{"id":11458,"date":"2012-07-05T00:00:00","date_gmt":"2012-07-05T00:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2012-07-05T00:00:00","modified_gmt":"2012-07-05T00:00:00","slug":"artigo11458","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo11458\/","title":{"rendered":"O Confronto entre a M\u00e1goa e a Culpa"},"content":{"rendered":"<p>O Confronto entre a M\u00e1goa e a Culpa<\/p>\n<p>Tenho experimentado nos \u00edltimos anos uma busca sistem\u00e1tica pelo entendimento de minha rela\u00e7\u00e3o com meu irm\u00e3o ca\u00e7ula, o Leonardo. Essa busca est\u00e1 orientada por um baixo grau de entendimento dos  porqu\u00eas \u009d de n\u00e3o conseguirmos manter uma rela\u00e7\u00e3o minimamente cordial entre n\u00f3s dois. Ora, se somos irm\u00e3os, temos a mesma refer\u00eancia de  Pai e M\u00e3e \u009d, se temos outros irm\u00e3os tamb\u00e9m em comum e, mais do que isso, fazemos parte da mesma fam\u00edlia, por que ent\u00e3o n\u00e3o conseguimos nos entender?<br \/>\n<br \/>Ent\u00e3o, no prop\u00f3sito de entender melhor isso, passei a buscar nas minhas leituras esp\u00edritas, ou espiritualistas, um caminho que me permitisse entender melhor essas coisas todas. Acho que no fundo talvez eu estivesse buscando um aval superior para a minha raz\u00e3o. Isso, pois no fundo eu n\u00e3o acreditava ter qualquer culpa sobre esta m\u00e1goa velada que se transformou numa trincheira ideologia e afetiva entre mim e meu irm\u00e3o Leonardo. E isso \u00e9 t\u00e3o marcante que, imaginem s\u00f3, eu cheguei a identificar meu irm\u00e3o Leonardo num sonho no qual ele era meu algoz. Alguma situa\u00e7\u00e3o como estarmos no por\u00e3o de um navio, ou coisa parecida, e ele, com um tamanho gigantesco, pronto para me ferir de alguma maneira. E vejam que isso, esse sonho, aconteceu numa noite quando pedi ao meu anjo da guarda uma revela\u00e7\u00e3o que me ajudasse a entender aquela bendita trincheira.<br \/>\n<br \/>Num determinado momento, at\u00e9 acreditei ter encontrado motiva\u00e7\u00f5es claras para nosso estado de desarmonia. S\u00f3 que n\u00e3o sabia o que fazer com isso. Vejam, encontrei as raz\u00f5es que buscava e permanecia sem entender como remover a bendita trincheira.<br \/>\n<br \/>Eis que essa situa\u00e7\u00e3o deve ter torrado a paci\u00eancia de meu anjo da guarda e dos meus eternos amigos invis\u00edveis que, numa noite dessas, na calmaria do quarto do s\u00edtio, deitado ao lado do meu filho Lucas, e aqui cabe um par\u00eantese&#8230; Lembram-se daquele sonho quando identifiquei meu irm\u00e3o Leonardo como meu algoz? Pois \u00e9, naquele mesmo sonho eu estava acompanhado de algu\u00e9m que me parecia ser o meu filho Lucas. Ocorre que quando acordei, tinha uma d\u00edvida cruel: se meu algoz no sonho era meu irm\u00e3o Leonardo ou se era meu filho Lucas. Ora, n\u00e3o tive d\u00edvidas, meu algoz n\u00e3o poderia ser meu filho a quem tanto amo e que tanto me demonstra amor. Cabia o par\u00eantese ou n\u00e3o?<br \/>\n<br \/>Bom, continuando&#8230; Naquela aben\u00e7oada noite no quarto do s\u00edtio eu tive um sonho muito agrad\u00e1vel. Na verdade n\u00e3o me lembro do sonho em si, mas, com muita clareza, me recordo das frases que ficaram martelando em minha mente. Era uma coisa que me remetia claramente\u00e0quela bendita trincheira, s\u00f3 que de uma forma meio diferente. Eu n\u00e3o coseguia mais pensar sobre essa situa\u00e7\u00e3o como que havendo um culpado e um ofendido, um algoz e uma v\u00edtima, um vil\u00e3o e um mocinho. N\u00e3o, o que mais me vinha\u00e0 mente era que a M\u00e1goa aprisiona apenas quem a cultiva. Que a M\u00e1goa faz sofrer apenas quem a sente e a mant\u00e9m viva. Peguei-me pensando sobre aquela bendita trincheira e como aquilo tudo me fazia sofrer, e como aquilo tudo poderia estar fazendo meu irm\u00e3o Leonardo tamb\u00e9m sofrer. E sofrer por qu\u00ea? Sofrer porque, por mais que eu tentasse encontrar uma culpa em mim ou nele, eu n\u00e3o conseguia encontrar alguma culpa que fosse, sozinha ou associada a outras, motiva\u00e7\u00e3o suficiente para justificar aquela bendita trincheira. E vejam que a partir desse momento eu passei a acreditar que aquela trincheira era de fato bendita. Que ela tinha alguma coisa de nobre que a justificasse.<br \/>\n<br \/>Pois bem, ainda debaixo do cobertor eu passei a construir uma cena na qual eu conversava com meu irm\u00e3o Leonardo e a construir tamb\u00e9m um  mon\u00f3logo \u009d no qual eu o pedia para refletirmos juntos sobre algo que talvez pudesse nos ajudar a remover aquela bendita trincheira. Naquela cena eu dizia a meu irm\u00e3o Leonardo que eu j\u00e1 me sentia esgotado por tanto tentar encontrar motivos sem \u00eaxito. Que n\u00e3o conseguia definir uma causa atual que justificasse aquela barreira emocional que nos separava.<br \/>\n<br \/>Naquela cena eu dizia a ele sobre o sonho que houvera tido e sobre as impress\u00f5es que me causaram. Mas tamb\u00e9m dizia a ele que eu n\u00e3o mais estava buscando encontrar as causas, e isso por um motivo s\u00f3: pr\u00e1 mim, a partir desta noite, algo ficou mais claro. Eu acho at\u00e9 que meu anjo da guarda e meus eternos amigos invis\u00edveis se cansaram de tanta ignor\u00e2ncia e resolveram  me dar o peixe \u009d.<br \/>\n<br \/>Pois bem, nesse mon\u00f3logo todo eu passei a reproduzir para meu irm\u00e3o Leonardo as mensagens que acredito ter recebido de meu anjo da guarda e de meus eternos amigos invis\u00edveis que diziam alguma coisa do tipo:<br \/>\n<br \/>Se algo houve no passado que possa ter gerado sentimentos menos nobres e constru\u00eddo uma barreira ideologia entre n\u00f3s dois, isso \u00e9 passado e n\u00e3o est\u00e1 acontecendo agora.<br \/>\n<br \/>Se, de fato, a Fam\u00edlia \u00e9 o laborat\u00f3rio de crescimento que recebemos para que possamos nos melhorar a todos, ent\u00e3o fa\u00e7amos bom uso dele.<br \/>\n<br \/>Se houve culpa no passado, e elas de fato, de uma forma ou de outra, sempre ocorrem, porque somos seres em crescimento, a Justi\u00e7a Divida que age sobre a consci\u00eancia de cada um de n\u00f3s, h\u00e1 de fazer com que o culpado experimente em algum momento o sincero arrependimento e receba de Deus o direito de purgar suas culpas seja pela Dor, pelo Servi\u00e7o ou pelo Amor. E vejam que eu n\u00e3o falei do Perd\u00e3o.<br \/>\n<br \/>Ora, se eu posso crer que o arrependimento sincero \u00e9 capaz de produzir o direito a uma miss\u00e3o recuperadora, onde ent\u00e3o o Perd\u00e3o atua como agente purificador?<br \/>\n<br \/>Aqui est\u00e1 posta a alegria que tive ao acordar do sonho desta noite&#8230;<br \/>\n<br \/>Se houve um vil\u00e3o, um culpado, um algoz, em contrapartida tamb\u00e9m houve um mocinho, um tra\u00eddo, uma v\u00edtima. E se a culpa onera a exist\u00eancia do vil\u00e3o, por fragilidade no Amor, a M\u00e1goa, por semelhante fragilidade tamb\u00e9m onera, e muito, a exist\u00eancia da v\u00edtima.<br \/>\n<br \/>Ah, ent\u00e3o quer dizer que a M\u00e1goa que guardo daquele que possa ter sido um dia meu algoz pode, pela ben\u00e7\u00e3o do arrependimento sincero, n\u00e3o produzir efeito de vingan\u00e7a algum naquele por quem nutro tal sentimento menos nobre?<br \/>\n<br \/>Ora, ent\u00e3o \u00e9 por isso que a Doutrina Esp\u00edrita versa que a M\u00e1goa \u00e9 um veneno que bebemos na esperan\u00e7a que o outro morra?<br \/>\n<br \/>Nossa! Ent\u00e3o eu poderia intuir que se de um lado o arrependimento sincero abre portas de crescimento espiritual para quem  pecou \u009d, o instituto do Perd\u00e3o \u00e9 ben\u00e7\u00e3o que revigora e favorece o crescimento daquele que outrora se viu injusti\u00e7ado?<br \/>\n<br \/>Ser\u00e1 esse ent\u00e3o meu Deus o mist\u00e9rio que precisamos desvendar em n\u00f3s mesmos para que possamos almejar a t\u00e3o sonhada harmonia humana?<br \/>\n<br \/>Ser\u00e1 esse ent\u00e3o meu Deus o mist\u00e9rio para o qual tenhamos que nos abrir para que possamos aproveitar bem o Laborat\u00f3rio de Crescimento Espiritual que se nos apresenta como nossa Fam\u00edlia aqui na Terra?<br \/>\n<br \/>Ent\u00e3o meu Deus, se tudo isso \u00e9 verdade, n\u00e3o vou perder mais tempo tentando entender o passado, at\u00e9 porque, se \u00e9 pedra lan\u00e7ada n\u00e3o poderei mais retom\u00e1-la, pois j\u00e1 \u00e9 lan\u00e7ada. Vou ent\u00e3o buscar caminhos para construir melhor presente e mais harmonioso futuro.<br \/>\n<br \/>Vou pedir perd\u00e3o a meu irm\u00e3o Leonardo, por males que o tenha feito no passado. Menos pelo bem que isso possa me significar na minha exist\u00eancia atual, mas, sob a \u00e9gide do Amor, mais pelo enorme bem que esse perd\u00e3o possa produzir na sua pr\u00f3pria exist\u00eancia.<br \/>\n<br \/>Meu irm\u00e3o Leonardo perdoe-me por todos os males que eu lhe tenha causado e sorva na sua vida todos os benef\u00edcios que esse Perd\u00e3o possa produzir. Se permita perceber que temos nessa exist\u00eancia uma bela oportunidade de  zerarmos \u009d qualquer  pend\u00eancia \u009d que tenhamos trazido de um passado remoto e, ainda mais, findarmos os desentendimentos que tenhamos reproduzido nesta vida.<br \/>\n<br \/>Se algo ele me tenha feito de mal no passado ainda mais remoto que possa ter sugerido uma vingan\u00e7a minha em outra \u00e9poca, ou mesmo se mal me tenha feito apenas por mera inclina\u00e7\u00e3o ao delito, ent\u00e3o meu Deus j\u00e1 o tenho  perdoado.<br \/>\n<br \/>Meu irm\u00e3o Leonardo, eu n\u00e3o reconhe\u00e7o qualquer motivo para sentir m\u00e1goa de voc\u00ea. Muito pelo contr\u00e1rio. Eu o amo de todo meu cora\u00e7\u00e3o e quero construir contigo uma harmonia verdadeira e eterna.<br \/>\n<br \/>Meu Deus, nos conceda celebrarmos a Harmonia Eterna e construirmos nosso crescimento espiritual naquele que \u00e9 nosso principal laborat\u00f3rio nesta Terra: A Fam\u00edlia.<\/p>\n<p>Santa Branca, 30 de Junho de 2012<\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_11458\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"11458\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 16\/16;\" \/><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Confronto entre a M\u00e1goa e a Culpa Tenho experimentado nos \u00edltimos anos uma busca sistem\u00e1tica pelo entendimento de minha rela\u00e7\u00e3o com meu irm\u00e3o ca\u00e7ula, o Leonardo. 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