{"id":13348,"date":"2016-08-23T16:43:00","date_gmt":"2016-08-23T16:43:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2016-08-23T16:43:00","modified_gmt":"2016-08-23T16:43:00","slug":"artigo13348","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo13348\/","title":{"rendered":"Livro dos Esp\u00edritos &#8211; Pergunta Numero: 394"},"content":{"rendered":"<div align=left><em><strong>394. Nos mundos mais adiantados que o nosso, onde n\u00e3o existem todas as nossas necessidades f\u00edsicas e as nossas enfermidade, os homens compreendem que s\u00e3o mais felizes do que n\u00f3s? A felicidade, em geral, \u00e9 relativa, sentimo-la por compara\u00e7\u00e3o com um estado menos feliz. Como, em suma, alguns desses mundos, embora melhores que o nosso, n\u00e3o chegaram ao estado de perfei\u00e7\u00e3o, os homens que os habitam devem ter motivos de aborrecimento a seu modo. Entre n\u00f3s, o rico, ainda que n\u00e3o sofra a ang\u00fastia das necessidades materiais como o pobre, n\u00e3o est\u00e1 menos sujeito a tribula\u00e7\u00f5es que lhe amarguram a vida. Ora, pergunto se, na sua posi\u00e7\u00e3o, os habitantes desses mundos n\u00e3o se sentem t\u00e3o infelizes quanto n\u00f3s e n\u00e3o lastimam a pr\u00f3pria sorte. j\u00e1 que n\u00e3o t\u00eam a lembran\u00e7a de uma exist\u00eancia inferior para compara\u00e7\u00e3o?<\/p>\n<p> \u2013 A isto \u00e9 preciso dar duas respostas diferentes. H\u00e1 mundos, entre aqueles de que falas, em que os habitantes, situados, como dizes, em melhores condi\u00e7\u00f5es que v\u00f3s, nem por isso est\u00e3o menos sujeitos a grandes desgostos, e mesmo a infelicidades. Estes n\u00e3o apreciam a sua felicidade pelo fato mesmo de n\u00e3o se lembrarem de um estado ainda mais infeliz. Se, entretanto, n\u00e3o a apreciam como homens, o fazem como Esp\u00edritos. N\u00e3o h\u00e1, no esquecimento dessas exist\u00eancias passadas, sobretudo quando foram penosas, alguma coisa de providencial, onde se rever a sabedoria divina? E nos mundos superiores, quando a lembran\u00e7a das exist\u00eancias infelizes n\u00e3o passa de um sonho mau, que elas se apresentam \u00e0 mem\u00f3ria. Nos mundos inferiores, as infelicidades presentes n\u00e3o seriam agravadas pela recorda\u00e7\u00e3o de tudo aquilo que se tivesse suportado? Concluamos, portanto, que tudo quanto Deus faz \u00e9 bem feito, e que n\u00e3o nos cabe criticar as suas obras e dizer como Ele deveria ter regulado o Universo. A lembran\u00e7a de nossas individualidades anteriores teria grav\u00edssimos inconvenientes. Poderia, em certos casos, humilhar-nos extraordinariamente, em outros, exaltar o nosso orgulho, e por isso mesmo entravar o nosso livre arb\u00edtrio. Deus nos deu, para nos melhorarmos, justamente o que nos \u00e9 necess\u00e1rio e suficiente: a voz da consci\u00eancia e nossas tend\u00eancias instintivas, tirando-nos aquilo que nos poderia prejudicar. Acrescentemos ainda que, se tiv\u00e9ssemos a lembran\u00e7a de nossos atos pessoais anteriores, ter\u00edamos a dos atos alheios, e esse conhecimento poderia ter os mais desagrad\u00e1veis efeitos sobre as rela\u00e7\u00f5es sociais. N\u00e3o havendo sempre motivo para nos orgulharmos do nosso passado, \u00e9 quase sempre uma felicidade que um v\u00e9u seja lan\u00e7ado sobre ele. Isso concorda perfeitamente com a doutrina dos Esp\u00edritos sobre os mundos superiores ao nosso. Nesses mundos, onde n\u00e3o reina sen\u00e3o o bem, a lembran\u00e7a do passado nada tem de penosa, \u00e9 por isso que neles se recorda com freq\u00fc\u00eancia a exist\u00eancia precedente, como nos lembramos do que fizemos na v\u00e9spera. Quanto \u00e0 passagem que se possa ter tido por mundos inferiores, a sua lembran\u00e7a nada mais \u00e9, como dissemos, do que um sonho mau.  <\/strong><\/em><\/div>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_13348\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"13348\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 16\/16;\" \/><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>394. 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