{"id":12813,"date":"2016-03-09T08:46:00","date_gmt":"2016-03-09T08:46:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo12813\/"},"modified":"2016-03-09T09:04:48","modified_gmt":"2016-03-09T12:04:48","slug":"artigo12813","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo12813\/","title":{"rendered":"Aceita\u00e7\u00e3o &#8211; Pelo Esp\u00edrito Hammed"},"content":{"rendered":"<p>Pelo Esp\u00edrito Hammed<\/p>\n<p>Tenhamos em mente que n\u00e3o somos o que os outros pensam e, muitas vezes, nem mesmo o que pensamos ser, mas somos, verdadeiramente, o que sentimos. Ali\u00e1s, os sentimentos revelam nosso desempenho no passado, nossa atua\u00e7\u00e3o no presente e nossa potencialidade no futuro.<\/p>\n<p>Auto-aceita\u00e7\u00e3o \u00e9 um dos desafios que recebemos na vida. Ou vivemos como pessoas libertas do jugo alheio, ou aceitamos ser manipulados e viver afastados ou separados daquilo que sentimos e pensamos.<\/p>\n<p>Quando aceitamos a n\u00f3s mesmos, eliminamos as amarras de doentia depend\u00eancia que nos vinculam aos outros, cujos costumes, cren\u00e7as e valores n\u00e3o s\u00e3o os nossos. E reconhecemos que podemos viver e nos relacionar respeitando o modo de ser deles, da mesma forma que devemos respeitar a nossa individualidade e liberdade de pensamento, sem nenhum receio de discrimina\u00e7\u00e3o ou isolamento.<\/p>\n<p>Uma das maiores preocupa\u00e7\u00f5es de certas pessoas \u00e9 o que os outros poder\u00e3o pensar a respeito delas. Fixam seu estado de \u00e2nimo na volubilidade das atitudes alheias, ou seja, nas opini\u00f5es ou ponto de vistas inst\u00e1veis da coletividade.<\/p>\n<p>O valor e a import\u00e2ncia que essas criaturas atribuem a si pr\u00f3prias oscilam de conformidade com o ju\u00edzo mut\u00e1vel e vacilante das massas, visto que elas se estruturam sobre um padr\u00e3o de personalidade ciclot\u00edmico \u2013 caracterizado por per\u00edodos de alegria exagerada e hiperatividade intercalados com outros momentos de depress\u00e3o, ang\u00fastia e in\u00e9rcia.<\/p>\n<p>Quanto mais nos preocupamos com a impress\u00e3o que causamos nos outros, menos descobriremos quem realmente somos. A prop\u00f3sito, o ardor do empenho que fazemos para ser valorizados \u00e9 proporcional \u00e0 desvaloriza\u00e7\u00e3o que sentimos por n\u00f3s.<\/p>\n<p>O que as pessoas pensam de n\u00f3s \u00e9 um problemas delas; n\u00e3o podemos nos ver tal como os outros nos veem, pois isso nos levar\u00e1 a viver alienados, ignorando os fatores psicol\u00f3gicos ou sentimentos e emo\u00e7\u00f5es que nos fazem agir perante a vida de conformidade com nossos impulsos internos.<\/p>\n<p>Querer parecer impec\u00e1vel diante dos outros \u00e9 tarefa desgastante e desnecess\u00e1ria. Por mais que nos consumamos energeticamente no esfor\u00e7o de agrad\u00e1-los, nunca faremos o suficiente para que eles nos vejam melhores ou piores do que realmente somos.<\/p>\n<p>A esfera intelectual explica aquilo que sentimos, todavia ela pode racionalizar os sentimentos, criar \u00e1libis e disfarces que nos afastem d nossa vida interior. Tenhamos em mente que n\u00e3o somos o que os outros pensam e, muitas vezes, nem mesmos o que pensamos ser; mas somos, verdadeiramente, o que sentimos. Ali\u00e1s, os sentimentos revelam nosso desempenho no passado, nossa atua\u00e7\u00e3o no presente e nossa potencialidade no futuro.<\/p>\n<p>Os bons dicionaristas definem reputa\u00e7\u00e3o como conceito de que goza uma pessoa em seu grupo social. Reputar (do latim reputare) significa computar, contar, achar, julgar, considerar. Ou mesmo, avaliar e ter em conta o \u201cbom nome\u201d de algu\u00e9m, ou julgar as pessoas como \u201ccertas\u201d ou \u201cerradas\u201d.<\/p>\n<p>Devemos dar mais import\u00e2ncia e aten\u00e7\u00e3o \u00e0 nossa consci\u00eancia do que \u00e0 nossa reputa\u00e7\u00e3o. A consci\u00eancia est\u00e1 ligada \u00e0 soberania da Vida Superior, enquanto a reputa\u00e7\u00e3o \u00e9 condicionada ao car\u00e1ter inst\u00e1vel e temperamento vacilante dos seres humanos.<\/p>\n<p>Milh\u00f5es de criaturas cr\u00eaem em coisas bem diferentes, porque ensinamentos diversos lhes foram transmitidos quando crian\u00e7as. Coisas dessemelhantes foram ensinadas a crian\u00e7as budistas, crist\u00e3s, xinto\u00edstas, mu\u00e7ulmanas e hindu\u00edstas. Se essas mesmas crian\u00e7as forem chinesas, francesas, indianas, russas ou vietnamitas, cada uma delas crescer\u00e1 com a firme convic\u00e7\u00e3o racial religiosa de que est\u00e3o certas e as outras erradas. Ainda entre as mesmas religi\u00f5es, h\u00e1 pontos de vistas divergentes sobre tratados teol\u00f3gicos ou doutrin\u00e1rios e, portanto, h\u00e1 dissens\u00f5es.<\/p>\n<p>A reputa\u00e7\u00e3o est\u00e1 vinculada \u00e0 \u201cmoral social\u201d, \u00e0s regras, valores, ra\u00e7a, tradi\u00e7\u00e3o e costumes de uma era, \u00e9poca ou povo, enquanto a consci\u00eancia est\u00e1 interligada \u00e0s leis eternas e naturais de todos os tempos.<\/p>\n<p>Quando as pessoas nos disserem alguma coisa sobre algo ou algu\u00e9m, deveremos pensar de n\u00f3s para n\u00f3s mesmos: Ser\u00e1 isso verdade para quem? Que tipo de prova existe? H\u00e1 elementos mais claros e espec\u00edficos para estimar este fato? Qual a base referencial que devo adotar para fazer essa avalia\u00e7\u00e3o? Ser\u00e1 que as pessoas envolvidas cr\u00eaem apenas por for\u00e7a da religi\u00e3o, tradi\u00e7\u00e3o autoritarismo ou revela\u00e7\u00e3o m\u00edstica? H\u00e1 elementos mais objetivos para apreciar essa atitude?<\/p>\n<p>\u201cO Esp\u00edrito que animou o corpo de um homem, em nova exist\u00eancia, pode animar o de uma mulher, e vice-versa (&#8230;)\u201d, pois na verdade, \u201c(&#8230;) s\u00e3o os mesmos Esp\u00edritos que animam os homens e as mulheres\u201d \u00b9.<\/p>\n<p>Cada individualidade traz consigo uma experi\u00eancia \u00fanica e particular na \u00e1rea sexual e, portanto, uma estrutura psicol\u00f3gica tamb\u00e9m espec\u00edfica, com particularidades masculinas e femininas. Em determinadas situa\u00e7\u00f5es evolutivas, encarnamos como homem; em outras como mulher. Em vista disso, a alma atravessa imensos est\u00e1gios de aprendizagem e desenvolvimento evolutivo na noite dos tempos, constituindo em sua intimidade o fen\u00f4meno da bissexualidade. Dessa maneira, homens, mulheres nada mais s\u00e3o do que Esp\u00edritos imortais usando temporariamente uma vestimenta masculina ou feminina.<\/p>\n<p>Ao julgarmos algo ou algu\u00e9m, quase sempre emitimos pareceres ilus\u00f3rios, n\u00e3o fundamentados em bases, raz\u00f5es e motivos s\u00f3lidos. Pronunciamos uma centena prematura de condena\u00e7\u00e3o ou de absolvi\u00e7\u00e3o, sem conhecimento pr\u00e9vio de tudo o que vem ocorrendo na intimidade humana.<\/p>\n<p>N\u00e3o nos damos conta de que um julgamento arbitr\u00e1rio \u00e9 o \u201ddecl\u00ednio do entendimento\u201d, da empatia, da complac\u00eancia e da aceita\u00e7\u00e3o para com a nossa \u201cdiversidade existencial\u201d, bem como a das outras pessoas. O julgamento \u00e9 o \u201cnaufr\u00e1gio da compreens\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>Ao alterarmos a nossa \u201cvis\u00e3o ef\u00eamera\u201d para uma \u201cvis\u00e3o de eternidade\u201d, mudamos a \u201cconcep\u00e7\u00e3o de mundo\u201d cartesiano e simplista em que vivemos, alterando assim as conclus\u00f5es equivocadas a respeito das pessoas e da vida. O normal, o anormal, o moral, o imoral, o natural e o n\u00e3o natural s\u00e3o relativos, mesmo quando se trata da configura\u00e7\u00e3o ou da apar\u00eancia externa da mat\u00e9ria.<\/p>\n<p>Jesus de Nazar\u00e9, numa atitude incomum em seu tempo, demonstrava apre\u00e7o e respeito aos exclu\u00eddos e discriminados, oferecendo igual aten\u00e7\u00e3o \u00e0s diferen\u00e7as de classes sociais e sexuais; aos ladr\u00f5es, \u00e0s prostitutas, aos ad\u00falteros, aos cobradores de impostos. N\u00e3o fazia acep\u00e7\u00e3o ou escolha em favor de pessoas por sua classe social, t\u00edtulo, sexo, nacionalidade.<\/p>\n<p>O Mestre deixou claro que, para Deus, n\u00e3o havia eleitos \u2013 o reino dos c\u00e9us era uma conquista comum a todos aqueles que cultivassem o amor a Deus, ao pr\u00f3ximo e a si mesmo. Essa convic\u00e7\u00e3o \u00e9 que levou Paulo de Tarso a firmar aos crist\u00e3os da igreja da Gal\u00e1cia: \u201cDeus n\u00e3o faz acep\u00e7\u00e3o de pessoas\u201d \u00b2.<\/p>\n<p>\u00b9 Quest\u00e3o 201 do Livro dos Esp\u00edritos<\/p>\n<p>O Esp\u00edrito que animou o corpo de um homem, em nova exist\u00eancia, pode animar o de uma mulher, e vice\u2013versa?<\/p>\n<p>\u201cSim, s\u00e3o os mesmos Esp\u00edritos que animam os homens e as mulheres.\u201d<\/p>\n<p>\u00b2 G\u00e1latas, 2:6.<\/p>\n<p>(Do livro \u201cOs Prazeres da Alma\u201d \u2013 M\u00e9dium Francisco do Esp\u00edrito Santo Neto)<br \/>\n<\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_12813\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"12813\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 16\/16;\" \/><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pelo Esp\u00edrito Hammed Tenhamos em mente que n\u00e3o somos o que os outros pensam e, muitas vezes, nem mesmo o que pensamos ser, mas somos, verdadeiramente, o que sentimos. 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