{"id":11592,"date":"2012-09-16T00:00:00","date_gmt":"2012-09-16T00:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2012-09-16T00:00:00","modified_gmt":"2012-09-16T00:00:00","slug":"artigo11592","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo11592\/","title":{"rendered":"A LEI DOS DESTINOS"},"content":{"rendered":"<p>A LEI DOS DESTINOS<\/p>\n<p>No princ\u00edpio de sua trajet\u00f3ria, em sua ignor\u00e2ncia e fraqueza, o homem desconhece e transgride muitas vezes a Lei. Dai as prova\u00e7\u00f5es, as enfermidades, mas, desde que se instrui, desde que aprende a por os atos de sua vida em harmonia com a Regra Universal, ipso facto \u00e9 cada vez menos presa da adversidade.<\/p>\n<p>Os nossos atos e pensamentos traduzem-se em movimentos vibrat\u00f3rios, e seu foco de emiss\u00e3o, pela repeti\u00e7\u00e3o frequente dos mesmos atos e pensamentos, transforma-se, pouco a pouco em gerador do bem ou da ignor\u00e2ncia.<\/p>\n<p>O ser classifica-se assim a si mesmo pela natureza das energias que se torna o centro irradiador, mas ao passo que as for\u00e7as do bem se multiplicam por si mesmas e aumentam incessantemente, as for\u00e7as da ignor\u00e2ncia destroem-se por seus pr\u00f3prios efeitos, porque esses efeitos voltam para sua causa, para seu centro de emiss\u00e3o e traduzem-se sempre em consequ\u00eancias dolorosas.<\/p>\n<p>As vibra\u00e7\u00f5es de seus atos, de seus pensamentos maus, depois de haverem efetuado a sua trajet\u00f3ria, volvem a ele, mais cedo ou mais tarde, e o oprimem, o apertam na necessidade de reformar-se.<\/p>\n<p>Este fen\u00f4meno pode explicar-se cientificamente pela correla\u00e7\u00e3o das for\u00e7as, pela esp\u00e9cie de sincronismo vibrat\u00f3rio que faz voltar sempre o efeito\u00e0 sua causa.<\/p>\n<p>Temos demonstra\u00e7\u00e3o disso no fato bem conhecido de, em tempo de epidemia, de cont\u00e1gio, serem principalmente as pessoas, cujas for\u00e7as vitais se harmonizam com as causas m\u00f3rbidas em a\u00e7\u00e3o, as atacadas, ao passo de indiv\u00edduos dotados de vontade firme e isentos de receios ficam geralmente indenes.<\/p>\n<p>H\u00e1 pois, na lei de repercuss\u00e3o dos atos, alguma coisa mec\u00e2nica, autom\u00e1tica na apar\u00eancia. Entretanto, quando implica acerbas expia\u00e7\u00f5es, repara\u00e7\u00f5es dolorosas, grandes Esp\u00edritos interv\u00eam para regular-lhe o exerc\u00edcio e acelerar a marcha das almas em via de evolu\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>Sua influ\u00eancia faz-se principalmente sentir na hora da reencarna\u00e7\u00e3o, a fim de guiar essas almas em suas escolhas, determinando as condi\u00e7\u00f5es e os meios favor\u00e1veis\u00e0 cura de suas enfermidades morais e ao resgate de suas faltas anteriores.<\/p>\n<p>Sabemos que n\u00e3o h\u00e1 educa\u00e7\u00e3o completa sem a dor. Colocando neste ponto de vista, \u00e9 necess\u00e1rio livrarmo-nos de ver, nas prova\u00e7\u00f5es e dores da humanidade, a consequ\u00eancia exclusivas de faltas passadas. Todos aqueles que sofrem n\u00e3o s\u00e3o for\u00e7osamente culpados em via de expia\u00e7\u00e3o. Muitos s\u00e3o simplesmente Esp\u00edritos \u00e1vidos de progresso, que escolheram vidas penosas e de labor para colherem o benef\u00edcio moral que anda ligado a toda pena sofrida.<\/p>\n<p>Contudo, em tese geral, \u00e9 do choque, \u00e9 do conflito do ser inferior, que n\u00e3o se conhece ainda com a Lei da Harmonia, que nasce o sofrimento. \u00c9 pelo regresso gradual e volunt\u00e1rio do mesmo ser a esta Harmonia que se restabelece o bem, isto \u00e9, o equil\u00edbrio moral.<\/p>\n<p>Em todo pensamento, em toda obra h\u00e1 a\u00e7\u00e3o e rea\u00e7\u00e3o e esta \u00e9 sempre proporcional em intensidade\u00e0 a\u00e7\u00e3o realizada.<\/p>\n<p>Por isso podemos dizer: o ser colhe exatamente o que semeou.<br \/>\n<br \/>Colhe-o efetivamente, pois que por sua a\u00e7\u00e3o cont\u00ednua, modifica sua pr\u00f3pria natureza, depura ou materializa o seu inv\u00f3lucro flu\u00eddico, o ve\u00edculo da alma, o instrumento que serve para todas as suas manifesta\u00e7\u00f5es e no qual \u00e9 calcado, modelado o corpo f\u00edsico em cada renascimento.<\/p>\n<p>A a\u00e7\u00e3o cont\u00ednua do pensamento e da vontade, exercida no decorrer dos s\u00e9culos e das exist\u00eancias sobre o perisp\u00edrito, faz-nos compreender como se criam e desenvolvem nossas aptid\u00f5es f\u00edsicas, assim como as faculdades intelectuais e as qualidades morais.<\/p>\n<p>Nossas aptid\u00f5es para cada g\u00eanero de trabalho, a habilidade, a destreza em todas as coisas s\u00e3o o resultado de inumer\u00e1veis a\u00e7\u00f5es mec\u00e2nicas acumuladas e registradas pelo corpo sutil, do mesmo modo que todas as recorda\u00e7\u00f5es e aquisi\u00e7\u00f5es mentais est\u00e3o gravadas na consci\u00eancia profunda. <\/p>\n<p>Ao renascer, estas aptid\u00f5es s\u00e3o transmitidas, por uma nova educa\u00e7\u00e3o, da consci\u00eancia interna aos \u00f3rg\u00e3os materiais. Assim se explica a habilidade consumada e quase nativa de certos m\u00edsicos e, em geral, de todos aqueles que se mostram, em um dom\u00ednio qualquer, uma superioridade de execu\u00e7\u00e3o que surpreende a primeira vista.<\/p>\n<p>Sucede o mesmo com as faculdades e virtudes, com todas as riquezas da alma adquiridas no decurso dos tempos. O g\u00eanio \u00e9 um longo e imenso esfor\u00e7o na ordem intelectual, e a santidade foi conquistada\u00e0 custa de uma luta secular contra as paix\u00f5es e as atra\u00e7\u00f5es inferiores.<\/p>\n<p>Com alguma aten\u00e7\u00e3o poder\u00edamos estudar e seguir em n\u00f3s o processo da evolu\u00e7\u00e3o moral. De cada vez que praticamos uma boa a\u00e7\u00e3o, um ato generoso, uma obra de caridade, de dedica\u00e7\u00e3o, a cada sacrif\u00edcio do eu, n\u00e3o sentimos uma esp\u00e9cie de dilata\u00e7\u00e3o interior? Alguma coisa parece expandir-se em n\u00f3s; uma chama acende-se ou aviva-se nas profundezas do ser.<\/p>\n<p>Esta sensa\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 ilus\u00f3ria. O Esp\u00edrito ilumina-se a cada pensamento altru\u00edsta, a cada impulso de solidariedade e de amor puro. Se estes pensamentos e atos se repetem, se multiplicam, se acumulam, o homem acha-se como que transformado ao sair de sua exist\u00eancia terrestre; a alma e seu inv\u00f3lucro flu\u00eddico, ter\u00e3o adquirido um poder de radia\u00e7\u00e3o mais intenso.<\/p>\n<p>No sentido contr\u00e1rio, todo pensamento ruim, todo ato criminoso, todo h\u00e1bito pernicioso provoca um estreitamento, uma contra\u00e7\u00e3o do ser ps\u00edquico, cujos elementos se condensam, entenebrecem, carregam de fluidos grosseiros.<\/p>\n<p>Os atos violentos, a crueldade, o homic\u00eddio e o suic\u00eddio produzem no culpado um abalo prolongado, que se repercute, de renascimento em renascimento, no corpo material, e traduz-se em doen\u00e7as, tiques, convuls\u00f5es e at\u00e9 deformidades, enfermidades ou casos de loucura, consoante a gravidade das causas e o poder das for\u00e7as em a\u00e7\u00e3o. Toda a transgress\u00e3o da lei, implica diminui\u00e7\u00e3o, mal-estar, priva\u00e7\u00e3o de liberdade.<\/p>\n<p>As vidas impuras, a lux\u00edria, a embriaguez e a devassid\u00e3o, conduzem-nos a corpos d\u00e9beis, sem vigor, sem sa\u00edde. O ser humano que abusa das suas for\u00e7as vitais, por si mesmo se condena a um futuro miser\u00e1vel, a enfermidades mais ou menos cru\u00e9is.<\/p>\n<p>As vezes a repara\u00e7\u00e3o se efetua numa longa vida de sofrimentos, necess\u00e1ria para destruir em n\u00f3s as causas do mal, ou, ent\u00e3o, numa exist\u00eancia curta e dif\u00edcil, terminada por morte tr\u00e1gica. Uma atra\u00e7\u00e3o misteriosa re\u00edne\u00e0s vezes os criminosos de lugares muito afastados num dado ponto para feri-los em comum.<\/p>\n<p>Da\u00ed as cat\u00e1strofes c\u00e9lebres, os naufr\u00e1gios, os grandes sinistros, as mortes coletivas etc.<\/p>\n<p>Explicam-se assim as exist\u00eancias curtas; s\u00e3o o completamento de vidas precedentes, terminadas muito cedo, abreviadas prematuramente por excessos, abusos ou por qualquer outra causa moral, e que, normalmente, deveriam ter durado mais.<\/p>\n<p>N\u00e3o devem ser inclu\u00eddas em tais casos as mortes de crian\u00e7as em tenra idade. A vida curta de uma crian\u00e7a pode ser uma prova\u00e7\u00e3o para os pais, assim como o Esp\u00edrito que quer encarnar. Em geral, \u00e9 simplesmente uma entrada falsa no teatro da vida, quer por causas f\u00edsicas, quer por falta de adapta\u00e7\u00e3o dos fluidos.<\/p>\n<p>Em tal caso, a tentativa de encarna\u00e7\u00e3o renova-se, pouco depois, no mesmo meio; reproduz-se at\u00e9 completo \u00eaxito, ou, ent\u00e3o, se as dificuldades s\u00e3o insuper\u00e1veis, se efetua num meio mais favor\u00e1vel.<\/p>\n<p>As considera\u00e7\u00f5es que acabamos de fazer demonstram que, para assegurar a depura\u00e7\u00e3o flu\u00eddica e o bom estado moral do ser, tem que estabelecer uma disciplina do pensamento, de seguir uma higiene da alma, assim como \u00e9 preciso observar uma higiene f\u00edsica para manter a sa\u00edde do corpo.<\/p>\n<p>Em virtude da a\u00e7\u00e3o constante do pensamento e da vontade sobre o perisp\u00edrito, v\u00ea-se que a retribui\u00e7\u00e3o \u00e9 absolutamente perfeita. Cada um colhe o fruto imperec\u00edvel de suas obras passadas e presentes; colhe-o, n\u00e3o por efeito de uma causa exterior, mas por um encadeamento que liga em n\u00f3s mesmos o pesar\u00e0 alegria, o esfor\u00e7o ao \u00eaxito, a culpa ao castigo. <\/p>\n<p>\u00c9 pois na intimidade secreta de nossos pensamentos e na luz viva de nossos atos, que devemos procurar a causa eficiente da nossa situa\u00e7\u00e3o presente e futura.<\/p>\n<p>Cada um de n\u00f3s possui a disposi\u00e7\u00e3o particular a que os druidas chamavam awen, isto \u00e9, a aptid\u00e3o primordial de todo ser para realizar uma das formas especiais do pensamento divino. Deus depositou no \u00edntimo da alma os germens de faculdades poderosas e variadas; todavia, h\u00e1 uma das formas de seu g\u00eanio que acima de todas as outras, ela \u00e9 chamada a desenvolver com trabalho cont\u00ednuo at\u00e9 a tenha levado a seu ponto de excel\u00eancia. <\/p>\n<p>Estas formas s\u00e3o inumer\u00e1veis. S\u00e3o os aspectos m\u00edltiplos da intelig\u00eancia, da sabedoria e da beleza eternas: &#8211; a m\u00edsica, a poesia, a eloqu\u00eancia, o dom da inven\u00e7\u00e3o e das coisas ocultas, a ci\u00eancia, a bondade, o dom de educa\u00e7\u00e3o, o poder de curar, etc.<\/p>\n<p>Assim, Deus, da variedade infinita dos constrastes, sabe fazer brotar a harmonia tanto na natureza como no seio das Humanidades.<\/p>\n<p>E se a alma abusar destes dons, se os aplicar\u00e0s obras do mal, se, por causa deles conceder vaidade ou orgulho, ser-lhe-\u00e1 preciso, como expia\u00e7\u00e3o, renascer em organismos impotentes para a sua manifesta\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>Viver\u00e1 g\u00eanio desconhecido, humilhado entre os homens, por tanto tempo quanto seja necess\u00e1rio a que a dor triunfe dos excessos da personalidade e lhe permita continuar o voo sublime, a carreira, um momento interrompida, para o Ideal. (&#8230;)<\/p>\n<p>Almas humanas que percorreis estas p\u00e1ginas, elevai os vossos pensamentos e resolu\u00e7\u00f5es\u00e0 altura da tarefa que vos tocam. As vias para o Infinito abrem-se, semeadas de maravilhas inexaur\u00edveis, diante de v\u00f3s.<\/p>\n<p>A qualquer ponto que o voo vos leve, a\u00ed aguardam objetos de estudo com mananciais inesgot\u00e1veis de alegrias e deslumbramentos, de luz e beleza. Por toda a parte e sempre, horizontes inimagin\u00e1veis suceder-se-\u00e3o aos horizontes percorridos.<\/p>\n<p>Tudo \u00e9 beleza na Obra Divina. Reservado vos est\u00e1, em vossa ascens\u00e3o, apreciar os inumer\u00e1veis aspectos magn\u00edficos, desde a flor delicada at\u00e9 os astros rutilantes, assistir\u00e0s eclos\u00f5es dos mundos e das humanidades; sentireis ao mesmo tempo, desenvolver-se vossa compreens\u00e3o das coisas celestiais e aumentar vosso desejo ardente de penetrar em Deus, de vos mergulhardes nele, em sua luz, em seu amor; em Deus, nossa origem, nossa ess\u00eancia, nossa vida! <\/p>\n<p>[L\u00e9on Denis &#8211; Trecho extra\u00eddo do livro O Problema do Ser, do Destino e da Dor Ed. FEB]<\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_11592\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"11592\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 16\/16;\" \/><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A LEI DOS DESTINOS No princ\u00edpio de sua trajet\u00f3ria, em sua ignor\u00e2ncia e fraqueza, o homem desconhece e transgride muitas vezes a Lei. 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