{"id":13358,"date":"2016-08-30T08:31:00","date_gmt":"2016-08-30T08:31:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2016-08-30T08:31:00","modified_gmt":"2016-08-30T08:31:00","slug":"artigo13358","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo13358\/","title":{"rendered":"Evangelho Segundo o Espiritismo  Parte 77"},"content":{"rendered":"<div align=left><em><strong>O DUELO<BR><BR>11. S\u00f3 \u00e9 verdadeiramente grande aquele que, considerando a vida uma viagem que o h\u00e1 de conduzir a determinado ponto, pouco caso faz das asperezas da jornada e n\u00e3o deixa que seus passos se desviem do caminho reto. Com o olhar constantemente dirigido para o termo a alcan\u00e7ar, nada lhe importa que as urzes e os espinhos ameacem produzir-lhe arranhaduras, umas e outros lhe ro\u00e7am a epiderme, sem o ferirem, nem impedirem de prosseguir na caminhada. Expor seus dias para se vingar de uma inj\u00faria \u00e9 recuar diante das prova\u00e7\u00f5es da vida, \u00e9 sempre um crime aos olhos de Deus, e, se n\u00e3o f\u00f4sseis, como sois, iludidos pelos vossos preju\u00edzos, tal coisa seria rid\u00edcula e uma suprema loucura aos olhos dos homens. <BR><BR>H\u00e1 crime no homic\u00eddio em duelo, a vossa pr\u00f3pria legisla\u00e7\u00e3o o reconhece.  Ningu\u00e9m  tem o direito, em caso algum, de atentar contra a vida de seu semelhante: \u00e9 um crime aos olhos de Deus, que vos tra\u00e7ou a linha de conduta que tendes de seguir. Nisso, mais do que em qualquer outra circunst\u00e2ncia, sois juizes em causa pr\u00f3pria. Lembrai-vos de que somente vos ser\u00e1 perdoado, conforme perdoardes, pelo perd\u00e3o vos acercais da Divindade, pois a clem\u00eancia e irm\u00e3 do poder. Enquanto na Terra correr uma gota de sangue humano, vertida pela m\u00e3o dos homens, o verdadeiro reino de Deus ainda se n\u00e3o ter\u00e1 implantado a\u00ed, reino de paz e de amor, que h\u00e1 de banir para sempre do vosso planeta a animosidade, a disc\u00f3rdia, a guerra. Ent\u00e3o, a palavra duelo somente existir\u00e1 na vossa linguagem como long\u00ednqua e vaga recorda\u00e7\u00e3o de um passado que se foi. Nenhum outro antagonismo existir\u00e1 entre os homens, afora a nobre rivalidade do bem.  Adolfo, bispo de Argel. (Marmande, 1861.) <BR><BR>12. Em certos casos, sem d\u00favida, pode o duelo constituir uma prova de coragem f\u00edsica, de desprezo pela vida, mas tamb\u00e9m \u00e9, incontestavelmente, uma prova de covardia moral, como o suic\u00eddio. O suicida n\u00e3o tem coragem de enfrentar as vicissitudes da vida, o duelista n\u00e3o tem a de suportar as ofensas.  N\u00e3o vos disse o Cristo que h\u00e1 mais honra e valor em apresentar a face esquerda aquele que bateu na direita, do que em vingar uma inj\u00faria? N\u00e3o disse ele a Pedro, no jardim das Oliveiras:  Mete a tua espada na bainha, porquanto aquele que matar com a espada perecer\u00e1 pela espada?  Assim falando, n\u00e3o condenou, para sempre, o duelo? Efetivamente, meus filhos, que \u00e9 essa coragem oriunda de um g\u00eanio violento, de um temperamento sang\u00fc\u00edneo e col\u00e9rico, que ruge \u00e0 primeira ofensa? Onde a grandeza dalma daquele que, \u00e0 menor inj\u00faria, entende que s\u00f3 com sangue a poder\u00e1 lavar?  Ah! que ele trema!   No fundo da sua consci\u00eancia, uma voz lhe bradar\u00e1 sempre: Caim! Caim! que fizeste de teu irm\u00e3o?  Foi-me necess\u00e1rio derramar sangue para salvar a minha honra, responder\u00e1 ele a essa voz, Ela, porem, retrucar\u00e1: Procuraste salv\u00e1-la perante os homens, por alguns instantes que te restavam de vida na Terra, e n\u00e3o pensaste em salv\u00e1-la perante Deus! Pobre louco! Quanto sangue exigiria de v\u00f3s o Cristo, por todos os ultrajes que recebeu!  N\u00e3o s\u00f3 o feristes com os espinhos e a lan\u00e7a, n\u00e3o s\u00f3 o pregastes num madeiro infamante, como tamb\u00e9m o fizestes ouvir, em meio de sua agonia atroz, as zombarias que lhe prodigalizastes, Que repara\u00e7\u00e3o a tantos insultos vos pediu ele? O \u00faltimo brado do cordeiro foi unia s\u00faplica em favor dos seus algozes! Oh! como ele, perdoai e orai pelos que vos ofendem.<BR><BR>Amigos, lembrai-vos deste preceito:  Amai-vos uns aos outros  e, ent\u00e3o, a um golpe desferido pelo \u00f3dio respondereis com um Sorriso, e ao ultraje com o perd\u00e3o. O mundo, sem d\u00favida, se levantar\u00e1 furioso e vos tratar\u00e1 de covardes, erguei bem alto a fronte e mostrai que tamb\u00e9m ela se n\u00e3o temeria de cingir-se de espinhos, a exemplo do Cristo, mas, que a vossa m\u00e3o n\u00e3o quer ser c\u00famplice de um assass\u00ednio autorizado por falsos ares de honra, que, entretanto, n\u00e3o passa de orgulho e amor-pr\u00f3prio  Dar-se-\u00e1 que, ao criar-vos, Deus vos outorgou o direito de vida e de morte, uns sobre os outros?  N\u00e3o, s\u00f3 \u00e0 Natureza conferiu ele esse direito, para se reformar e reconstruir, quanto a v\u00f3s, n\u00e3o permite, sequer, que disponhais de v\u00f3s mesmos. Como o suicida, o duelista se achar\u00e1 marcado com sangue, quando comparecer perante Deus, e a um e outro o Soberano Juiz reserva rudes e longos castigos. Se ele amea\u00e7ou com a sua justi\u00e7a aquele que disser raca a seu irm\u00e3o, qu\u00e3o mais severa n\u00e3o ser\u00e1 a pena que comine ao que chegar \u00e0 sua presen\u00e7a com as m\u00e3os tintas do sangue de seu irm\u00e3o!   Santo Agostinho. (Paris, 1862.) <BR><BR>13. O duelo, como o que outrora se denominava o ju\u00edzo de Deus, \u00e9 uma das institui\u00e7\u00f5es b\u00e1rbaras que ainda regem a sociedade. Que dir\u00edeis, no entanto, se v\u00edsseis dois advers\u00e1rios mergulhados em \u00e1gua fervente ou submetidos ao contacto de um ferro em brasa, para ser dirimida a contenda entre eles, reconhecendo-se estar a raz\u00e3o com aquele que melhor sofresse a prova?  Qualificar\u00edeis de insensatos esses costumes, n\u00e3o \u00e9 exato?  Pois o duelo \u00e9 coisa pior do que tudo isso.  Para o duelista destro, \u00e9 um assass\u00ednio praticado a sangue frio, com toda a premedita\u00e7\u00e3o que possa haver, uma vez que ele est\u00e1 certo da efic\u00e1cia do golpe que desfechar\u00e1. Para o advers\u00e1rio, quase certo de sucumbir em virtude de sua fraqueza e inabilidade, \u00e9 um suic\u00eddio cometido com a mais fria reflex\u00e3o, Sei que muitas vezes se procura evitar essa alternativa igualmente criminosa, confiando ao acaso a quest\u00e3o:  mas, n\u00e3o \u00e9 isso voltar, sob outra forma, ao ju\u00edzo de Deus, da Idade M\u00e9dia?  E nessa \u00e9poca infinitamente menor era a culpa.  A pr\u00f3pria denomina\u00e7\u00e3o de ju\u00edzo de Deus indica a f\u00e9, ing\u00eanua, \u00e9 verdade, por\u00e9m, afinal, f\u00e9 na justi\u00e7a de Deus, que n\u00e3o podia consentir sucumbisse um inocente, ao passo que, no duelo, tudo se confia \u00e0 for\u00e7a bruta, de tal sorte que n\u00e3o raro \u00e9 o ofendido que sucumbe. <BR><BR>\u00d3 est\u00fapido amor-pr\u00f3prio, tola vaidade e louco orgulho, quando sereis substitu\u00eddos pela caridade crist\u00e3, pelo amor do pr\u00f3ximo e pela humildade que o Cristo exemplificou e preceituou? S\u00f3 quando isso se der desaparecer\u00e3o esses preceitos monstruosos que ainda governam os homens, e que as leis s\u00e3o impotentes para reprimir, porque n\u00e3o basta interditar o mal e prescrever o bem, \u00e9 preciso que o princ\u00edpio do bem e o horror ao mal morem no cora\u00e7\u00e3o do homem.   Um Esp\u00edrito protetor. (Bord\u00e9us, 1861.) <BR><BR>14. Que ju\u00edzo far\u00e3o de mim, costumais dizer, se eu recusar a repara\u00e7\u00e3o que se me exige, ou se n\u00e3o a reclamar de quem me ofendeu?  Os loucos, como v\u00f3s, os homens atrasados vos censurar\u00e3o, mas, os que se acham esclarecidos pelo facho do progresso intelectual e moral dir\u00e3o que procedeis de acordo com a verdadeira sabedoria. Refleti um pouco. Por motivo de uma palavra dita \u00e0s vezes impensadamente, ou inofensiva, vinda de um dos vossos irm\u00e3os, o vosso orgulho se sente ferido, respondeis de modo acre e da\u00ed uma provoca\u00e7\u00e3o.  Antes que chegue o momento decisivo, inquiris de v\u00f3s mesmos se procedeis como crist\u00e3os?  Que contas ficareis devendo \u00e0 sociedade, por a privardes de um de seus membros? Pensastes no remorso que vos assaltar\u00e1, por haverdes roubado a uma mulher o marido, a uma m\u00e3e o filho, ao filho o pai que lhes servia de amparo? Certamente, o autor da ofensa deve uma repara\u00e7\u00e3o, por\u00e9m, n\u00e3o lhe ser\u00e1 mais honroso d\u00e1-la espontaneamente, reconhecendo suas faltas, do que expor a vida daquele que tem o direito de se queixar?  Quanto ao ofendido, convenho em que, algumas vezes, por ele achar-se gravemente ferido, ou em sua  pessoa, ou nas dos que lhe s\u00e3o mais caros, n\u00e3o est\u00e1 em jogo somente o amor-pr\u00f3prio: o cora\u00e7\u00e3o se acha magoado, sofre.  Mas, al\u00e9m de ser est\u00fapido arriscar a vida, lan\u00e7ando-se contra um miser\u00e1vel capaz de praticar inf\u00e2mias, dar-se-\u00e1 que, morto este, a afronta, qualquer que seja, deixa de existir? N\u00e3o \u00e9 exato que o sangue derramado imprime retumb\u00e2ncia maior a um fato que, se falso, cairia por si mesmo, e que, se verdadeiro, deve ficar sepultado no sil\u00eancio? Nada mais restar\u00e1, pois, sen\u00e3o a satisfa\u00e7\u00e3o da sede de vingan\u00e7a. Ah! triste satisfa\u00e7\u00e3o que quase sempre d\u00e1 lugar, j\u00e1 nesta vida, a causticantes remorsos.  Se \u00e9 o ofendido que sucumbe, onde a repara\u00e7\u00e3o? <BR><BR>Quando a caridade regular a conduta dos homens, eles conformar\u00e3o seus atos e  palavras a esta m\u00e1xima:  N\u00e3o fa\u00e7ais aos outros o que n\u00e3o quiserdes que vos fa\u00e7am.  Em se verificando isso, desaparecer\u00e3o todas as causas de dissens\u00f5es e, com elas, as dos duelos e das guerras, que s\u00e3o os duelos de povo a povo.   Francisco Xavier, (Bord\u00e9us, 1861.) <BR><BR>15. O homem do mundo, o homem venturoso, que por uma palavra chocante, uma coisa ligeira, joga a vida que lhe veio de Deus, joga a vida do seu semelhante, que s\u00f3 a Deus pertence, esse \u00e9 cem vezes mais culpado do que o miser\u00e1vel que, impelido pela cupidez, algumas vezes pela necessidade, se introduz numa habita\u00e7\u00e3o para roubar e matar os que se lhe op\u00f5em aos des\u00edgnios. Trata-se quase sempre de uma criatura sem educa\u00e7\u00e3o, com imperfeitas no\u00e7\u00f5es do bem e do mal, ao passo que o duelista pertence, em regra, \u00e0 classe mais culta. Um mata brutalmente, enquanto que o outro o faz com m\u00e9todo e polidez, pelo que a sociedade o desculpa. Acrescentarei mesmo que o duelista \u00e9 infinitamente mais culpado do que o desgra\u00e7ado que, cedendo a um sentimento de vingan\u00e7a, mata num momento de exaspera\u00e7\u00e3o.   O duelista n\u00e3o tem por escusa o arrebatamento da paix\u00e3o, pois que, entre o insulto e a repara\u00e7\u00e3o, disp\u00f5e ele sempre de tempo para refletir. Age, portanto, friamente e com premeditado des\u00edgnio, estuda e calcula tu do, para com mais seguran\u00e7a matar o seu advers\u00e1rio. E certo que tamb\u00e9m exp\u00f5e a vida e \u00e9 isso o que reabilita o duelo aos olhos do mundo, que nele ent\u00e3o s\u00f3 v\u00ea um ato de coragem e pouco caso da vida. Mas, haver\u00e1 coragem da parte daquele que est\u00e1 seguro de si? O duelo, remanescente dos tempos de barb\u00e1rie, em os quais o direito do mais forte constitu\u00eda a lei, desaparecer\u00e1 por efeito de uma melhor aprecia\u00e7\u00e3o do verdadeiro ponto de honra e \u00e0 medida que o homem for depositando f\u00e9 mais viva na vida futura. Agostinho. (Bord\u00e9us, 1861.) <BR><BR>16. NOTA. Os duelos se v\u00e3o tornando cada vez mais raros e, se de tempos a tempos  alguns de t\u00e3o dolorosos exemplos se d\u00e3o, o n\u00famero deles n\u00e3o se pode comparar com o dos que ocorriam outrora. Antigamente, um homem n\u00e3o sa\u00eda de casa sem prever um encontro, pelo que tomava sempre as necess\u00e1rias precau\u00e7\u00f5es. Um sinal caracter\u00edstico dos costumes do tempo e dos povos se nos depara no porte habitual, ostensivo ou oculto, de armas ofensivas ou defensivas.  A aboli\u00e7\u00e3o de semelhante uso demonstra o abrandamento dos costumes e \u00e9 curioso acompanhar-lhes a grada\u00e7\u00e3o, desde a \u00e9poca em que os cavaleiros s\u00f3 cavalgavam bardados de ferro e armados de lan\u00e7a, at\u00e9 a em que uma simples espada \u00e0 cinta constitu\u00eda mais um adorno e um acess\u00f3rio do bras\u00e3o, do que uma arma de agress\u00e3o. Outro ind\u00edcio da modifica\u00e7\u00e3o dos costumes est\u00e1 em que, outrora, os combates singulares se empenhavam em plena rua, diante da turba, que se afastava para deixar livre o campo aos combatentes, ao passo que estes hoje se ocultam.  Presentemente, a morte de um homem \u00e9 acontecimento que causa emo\u00e7\u00e3o, enquanto que, noutros tempos, ningu\u00e9m dava aten\u00e7\u00e3o a isso.  O Espiritismo apagar\u00e1 esses \u00faltimos vest\u00edgios da barb\u00e1rie, incutindo nos homens o esp\u00edrito de caridade e de fraternidade.<BR> <BR><\/strong><\/em><\/div>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_13358\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"13358\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 16\/16;\" \/><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O DUELO11. 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