{"id":11499,"date":"2012-07-27T00:00:00","date_gmt":"2012-07-27T00:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2012-07-27T00:00:00","modified_gmt":"2012-07-27T00:00:00","slug":"artigo11499","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo11499\/","title":{"rendered":"NO DESESPERO, A INTERFER\u00c3\u0160NCIA DE DEUS"},"content":{"rendered":"<p>NO DESESPERO, A INTERFER\u00c3\u0160NCIA DE DEUS <\/p>\n<p>Tempos atr\u00e1s, no ano de 2000, tivemos uma empregada dom\u00e9stica de fam\u00edlia de classe m\u00e9dia baixa, e que pelas circunst\u00e2ncias da vida, se disp\u00f4s a trabalhar em nossa casa para ajudar financeiramente os seus pais no sustento e cria\u00e7\u00e3o do seu primeiro filho, fruto de um relacionamento fracassado. <br \/>Durante os quatro  meses em que trabalhou, pudemos conversar como sempre fa\u00e7o com todas que trabalharam, para conhec\u00ea-las melhor objetivando manter um relacionamento respeitoso e fraternal no contexto da conviv\u00eancia familiar. <br \/>No entanto, pude observar claramente nas suas atitudes, o seu orgulho e vaidade na maneira de encarar e de aceitar suas prova\u00e7\u00f5es de vida. Achava-se dona do mundo e tinha muita revolta por estar na condi\u00e7\u00e3o de pobreza, mesmo sendo evang\u00e9lica onde exercitava seu equ\u00edvoco de f\u00e9 em Deus. Dizia sempre que gostaria de ter nascido rica onde pudesse realizar seus sonhos e caprichos levianos. N\u00e3o tinha humildade  <br \/>Durante sua perman\u00eancia no trabalho, iniciou um relacionamento amoroso com um mestre de obras muito honesto, humilde e trabalhador que acreditando no seu amor, acelerou a conclus\u00e3o de sua casa para  logo despos\u00e1-la. Namoravam, mas ela n\u00e3o demonstrava que gostava dele, pois tinha encontrado outro pretendente com peculiaridades que atendiam suas expectativas de vaidades mundanas.  <br \/>Na proximidade do casamento, n\u00e3o tendo coragem para contar-lhe a verdade de que n\u00e3o pretendia casar-se com ele, decidiu fugir com o outro namorado deixando o mestre de obras decepcionado, desiludido e desencorajado da vida. Ele tentou de todas as maneiras encontr\u00e1-la e por fim encontrou-a na casa de seus pais. Mas n\u00e3o conseguiu saber dela os motivos e justificativas plaus\u00edveis de sua atitude imatura e irrespons\u00e1vel. N\u00e3o conseguia esquec\u00ea-la, pois havia alimentado sonhos que em breve se tornariam realidade. Sofria muito com a desilus\u00e3o amorosa. <br \/>Da\u00ed, Deus sempre justo providenciou-lhe uma oportunidade para trabalhar em Portugal e n\u00e3o teve d\u00edvidas para viajar na tentativa de esquecer este fato desagrad\u00e1vel de sua vida.  <br \/>Ela, nunca mais apareceu ou deu not\u00edcias, embora nos considerasse como amigos.  <br \/>Passaram-se os anos at\u00e9 que no dia 09 de outubro de 2004, me encontrava descansando com meus familiares em nossa resid\u00eancia quando ou\u00e7o o tilintar da campainha exatamente as 19:00 horas. Minha esposa foi atender e surpreendeu-se com a personagem e um beb\u00ea de cinco meses no colo, e que implorava pelo amor de Deus para que pudesse pernoitar; e que no dia seguinte, seguiria seu destino. <br \/>Informou-nos com breves palavras que n\u00e3o aguentava mais conviver com o marido porque este bebia e saia frequentemente com seus amigos deixando-a sozinha com o beb\u00ea. Revoltada, decidiu literalmente abandon\u00e1-lo levando consigo o filhinho como uma forma de  vingan\u00e7a e castigo  ao seu companheiro.  <br \/>Estava decidida e convencida a n\u00e3o mais retornar para o marido. Informou-nos, ainda, que seus pais n\u00e3o poderiam saber de seu paradeiro e separa\u00e7\u00e3o. Pretendia ir no dia seguinte para a casa de uns parentes em Bras\u00edlia sem sequer pensar nas consequ\u00eancias e meios de como faria para criar o rebento, ou mesmo, se estes tinham condi\u00e7\u00f5es de ampar\u00e1-la. <br \/>P\u00f4r estar muito nervosa e confusa emocionalmente procurei deix\u00e1-la a vontade. Coloquei-os em um dos quartos; e ap\u00f3s tomarem banho, oferecemos  um lanche providencial para saciar a fome dela e do beb\u00ea. Este, logo dormiu sem imaginar o que sua m\u00e3e estaria preparando para o futuro que o espera. <br \/>Aproximadamente\u00e0s 21:00 horas me dirigi  ao seu quarto para saber se tinha se acalmado pois eu precisava dar inicio\u00e0s minhas investiga\u00e7\u00f5es sobre a situa\u00e7\u00e3o desesperadora daquela criatura humana.  <br \/>Encontrei-a em solu\u00e7os convulsivos olhando com desespero e preocupa\u00e7\u00e3o o sono tranquilo daquela criaturinha que sofreria as consequ\u00eancias dos atos da m\u00e3e. N\u00e3o a interrompi. Mas, vendo-me come\u00e7ou a desabafar sobre o relacionamento conjugal e motivo de sua dr\u00e1stica atitude com o pai da crian\u00e7a. <br \/>Ouvi-a atentamente, e s\u00f3 a interrompi quando achava necess\u00e1rio fazer-lhe algumas perguntas que pudessem complementar a sua l\u00f3gica do racioc\u00ednio at\u00e9 ent\u00e3o confuso, para o meu entendimento. <br \/>Neste espa\u00e7o de tempo, eu rezava em pensamentos e pedia a Deus que me fizesse ser portador e mensageiro de sua infinita miseric\u00f3rdia para  acudir \u009d aquela amiga que passava p\u00f4r momentos decisivos e dif\u00edceis. Ela necessitava de sua interven\u00e7\u00e3o, direta ou n\u00e3o, para evitar sofrimentos para todos os envolvidos, e principalmente, para aquela ing\u00eanua crian\u00e7a que estava\u00e0 merc\u00ea dos caprichos, orgulho e vaidade da m\u00e3e.  <br \/>Logo que percebi que havia esgotado sua raiva, desabafo, e que estava mais calma, chamei-a para a cozinha e iniciamos uma conversa franca onde  senti a presen\u00e7a de Deus atrav\u00e9s das sensa\u00e7\u00f5es e vibra\u00e7\u00f5es energ\u00e9ticas que  colocava em mim, as palavras certas naquele momento, para  auxili\u00e1-la  na importante decis\u00e3o de  vidas \u009d que tomaria no dia seguinte, e que com certeza, mudaria completamente sua vida e a do filho, para pior. <br \/>Compenetrado em meus pensamentos a entona\u00e7\u00e3o de minha voz se fazia diferente da habitual. Apesar da ternura e cuidados na abordagem do assunto em respeito aos seus sentimentos, era uma voz firme e enfocava explicitamente tudo o que ela precisava ouvir para subsidiar o livre arb\u00edtrio em sua decis\u00e3o. Eu n\u00e3o estava incorporado mediunicamente, e sim, sintonizado com Deus. As palavras evocavam  no sil\u00eancio do ambiente, uma sinergia e simbiose fecunda  e perfeita envolta nas presen\u00e7as dos amigos espirituais que vieram nos socorrer naquele momento. A serenidade invocava os sentimentos e pensamentos nos mesmos prop\u00f3sitos. <br \/>Neste di\u00e1logo pude com o aux\u00edlio dos nossos anjos guardi\u00f5es discorrer a realidade dos fatos e as poss\u00edveis e inevit\u00e1veis consequ\u00eancias de seus atos impensados. A cada palavra proferida eu adentrava com respeito o seu EU, e percebia claramente sua sincera e confiante disposi\u00e7\u00e3o para ouvir os conselhos e duras verdades que lhe dizia. No entanto, para minha surpresa, n\u00e3o se ofendeu quando eu lhe disse que estava agindo egoisticamente e irresponsavelmente, pois estava literalmente praticando um  crime de sequestro \u009d; e assim sendo, responderia judicialmente e criminalmente pelos seus atos. Foi a\u00ed, que p\u00f4de, segundo seu testemunho, descobrir grande parte de seu EU desconhecido at\u00e9 ent\u00e3o, e da sua postura e conduta  negativa \u009d de agir e de ser. Ali\u00e1s,  todos n\u00f3s s\u00f3 enxergamos as nossas virtudes, nunca os nossos defeitos.  <br \/>A conversa se tornava cada vez mais energizante, pois eu lia e traduzia as v\u00e1rias mensagens exemplificadoras que escrevi no decurso de minhas descobertas e aceita\u00e7\u00e3o da vida como testemunho de minha espiritualidade e f\u00e9 em Deus. Ela me questionava e eu ia esclarecendo com paci\u00eancia os pontos obscuros do seu grau de evolu\u00e7\u00e3o e entendimento espiritual e moral. <br \/>No decorrer da conversa desnudava-se de seus conceitos levianos e permitia que eu a orientasse sem medos e receios de estar piorando sua situa\u00e7\u00e3o. Foi ent\u00e3o que me confessou seus erros  corrig\u00edveis \u009d e p\u00f4de perceber que o erro n\u00e3o estava no marido e sim na sua maneira de trat\u00e1-lo e na sua forma de amar. Ficou convencida de que precisava mudar urgentemente a sua maneira de agir e de ser em benef\u00edcio de sua felicidade e da fam\u00edlia. <br \/>Ap\u00f3s a conversa que durou duas horas e meia, disse-me que se sentia leve e confortada mas que precisava dormir para refazer suas for\u00e7as. Apesar de ser fervorosamente evang\u00e9lica, orientei-a que naquela noite rezasse ou orasse muito pedindo ao Deus Universal que pudesse lhe abrir o cora\u00e7\u00e3o para imprimir-lhe  a coragem e for\u00e7as necess\u00e1rias para combater a vaidade e orgulho, maiores causadores de seu sofrimento. <br \/>No dia seguinte,\u00e0s 6:00 horas da manh\u00e3 fui acordado com ela pedindo-me para lev\u00e1-la de volta ao seu marido e\u00e0 sua casa. Disse-me que j\u00e1 tinha avisado-o pelo telefone, e que ele estaria nos aguardando. Sua ansiedade de retornar era vis\u00edvel e tinha pressa para reencontr\u00e1-lo. <br \/>Prontamente levantei-me FELIZ e agradeci a Deus por ter me feito mensageiro de um pequeno\/grande gesto de benevol\u00eancia e f\u00e9 crist\u00e3 e nos dirigimos para sua resid\u00eancia.  <br \/>L\u00e1 chegando, apresentei-me e disse ao seu marido: Meu amigo, se me permite consider\u00e1-lo assim, sua esposa em companhia de seu filho pernoitaram em minha resid\u00eancia aonde chegou visivelmente desnorteada. No entanto, tive a oportunidade de conversar e orient\u00e1-la com a ajuda de Deus. Neste sentido \u00e9 que lhe informo que sua amada est\u00e1 arrependida e decidida, a partir de hoje, ser a esposa compreensiva e merecedora de sua pessoa. Portanto, d\u00ea-lhe esta importante chance de ser feliz ao seu lado e do filho que tanto amam. Perdoe-a e esque\u00e7a o passado. Ele, dirigindo-se a esposa e filho, abra\u00e7ou-os com ternura e conseguiu apenas dizer aos prantos, tudo bem e obrigado meu amigo. Eu sabia que Deus n\u00e3o me desampararia. Ela, tamb\u00e9m emocionada e contendo as l\u00e1grimas disse-me apenas:  Dr. Roberto, Deus em sua infinita bondade me fez desistir de ir para a rodovi\u00e1ria para ir ao seu encontro. Eu precisava ouvir tudo aquilo. Agora, acredito que nada acontece por acaso, pois foi preciso acontecer tudo isso para eu ouvir as minhas verdades que eu desconhecia. Sua interven\u00e7\u00e3o foi providencial e estou agradecida a Deus e ao senhor por ter me mostrado com sensatez e respeito o caminho certo que devo trilhar neste mundo de sofrimento e prova\u00e7\u00f5es. Tenha certeza que procurarei seguir seus aben\u00e7oados conselhos. Deus lhe pague por tudo. \u009d <br \/>Eu me colocava no lugar deles emocionado. Assistindo aquela cena envolvente e comovente ao ouvir nas simples palavras de seu agradecimento e entendimento, n\u00e3o tive como conter as l\u00e1grimas que brotavam rapidamente de meus olhos e que lavavam minha alma de felicidade por um gesto t\u00e3o simples, por\u00e9m muito nobre, em ter cumprido a minha miss\u00e3o sacerdotal.  <br \/>Este epis\u00f3dio demonstra e exemplifica\u00e0 todos n\u00f3s que dever\u00edamos agir sempre dessa forma, transformando e auxiliando nossos irm\u00e3os  necessitados \u009d em toda e qualquer circunst\u00e2ncia, independente da posi\u00e7\u00e3o social ou cren\u00e7a religiosa que este exer\u00e7a para vivificar os mandamentos e prova\u00e7\u00f5es determinadas por Deus.  <br \/>Tenho sempre repetido a m\u00e1xima de Cristo  Amai-vos uns aos outros como eu vos amei \u009d, que resume sistematicamente a conduta que devemos ter no nosso cotidiano e n\u00e3o apenas no per\u00edodo natalino. <br \/>Assim, procuro no contexto de minha vida  e nos recados sutis que recebo de Deus interpretar  a din\u00e2mica  de seus ensinamentos vislumbrando atingir a tua sensibilidade e compreens\u00e3o das exemplifica\u00e7\u00f5es do meu cotidiano. Espero que assim possa de alguma forma, tirar proveito desta li\u00e7\u00e3o de infinito AMOR. <br \/>Amado (a) irm\u00e3o (a) em Cristo, a  sensa\u00e7\u00e3o de bem estar \u009d em ser portador e mensageiro da felicidade dos outros \u00e9 simplesmente indescrit\u00edvel e gratificante. Experimente saborear e conferir o que ora lhe confesso como testemunho do verdadeiro sentimento que JESUS espera de todos n\u00f3s. <br \/>Tente voc\u00ea tamb\u00e9m! N\u00e3o precisa sair de sua casa, n\u00e3o. Inicie no seu lar, no emprego, com os amigos e desconhecidos que se faz de instrumentos e  temperos \u009d do delicioso  alimento \u009d que nos impulsiona a ser sempre melhores nesta vida. <br \/>N\u00e3o se esque\u00e7a que o bem que fazes aos outros ser\u00e1 com certeza revertido para ti mesmo.  <br \/>Que Deus os aben\u00e7oe, e que neste Natal possamos  \u009drenascer \u009d revigorados no  sentimento e entendimento da exemplifica\u00e7\u00e3o de Jesus sem o verniz comercial e social comumente utilizado para obscurecer os fi\u00e9is prop\u00f3sitos de Deus. <br \/>Atualmente, em 2012, revi o casal que vive alegremente com os filhos por terem tido a oportunidade de acontecer este epis\u00f3dio, e assim, redirecionaram a forma de viver. Eram pobres e est\u00e3o muito bem de vida financeiramente e harmoniosos familiarmente. <\/p>\n<p>Autorizo a reprodu\u00e7\u00e3o e divulga\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>Palmas, 19 de dezembro de 2004. <\/p>\n<p>Roberto Luiz Castelo Branco Coelho dos Santos <br \/>robertoluizcbc@hotmail.com    0 x 63 32158428 <\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_11499\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"11499\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 16\/16;\" \/><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>NO DESESPERO, A INTERFER\u00c3\u0160NCIA DE DEUS Tempos atr\u00e1s, no ano de 2000, tivemos uma empregada dom\u00e9stica de fam\u00edlia de classe m\u00e9dia baixa, e que pelas circunst\u00e2ncias da vida, se disp\u00f4s a trabalhar em nossa casa para ajudar financeiramente os seus pais no sustento e cria\u00e7\u00e3o do seu primeiro filho, fruto de um relacionamento fracassado. 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