{"id":10851,"date":"2011-07-14T00:00:00","date_gmt":"2011-07-14T00:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2011-07-14T00:00:00","modified_gmt":"2011-07-14T00:00:00","slug":"artigo10851","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo10851\/","title":{"rendered":"Evangelho Segundo o Espiritismo  Parte 106"},"content":{"rendered":"<div align=left><em><strong>DESPRENDIMENTO DOS BENS TERRENOS<BR><BR>14. Venho, meus irm\u00e3os, meus amigos, trazer-vos o meu \u00f3bolo, a fim de vos ajudar a avan\u00e7ar, desassombradamente, pela senda do aperfei\u00e7oamento em que entrastes. N\u00f3s nos devemos uns aos outros, somente pela uni\u00e3o sincera e fraternal entre os Esp\u00edritos e os encarnados ser\u00e1 poss\u00edvel a regenera\u00e7\u00e3o. <BR><BR>Vosso amor aos bens terrenos constitui um dos mais fortes \u00f3bices ao vosso adiantamento moral e espiritual. Pelo apego\u00e0 posse de tais bens, destru\u00eds as vossas faculdades de amar, com as aplicardes todas\u00e0s coisas materiais. Sede sinceros: proporciona a riqueza uma felicidade sem mescla? Quando tendes cheios os cofres, n\u00e3o h\u00e1 sempre um vazio no vosso cora\u00e7\u00e3o? No fundo dessa cesta de flores n\u00e3o h\u00e1 sempre oculto um r\u00e9ptil? Compreendo a satisfa\u00e7\u00e3o, bem justa, ali\u00e1s, que experimenta o homem que, por meio de trabalho honrado e ass\u00edduo, ganhou uma fortuna, mas, dessa satisfa\u00e7\u00e3o, muito natural e que Deus aprova, a um apego que absorve todos os outros sentimentos e paralisa os impulsos do cora\u00e7\u00e3o vai grande dist\u00e2ncia, t\u00e3o grande quanto a que separa da prodigalidade exagerada a s\u00f3rdida avareza, dois v\u00edcios entre os quais colocou Deus a caridade, santa e salutar virtude que ensina o rico a dar sem ostenta\u00e7\u00e3o, para que o pobre receba sem baixeza. <BR><BR>Que a fortuna vos tenha vindo da vossa fam\u00edlia, quer a tenhais ganho com o vosso trabalho, h\u00e1 uma coisa que n\u00e3o deveis esquecer nunca: \u00e9 que tudo promana de Deus, tudo retorna a Deus. Nada vos pertence na Terra, nem sequer o vosso pobre corpo: a morte vos despoja dele, como de todos os bens materiais. Sois deposit\u00e1rios e n\u00e3o propriet\u00e1rios, n\u00e3o vos iludais.  Deus vo-los emprestou, tendes de lhos restituir, e ele empresta sob a condi\u00e7\u00e3o de que o sup\u00e9rfluo, pelo menos, caiba aos que carecem do necess\u00e1rio.  <BR><BR>Um dos vossos amigos vos empresta certa quantia. Por pouco honesto que sejais, fazeis quest\u00e3o de lha restituirdes escrupulosamente e lhe ficais agradecido. Pois bem: essa a posi\u00e7\u00e3o de todo homem rico.  Deus \u00e9 o amigo celestial, que lhe emprestou a riqueza, n\u00e3o querendo para si mais do que o amor e o reconhecimento do rico. Exige deste, por\u00e9m, que a seu turno d\u00ea aos pobres, que s\u00e3o, tanto quanto ele, seus filhos. <BR><BR>Ardente e desvairada cobi\u00e7a despertam nos vossos cora\u00e7\u00f5es os bens que Deus vos confiou. J\u00e1 pensastes, quando vos deixais apegar imoderadamente a uma riqueza perec\u00edvel e passageira como v\u00f3s mesmos, que um dia tereis de prestar contas ao Senhor daquilo que vos veio dEle? Olvidais que, pela riqueza, vos revestistes do car\u00e1ter sagrado de ministros da caridade na Terra, para serdes da aludida riqueza dispensadores inteligentes?  Portanto, quando somente em vosso proveito usais do que se vos confiou, que sois, sen\u00e3o deposit\u00e1rios infi\u00e9is? Que resulta desse esquecimento volunt\u00e1rio dos vossos deveres? A morte, inflex\u00edvel, inexor\u00e1vel, rasga o v\u00e9u sob que vos ocult\u00e1veis e vos for\u00e7a a prestar contas ao Amigo que vos favorecera e que nesse momento enverga diante de v\u00f3s a toga de juiz. <BR><BR>Em v\u00e3o procurais na Terra iludir-vos, colorindo com o nome de virtude o que as mais das vezes n\u00e3o passa de ego\u00edsmo. Em v\u00e3o chamais economia e previd\u00eancia ao que apenas \u00e9 cupidez e avareza, ou generosidade ao que n\u00e3o \u00e9 sen\u00e3o prodigalidade em proveito vosso. Um pai de fam\u00edlia, por exemplo, se abst\u00e9m de praticar a caridade, economizar\u00e1, amontoar\u00e1 ouro, para, diz ele, deixar aos filhos a maior soma poss\u00edvel de bens e evitar que caiam na mis\u00e9ria. E muito justo e paternal, convenho, e ningu\u00e9m pode censurar. Mas ser\u00e1 sempre esse o \u00ednico m\u00f3vel a que ele obedece? N\u00e3o ser\u00e1 muitas vezes um compromisso com a sua consci\u00eancia, para justificar, aos seus pr\u00f3prios olhos e aos olhos do mundo, seu apego pessoal aos bens terrenais? Admitamos, no entanto, seja o amor paternal o \u00ednico m\u00f3vel que o guie. Ser\u00e1 isso motivo para que esque\u00e7a seus irm\u00e3os perante Deus? Quando j\u00e1 ele tem o sup\u00e9rfluo, deixar\u00e1 na mis\u00e9ria os filhos, por lhes ficar um pouco menos desse sup\u00e9rfluo? N\u00e3o ser\u00e1, antes, dar-lhes uma li\u00e7\u00e3o de ego\u00edsmo e endurecer-lhes os cora\u00e7\u00f5es? N\u00e3o ser\u00e1 estiolar neles o amor ao pr\u00f3ximo? Pais e m\u00e3es, laborais em grande erro, se credes que desse modo granjeais maior afei\u00e7\u00e3o dos vossos filhos. Ensinando-lhes a ser ego\u00edstas para com os outros, ensinais-lhes a s\u00ea-lo para com vos mesmos. <BR><BR>A um homem que muito haja trabalhado, e que com o suor de seu rosto acumulou bens, \u00e9 comum ouvirdes dizer que, quando o dinheiro \u00e9 ganho, melhor se lhe conhece o valor. Nada mais exato. Pois bem! Pratique a caridade, dentro das suas possibilidades, esse homem que declara conhecer todo o valor do dinheiro, e maior ser\u00e1 o seu merecimento, do que o daquele que, nascido na abund\u00e2n cia, ignora as rudes fadigas do trabalho. Mas, tamb\u00e9m, se esse homem, que se recorda dos seus penares, dos seus esfor\u00e7os, for ego\u00edsta, impiedoso para com os pobres, bem mais culpado se tornar\u00e1 do que o outro, pois, quanto melhor cada um conhece por si mesmo as dores ocultas da mis\u00e9ria, tanto mais propenso deve sentir-se em alivi\u00e1-las nos outros. <BR><BR>Infelizmente, sempre h\u00e1 no homem que possui bens de fortuna um sentimento t\u00e3o forte quanto o apego aos mesmos bens: \u00e9 o orgulho. N\u00e3o raro, v\u00ea-se o arrivista atordoar, com a narrativa de seus trabalhos e de suas habilidades, o desgra\u00e7ado que lhe pede assist\u00eancia, em vez de acudi-lo, e acabar dizendo: Fa\u00e7a o que eu fiz. Segundo o seu modo de ver, a bondade de Deus n\u00e3o entra por coisa alguma na obten\u00e7\u00e3o da riqueza que conseguiu acumular, pertence-lhe a ele, exclusivamente, o m\u00e9rito de a possuir. O orgulho lhe p\u00f5e sobre os olhos uma venda e lhe tapa os ouvidos. Apesar de toda a sua intelig\u00eancia e de toda a sua aptid\u00e3o, n\u00e3o compreende que, com uma s\u00f3 palavra, Deus o pode lan\u00e7ar por terra. <BR><BR>Esbanjar a riqueza n\u00e3o \u00e9 demonstrar desprendimento dos bens terrenos: \u00e9 descaso e indiferen\u00e7a. Deposit\u00e1rio desses bens, n\u00e3o tem o homem o direito de os dilapidar, como n\u00e3o tem o de os confiscar em seu proveito. Prodigalidade n\u00e3o \u00e9 generosidade: \u00e9, frequentemente, uma modalidade do ego\u00edsmo. Um, que despenda a mancheias o ouro de que disponha, para satisfazer a uma fantasia, talvez n\u00e3o d\u00ea um centavo para prestar um servi\u00e7o. O desapego aos bens terrenos consiste em apreci\u00e1-los no seu justo valor, em saber servir-se deles em benef\u00edcio dos outros e n\u00e3o apenas em benef\u00edcio pr\u00f3prio, em n\u00e3o sacrificar por eles os interesses da vida futura, em perd\u00ea-los sem murmurar, caso apraza a Deus retir\u00e1-los. Se, por efeito de imprevistos reveses, vos tornardes qual Job, dizei, como ele: Senhor, tu mos havias dado e mos tiraste. Fa\u00e7a-se a tua vontade. Eis ai o verdadeiro desprendimento. Sede, antes de tudo, submissos, confiai nAquele que, tendo-vos dado e tirado, pode novamente restituir-vos o que vos tirou. Resisti animosos ao abatimento, ao desespero, que vos paralisam as for\u00e7as. Quando Deus vos desferir um golpe, n\u00e3o esque\u00e7ais nunca que, ao lado da mais rude prova, coloca sempre uma consola\u00e7\u00e3o. Ponderai, sobretudo, que h\u00e1 bens infinitamente mais preciosos do que os da Terra e essa id\u00e9ia vos ajudar\u00e1 a desprender-vos destes \u00edltimos. O pouco apre\u00e7o que se ligue a uma coisa faz que menos sens\u00edvel seja a sua perda. O homem que se aferra aos bens terrenos \u00e9 como a crian\u00e7a que somente v\u00ea o momento que passa. O que deles se desprende \u00e9 como o adulto que v\u00ea as coisas mais importantes, por compreender estas prof\u00e9ticas palavras do Salvador: O meu reino n\u00e3o \u00e9 deste mundo. <BR><BR>A ningu\u00e9m ordena o Senhor que se despoje do que possua, condenando-se a uma volunt\u00e1ria mendicidade, porquanto o que tal fizesse tornar-se-ia em carga para a sociedade.  Proceder assim fora compreender mal o desprendimento dos bens terrenos. Fora ego\u00edsmo de outro g\u00eanero, porque seria o indiv\u00edduo eximir-se da responsabilidade que a riqueza faz pesar sobre aquele que a possui. Deus a concede a quem bem lhe parece, a fim de que a administre em proveito de todos. O rico tem, pois, uma miss\u00e3o, que ele pode embelezar e tornar proveitosa a si mesmo. Rejeitar a riqueza, quando Deus a outorga, \u00e9 renunciar aos benef\u00edcios do bem que se pode fazer, gerindo-a com crit\u00e9rio. Sabendo prescindir dela quando n\u00e3o a tem, sabendo empreg\u00e1-la utilmente quando a possui, sabendo sacrific\u00e1-la quando necess\u00e1rio, procede a criatura de acordo com os des\u00edgnios do Senhor. Diga, pois, aquele a cujas m\u00e3os venha o que no mundo se chama uma boa fortuna: Meu Deus, tu me destinaste um novo encargo, d\u00e1-me a for\u00e7a de desempenh\u00e1-lo segundo a tua santa vontade. <BR><BR>A\u00ed tendes, meus amigos, o que eu vos queria ensinar acerca do desprendimento dos  bens terrenos. Resumirei o que expus, dizendo: Sabei contentar-vos com pouco. Se sois pobres, n\u00e3o invejeis os ricos, porquanto a riqueza n\u00e3o \u00e9 necess\u00e1ria\u00e0 felicidade. Se sois ricos, n\u00e3o esque\u00e7ais que os bens de que dispondes apenas vos est\u00e3o confiados e que tendes de justificar o emprego que lhes derdes, como se prest\u00e1sseis contas de uma tutela. N\u00e3o sejais deposit\u00e1rio infiel, utilizando-os unicamente em satisfa\u00e7\u00e3o do vosso orgulho e da vossa sensualidade. N\u00e3o vos julgueis com o direito de dispor em vosso exclusivo proveito daquilo que recebestes, n\u00e3o por doa\u00e7\u00e3o, mas simplesmente como empr\u00e9stimo. Se n\u00e3o sabeis restituir, n\u00e3o tendes o direito de pedir, e lembrai-vos de que aquele que d\u00e1 aos  pobres, salda a d\u00edvida que contraiu com Deus.  Lacordaire. (Constantina, 1863.)<BR> <BR><BR><\/strong><\/em><\/div>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_10851\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"10851\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 16\/16;\" \/><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>DESPRENDIMENTO DOS BENS TERRENOS14. 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