{"id":12613,"date":"2016-01-28T09:56:00","date_gmt":"2016-01-28T09:56:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo12613\/"},"modified":"2016-01-28T10:21:52","modified_gmt":"2016-01-28T12:21:52","slug":"artigo12613","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo12613\/","title":{"rendered":"A Reencarna\u00e7\u00e3o na Vis\u00e3o Esp\u00edrita &#8211; Jos\u00e9 Passini"},"content":{"rendered":"<p>Jos\u00e9 Passini<\/p>\n<p>    A volta do Esp\u00edrito ao mundo corp\u00f3reo \u00e9 conhecida desde tempos remotos. Os Eg\u00edpcios, os Hindus e os Gregos sabiam que a alma poderia voltar \u00e0 Terra, usando um novo corpo. Esses povos acreditavam que, por efeito de determinada puni\u00e7\u00e3o, essa volta \u00e0 vida f\u00edsica poderia dar-se at\u00e9 num corpo animal.<br \/>\n<br \/>    Tamb\u00e9m os Judeus sabiam da volta do Esp\u00edrito ao mundo corp\u00f3reo, mas n\u00e3o h\u00e1 refer\u00eancias que admitissem pudesse esse retorno dar-se num corpo que n\u00e3o fosse humano. A reencarna\u00e7\u00e3o, para eles, ocorria em algumas situa\u00e7\u00f5es um tanto especiais: ou para concluir o que n\u00e3o tivessem conseguido ter-minar numa vida, ou para serem punidos, face a males praticados. Quando o doutor da lei perguntou a Jesus: \u201cMestre, que farei para herdar a vida eterna\u201d? 1, n\u00e3o estaria ele querendo que Jesus lhe ensinas-se alguma f\u00f3rmula especial, uma esp\u00e9cie de atalho, que o desobrigasse de voltar \u00e0 Terra, numa nova encarna\u00e7\u00e3o? \u00c9 dif\u00edcil imaginar que o doutor da lei estivesse se referindo \u00e0 obten\u00e7\u00e3o da imortalidade, pois os Judeus tinham convic\u00e7\u00e3o profunda a esse respeito. Tudo indica que ele pretendia lhe ensinasse Jesus um procedimento que o livrasse do retorno aos trabalhos do mundo, como acontece ainda hoje com pessoas que, ao se inteirarem da reencarna\u00e7\u00e3o \u2013 sem levarem em conta a necessidade evolutiva \u2013, solicitam expedientes que lhes possibilitem n\u00e3o terem mais que voltar \u00e0 Terra&#8230;<br \/>\n<br \/>    H\u00e1 outra situa\u00e7\u00e3o em que os Judeus julgavam ser poss\u00edvel a reencarna\u00e7\u00e3o: o cumprimento de miss\u00e3o. O exemplo mais claro \u00e9 o da esperada volta do Profeta Elias para a prepara\u00e7\u00e3o dos caminhos do Messias, conforme atesta o pr\u00f3prio Mestre: \u201cE, se quereis dar cr\u00e9dito, \u00e9 este o Elias que havia de vir\u201d2, referindo-se a Jo\u00e3o Batista.<br \/>\n<br \/>    Coube ao Espiritismo trazer o conhecimento da reencarna\u00e7\u00e3o ao mundo ocidental, e o fez dan-do uma vis\u00e3o muito mais ampla e profunda, demonstrando que todos os Esp\u00edritos reencarnam, n\u00e3o apenas para a solu\u00e7\u00e3o de equ\u00edvocos de uma vida passada, ou para o cumprimento de determinada mis-s\u00e3o, mas pela necessidade inerente a toda a cria\u00e7\u00e3o: o imperativo do progresso, da evolu\u00e7\u00e3o.<br \/>\n<br \/>    Em verdade, ainda que n\u00e3o houvesse nenhuma afirma\u00e7\u00e3o a respeito da pluralidade das exist\u00ean-cias, ela seria depreendida como necessidade absoluta, face \u00e0 amplitude do programa de aperfei\u00e7oa-mento da alma apresentado por Jesus, atrav\u00e9s do Evangelho. De quanto mil\u00eanios vamos necessitar para pormos em pr\u00e1tica, integralmente, um ensinamento como esse: \u201cEu, por\u00e9m, vos digo: Amai os vossos inimigos; fazei o bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos perseguem e caluniam\u201d3? De quantos mil\u00eanios vamos necessitar, n\u00f3s Esp\u00edritos ainda vacilantes entre o bem e o mal, que n\u00e3o sabemos amar plenamente nem os amigos? O Codificador demonstra sua vis\u00e3o l\u00facida a respeito do assunto, quando inquire os Esp\u00edritos: \u201cComo pode a alma, que n\u00e3o alcan\u00e7ou a perfei\u00e7\u00e3o durante a vida corp\u00f3rea, acabar de depurar-se?\u201d 4<br \/>\n<br \/>    A reencarna\u00e7\u00e3o \u2013 opondo-se frontalmente \u00e0 salva\u00e7\u00e3o gratuita pela f\u00e9 \u2013 dignifica o Esp\u00edrito i-mortal, que vai galgando os degraus do aperfei\u00e7oamento ao longo dos mil\u00eanios sucessivos, crescendo em sentimento e intelectualidade, num trabalhoso processo de exterioriza\u00e7\u00e3o da heran\u00e7a divina, conce-dida igualmente a todos os Esp\u00edritos. No nascedouro, todos absolutamente iguais. As diferen\u00e7as indi-viduais, portanto, n\u00e3o decorrem de capricho divino, mas sim do empenho de cada Esp\u00edrito no sentido de promover o seu pr\u00f3prio progresso. Nesse caminhar, vai recebendo, por justi\u00e7a, os frutos de todo o bem semeado, e, em fun\u00e7\u00e3o dessa mesma justi\u00e7a, \u00e9 compelido a reparar os males praticados, mas n\u00e3o em igual medida, gra\u00e7as \u00e0 miseric\u00f3rdia divina.<br \/>\n<br \/>    O Espiritismo, ao revelar ao mundo ocidental a reencarna\u00e7\u00e3o, prova que a verdade religiosa n\u00e3o \u00e9 incompat\u00edvel com a verdade cient\u00edfica, explicando que a evolu\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito caminha pari passu com a evolu\u00e7\u00e3o f\u00edsica demonstrada por Darwin, ao tempo em que resgata diante da consci\u00eancia huma-na um dos atributos b\u00e1sicos de um Ser Perfeito: a Justi\u00e7a. Tudo prov\u00e9m de uma mesma fonte, todos partimos de um mesmo ponto, dotados da mesma potencialidade evolutiva, conforme ensinaram os Esp\u00edritos: \u201c\u00c9 assim que tudo serve, tudo se encadeia na Natureza, desde o \u00e1tomo primitivo ao arcanjo, que tamb\u00e9m come\u00e7ou por ser \u00e1tomo.\u201d5 Por conhecer essa luz divina imanente em toda a cria\u00e7\u00e3o, \u00e9 que Jesus lan\u00e7ou o desafio evolutivo: \u201cAssim resplande\u00e7a a vossa luz diante dos homens (&#8230;)\u201d.6<br \/>\n<br \/>    A evolu\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito fica muito evidente nas palavras de Jesus, quando se declara, ele tam-b\u00e9m, um Esp\u00edrito em evolu\u00e7\u00e3o: \u201cNa verdade, na verdade vos digo que aquele que cr\u00ea em mim tamb\u00e9m far\u00e1 as obras que eu fa\u00e7o, e as far\u00e1 maiores do que estas (&#8230;).\u201d7 \u00c9 verdade que no dia em que chegar-mos a fazer o que o Mestre fazia \u00e0 \u00e9poca em que pronunciou essas palavras \u2013 daqui a alguns milh\u00f5es de anos \u2013, pensando que nos igualamos a ele, ele estar\u00e1 ainda \u00e0 nossa frente, pois ele disse que poder\u00ed-amos fazer obras maiores do que as que ele fazia, mas n\u00e3o disse que n\u00f3s o ultrapassar\u00edamos. Ultrapas-saremos o ponto evolutivo em que ele se encontrava naquele dia, mas ele estar\u00e1 ainda \u00e0 nossa frente, de vez que a evolu\u00e7\u00e3o \u00e9 infinita. E n\u00f3s nem sabemos o que \u00e9 infinito, a n\u00e3o ser atrav\u00e9s de uma defini-\u00e7\u00e3o terrivelmente circular: \u201caquilo que n\u00e3o tem fim\u201d!<br \/>\n<br \/>    Kardec, em brilhante ensaio8, defende, com argumenta\u00e7\u00e3o irretorqu\u00edvel, o imperativo da reen-carna\u00e7\u00e3o sob a \u00f3tica da justi\u00e7a e da miseric\u00f3rdia de Deus. \u00c9 um trabalho monumental, at\u00e9 hoje n\u00e3o contestado por fil\u00f3sofo ou te\u00f3logo algum. Muitos livros foram escritos tendo como tema a reencarna-\u00e7\u00e3o, mas n\u00e3o se conhece nenhum trabalho s\u00e9rio que rebata os argumentos ali apresentados.<br \/>\n<br \/>    Aos argumentos alinhados pelo Codificador, pode-se ainda acrescentar uma s\u00e9rie de outros, gra\u00e7as aos esclarecimentos trazidos pelo Espiritismo:<br \/>\n<br \/>    Se o Esp\u00edrito fosse criado juntamente com o corpo, como ficaria a justi\u00e7a divina ante a flagran-te diferen\u00e7a que existe entre as oportunidades deferidas ao homem e \u00e0 mulher, na fam\u00edlia, na sociedade e at\u00e9 mesmo nas religi\u00f5es? Seria o caso de a mulher perguntar \u2013 e muitas perguntam \u2013 por que Deus as criou mulheres, sem as consultar, para sofrerem, em muitos casos, cerceamento de liberdade por parte dos pais, e depois as exig\u00eancias e, n\u00e3o raro, a brutalidade dos maridos, enquanto lhes pesam nos om-bros as s\u00e9rias responsabilidades no encaminhamento e na manuten\u00e7\u00e3o da sa\u00fade dos filhos. O Espiri-tismo, dentro de uma vis\u00e3o evolucionista, mostra que o Esp\u00edrito n\u00e3o tem sexo, podendo encarnar-se como homem ou como mulher, segundo o seu livre-arb\u00edtrio.<br \/>\n<br \/>    De acordo com a doutrina da unicidade das exist\u00eancias, a cria\u00e7\u00e3o de novas almas n\u00e3o seria de-corrente da vontade do Criador, mas estaria sujeita ao arb\u00edtrio dos casais, pois que poderiam usar um contraceptivo, impedindo Deus de usar o Seu poder de criar uma nova alma. O Espiritismo nos ensina que, ao usar qualquer recurso anticoncepcional, um casal apenas impede que um Esp\u00edrito, j\u00e1 criado por Deus, que j\u00e1 encarnou-se outras vezes, volte \u00e0 Terra para uma nova etapa de aprendizagem.<br \/>\n<br \/>    No caso de um estupro, por que se valeria Deus de um ato de viol\u00eancia, de ultraje, de desrespei-to, para criar um Esp\u00edrito? Onde estaria a justi\u00e7a divina, se outros s\u00e3o criados, ao contr\u00e1rio, em mo-mentos de amor sublime, como filhos altamente desejados? Por que teria esse Esp\u00edrito, fruto de uma viol\u00eancia, de ficar estigmatizado por toda a Eternidade? Atrav\u00e9s dos esclarecimentos da Doutrina Esp\u00ed-rita, sabe-se que o acontecimento brutal que se deu tem causas anteriores, e que o Esp\u00edrito que se reen-carna, aceitando ou sendo compelido a aceitar uma situa\u00e7\u00e3o dessa natureza, tem liga\u00e7\u00f5es de natureza v\u00e1ria, estabelecidas no passado, principalmente com aquela que lhe ser\u00e1 m\u00e3e.<br \/>\n<br \/>    Se n\u00e3o houvesse experi\u00eancias anteriores, como explicar a rebeldia, a brutalidade, o mau car\u00e1ter de um filho que tem toda uma ancestralidade constitu\u00edda de pessoas dignas? Algu\u00e9m poder\u00e1 objetar, dizendo que \u00e9 heran\u00e7a gen\u00e9tica de um parente long\u00ednquo. Mas que culpa t\u00eam os pais? Por que Deus permitiria que esses gens danosos entrassem na forma\u00e7\u00e3o daquela alma? A prosperar essa id\u00e9ia, che-gar-se-ia ao absurdo de, no esfor\u00e7o de impedir Deus de criar Esp\u00edritos de mau car\u00e1ter, dever-se-ia este-rilizar todos os que n\u00e3o fossem portadores de virtudes. Seria assim f\u00e1cil \u201caperfei\u00e7oar\u201d a ra\u00e7a humana, como pretenderam, no campo f\u00edsico, os cultores da louca teoria da ra\u00e7a pura.<br \/>\n<br \/>    O Espiritismo esclarece que ningu\u00e9m herda intelig\u00eancia, virtudes ou defeitos morais, por serem atributos do Esp\u00edrito, que os traz como bagagem pr\u00f3pria, intransfer\u00edvel quando reencarna. Se um casal tem um filho que lhes nega as linhas morais da fam\u00edlia, trata-se de um Esp\u00edrito que foi por eles adota-do, em fun\u00e7\u00e3o do desejo de auxili\u00e1-lo, ou o receberam como conseq\u00fc\u00eancia de um passado comprome-tido com ele, \u201cporquanto o Esp\u00edrito j\u00e1 existia antes da forma\u00e7\u00e3o do corpo.\u201d9 Dentro dessa linha de ra-cioc\u00ednio, chega-se \u00e0 conclus\u00e3o que todos os filhos s\u00e3o adotivos, enquanto Esp\u00edritos criados por Deus. O casal apenas \u201cfornece o inv\u00f3lucro corporal.\u201d9 Diga-se, de passagem, que, para um ajustamento de linguagem, dever-se-ia dizer: filhos consang\u00fc\u00edneos e n\u00e3o-consang\u00fc\u00edneos, porque todos s\u00e3o adotivos.<br \/>\n<br \/>    A doutrina reencarnacionista \u00e9 a \u00fanica que n\u00e3o \u00e9 racista, pois demonstra que Deus n\u00e3o seria justo se criasse um Esp\u00edrito imortal dentro de uma ra\u00e7a. O Esp\u00edrito \u00e9 criado por Deus e evolui, passan-do pela humaniza\u00e7\u00e3o, no processo de angelizar-se. Ao humanizar-se, encarna-se in\u00fameras vezes, nas mais variadas ra\u00e7as, mas seu in\u00edcio, sua cria\u00e7\u00e3o n\u00e3o est\u00e1 vinculada a grupo \u00e9tnico nenhum. A bem di-zer, todos os Esp\u00edritos pertencemos a uma \u00fanica ra\u00e7a, pertencemos \u00e0 ra\u00e7a divina, porque somos filhos de Deus.   <\/p>\n<p>Bibliografia<br \/>\n<br \/>Novo Testamento:<br \/>\n<br \/>1 &#8211; Lc, 10: 25<br \/>\n<br \/>2 &#8211; Mt, 11: 14<br \/>\n<br \/>3 &#8211; Mt, 5: 44<br \/>\n<br \/>6 &#8211; Mt, 5: 16<br \/>\n<br \/>7 &#8211; Jo, 14:12<br \/>\n<br \/>O Livro dos Esp\u00edritos<br \/>\n<br \/>4 &#8211; item 166<br \/>\n<br \/>5 &#8211; item 540<br \/>\n<br \/>8 &#8211; item 222<br \/>\n<br \/>9 &#8211; O Evangelho segundo o Espiritismo: Cap. 14, item 8 <\/p>\n<p>Jos\u00e9 Passini<br \/>\n<br \/>Juiz de Fora (MG)<br \/>\n<br \/>passinijose@yahoo.com.br<\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_12613\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"12613\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 16\/16;\" \/><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Jos\u00e9 Passini A volta do Esp\u00edrito ao mundo corp\u00f3reo \u00e9 conhecida desde tempos remotos. Os Eg\u00edpcios, os Hindus e os Gregos sabiam que a alma poderia voltar \u00e0 Terra, usando um novo corpo. Esses povos acreditavam que, por efeito de determinada puni\u00e7\u00e3o, essa volta \u00e0 vida f\u00edsica poderia dar-se at\u00e9 num corpo animal. 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