{"id":11951,"date":"2013-03-30T00:00:00","date_gmt":"2013-03-30T00:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2013-03-30T00:00:00","modified_gmt":"2013-03-30T00:00:00","slug":"artigo11951","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo11951\/","title":{"rendered":"Tesouro individual"},"content":{"rendered":"<p>Era costume, em tempos remotos, em per\u00edodos de guerras ou revolu\u00e7\u00f5es, enterrar dinheiro ou cofres de ouro, no recanto mais escondido de algum campo, a fim de os preservar. <\/p>\n<p>Morrendo o dono do campo, ficava o tesouro depositado,\u00e0s vezes por s\u00e9culos, no fundo da terra, at\u00e9 que algum felizardo o encontrasse. <\/p>\n<p>A lei romana estabelecia que um tesouro assim, sem dono conhecido, pertencesse ao dono do campo. <\/p>\n<p>Conhecedor da lei, o Senhor Jesus, em uma de Suas par\u00e1bolas, comparou o reino dos c\u00e9us a um tesouro escondido em um campo. O homem que o encontra, cala-se e o oculta. <\/p>\n<p>Cheio de alegria, vai, vende tudo o que possui e compra aquele campo, a fim de se tornar o propriet\u00e1rio real do grande tesouro. <\/p>\n<p>Tamb\u00e9m comparou o reino dos c\u00e9us a um negociante que procura boas p\u00e9rolas. Tendo achado uma p\u00e9rola preciosa, vai, vende tudo quanto tem e a compra. <\/p>\n<p>*  *  * <\/p>\n<p>Em se falando de tesouros, j\u00e1 pensamos em quantos possu\u00edmos? <\/p>\n<p>Os dois olhos que trazemos, brilhantes, na face risonha, s\u00e3o as janelas da alma que se abrem para o mundo, dia ap\u00f3s dia, nos descortinando a beleza insuper\u00e1vel dos meses de ouro do ver\u00e3o, das tardes cinzentas das chuvas do outono e das manh\u00e3s geladas, do inverno. <\/p>\n<p>Os dois ouvidos que nos foram presenteados por Deus nos permitem ouvir a orquestra da passarada e a sinfonia dos ventos; os acordes dos trov\u00f5es e o tamborilar das gotas de chuva, ensaiando sua dan\u00e7a na terra seca. <\/p>\n<p>Os dois bra\u00e7os fortes nos permitem carregar a do\u00e7ura do filho junto ao peito, onde o cora\u00e7\u00e3o pulsa ao compasso da alegria de ser pai, de ser m\u00e3e. <\/p>\n<p>Bra\u00e7os que abra\u00e7am, que estreitam, que se alongam e recolhem nas m\u00e3os as flores mi\u00eddas para compor um ramalhete e ofert\u00e1-lo a algu\u00e9m. <\/p>\n<p>M\u00e3os que escrevem poemas de amor, que retiram dos instrumentos musicais sonoridades que embalam cora\u00e7\u00f5es e fazem sonhar. M\u00e3os que plantam flores, que colhem frutos, que se estendem para estreitar outras m\u00e3os. <\/p>\n<p>Duas pernas que nos conduzem aonde queiramos, a passos lentos, na cad\u00eancia do passeio despreocupado; a passadas largas, no compasso da pressa que nos caracteriza as atividades do trabalho constante. <\/p>\n<p>Somos donos de um corpo que nos permite o tr\u00e2nsito na Terra. Somos possuidores do tesouro inestim\u00e1vel da vida. <\/p>\n<p>E todos os dias somos brindados com o tesouro das horas para que, aos acordes do tempo, possamos estudar, trabalhar, aprender, sorrir e brincar. <\/p>\n<p>N\u00e3o menosprezemos tanta riqueza, maltratando a preciosidade do nosso corpo. N\u00e3o desprezemos os minutos, gastando-os em coisa nenhuma. <\/p>\n<p>N\u00e3o esperemos adoecer para descobrir a grandeza da sa\u00edde. <\/p>\n<p>N\u00e3o aguardemos que o tempo da vida f\u00edsica se esgote para nos darmos conta do grande tesouro que n\u00e3o aproveitamos. <\/p>\n<p>Mais do que tudo: n\u00e3o nos esque\u00e7amos de que somos um Esp\u00edrito imortal, a caminho da perfei\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>*   *   * <\/p>\n<p>Todos os homens, providos ou n\u00e3o de moedas e outros valores, s\u00e3o herdeiros do grande Rei, o Criador, que a todos oferta um Universo em expans\u00e3o, onde se multiplicam as estrelas e outras tantas moradas do Esp\u00edrito, em sua jornada evolutiva. <\/p>\n<p>Reda\u00e7\u00e3o do Momento Esp\u00edrita, com base <br \/>no cap. XIII, do Evangelho de Mateus. <br \/>Em 26.3.2013.<\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_11951\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"11951\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 16\/16;\" \/><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Era costume, em tempos remotos, em per\u00edodos de guerras ou revolu\u00e7\u00f5es, enterrar dinheiro ou cofres de ouro, no recanto mais escondido de algum campo, a fim de os preservar. 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