edrito, tem portanto em si mesma a faculdade de todas as percep\u00e7\u00f5es. Na vida corp\u00f3rea elas s\u00e3o obliteradas pela grosseria dos nossos \u00f3rg\u00e3os, na vida extracorp\u00f3rea, libertam-se mais e mais, \u00e0 medida que se torna menos denso o envolt\u00f3rio semimaterial. Tomado do meio ambiente, esse envolt\u00f3rio varia segundo a natureza dos mundos. Ao passar de um mundo para outro, os Esp\u00edritos mudam de envolt\u00f3rio, como mudamos de roupa ao passar do inverno ao ver\u00e3o, ou do p\u00f3lo ao equador. Os Esp\u00edritos mais elevados, quando v\u00eam visitar-nos, revestem o perisp\u00edrito terrestre, e ent\u00e3o as suas percep\u00e7\u00f5es se assemelham \u00e0s dos Esp\u00edritos vulgares. Mas todos eles, inferiores e superiores, s\u00f3    ouvem e sentem o que querem ouvir e sentir. Como n\u00e3o possuem \u00f3rg\u00e3os sensoriais, podem tornar \u00e0 vontade as suas percep\u00e7\u00f5es ativas ou nulas, havendo apenas uma coisa que s\u00e3o for\u00e7ados a ouvir: os conselhos dos bons Esp\u00edritos. A vista \u00e9 sempre ativa, mas eles podem tornar-se invis\u00edveis uns para os outros. Conforme a classe a que perten\u00e7am, podem ocultar-se dos que lhes s\u00e3o inferiores, mas n\u00e3o dos superiores. Nos primeiros momentos ap\u00f3s \u00e0 morte a vista do Esp\u00edrito \u00e9 sempre turva e confusa, esclarecendo-se na propor\u00e7\u00e3o em que ele se liberta e podendo adquirir a mesma clareza que tinha durante a vida, al\u00e9m da possibilidade de penetrar nos corpos opacos. Quanto \u00e0 sua extens\u00e3o atrav\u00e9s do espa\u00e7o infinito, no passado e no futuro, depende do grau de pureza e eleva\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito. Toda esta teoria, dir-se-\u00e1, n\u00e3o \u00e9 muito tranq\u00fcilizadora. Pens\u00e1vamos que, uma vez desembara\u00e7ados do nosso envolt\u00f3rio grosseiro, instrumento de nossas dores, n\u00e3o sofrer\u00edamos mais, e nos ensinais que sofreremos a   inda, pois podemos ainda sofrer, e muito, durante longo tempo. Mas podemos tamb\u00e9m n\u00e3o sofrer mais, desde o instante em que deixamos esta vida corp\u00f3rea. Os sofrimentos deste mundo \u00e0s vezes decorrem de nossa pr\u00f3pria vontade. Que se remonte \u00e0 origem e ver-se-\u00e1 que a maioria s\u00e3o conseq\u00fc\u00eancias de causas que poder\u00edamos ter evitado. Quantos males, quantas enfermidades o homem deve apenas aos seus excessos, \u00e0 sua ambi\u00e7\u00e3o, \u00e0s suas paix\u00f5es, enfim? O homem que tivesse vivido sempre sobriamente, que n\u00e3o houvesse abusado de nada, que tivesse sido sempre de gostos simples e desejos modestos, se pouparia de muitas tribula\u00e7\u00f5es. O mesmo acontece ao Esp\u00edrito: os sofrimentos que ele enfrenta s\u00e3o sempre conseq\u00fc\u00eancia da maneira por que viveu na Terra. N\u00e3o ter\u00e1, sem d\u00favida, a gota e o reumatismo, mas ter\u00e1 outros sofrimentos, que n\u00e3o ser\u00e3o menores. J\u00e1 vimos que esses sofrimentos s\u00e3o o resultado dos la\u00e7os que ainda existem entre o Esp\u00edrito e a mat\u00e9ria. Que quanto mais ele estiver desligado da influ   \u00eancia da mat\u00e9ria, ou seja, quanto mais desmaterializado, menos sensa\u00e7\u00f5es penosas sofrer\u00e1. depende dele afastar-se dessa influ\u00eancia, desde esta vida, pois tem o livre arb\u00edtrio e por conseguinte a faculdade de escolha entre o fazer e o n\u00e3o fazer. Que dome as suas paix\u00f5es animais, que n\u00e3o tenha \u00f3dio, nem inveja, nem ci\u00fame, nem orgulho, que n\u00e3o se deixe dominar pelo ego\u00edsmo, que purifique sua alma, pelos bons sentimentos, que pratique o bem, que n\u00e3o d\u00ea \u00e0s coisas deste mundo sen\u00e3o a import\u00e2ncia que elas merecem, e ent\u00e3o, mesmo sob o seu envolt\u00f3rio corp\u00f3reo, j\u00e1 se ter\u00e1 purificado, desprendido da mat\u00e9ria, e quando o deixar, n\u00e3o sofrer\u00e1 mais a sua influ\u00eancia. Os sofrimentos f\u00edsicos por que tiver passado n\u00e3o lhe deixar\u00e3o nenhuma lembran\u00e7a penosa, n\u00e3o lhe restar\u00e1 nenhuma impress\u00e3o desagrad\u00e1vel, porque estas n\u00e3o afetaram o Esp\u00edrito, mas apenas o corpo, sentir-se-\u00e1 feliz por se ter libertado, e a tranq\u00fcilidade de sua consci\u00eancia o afastar\u00e1 de todo sofrimento moral. Interpelamos sobre o    assunto milhares ele Esp\u00edritos, pertencentes a todas as classes sociais, a todas as posi\u00e7\u00f5es. Estudamo-los em todos os per\u00edodos da vida esp\u00edrita, desde o instante em que deixaram o corpo. Seguimo-los passo a passo na vida de al\u00e9m-t\u00famulo, para observar as modifica\u00e7\u00f5es que neles se operavam, nas suas id\u00e9ias, nas suas sensa\u00e7\u00f5es. \u00c9 a esse respeito os homens vulgares n\u00e3o foram os que forneceram menos preciosos elementos de estudo. Vimos sempre que os sofrimentos est\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o com a conduta, da qual sofrem as conseq\u00fc\u00eancias, e que essa nova exist\u00eancia \u00e9 uma fonte de felicidade inef\u00e1vel para aqueles que tomaram o bom caminho. De onde se segue que os que sofrem \u00e9 porque assim quiseram e s\u00f3 devem queixar-se de si mesmo, tanto no outro mundo quanto neste.   <\/strong><\/em><\/div>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_1080\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"1080\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 16\/16;\" \/><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>257. O corpo \u00e9 o instrumento da dor, se n\u00e3o \u00e9 a sua causa primeira, \u00e9 pelo menos a imediata. A alma tem a percep\u00e7\u00e3o dessa dor: essa percep\u00e7\u00e3o \u00e9 o efeito. A lembran\u00e7a que dela conserva pode ser muito penosa mas n\u00e3o pode implicar a\u00e7\u00e3o f\u00edsica. Com efeito, o frio e o calor n\u00e3o&hellip; <br \/> <a class=\"read-more\" href=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo1080\/\">Leia mais<\/a><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_1080\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"1080\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 16\/16;\" \/><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"Closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[8],"tags":[],"class_list":["post-1080","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-livro-dos-espiritos"],"a3_pvc":{"activated":true,"total_views":5234,"today_views":0},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1080","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1080"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1080\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1080"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1080"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1080"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}