{"id":11539,"date":"2012-08-19T00:00:00","date_gmt":"2012-08-19T00:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2012-08-19T00:00:00","modified_gmt":"2012-08-19T00:00:00","slug":"artigo11539","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo11539\/","title":{"rendered":"Evangelho Segundo o Espiritismo  Parte 165"},"content":{"rendered":"<div align=left><em><strong>I &#8211; PRECES GERAIS<BR><BR>ORA\u00c7\u00c3O DOMINICAL<BR><BR>2. PREF\u00c3\u0081CIO. Os Esp\u00edritos recomendaram que, encabe\u00e7ando esta colet\u00e2nea, pus\u00e9ssemos a Ora\u00e7\u00e3o dominical, n\u00e3o somente como prece, mas tamb\u00e9m como s\u00edmbolo. De todas as preces, \u00e9 a que eles colocam em primeiro lugar, seja porque procede do pr\u00f3prio Jesus (S. Mateus, cap. VI, vv. 9 a 13), seja porque pode suprir a todas, conforme os pensamentos que se lhe conjuguem, \u00e9 o mais perfeito modelo de concis\u00e3o, verdadeira obra-prima de sublimidade na simplicidade. Com efeito, sob a mais singela forma, ela resume todos os deveres do homem para com Deus, para consigo mesmo e para com o pr\u00f3ximo. Encerra uma profiss\u00e3o de f\u00e9, um ato de adora\u00e7\u00e3o e de submiss\u00e3o, o pedido das coisas necess\u00e1rias\u00e0 vida e o princ\u00edpio da caridade. Quem a diga, em inten\u00e7\u00e3o de algu\u00e9m, pede para este o que pediria para si. <BR><BR>Contudo, em virtude mesmo da sua brevidade, o sentido profundo que encerram as poucas palavras de que ela se comp\u00f5e escapa\u00e0 maioria das pessoas. Da\u00ed vem o dizerem-na, geralmente, sem que os pensamentos se detenham sobre as aplica\u00e7\u00f5es de cada uma de suas partes. Dizem-na como uma f\u00f3rmula cuja efic\u00e1cia se ache condicionada ao n\u00edmero de vezes que seja repetida. Ora, quase sempre esse \u00e9 um dos n\u00edmeros cabal\u00edsticos: tr\u00eas, sete ou nove tomados\u00e0 antiga cren\u00e7a supersticiosa na virtude dos n\u00edmeros e de uso nas opera\u00e7\u00f5es da magia. <BR><BR>Para preencher o que de vago a concis\u00e3o desta prece deixa na mente, a cada uma de suas proposi\u00e7\u00f5es aditamos, aconselhado pelos Esp\u00edritos e com a assist\u00eancia deles, um coment\u00e1rio que lhes desenvolve o sentido e mostra as aplica\u00e7\u00f5es. Conforme, pois, as circunst\u00e2ncias e o tempo de que disponha, poder\u00e1, aquele que ore, dizer a ora\u00e7\u00e3o dominical, ou na sua forma simples, ou na desenvolvida.<BR> <BR>3. PRECE.  I.  Pai nosso, que estais no c\u00e9u, santificado seja o vosso nome! <BR><BR>Cremos em ti, Senhor, porque tudo revela o teu poder e a tua bondade. A harmonia do Universo d\u00e1 testemunho de uma sabedoria, de uma prud\u00eancia e de uma previd\u00eancia que ultrapassam todas as faculdades humanas. Em todas as obras da Cria\u00e7\u00e3o, desde o raminho de erva min\u00edscula e o pequenino inseto, at\u00e9 os astros que se movem no espa\u00e7o, o nome se acha inscrito de um ser soberanamente grande e s\u00e1bio. Por toda a parte se nos depara a prova de paternal solicitude. Cego, portanto, \u00e9 aquele que te n\u00e3o reconhece nas tuas obras, orgulhoso aquele que te n\u00e3o glorifica e ingrato aquele que te n\u00e3o rende gra\u00e7as.<BR> <BR>II.  Venha a n\u00f3s o vosso reino! <BR><BR>Senhor, deste aos homens leis plenas de sabedoria e que lhes dariam a felicidade, se eles as cumprissem. Com essas leis, fariam reinar entre si a paz e a justi\u00e7a e mutuamente se auxiliariam, em vez de se maltratarem, como o fazem. O forte sustentaria o fraco, em vez de o esmagar. Evitados seriam os males, que se geram dos excessos e dos abusos. Todas as mis\u00e9rias deste mundo prov\u00eam da viola\u00e7\u00e3o de tuas leis, porquanto nenhuma infra\u00e7\u00e3o delas deixa de ocasionar fatais consequ\u00eancias. <BR><BR>Destes ao bruto o instinto, que lhe tra\u00e7a o limite do necess\u00e1rio, e ele maquinalmente se conforma, ao homem, no entanto, al\u00e9m desse instinto, deste a intelig\u00eancia e a raz\u00e3o, tamb\u00e9m lhe deste a liberdade de cumprir ou infringir aquelas das tuas leis que pessoalmente lhe concernem, isto \u00e9, a liberdade de escolher entre o bem e o mal, a fim de que tenha o m\u00e9rito e a responsabilidade das suas a\u00e7\u00f5es.<BR><BR>Ningu\u00e9m pode pretextar ignor\u00e2ncia das tuas leis, pois, com paternal previd\u00eancia,  quiseste que elas se gravassem na consci\u00eancia de cada um, sem distin\u00e7\u00e3o de cultos, nem de na\u00e7\u00f5es.  Se as violam, \u00e9 porque as desprezam. <BR><BR>Dia vir\u00e1 em que, segundo a tua promessa, todos as praticar\u00e3o. Desaparecido ter\u00e1,  ent\u00e3o, a incredulidade. Todos te reconhecer\u00e3o por soberano Senhor de todas as coisas, e o reinado das tuas leis ser\u00e1 o teu reino na Terra. <BR><BR>Digna-te, Senhor, de apressar-lhe o advento, outorgando aos homens a luz necess\u00e1ria, que os conduza ao caminho da verdade. <BR><BR>III. Seja feita a vossa vontade, assim na Terra como no c\u00e9u! <BR><BR>Se a submiss\u00e3o \u00e9 um dever do filho para com o pai, do inferior para com o seu superior, qu\u00e3o maior n\u00e3o deve ser a da criatura para com o seu Criador! Fazer a tua vontade,  Senhor, \u00e9 observar as tuas leis e submeter-se, sem queixumes, aos teus decretos. O homem a ela se submeter\u00e1, quando compreender que \u00e9s a fonte de toda a sabedoria e que sem ti ele nada pode. Far\u00e1, ent\u00e3o, a tua vontade na Terra, como os eleitos a fazem no C\u00e9u. <BR><BR>IV. O p\u00e3o nosso, de cada dia, da\u00ed-nos hoje! <BR><BR>Dai-nos o alimento indispens\u00e1vel\u00e0 sustenta\u00e7\u00e3o das for\u00e7as do corpo, mas, d\u00e1-nos tamb\u00e9m o alimento espiritual para o desenvolvimento do nosso Esp\u00edrito. <BR><BR>O animal encontra a sua pastagem, o homem, por\u00e9m, deve o sustento\u00e0 sua pr\u00f3pria atividade e aos recursos da sua intelig\u00eancia, porque o criaste livre. <BR><BR>V\u00f3s lhe dissestes:  Tirar\u00e1s da terra o alimento com o suor da tua fronte. Desse modo, fizeste do trabalho, para ele, uma obriga\u00e7\u00e3o, a fim de que exercitasse a intelig\u00eancia na procura dos meios de prover\u00e0s suas necessidades e ao seu bem-estar, uns mediante o labor manual, outros pelo labor intelectual. Sem o trabalho, ele se conservaria estacion\u00e1rio e n\u00e3o poderia aspirar\u00e0 felicidade dos Esp\u00edritos superiores.<BR><BR>Ajudas o homem de boa-vontade que em ti confia, pelo que concerne ao necess\u00e1rio,  n\u00e3o, por\u00e9m,\u00e0quele que se compraz na ociosidade e desejara tudo obter sem esfor\u00e7o, nem\u00e0quele que busca o sup\u00e9rfluo. (Cap. XXV).<BR> <BR>Quantos e quantos sucumbem por culpa pr\u00f3pria, pela sua inc\u00edria, pela sua imprevid\u00eancia, ou pela sua ambi\u00e7\u00e3o e por n\u00e3o terem querido contentar-se com o que lhes havias concedido! Esses s\u00e3o os art\u00edfices do seu infort\u00ednio e carecem do direito de queixar-se, pois que s\u00e3o punidos naquilo em que pecaram. Mas, nem a esses mesmos abandonas, porque \u00e9s infinitamente misericordioso. As m\u00e3os lhes estendes para socorr\u00ea-los, desde que, como o filho pr\u00f3digo, se voltem sinceramente para ti. (Cap. V, n\u00c2\u00ba 4.) <BR><BR>Antes de nos queixarmos da sorte, inquiramos de n\u00f3s mesmos se ela n\u00e3o \u00e9 obra nossa.  A cada desgra\u00e7a que nos chegue, cuidemos de saber se n\u00e3o teria estado em nossas m\u00e3os evit\u00e1la.  Consideremos tamb\u00e9m que Deus nos outorgou a intelig\u00eancia para tirar-nos do lameiro, e que de n\u00f3s depende o modo de a utilizarmos. <BR><BR>Pois que\u00e0 lei do trabalho se acha submetido o homem na Terra, d\u00e1-nos coragem e for\u00e7as para obedecer a essa lei. D\u00e1-nos tamb\u00e9m a prud\u00eancia, a previd\u00eancia e a modera\u00e7\u00e3o, a fim de n\u00e3o perdermos o respectivo fruto. <BR><BR>D\u00e1-nos, pois, Senhor, o p\u00e3o de cada dia, isto \u00e9, os meios de adquirirmos, pelo trabalho, as coisas necess\u00e1rias\u00e0 vida, porquanto ningu\u00e9m tem o direito de reclamar o sup\u00e9rfluo. <BR><BR>Se o trabalho nos \u00e9 imposs\u00edvel,\u00e0 tua divina provid\u00eancia nos confiamos. <BR><BR>Se est\u00e1 nos teus des\u00edgnios experimentar-nos pelas mais duras prova\u00e7\u00f5es, mau grado aos nossos esfor\u00e7os, aceitamo-las como justa expia\u00e7\u00e3o das faltas que tenhamos cometido nesta exist\u00eancia, ou noutra anterior, porquanto \u00e9s justo. Sabemos que n\u00e3o h\u00e1 penas imerecidas e que jamais castigas sem causa. <BR><BR>Preserva-nos, \u00f3 meu Deus, de invejar os que possuem o que n\u00e3o temos, nem mesmo  os que disp\u00f5em do sup\u00e9rfluo, ao passo que a n\u00f3s nos falta o necess\u00e1rio. Perdoa-lhes, se esquecem a lei de caridade e de amor do pr\u00f3ximo, que lhes ensinaste. (Cap. XVI, n\u00c2\u00ba 8.) <BR><BR>Afasta, igualmente, do nosso esp\u00edrito a id\u00e9ia de negar a tua justi\u00e7a, ao notarmos a prosperidade do mau e a desgra\u00e7a que cai por vezes sobre o homem de bem. J\u00e1 sabemos, gra\u00e7as\u00e0s novas luzes que te aprouve conceder-nos, que a tua justi\u00e7a se cumpre sempre e a ningu\u00e9m excetua, que a prosperidade material do mau \u00e9 ef\u00eamera, quanto a sua exist\u00eancia corp\u00f3rea, e que experimentar\u00e1 terr\u00edveis reveses, ao passo que eterno ser\u00e1 o j\u00edbilo daquele que sofre resignado. (Cap. V, n\u00c2\u00ba 7, n\u00c2\u00ba 9, n\u00c2\u00ba 12 e n\u00c2\u00ba 18.) <BR><BR>V. Perdoa as nossas d\u00edvidas, assim como n\u00f3s perdoamos aos nossos devedores. <BR><BR>Cada uma das nossas infra\u00e7\u00f5es\u00e0s tuas leis, Senhor, \u00e9 uma ofensa que te fazemos e uma d\u00edvida que contra\u00edmos e que cedo ou tarde teremos de saldar. Rogamos-te que no-las perdoes pela tua infinita miseric\u00f3rdia, sob a promessa, que te fazemos, de empregarmos os maiores esfor\u00e7os para n\u00e3o contrair outras. <BR><BR>Fisestes uma  lei expressa da caridade, mas, a caridade n\u00e3o consiste apenas em assistirmos os nossos semelhantes em suas necessidades, tamb\u00e9m consiste no esquecimento e no perd\u00e3o das ofensas. Com que direito reclamar\u00edamos a tua indulg\u00eancia, se dela n\u00e3o us\u00e1ssemos para com aqueles que nos h\u00e3o dado motivo de queixa? <BR><BR>Concede-nos, \u00f3 meu Deus, for\u00e7as para apagar de nossa alma todo ressentimento, todo \u00f3dio e todo rancor. Faze que a morte n\u00e3o nos surpreenda guardando n\u00f3s no cora\u00e7\u00e3o desejos de vingan\u00e7a. Se te aprouver tirar-nos hoje mesmo deste mundo, faze que nos possamos apresentar, diante de ti, puros de toda animosidade, a exemplo do Cristo, cujos \u00edltimos pensamentos foram em prol dos seus algozes. (Cap. X.)<BR> <\/strong><\/em><\/div>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_11539\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"11539\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 16\/16;\" \/><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>I &#8211; PRECES GERAISORA\u00c7\u00c3O DOMINICAL2. 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VI, vv. 9 a 13), seja porque pode suprir&hellip; <br \/> <a class=\"read-more\" href=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo11539\/\">Leia mais<\/a><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_11539\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"11539\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 16\/16;\" \/><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"Closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[],"class_list":["post-11539","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-evangelho"],"a3_pvc":{"activated":true,"total_views":931,"today_views":0},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11539","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11539"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11539\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11539"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11539"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11539"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}