{"id":11551,"date":"2012-08-31T00:00:00","date_gmt":"2012-08-31T00:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2012-08-31T00:00:00","modified_gmt":"2012-08-31T00:00:00","slug":"artigo11551","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo11551\/","title":{"rendered":"A LIBERDADE"},"content":{"rendered":"<p> A LIBERDADE<br \/>\n<br \/>Somos Esp\u00edritos imortais, mas, quando encarnados, estamos sujeitos\u00e0s limita\u00e7\u00f5es do corpo f\u00edsico e presos\u00e0s leis que regem a mat\u00e9ria. N\u00e3o obstante esses limites, a possibilidade de adquirir conhecimentos cria para n\u00f3s infinitas oportunidades de crescimento. Somos, al\u00e9m disso, capazes de utilizar os potenciais da imagina\u00e7\u00e3o para conceber novas formas de estar no<br \/>\n<br \/>mundo, por isso sonhamos com um futuro diferente, com dias mais felizes. Nesse sonho de felicidade projetado, para o amanh\u00e3, inclu\u00edmos a liberdade. N\u00e3o podemos pensar em felicidade sem liberdade. Quando refletimos mais profundamente sobre esse anseio de liberdade, percebemos a complexidade desse tema.<br \/>\n<br \/>Em primeiro lugar, precisamos analisar se \u00e9 vi\u00e1vel esse sonho, ou se estaremos gastando energia improdutivamente, por ser imposs\u00edvel libertar-nos, enquanto estivermos presos\u00e0 necessidade de vestir corpos materiais para evoluir.<br \/>\n<br \/>Segundo o ensino dos Esp\u00edritos, a liberdade \u00e9 uma lei divina, porque sem ela o homem seria apenas uma m\u00e1quina movida ao sabor de circunst\u00e2ncias alheias\u00e0 sua vontade. Uma primeira<br \/>\n<br \/>resposta j\u00e1 se delineia com essa informa\u00e7\u00e3o: \u00e9 poss\u00edvel ao homem construir sua liberdade.<br \/>\n<br \/>Podemos, pois, n\u00e3o s\u00f3 sonhar com a liberdade, como tamb\u00e9m trabalhar para conquist\u00e1-la.<br \/>\n<br \/>A partir dessa primeira resposta, podemos analisar mais de perto o assunto. Ser\u00e1 poss\u00edvel tra\u00e7ar um caminho para essa conquista t\u00e3o fundamental?<br \/>\n<br \/>Em reuni\u00f5es para reflex\u00e3o e estudo habitualmente realizadas nas Institui\u00e7\u00f5es Esp\u00edritas, o conv\u00edvio com um p\u00edblico diversificado permite-nos a percep\u00e7\u00e3o de que as pessoas n\u00e3o est\u00e3o satisfeitas com suas vidas. H\u00e1 uma fome interior que n\u00e3o conseguem satisfazer, e isso ocorre,<br \/>\n<br \/>mesmo que sejam pessoas realizadas profissionalmente e tenham suas fam\u00edlias bem constitu\u00eddas.<br \/>\n<br \/>Percebe-se que a quest\u00e3o do anseio por mais liberdade est\u00e1 presente a\u00ed como uma das causas da insatisfa\u00e7\u00e3o \u00edntima. O estudo esp\u00edrita mostra que a liberdade \u00e9 um sonho realiz\u00e1vel e temos procurado destacar isso, j\u00e1 que a informa\u00e7\u00e3o poder\u00e1 funcionar como fator de motiva\u00e7\u00e3o importante, para que as pessoas iniciem um trabalho necess\u00e1rio e enriquecedor do seu cotidiano, mas propor a viabilidade da realiza\u00e7\u00e3o de um anseio n\u00e3o tem sido suficiente. Surge a necessidade de responder\u00e0s indaga\u00e7\u00f5es:<br \/>\n<br \/>1) Que tipo de liberdade \u00e9 essa que podemos construir, enquanto encarnados num mundo<br \/>\n<br \/>de provas e expia\u00e7\u00f5es?<br \/>\n<br \/> 2)Qual o meio de faz\u00ea-lo?<br \/>\n<br \/>O estudo das quest\u00f5es ligadas\u00e0 liberdade traz\u00e0 lembran\u00e7a um pensamento oriental inspirador de profundas reflex\u00f5es:<br \/>\n<br \/> \u02dc \u02dcO mundo inteiro ambiciona a liberdade, por\u00e9m cada criatura adora os pr\u00f3prios grilh\u00f5es. Este \u00e9 o principal e o mais inextric\u00e1vel paradoxo da natureza humana. \u2122 \u2122 (Shri Aurobindo)<br \/>\n<br \/>Ambicionar a liberdade e adorar os grilh\u00f5es constitui um paradoxo, sem qualquer sombra de<br \/>\n<br \/>d\u00edvida. Em avalia\u00e7\u00e3o mesmo superficial percebemos a veracidade da ambi\u00e7\u00e3o de liberdade. Isso \u00e9 algo verdadeiramente pertinente ao ser humano, independentemente de ra\u00e7a, credo ou<br \/>\n<br \/>nacionalidade. Todos n\u00f3s desejamos a liberdade de realizar todo o nosso potencial; desejamos a liberdade de usar plenamente as oportunidades que a vida nos oferece; desejamos a liberdade de incorporar aquilo que seja bom e nos afastar de tudo o que cause sofrimento e dor. Mas, de pronto, \u00e9 dif\u00edcil atinar com os fatos que levaram o s\u00e1bio oriental a perceber que a criatura humana adore os seus grilh\u00f5es. Teria havido algum engano na formula\u00e7\u00e3o dessa proposi\u00e7\u00e3o? Teria o s\u00e1bio observado erradamente o homem? De tempo para c\u00e1, o mundo ocidental come\u00e7ou a admirar a sabedoria nascida nos long\u00ednquos pa\u00edses do Oriente, pela propriedade de suas proposi\u00e7\u00f5es em contraposi\u00e7\u00e3o ao pragmatismo das filosofias que proliferam em nossa cultura. A milenar filosofia oriental n\u00e3o deriva suas proposi\u00e7\u00f5es do nada, elas se fundamentam no conhecimento profundo do ser humano e na medita\u00e7\u00e3o madura sobre a vida. Devemos, portanto, tentar tamb\u00e9m, ampliar nossa concep\u00e7\u00e3o de mundo, pelo estudo e pela medita\u00e7\u00e3o, para alcan\u00e7ar o entendimento mais profundo desse paradoxo que focalizamos aqui. Muitos pensadores j\u00e1 se detiveram na an\u00e1lise desse assunto. Jean-Paul Sartre, fil\u00f3sofo franc\u00eas do nosso tempo, por exemplo, tem uma contribui\u00e7\u00e3o a dar a esse tema.<br \/>\n<br \/>Analisando o ser humano com o prop\u00f3sito fundamental de alcan\u00e7ar a compreens\u00e3o das quest\u00f5es e problemas que agitam a Humanidade, Sartre afirmou que h\u00e1 dois modos fundamentais de ser: o da consci\u00eancia humana que \u00e9 pura transcend\u00eancia, \u00e9 o ser-para-si; e o das coisas materiais que \u00e9 pura iman\u00eancia, \u00e9 o ser-em-si. O ser-para-si \u00e9 pura indetermina\u00e7\u00e3o, \u00e9 radicalmente livre, mas, ao experimentar a liberdade, experimenta tamb\u00e9m uma ang\u00edstia caracter\u00edstica: a ang\u00edstia da escolha. Para escapar a essa ang\u00edstia, tenta livrar-se dessa liberdade. Nega, ent\u00e3o, suas possibilidades, procura eximir-se das suas responsabilidades, ilude-se com o pensamento de ter um destino irremedi\u00e1vel. Cai em m\u00e1-f\u00e9. Definiu ele dois tipos de comportamento de m\u00e1-f\u00e9: o primeiro, quando nos comportamos como seres-em-si, isto \u00e9, objetos, e deixamos que os outros escolham por n\u00f3s; e o segundo, quando representamos o papel que os outros designaram para n\u00f3s, pela necessidade de prest\u00edgio social. Sartre lutou contra as ideologias que minimizavam o poder da consci\u00eancia humana, como as que nasceram do irracionalismo filos\u00f3fico ou do conhecimento do inconsciente psicanal\u00edtico. Ele estava convencido do poder da consci\u00eancia humana, afirmava que somos totalmente livres para escolher e que nos escolhemos a n\u00f3s pr\u00f3prios a cada momento.<br \/>\n<br \/>Segundo ele, as circunst\u00e2ncias materiais que marcam nossos limites constituem a base sobre a qual deveremos exercer nossa escolha livre.<br \/>\n<br \/>Nessa an\u00e1lise r\u00e1pida do pensamento filos\u00f3fico de Sartre, j\u00e1 surpreendemos a confirma\u00e7\u00e3o do que afirma o s\u00e1bio oriental: o ser humano adora seus pr\u00f3prios grilh\u00f5es. \u00c9 certo que o<br \/>\n<br \/>existencialismo sartreano parte da premissa da n\u00e3o exist\u00eancia de Deus, com a qual n\u00e3o concordamos, mas ele, n\u00e3o obstante, alcan\u00e7ou uma percep\u00e7\u00e3o que a Doutrina Esp\u00edrita corrobora, quando menciona a liberdade inerente ao ser humano. Como Esp\u00edritos, somos dotados do livre-arb\u00edtrio, somos inteiramente livres, para decidir e escolher nossos caminhos de desenvolvimento moral. Estamos sujeitos a conting\u00eancias determinadas pelas leis que regem a vida, mas os limites origin\u00e1rios dessas leis que marcam a nossa experi\u00eancia na Terra n\u00e3o inibem a nossa liberdade essencial. O que limita essa liberdade \u00e9 a nossa maneira de interpretar os acontecimentos da vida, a ideologia que inadvertidamente assimilamos no contexto cultural em que vivemos.<br \/>\n<br \/>Para construir a liberdade com que sonhamos, portanto, precisamos deslocar o foco da nossa aten\u00e7\u00e3o. At\u00e9 hoje, estivemos olhando as amarras que est\u00e3o fora de n\u00f3s, lutamos contra correntes exteriores, mas os verdadeiros entraves est\u00e3o em n\u00f3s mesmos. Afirmou Jesus com muita propriedade:  \u02dc \u02dcSe permanecerdes nas minhas palavras, sereis meus disc\u00edpulos, e conhecereis a verdade, e a verdade vos far\u00e1 livres \u2122 \u2122. A medita\u00e7\u00e3o mais profunda sobre essa proposi\u00e7\u00e3o do Cristo poder\u00e1 trazer-nos a chance de construir a liberdade com que, por enquanto, apenas sonhamos.<br \/>\n<br \/> \u02dc \u02dcPermanecer na sua palavra \u2122 \u2122 significa considerar com seriedade seus ensinamentos, e, temos que convir, at\u00e9 mesmo isso fica dif\u00edcil, sem a chave que o Espiritismo proporciona.<br \/>\n<br \/>\u00c9 quando consideramos a sobreviv\u00eancia da alma ao fen\u00f4meno da morte f\u00edsica, sua possibilidade de comunicar-se com o mundo material e a reencarna\u00e7\u00e3o, que alcan\u00e7amos o entendimento mais preciso das recomenda\u00e7\u00f5es de Jesus. Suas palavras passam a fazer sentido<br \/>\n<br \/>e descortina-se-nos o roteiro que Ele trilhou na exemplifica\u00e7\u00e3o da fraternidade. Fazendo-nos seus disc\u00edpulos, no esfor\u00e7o cont\u00ednuo de seguir esse exemplo luminoso impresso na hist\u00f3ria da sua vida, iremos atingindo o burilamento necess\u00e1rio\u00e0 vis\u00e3o clara da verdade que nos libertar\u00e1 de todas as amarras.<br \/>\n<br \/>DALVA SILVA SOUZA<br \/>\n<\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_11551\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"11551\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 16\/16;\" \/><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A LIBERDADE Somos Esp\u00edritos imortais, mas, quando encarnados, estamos sujeitos\u00e0s limita\u00e7\u00f5es do corpo f\u00edsico e presos\u00e0s leis que regem a mat\u00e9ria. 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