{"id":13844,"date":"2017-04-23T08:12:00","date_gmt":"2017-04-23T08:12:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo13844\/"},"modified":"2017-04-23T08:29:53","modified_gmt":"2017-04-23T11:29:53","slug":"artigo13844","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo13844\/","title":{"rendered":"As perguntas de sempre"},"content":{"rendered":"<p>M\u00e9dium Christina Nunes &#8211; Rio de Janeiro Contribui\u00e7\u00e3o de Pedro<\/p>\n<p>(Depoimento da M\u00e9dium Christina Nunes \u2013 Rio de Janeiro \u2013 16 de abril de 2017<br \/>\n<br \/>\u201cComo posso pagar por alguma coisa de que nem me lembro que fiz?\u201d<br \/>\n<br \/>&#8220;N\u00e3o acho justo voltar para viver consequ\u00eancias de vidas das quais n\u00e3o me lembro. Nem mesmo tenho provas de que as vivi.\u201d<br \/>\n<br \/>&#8220;Por qual raz\u00e3o n\u00e3o nos recordamos de nossas vidas passadas?\u201d<\/p>\n<p>Desde o advento da Doutrina dos Esp\u00edritos n\u00e3o \u00e9 exagero dizer que estas mesmas perguntas j\u00e1 foram feitas um n\u00famero incont\u00e1vel de vezes, com respostas certamente bastante parecidas para esclarec\u00ea-las, oferecidas por palestrantes das tribunas das casas esp\u00edritas, em conversas informais sobre o tema, ou em tantas outras situa\u00e7\u00f5es.<br \/>\n<br \/>De fato, temos em O Livro dos Esp\u00edritos, cap. VIII, 393, o coment\u00e1rio elucidativo de Allan Kardec:<br \/>\n<br \/>\u201cA lembran\u00e7a de nossas individualidades anteriores teria grav\u00edssimos inconvenientes. Poderia, em certos casos, humilhar-nos extraordinariamente; em outros, exaltar o nosso orgulho e por isso mesmo entravar o nosso livre-arb\u00edtrio. Deus nos deu para nos melhorarmos justamente o que nos \u00e9 necess\u00e1rio e suficiente: a voz da consci\u00eancia e nossas tend\u00eancias instintivas, tirando-nos aquilo que poderia prejudicar-nos. Acrescentemos ainda que, se tiv\u00e9ssemos a lembran\u00e7a de nossos atos pessoais anteriores, ter\u00edamos a dos atos alheios, e esse conhecimento poderia ter os mais desagrad\u00e1veis efeitos sobre as rela\u00e7\u00f5es sociais. N\u00e3o havendo sempre motivo para nos orgulharmos do nosso passado, \u00e9 quase sempre uma felicidade que um v\u00e9u seja lan\u00e7ado sobre ele. Isso concorda perfeitamente com a doutrina dos Esp\u00edritos sobre os mundos superiores aos nossos. Nesses mundos, onde n\u00e3o reina sen\u00e3o o bem, a lembran\u00e7a do passado nada tem de penosa; \u00e9 por isso que neles se recorda com frequ\u00eancia a exist\u00eancia precedente como nos lembramos do que fizemos na v\u00e9spera. Quanto \u00e0 passagem que se possa ter tido por mundos inferiores, a sua lembran\u00e7a nada mais \u00e9, como dissemos, que um sonho mau\u201d.<br \/>\n<br \/>A explica\u00e7\u00e3o, por si, j\u00e1 diz bastante sobre o funcionamento s\u00e1bio das leis divinas neste sentido, e o que pretendo neste texto, em lugar de repisar o que j\u00e1 \u00e9 exaustivamente comentado em outras fontes competentes, \u00e9 oferecer um testemunho pessoal, baseado em viv\u00eancias recentes, e que considerei aut\u00eantico presente proporcionado pelos caracter\u00edsticos do perfil medi\u00fanico, para exemplificar, com fatos, as excelentes raz\u00f5es pelas quais \u00e9, mais do que conveniente, espiritualmente saud\u00e1vel voltar a cada vida com as lembran\u00e7as do passado embotadas, a fim de que consigamos nos concentrar nas urg\u00eancias da hora, importantes para o cap\u00edtulo atual do nosso aprendizado evolutivo.<br \/>\n<br \/>Refiro-me ao jet lag, efeito psicol\u00f3gico comum a muitos que se ausentam e voltam de per\u00edodo de viagem prolongada, durante o qual se situam fora do condicionamento dos h\u00e1bitos e do ambiente do seu lugar de origem. O retorno se caracteriza por uma dif\u00edcil fase depressiva, de deslocamento de identidade, e de recondicionamento gradual e necess\u00e1rio ao que \u00e9 familiar, depois de um per\u00edodo em que nos vimos afastados do nosso habitat para uma realidade necessariamente diversa daquela com a qual convivemos todos os dias.<br \/>\n<br \/>Em outras oportunidades, contei sobre alguns acontecimentos importantes de ordem medi\u00fanica, indicativos das muitas vidas anteriores que vivi na It\u00e1lia. Dentre muitas particularidades subjetivas, dois se destacaram: a conviv\u00eancia com o meu mentor desencarnado e autor de meus livros psicografados, e a visita ao Teatro di Marcello em estado de desprendimento espiritual, h\u00e1 muitos anos atr\u00e1s \u2013 na \u00e9poca, sem ter a menor ideia do que fosse, e de onde ficava o pr\u00e9dio com dois mil anos de hist\u00f3ria, no cora\u00e7\u00e3o da Roma antiga.<br \/>\n<br \/>Assim, em agosto de 2016 obtive o enlevo da confirma\u00e7\u00e3o da viagem astral, ao deparar, em todo o seu porte majestoso, o edif\u00edcio milenar. Podendo constatar, pessoalmente, a realidade dos pequenos e grandes detalhes visitados anteriormente, durante aquele estado projetivo impressionante \u2013 desde os aspectos pitorescos da arquitetura at\u00e9 o cen\u00e1rio circundante, com os arvoredos \u00e0 direita e os restos imponentes do templo de Apolo, no largo dianteiro ao Teatro.<br \/>\n<br \/>Mas, ap\u00f3s essa breve digress\u00e3o, o que nos interessa para o que comentamos neste artigo foram as sensa\u00e7\u00f5es conflitantes que, durante e ap\u00f3s a viagem, se confirmaram como provas incontestes da conveni\u00eancia de serem encobertas as lembran\u00e7as desnecess\u00e1rias, na dura\u00e7\u00e3o de cada reencarna\u00e7\u00e3o em que nos demoramos comprometidos com aprendizados de ordem diversa das jornadas anteriores.<br \/>\n<br \/>Sim. Refiro-me at\u00e9 mesmo \u00e0s lembran\u00e7as boas! Porque mesmo essas podem ser, at\u00e9 certo ponto, de dif\u00edcil assimila\u00e7\u00e3o.<br \/>\n<br \/>Lembro-me de mim, ano passado, mergulhada num deslumbramento dif\u00edcil de se descrever, enquanto me deliciava andando, com tr\u00eas amigas, nas ruas de Roma. Sentia-me em casa! Reconhecia o ar que respirava. Os pr\u00e9dios hist\u00f3ricos. Os temperamentos. A sensa\u00e7\u00e3o indiscut\u00edvel de adivinhar os caminhos entrincheirados para dentro das muralhas e portas milenares da cidade dos C\u00e9sares.<br \/>\n<br \/>Quando dentro do Coliseu, em pleno ver\u00e3o escaldante, no meio daquelas centenas de pessoas espalhadas em grupos de turismo pelas aleias calcinadas do anfiteatro gigantesco, nossa guia romana, em meio a explica\u00e7\u00f5es v\u00e1rias, perguntou: &#8211; A arena do Coliseu era sempre coberta de areia. Algu\u00e9m sabe explicar a raz\u00e3o?<br \/>\n<br \/>&#8211; Para absorver o sangue&#8230; \u2013 Respondi, num \u00edmpeto, realmente sem a contribui\u00e7\u00e3o do racioc\u00ednio e do pensamento. A resposta simplesmente subiu das entranhas da mem\u00f3ria espiritual de s\u00e9culos, diante da mo\u00e7a entre surpresa e curiosa, em v\u00edvida, aut\u00eantica manifesta\u00e7\u00e3o do t\u00e3o comentado d\u00e9j\u00e0 vu.<br \/>\n<br \/>Foram, assim, cerca de dezoito dias em imers\u00e3o completa num passado espiritual que reconheci em cada v\u00edrgula e til. Havia um \u00fanico fio condutor, preso aqui, no Rio de Janeiro, como o cord\u00e3o de prata que liga a alma ao corpo: a fam\u00edlia, e os filhos, e as amizades queridas. Todo o resto de mim, todavia, se via preso l\u00e1, como se o meu presente fosse atirado para dentro do passado, que ent\u00e3o o dominou por inteiro.<br \/>\n<br \/>Eu n\u00e3o estava mais reencarnada no Brasil, e sim de volta \u00e0 It\u00e1lia. De corpo e esp\u00edrito. Reconhecendo tudo em volta como algo querido e extremamente familiar &#8211; desde o clima, aos perfumes dos ares, idioma, paladar, os lugares e os temperamentos.<br \/>\n<br \/>Experi\u00eancia dif\u00edcil de se descrever, no entanto, assombrosa, inilud\u00edvel.<br \/>\n<br \/>Quando, afinal, entrei no avi\u00e3o para voltar ao Rio de Janeiro, n\u00e3o conseguia conter os solu\u00e7os e as l\u00e1grimas rolando pelo rosto, enquanto mais e mais as luzes noturnas de Roma iam ficando para tr\u00e1s, desaparecendo conforme ganh\u00e1vamos altura. Mas \u00e9 justo sobre esse sentimento que vale a pena se falar, para ilustrar com fatos o tema que discutimos. O sentimento experimentado, que muitos julgariam absurdo, do redespertamento de um orgulho desmedido por um pa\u00eds onde atualmente n\u00e3o nasci. Em contrapartida, uma ang\u00fastia dolorosa, embora aparentemente despropositada, de ser obrigada a ir embora e deixar um lar que sentia em cada fibra da alma e do corpo como sendo meu.<br \/>\n<br \/>Alguns poderiam argumentar que isso se trata da depress\u00e3o comum a todo turista que durante algum tempo se condiciona a uma realidade agrad\u00e1vel, livre de preocupa\u00e7\u00f5es, em muitos aspectos melhor do que aquela que enfrentamos cotidianamente nas lutas di\u00e1rias, no entanto, n\u00e3o se tratou disso. Considero-me realista o suficiente, porque viajei sabendo de antem\u00e3o que, como aqui, nenhum lugar \u00e9 totalmente maravilhoso.<br \/>\n<br \/>A It\u00e1lia tamb\u00e9m tem seus desacertos. Atualmente, lida com o grav\u00edssimo problema da imigra\u00e7\u00e3o maci\u00e7a acolhida no pa\u00eds, em busca de oportunidades dignas que n\u00e3o s\u00e3o f\u00e1ceis de se oferecer, ao menos num primeiro momento. Pa\u00eds que enfrenta os receios bastante palp\u00e1veis do terrorismo, vis\u00edveis de forma ostensiva em cada ponto tur\u00edstico onde o ex\u00e9rcito, fortemente armado, revista minuciosamente quem entra em suas bas\u00edlicas e monumentos hist\u00f3ricos. Vi em Roma ind\u00edcios de pobreza, embora n\u00e3o t\u00e3o expressivos quanto no Brasil. Riscos de pequenos furtos, alertados pelos guias tur\u00edsticos \u00e0queles de nosso grupo porventura mais distra\u00eddos. Bons e maus humores, l\u00e1, como aqui, comuns aos seres humanos de todas as latitudes geogr\u00e1ficas.<br \/>\n<br \/>O que se passou comigo, por\u00e9m, diz respeito a algo a que nem tantos prestam a devida aten\u00e7\u00e3o; mas que avulta em quem lida de maneira rotineira com os fatos medi\u00fanicos.<br \/>\n<br \/>Houve um redespertamento ainda mais intenso de um repert\u00f3rio evolutivo anterior, que mesmo aqui j\u00e1 aflorava espontaneamente \u00e0 tona de minhas reminisc\u00eancias espirituais, antes da viagem &#8211; o que, ali\u00e1s, hoje compreendo, foi o grande fator determinante do planejamento de toda uma vida para esta volta aos lugares das minhas viv\u00eancias do passado. Ir a Roma e a It\u00e1lia, desta forma, aconteceu, para mim de maneira particular, como um impactante epis\u00f3dio de imers\u00e3o no pret\u00e9rito, iniciado de forma maravilhosa, mas que, durante o seu desenvolvimento, e especialmente no seu t\u00e9rmino, real\u00e7ou como prova contundente da raz\u00e3o pela qual \u00e9 conveniente que nem de tudo nos recordemos, a cada volta ao corpo carnal em lugar diferente do anterior, dentre tantos onde j\u00e1 reencarnamos.<br \/>\n<br \/>A constata\u00e7\u00e3o \u00e9 a de que, mesmo em casos assim, de retorno a um local a quem devotamos amor extremo em fun\u00e7\u00e3o de um passado vasto de viv\u00eancias com pessoas queridas, uma vez situados em nova experi\u00eancia na mat\u00e9ria devemos priorizar os compromissos do presente, e esperar o momento certo para se recordar. Porque d\u00f3i, quase fisicamente, acordar as lembran\u00e7as distantes de um lugar onde n\u00e3o est\u00e3o mais aquelas pessoas que inconscientemente devo ter buscado durante a minha curta estadia em Roma no ano passado, experimentando, em decorr\u00eancia disso, um vazio emocional sofrido de ordem inexplic\u00e1vel. Fere, a sensa\u00e7\u00e3o de se amar profundamente um lugar onde n\u00e3o mais podemos permanecer, porque n\u00e3o nascemos l\u00e1 mais recentemente. Confunde, a sensa\u00e7\u00e3o de se ver dividido espiritual e afetivamente em dois locais diferentes de um mesmo mundo: o de seu nascimento na atual vida corp\u00f3rea, no qual est\u00e3o todos os seres mais queridos da presente jornada, e o anterior, onde ainda residem latentes nas lembran\u00e7as at\u00e1vicas os rostos nebulosos, dos quais n\u00e3o conseguimos nos recordar com clareza no momento, mas que habitam agora outros lugares, envolvidos nos seus respectivos compromissos, nesta, ou em outras dimens\u00f5es da vida eterna.<br \/>\n<br \/>\u201cEm verdade, em verdade te digo: quem n\u00e3o nascer de novo n\u00e3o poder\u00e1 ver o Reino de Deus.\u201d \u2013 Jo\u00e3o, 3.<\/p>\n<p><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_13844\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"13844\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 16\/16;\" \/><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>M\u00e9dium Christina Nunes &#8211; Rio de Janeiro Contribui\u00e7\u00e3o de Pedro (Depoimento da M\u00e9dium Christina Nunes \u2013 Rio de Janeiro \u2013 16 de abril de 2017 \u201cComo posso pagar por alguma coisa de que nem me lembro que fiz?\u201d &#8220;N\u00e3o acho justo voltar para viver consequ\u00eancias de vidas das quais n\u00e3o me lembro. Nem mesmo tenho&hellip; <br \/> <a class=\"read-more\" href=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo13844\/\">Leia mais<\/a><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_13844\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"13844\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 16\/16;\" \/><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[23,16],"tags":[],"class_list":["post-13844","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-mensagens-de-nossos-visitantes","category-mensagens-diversas"],"a3_pvc":{"activated":true,"total_views":1666,"today_views":0},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13844","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=13844"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13844\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=13844"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=13844"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=13844"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}