{"id":13245,"date":"2016-07-13T07:42:00","date_gmt":"2016-07-13T07:42:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo13245\/"},"modified":"2016-07-13T07:49:14","modified_gmt":"2016-07-13T10:49:14","slug":"artigo13245","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo13245\/","title":{"rendered":"Irresponsabilidade &#8211; Hammed"},"content":{"rendered":"<p>Hammed <\/p>\n<p>Somos n\u00f3s mesmos que fazemos os nossos caminhos e depois os denominamos de fatalidade.<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 coerente que cada um de n\u00f3s trabalhe para alcan\u00e7ar a pr\u00f3pria felicidade? N\u00e3o \u00e9 l\u00f3gico que devemos nos responsabilizar apenas por nossos atos? N\u00e3o nos afirma a sabedoria do Evangelho que ser\u00edamos conhecidos, exclusivamente, pelas nossas obras?<br \/>\n<br \/>Fazer os outros seguros e felizes \u00e9 miss\u00e3o imposs\u00edvel de realizar, se acreditarmos que depende unicamente de n\u00f3s a plenitude de sua concretiza\u00e7\u00e3o. Se assim admitimos, passamos, a partir ent\u00e3o, a esperar e a cobrar retribui\u00e7\u00e3o; em outras palavras, a reciprocidade. N\u00e3o seria mais f\u00e1cil que cada um de n\u00f3s conquistasse sua felicidade para que depois pudesse desfrut\u00e1-la, convivendo com algu\u00e9m que tamb\u00e9m conquistou por si mesmo? Qual a raz\u00e3o de a ofertarmos aos outros e, por sua vez, os outros a concederem a n\u00f3s? Por certo, s\u00f3 podemos ensinar ou partilhar o que aprendemos.<br \/>\n<br \/>Assim disse Pedro, o ap\u00f3stolo: \u201cN\u00e3o tenho ouro nem prata; mas o que tenho, isso te dou.\u201d<br \/>\n<br \/>Dessa maneira, vivemos constantemente colocando nossas necessidades em segundo plano e, ao mesmo tempo, nos esquecendo de que a maior de todas as responsabilidades \u00e9 aquela que temos para com n\u00f3s mesmos.<br \/>\n<br \/>Os acontecimentos exteriores de nossa vida s\u00e3o os resultados direta de nossas atitudes internas. A princ\u00edpio, podemos relutar para assimilar e entender esse conceito, porque \u00e9 melhor continuarmos a acreditar que somos v\u00edtimas indefesas de for\u00e7as que n\u00e3o est\u00e3o sob o nosso controle. Efetivamente, somos n\u00f3s mesmos que fazemos os nossos caminhos e depois os denominamos de fatalidade.<br \/>\n<br \/>\u201cHaver\u00e1 fatalidade nos acontecimentos da vida, conforme ao sentido que se d\u00e1 a este voc\u00e1bulo? (&#8230;) s\u00e3o predeterminados? E, neste caso, que vem a ser do livre-arb\u00edtrio?\u201d, pergunta Kardec aos Semeadores da Nova Revela\u00e7\u00e3o. E eles respondem: \u201cA fatalidade existe unicamente pela escolha que o Esp\u00edrito fez, ao encarnar (&#8230;) Escolhendo-a, instituiu para si uma esp\u00e9cie de destino&#8230;\u201d<br \/>\n<br \/>\u00c9 inevit\u00e1vel para todos n\u00f3s o fato de que vivemos, invariavelmente, escolhendo. A condi\u00e7\u00e3o primordial do livre-arb\u00edtrio \u00e9 a escolha e, para que possamos viver, torna-se indispens\u00e1vel escolher sempre. Nossa exist\u00eancia se faz atrav\u00e9s de um processo intermin\u00e1vel de escolhas sucessivas.<br \/>\n<br \/>Eis aqui um fato incontest\u00e1vel da vida: o amadurecimento do ser humano inicia-se quando cessam suas acusa\u00e7\u00f5es ao mundo.<br \/>\n<br \/>Entretanto, h\u00e1 indiv\u00edduos que se julgam perseguidos por um destino cruel e censuram tudo e todos, menos eles mesmos. Recusam, sistematicamente, a responsabilidade por suas desventuras, atribuindo a culpa \u00e0s circunst\u00e2ncias e \u00e0s pessoas, bem como n\u00e3o reconhecem a conex\u00e3o existente entre os fatos exteriores e seu comportamento mental. No \u00edntimo, essas pessoas n\u00e3o definiram limites em seu mundo interior e vivem num verdadeiro emaranhado de energias desconexas. Os limites nascem das nossas decis\u00f5es profundas sobre o que acreditamos ser nossos direitos pessoais.<br \/>\n<br \/>Nossas demarca\u00e7\u00f5es estabelecem nosso pr\u00f3prio territ\u00f3rio, cercam nossas for\u00e7as vitais e determinam as linhas divis\u00f3rias de nosso ser individual. H\u00e1 um espa\u00e7o delimitado onde n\u00f3s terminamos e os outros come\u00e7am.<br \/>\n<br \/>Algumas criaturas aprenderam, desde a inf\u00e2ncia, o senso dos limites com pais amadurecidos. Isso os mant\u00e9m firmes e saud\u00e1veis dentro de si mesmas. Outras, por\u00e9m, n\u00e3o. Quando atingiram a fase adulta, n\u00e3o sabiam como distinguir quais s\u00e3o e quais n\u00e3o s\u00e3o suas responsabilidades. Muitas constru\u00edram muros de isolamento que as separaram do crescimento e da realiza\u00e7\u00e3o interior, ou ainda paredes com enormes cavidades que as tornaram suscet\u00edveis a uma confus\u00e3o de suas emo\u00e7\u00f5es com as de outras pessoas.<br \/>\n<br \/>Limites s\u00e3o o portal dos bons relacionamentos. T\u00eam como objetivo nos tornar firmes e conscientes de n\u00f3s mesmos, a fim de sermos capazes de nos aproximar dos outros sem sufoc\u00e1-los ou desrespeit\u00e1-los. Visam tamb\u00e9m evitar que sejamos constrangidos a n\u00e3o confiar em n\u00f3s mesmos.<br \/>\n<br \/>Ser respons\u00e1vel implica ter a determina\u00e7\u00e3o para responder pelas conseq\u00fc\u00eancias das atitudes adotadas.<br \/>\n<br \/>Ser respons\u00e1vel \u00e9 assumir as experi\u00eancias pessoais, para atingir uma real compreens\u00e3o dos acertos e dos desenganos.<br \/>\n<br \/>Ser respons\u00e1vel \u00e9 decidir por si mesmo para onde ir e descobrir a raz\u00e3o do pr\u00f3prio querer.<br \/>\n<br \/>N\u00e3o existem \u201cv\u00edtimas da fatalidade\u201d; n\u00f3s \u00e9 que somos os promotores do nosso destino. Somos a causa dos efeitos que ocorrem em nossa exist\u00eancia.<\/p>\n<p>Aceitar o princ\u00edpio da responsabilidade individual e estabelecer limites descomplica nossa vida, tornando-os cada vez mais conscientes de tudo o que acontece ao nosso derredor.<br \/>\n<br \/>Escolhendo com responsabilidade e sabedoria, poderemos transmutar, sem exce\u00e7\u00e3o, as amarguras em que vivemos na atualidade. A auto-responsabilidade nos proporcionar\u00e1 a d\u00e1diva de reconhecer que qualquer mudan\u00e7a de rota no itiner\u00e1rio de nossa \u201cviagem c\u00f3smica\u201d depender\u00e1, invariavelmente, de n\u00f3s.<\/p>\n<p>Esp\u00edrito: HAMMED<br \/>\n<br \/>M\u00e9dium: Francisco do Esp\u00edrito Santo Neto \u2013 As dores da alma.<\/p>\n<p>\u201cO Espiritismo \u00e9 toda uma Ci\u00eancia, toda uma Filosofia. Quem desejar conhece-lo seriamente deve pois, como primeira condi\u00e7\u00e3o<\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_13245\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"13245\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 16\/16;\" \/><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Hammed Somos n\u00f3s mesmos que fazemos os nossos caminhos e depois os denominamos de fatalidade. 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