{"id":14313,"date":"2017-09-24T09:12:00","date_gmt":"2017-09-24T09:12:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo14313\/"},"modified":"2017-09-24T09:51:14","modified_gmt":"2017-09-24T12:51:14","slug":"artigo14313","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo14313\/","title":{"rendered":"SEPARA\u00c7\u00c3O CONJUGAL &#8211; Casamento"},"content":{"rendered":"<p>As estat\u00edsticas t\u00eam mostrado percentuais elevados e crescentes de separa\u00e7\u00f5es conjugais, frequentemente litigiosas, com a aparente transmuta\u00e7\u00e3o de um sentimento amoroso para \u00f3dio, rancor e forte ressentimento.<br \/>No Brasil, o n\u00famero de div\u00f3rcios cresceu nos \u00faltimos dez anos de 10 para 25% dos matrim\u00f4nios.<br \/>Na Inglaterra, chega a 40%, e nos Estados Unidos \u00e0 espantosa cifra de 60%.<br \/>Mais quais os motivos respons\u00e1veis pelo triste ep\u00edlogo dessas rela\u00e7\u00f5es conjugais? Haveria uma tend\u00eancia do ser humano para tal comportamento? Ser\u00e1 que os la\u00e7os de amizade que se v\u00e3o firmando, com o decorrer do tempo, s\u00e3o capazes de incompatibilizar a vida sexual, como muitos chegam a afirmar, transformando a rela\u00e7\u00e3o marido \/ mulher em uma rela\u00e7\u00e3o de irm\u00e3o para irm\u00e3? N\u00e3o me parece bem fundamentada esta \u00faltima conjectura, pois \u00e9 muito reduzido o n\u00famero dos que mant\u00eam la\u00e7os de amizade, ap\u00f3s a separa\u00e7\u00e3o, como se deveria esperar a ser ela verdadeira.<br \/>Todo processo de ruptura dos la\u00e7os esponsal\u00edcios, seja ou n\u00e3o litigioso, \u00e9 gerador de muito sofrimento para todos os envolvidos, para todos os componentes da estrutura familiar: c\u00f4njuges e filhos. Ali\u00e1s, \u00e9 frequentemente de grande extens\u00e3o o padecimento dos filhos, especialmente quando crian\u00e7as, de vez que n\u00e3o lhes \u00e9 permitido interferir ou participar na decis\u00e3o, mas s\u00e3o profundamente atingidos, especialmente porque no mais das vezes n\u00e3o conseguem entender os porqu\u00eas de se virem assim separados da conviv\u00eancia diuturna de um dos seus pais.<br \/>Pode-se alegar que, nada acontecendo ao acaso, eles estariam resgatando d\u00e9bitos. Isso \u00e9 uma meia verdade, pois n\u00e3o estava previsto desde a Espiritualidade que seus genitores se separariam, sen\u00e3o que haveria essa possibilidade. Por outro lado, lembremos sempre de elucida\u00e7\u00e3o evang\u00e9lica quanto \u00e0 nossa participa\u00e7\u00e3o como instrumentos da Lei: \u201c\u00c9 necess\u00e1rio que sucedam esc\u00e2ndalos, mas ai daquele homem por quem vem o esc\u00e2ndalo\u201d.<br \/>Ou seja, a Lei n\u00e3o depende da nossa instrumentaliza\u00e7\u00e3o para os resgates devidos. Por isso, ao nos tornarmos verdugos do nosso semelhante, contra\u00edmos d\u00e9bito a nos clamar pela educa\u00e7\u00e3o dos instintos e dos sentimentos.<br \/>Observando a exorbitante estat\u00edstica referente aos casos de separa\u00e7\u00e3o conjugal e analisando lhes os contextos, vamos encontrar n\u00e3o apenas uma \u00fanica causa mas uma m\u00faltipla cascata etiol\u00f3gica, variando desde uma falha cometida, quando se tomou a decis\u00e3o de casar, at\u00e9 aquelas com bases espirituais e inclusive com frequentes associa\u00e7\u00f5es dessas causas.<br \/>Descrevemos tais fen\u00f4menos etiol\u00f3gicos como: a) Fatores envolvidos na separa\u00e7\u00e3o \u2022 Motivos Pr\u00e9-Nupciais Um grande n\u00famero de casamentos tem raz\u00f5es puramente materiais em suas bases.<br \/>Assim sendo, podemos encontrar casamentos que se constituem em verdadeiros neg\u00f3cios, onde um c\u00f4njuge compra literalmente o outro. Usa de sua condi\u00e7\u00e3o econ\u00f4mico-financeira mais elevada que a do parceiro e o envolve sob promessas veladas (ou diretas) de uma vida com melhor padr\u00e3o, em situa\u00e7\u00e3o social mais elevada, com maiores possibilidades materiais, ou onde um c\u00f4njuge finge sentimento objetivando o patrim\u00f4nio do outro.<br \/>\u00c0s vezes, ocorre mesmo uma permuta t\u00e1cita ou expl\u00edcita entre a participa\u00e7\u00e3o no patrim\u00f4nio financeiro de um e no patrim\u00f4nio biol\u00f3gico do outro.<br \/>De outras vezes, p\u00f4e-se o casamento na mesa das discuss\u00f5es comerciais, como se o fato de se associar um capital fosse bastante para levar ao cons\u00f3rcio conjugal.<br \/>H\u00e1 ainda os casamentos devidos a uma atividade sexual irrespons\u00e1vel, resultando em gravidez indesejada que, por um ou outro motivo, n\u00e3o redundou no aborto. Ultimamente, tem havido uma redu\u00e7\u00e3o dessa causa, porque mais m\u00e3es (ou suas fam\u00edlias nucleares) est\u00e3o assumindo o filho sem recorrer ao casamento como tentativa de solu\u00e7\u00e3o.<br \/>S\u00e3o esses os casamentos n\u00e3o alicer\u00e7ados em um sentimento mais profundo, mal planejados ou n\u00e3o planejados, mal conduzidos, mal preparados. Neles n\u00e3o se cogitou o fator tempo ou o dia-a-dia do relacionamento conjugal. Nem se fez uma an\u00e1lise global do seu significado na vida de cada um. O que se moveu foi unicamente uma disposi\u00e7\u00e3o ego\u00edstica e\/ou intempestiva.<br \/>Esses motivos podem dar-se de forma: &#8211; Conscientes (menos comuns) ou &#8211; inconscientes No primeiro caso, um dos c\u00f4njuges agiu de m\u00e1-f\u00e9 com o objetivo de aproveitar-se do outro, atrav\u00e9s do casamento, mas j\u00e1 antecipando intimamente o final da uni\u00e3o conjugal, quando devidamente satisfeitos os seus objetivos c\u00fapidos ou sensuais. S\u00e3o os casos dos casamentos cujo interesse \u00e9 se apossar dos bens materiais ou mesmo de uma pens\u00e3o.<br \/>Recentemente, a m\u00eddia internacional noticiou o casamento de um famoso ator com uma atriz, em que j\u00e1 se estabeleceram as bases do \u201cneg\u00f3cio\u201d: o valor da \u201cindeniza\u00e7\u00e3o\u201d, o tempo m\u00ednimo de \u201cservi\u00e7o matrimonial\u201d (ou sexual?) etc.<br \/>Dificilmente, nesses tipos de uni\u00e3o conjugal, encontramos amor, afetividade verdadeira, disposi\u00e7\u00e3o para a estrutura\u00e7\u00e3o e um lar, de uma fam\u00edlia, sen\u00e3o objetivos estritamente c\u00fapidos.<br \/>Com o devido respeito que nos cabe ter por todos os companheiros de jornada terrena, isso mais parece exerc\u00edcio de prostitui\u00e7\u00e3o de alto pre\u00e7o.<br \/>No segundo caso, o que houve foi desinforma\u00e7\u00e3o, irresponsabilidade e\/ou imaturidade de um ou de ambos os c\u00f4njuges. N\u00e3o se meditou acerca dos valores conjugais, das diretrizes da rela\u00e7\u00e3o marital, das repercuss\u00f5es sobre a vida de cada um dos participantes, quanto dos que se lhes agregariam, na condi\u00e7\u00e3o de filhos.<br \/>\u2022 Dificuldade adaptativas Nesse caso, passada a fase inicial em que prepondera a paix\u00e3o, o casal passa a acumular dificuldades crescentes no seu relacionamento, despontando as intoler\u00e2ncias, a inadaptabilidade dos valores de vida de um com os do outro, resultando na maioria das vezes em ruptura j\u00e1 no princ\u00edpio ou ap\u00f3s anos de tentativa de acerto. H\u00e1 as situa\u00e7\u00f5es, inclusive, em que se tenta solucionar o problema com a gravidez, mas ap\u00f3s o nascimento dos filhos, se vai convencer da impossibilidade de manuten\u00e7\u00e3o dos la\u00e7os conjugais. S\u00e3o esses os verdadeiros casos de incompatibilidade de g\u00eanios.<br \/>No comum, o casal n\u00e3o procurou o conhecimento um do outro como pessoa ou, o que \u00e9 mais frequente ainda e agravante, escondeu-se quase inteiramente sob m\u00e1scaras.<br \/>As m\u00e1scaras n\u00e3o resistem muito ao tempo, ao relacionamento cotidiano e, assim, ao longo da conviv\u00eancia, delineia-se o aut\u00eantico feitio facial de cada um, completamente inc\u00f3gnito para o outro.<br \/>\u00c9 certo que ningu\u00e9m nunca se mostra exatamente como \u00e9 para outro, permanecendo algo da persona em toda rela\u00e7\u00e3o. Entretanto, necess\u00e1rio \u00e9 que o casal conhe\u00e7a o gosto, o temperamento, a personalidade, as rea\u00e7\u00f5es ante as dificuldades, pelo menos em parte, um do outro, para que possa avaliar devidamente a possibilidade de uma vida a dois.<br \/>Quando existem pontos de conflito em \u00e1reas fundamentais, \u00e1reas vitais, ao ponto de se verem aviltadas algumas convic\u00e7\u00f5es e prioriza\u00e7\u00f5es, as chances de se conseguir uma adapta\u00e7\u00e3o satisfat\u00f3ria e capaz de manter a harmonia nas rela\u00e7\u00f5es do cotidiano s\u00e3o muito pequenas e a probabilidade do casamento ruir ap\u00f3s algum tempo \u00e9 bastante palp\u00e1vel.<br \/>Da\u00ed, a necessidade do namoro, per\u00edodo em que se pode fazer alguma id\u00e9ia acerca dessa rela\u00e7\u00e3o futura.<br \/>Dessa maneira, desfrutando de maior conviv\u00eancia, mais chance de conhecimento rec\u00edproco, maiores ser\u00e3o as oportunidades para a observa\u00e7\u00e3o dos instantes em que n\u00e3o se logra manter a m\u00e1scara ocultando a face do eu de cada um.<br \/>\u2022 Esp\u00edrito aventureiro H\u00e1 pessoas que est\u00e3o sempre em desacordo com o seu momento de vida.<br \/>Quando crian\u00e7as, teimam em manter um comportamento adulto, seja no vestu\u00e1rio, na maneira de ver o mundo, nas posturas&#8230;<br \/>Na adolesc\u00eancia, fazem \u2013se insatisfeitas e desgostosas com as nuan\u00e7as pr\u00f3prias dessa fase.<br \/>Adultos, insistem em apresentar um comportamento infanto-juvenil&#8230;<br \/>Assim, existem aquelas pessoas que, ap\u00f3s o casamento, teimam em manter uma vida de solteiro, seja eximindo-se da responsabilidade inerente \u00e0 condi\u00e7\u00e3o de casado, seja na desesperada busca de aventuras.<br \/>S\u00e3o pessoas sempre \u00e0 cata de fortes emo\u00e7\u00f5es e que se desencantam com as emo\u00e7\u00f5es mais refinadas que a vida a dois proporciona, ap\u00f3s um certo tempo de relacionamento, passando a procura-las fora do lar, fora do casamento.<br \/>Mas ainda que assim n\u00e3o procedam, em fun\u00e7\u00e3o da educa\u00e7\u00e3o recebida em seu lar, tornam-se desinteressadas pelo c\u00f4njuge, sentindo-se garfadas em suas perspectivas e em seus anseios.<br \/>Sofrem, sem d\u00favida alguma, de dist\u00farbios do comportamento e apresentam dificuldade de autosatisfa\u00e7\u00e3o.<br \/>Quando trazem distorcidos os preceitos \u00e9tico-morais, tentam induzir o (a) parceiro (a) para relacionamentos bizarros, tais como sexo grupal ou troca de casais.<br \/>\u2022 T\u00e9dio na rela\u00e7\u00e3o Grande n\u00famero de casais se deixam distanciar afetivamente, em decorr\u00eancia de v\u00e1rios fatores, como o peso da responsabilidade familiar, o envolvimento com os filhos, os problemas do dia-a-dia, o desleixo pessoal, al\u00e9m de outras posi\u00e7\u00f5es insustent\u00e1veis do ponto de vista da l\u00f3gica, como a idade, a vergonha etc.<br \/>Ocorre que se esquecem dos primeiros anos de casamento, do envolvimento afetivo, de destinar um tempo para si mesmos como unidade conjugal.<br \/>O tempo, \u00e9 certo, tem por h\u00e1bito modificar de maneira inexor\u00e1vel a estrutura som\u00e1tica. Isso, por\u00e9m, n\u00e3o se d\u00e1 unilateralmente, mas atinge igualmente tanto o homem como a mulher. Ali\u00e1s o envelhecimento, sendo progressivo e gradual, passa a n\u00e3o ser percebido, exceto quando se comparam as disposi\u00e7\u00f5es f\u00edsicas, a realiza\u00e7\u00e3o de tarefas de f\u00f4lego ou as fotografias do passado.<br \/>Todo casal deve manter acessa a chama do sentimento, que n\u00e3o se extingue com o passar dos anos, antes, pelo contr\u00e1rio, habilita-se a torn\u00e1-los mais \u00edntimos e a conferir lhes maior dose de cumplicidade nas atividades cotidianas como na vida sexual.Posto que a experi\u00eancia, a seguran\u00e7a, o dom\u00ednio das atividades suplantam os limites impostos pela estrutura som\u00e1tica, at\u00e9 porque as necessidades se acham transformadas.<br \/>Existem pessoas \u2013 mais comumente mulheres \u2013 que passam a n\u00e3o se considerarem dignas de amar e de ser amadas. Quanto muito religiosas, chegam mesmo a relacionar a atividade sexual como algo pecaminoso e, por este motivo, a se afastar dos maridos e a obstaculizar a sua corte, o seu interesse, desmotivando-o e, com isso, criando um grande abismo na rela\u00e7\u00e3o.<br \/>Tal proceder afasta os c\u00f4njuges e desfaz o bom relacionamento, tornando tediosa e penosa a conviv\u00eancia e o contato rec\u00edproco.<br \/>Nesses casos, costumam transferir a aten\u00e7\u00e3o para outro aspecto da vida, seja familiar, seja profissional. Por exemplo, a m\u00e3e pode passar a dedicar-se exclusivamente aos filhos ou a um filho especificamente. Pode o marido deixar-se envolver completamente pelo trabalho ou se envolver com alguma vicia\u00e7\u00e3o, como o jogo, bebida alco\u00f3lica etc.<br \/>S\u00e3o esses os casos de solid\u00e3o a dois, originados pela aus\u00eancia de di\u00e1logo e constru\u00eddos a partir dos preconceitos que um ou outro \u2013 ou ambos \u2013 conduzem consigo desde a inf\u00e2ncia, reflexo, muito frequentemente, da observa\u00e7\u00e3o do relacionamento dos seus pr\u00f3prios pais.<br \/>\u2022 Viol\u00eancia e agress\u00e3o Em praticamente todos os setores da atividade humana podemos detectar a presen\u00e7a da viol\u00eancia maltratando, dilacerando cora\u00e7\u00f5es, engendrando revolta, determinando traumas e fobias m\u00faltiplas.<br \/>Assim tamb\u00e9m no casamento.<br \/>T\u00eam sido registrados casos de viol\u00eancia extrema contra todos os membros da fam\u00edlia, notadamente do marido contra a esposa, e dos pais contra os filhos. Por\u00e9m, se fossem computados todos os tipos de viol\u00eancia, ver\u00edamos qu\u00e3o calamitosa \u00e9 esta situa\u00e7\u00e3o, posto que, al\u00e9m da viol\u00eancia de car\u00e1ter f\u00edsico, resulta a de car\u00e1ter moral, ambas capazes de tolher o crescimento do (a) parceiro (a) pela amea\u00e7a inclusive no que respeita a tirar lhe os direitos garantidos pela Constitui\u00e7\u00e3o.<br \/>Temos visto casos de mulheres que vivem subjulgadas sobre tortura ps\u00edquica, onde os maridos obrigam-nas a aceitar lhes as coloca\u00e7\u00f5es e a vontade sob amea\u00e7a de separa\u00e7\u00e3o, de abandono, de n\u00e3o lhes darem o devido sustento e, at\u00e9 mesmo, de tomar lhes os filhos. A desinforma\u00e7\u00e3o e a pouca instru\u00e7\u00e3o colaboram para este estado de coisas, pois como se sabe a guarda dos filhos \u00e9 preferencialmente dada a m\u00e3e.<br \/>A S\u00edndrome da Crian\u00e7a Espancada, v\u00edtima de maus-tratos dos pr\u00f3prios pais ou respons\u00e1veis (muita vez na tentativa de atingir um ao outro), \u00e9 entidade nosol\u00f3gica muito encontradi\u00e7a no Setor de Urg\u00eancia dos Hospitais Infantis, apesar da tentativa de ocultar a verdade por parte de quem leva a crian\u00e7a ao m\u00e9dico, alegando causas acidentais para o quadro traumatol\u00f3gico.<br \/>Ent\u00e3o, s\u00e3o variadas as formas de viol\u00eancia que grassa na fam\u00edlia, constituindo-se em motivo mais que leg\u00edtimo de separa\u00e7\u00e3o, haja vista o risco de vida a que se exp\u00f5em os componentes familiares&#8230;<br \/>b) O div\u00f3rcio na concep\u00e7\u00e3o esp\u00edrita Com a aprova\u00e7\u00e3o da Lei do Div\u00f3rcio, muitas pessoas passaram a casar, levando em conta a possibilidade de virem a se separar. Mais que isso, as pessoas j\u00e1 passaram a introduzir em seu projeto esponsal\u00edcio a viabilidade de virem a se separar.<br \/>Indagando a respeito do div\u00f3rcio, Jesus esclarece que Mois\u00e9s permitia ao marido passar carta de desquite \u00e0 esposa, em decorr\u00eancia da grosseria e principalmente do ego\u00edsmo exacerbado entre os judeus, como ali\u00e1s fica bem patenteado no trecho descrito por Mateus: \u201cMois\u00e9s pela dureza dos vossos cora\u00e7\u00f5es, vos permitiu repudiar vossas mulheres&#8230;\u201d Allan Kardec faz uma disserta\u00e7\u00e3o sobre o assunto, abrangendo todo o cap\u00edtulo XXII, de \u201cO Evangelho Segundo Espiritismo\u201d, lembrando que o divino no casamento \u00e9 a uni\u00e3o conjugal e que todo casamento deveria ser regido pela Lei de Amor.<br \/>Lembra ainda que o casamento, enquanto institui\u00e7\u00e3o humana, \u00e9 pass\u00edvel de erro e, por isso mesmo, a Lei de Div\u00f3rcio \u00e9 uma necessidade, para ir em aux\u00edlio daqueles que tudo fizerem para salvar o pr\u00f3prio casamento, mas n\u00e3o o conseguindo contam com o direito \u00e0 reconstitui\u00e7\u00e3o de suas vidas.<br \/>Situa\u00e7\u00e3o bem diferente vemos ocorrer rotineiramente, com as pessoas se divorciando por muito pouco, sem que tenham feito nem o mais m\u00ednimo esfor\u00e7o no sentido de manter o v\u00ednculo conjugal e de se adaptar \u00e0 nova situa\u00e7\u00e3o, preocupados que est\u00e3o no comum (ou principalmente) com as coisas do corpo, com a sexualidade perif\u00e9rica, e que sem outra base mais consistente (no caso o sentimento, o amor) perdem o encanto e v\u00eaem sua rela\u00e7\u00e3o tornar-se em simples ato rotineiro e sem vibra\u00e7\u00e3o \u00edntima.<br \/>O Espiritismo, fazendo-nos entender a responsabilidade e o ato volitivo do ser humano na realiza\u00e7\u00e3o do casamento, esclareceu-nos sobre a propriedade de se legitimar o div\u00f3rcio, oferecendo nova chance \u00e0quele que n\u00e3o conseguiu estabelecer a harmonia no casamento.<br \/>Agora, o fato de ser favor\u00e1vel ao div\u00f3rcio n\u00e3o significa, em hip\u00f3tese alguma, torna-se seu apologista.<br \/>A Doutrina Esp\u00edrita n\u00e3o faz apologia do div\u00f3rcio, aceita e explica racionalmente a sua necessidade em casos espec\u00edficos.<br \/>O casal, no entanto tem o dever de tentar acertar o passo quanto ao relacionamento, de trabalhar denodadamente para conseguir o seu intento, para bem aproveitar a oportunidade dada pela vida de se harmonizar e de se compreender.<br \/>Deveria o div\u00f3rcio servir exclusivamente aos casos em que o desentendimento rec\u00edproco ou polarizado do casal \u00e9 de tamanho vulto a ponto de mostrar-se vazia de sentido a manuten\u00e7\u00e3o da conviv\u00eancia, tornando-se esta conviv\u00eancia infrut\u00edfera e mesmo capaz de engendrar maiores d\u00e9bitos&#8230;<br \/>O que n\u00e3o \u00e9 admiss\u00edvel \u00e9 que pelo fato de se ter a possibilidade de separa\u00e7\u00e3o pelo div\u00f3rcio, se venha casar de maneira irrespons\u00e1vel, sem a imprescind\u00edvel preocupa\u00e7\u00e3o com o futuro e j\u00e1 cogitando a separa\u00e7\u00e3o&#8230;<br \/>c) Lucro e perdas do desamor A revista \u201c\u00c9poca\u201d, de 12 de julho de 1999, publicou reportagem com o t\u00edtulo acima usado, onde exp\u00f5e a grande batalha judicial, experimentada por muitos, quando da divis\u00e3o dos bens do casal, no processo de separa\u00e7\u00e3o conjugal.<br \/>A mat\u00e9ria destaca casos em que o m\u00f3vel do casamento foi indiscutivelmente a busca por uma pens\u00e3o de vulto e cobi\u00e7a pelo patrim\u00f4nio do outro. Quer dizer mais que uma negociata para a legaliza\u00e7\u00e3o de atividade prostituta, quando o homem desejando a posse da mulher que n\u00e3o cede de pronto aos seus prop\u00f3sitos sensuais, predisp\u00f5e-se a casar e a destinar determinada quantia em dinheiro, ao se divorciarem. O que ocorre \u00e9 um simulacro de casamento, do ponto de vista moral, a despeito da sua regularidade quanto \u00e0s leis humanas.<br \/>A realidade \u00e9 que, entre muitas pessoas \u2013 especialmente se abastadas -, o div\u00f3rcio tra\u00e7a trajeto tortuosos de vol\u00fapia e ambi\u00e7\u00e3o, como de \u00f3dio e de vingan\u00e7a e, baseado nisso, costuma-se afirmar que somente se vem a conhecer o parceiro, por ocasi\u00e3o da partilha dos bens.<br \/>V\u00e1rias s\u00e3o as mulheres que passaram a seguir o exemplo de Ivana Trump que, ao separar-se do milion\u00e1rio americano Donald Trump, abocanhou cinquenta milh\u00f5es de d\u00f3lares e deu a receita: \u201cN\u00e3o fique com raiva. Fique com tudo!\u201d A reportagem citada h\u00e1 pouco descreve variados casos de div\u00f3rcios ocorridos entre pessoas conhecidas no Brasil e no mundo, designando as partilhas milion\u00e1rias que variam de alguns milh\u00f5es de reais a alguns bilh\u00f5es de d\u00f3lares, como \u00e9 o caso de Carmen Tita e do Bar\u00e3o Hans von Thyssen.<br \/>Exp\u00f5e, por\u00e9m, o \u00f3dio e a inconforma\u00e7\u00e3o, as inquieta\u00e7\u00f5es e insatisfa\u00e7\u00f5es tanto de quem recebe, como de quem paga.<br \/>H\u00e1 um caso em que a esposa, inconformada com o que era oferecido pelo marido, passou a calcular os custos de sua atividade como esposa nas tarefas dom\u00e9sticas, no cuidado com os filhos (\u201cservi\u00e7o de bab\u00e1\u201d??!!) e mesmo com a poss\u00edvel renda que teria auferido, caso houvesse se dedicado \u00e0 sua profiss\u00e3o, abandonada ap\u00f3s o casamento&#8230;<br \/>A que ponto chegamos na concep\u00e7\u00e3o de casamento!!!&#8230; N\u00e3o que seja errado desejar manter o seu padr\u00e3o de vida, mas contabilizar a rela\u00e7\u00e3o \u00e9 um pouco demais!&#8230;Mas n\u00e3o s\u00e3o apenas as mulheres que exigem grandes somas, por ocasi\u00e3o da ruptura do casamento, tamb\u00e9m os homens j\u00e1 v\u00eam assumindo esse comportamento, quando casados com mulheres milion\u00e1rias. Foi o que aconteceu com Rafael Lopez-Cambil, ao separar-se de Paloma Picasso, filha do c\u00e9lebre pintor Pablo Picasso: ficou com a metade dos bens da ex-esposa.<br \/>Esse estado das coisas levou o advogado S\u00e9rgio Marques da Cruz Filho, de S\u00e3o Paulo, especializado em Direito de Fam\u00edlia, a afirmar \u00e0 reportagem da revista \u201c\u00c9poca\u201d: \u201cConhe\u00e7o de cor a aritm\u00e9tica do cora\u00e7\u00e3o: quando existe amor, somar \u00e9 poss\u00edvel. Quando bate o \u00f3dio, dividir \u00e9 mart\u00edrio e subtrair uma compuls\u00e3o. Os acordo tornam-se quase imposs\u00edveis.\u201d Outro experiente advogado do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Gevaerd, assinala na mesma reportagem: \u201cAs pessoas se esquecem que casamento \u00e9 uma comunh\u00e3o de afetos e interesses.\u201d Por outro lado, quantas fam\u00edlias n\u00e3o s\u00e3o abandonadas pelos maridos que se esquivam da responsabilidade devida aos seus dependentes, deixando os filhos e a ex-companheira (frequentemente sem condi\u00e7\u00f5es de manter-se a si pr\u00f3pria) a enfrentarem graves problemas de sobreviv\u00eancia, chegando mesmo a experimentarem a fome. Aqueles, a despeito do rigor da lei no que concerne \u00e0 pens\u00e3o aliment\u00edcia, esquivam-se do dever, n\u00e3o hesitando nem mesmo em abandonarem seus empregos.<br \/>Quantos desenganos! Quantas vingan\u00e7as! Quantas espolia\u00e7\u00f5es! Quanto ac\u00famulo de d\u00e9bito e sofrimento para o futuro! S\u00e3o esses casos indiscutivelmente resultantes dos casamentos mal estruturados, especialmente do tipo material ou ent\u00e3o que degeneraram pelo desrespeito m\u00fatuo ou unilateral, desembocando na g\u00eanese de incontidas m\u00e1goas e de nefandos ressentimentos e \u00f3dios.<br \/>Sentimentos grosseiros e negativos que os mant\u00eam aprisionados espiritualmente e os levar\u00e3o inexoravelmente a novo reencontro, seja mais uma vez na condi\u00e7\u00e3o de marido e mulher ou na de filho e genitor (pai \/ m\u00e3e).<br \/>Um estudo realizado pela psic\u00f3loga norte-americana Constance Ahrons, quanto \u00e0s rela\u00e7\u00f5es das pessoas que se separam, informa que 24% tornam-se inimigas ferrenhas e 26%, apesar de se permitirem a algum di\u00e1logo, guardam grande ressentimento, desentendendo-se com frequ\u00eancia. Ent\u00e3o, metade dos divorciados tecem la\u00e7os de inimizade. Somente 12% continuam amigos.<br \/>\u2022 \u201dN\u00e3o quero mais voltar com ele\u201d A t\u00edtulo de ilustra\u00e7\u00e3o, analisemos uma hist\u00f3ria que se passou j\u00e1 faz algum tempo, trazida ao nosso conhecimento pelas portas da mediunidade.<br \/>Conta-se que uma senhora, adepta da Doutrina Esp\u00edrita, estava casada h\u00e1 anos com um homem alco\u00f3latra, grosseiro e irrespons\u00e1vel.<br \/>Seu marido causava lhe, de forma repetida, s\u00e9rios aborrecimentos, apreens\u00f5es e afli\u00e7\u00f5es, em decorr\u00eancia da vicia\u00e7\u00e3o, assim como do g\u00eanio e do temperamento dif\u00edceis.<br \/>Mas aquela mulher, sabedora do significado das afinidades e das causas espirituais do matrim\u00f4nio, resolvera assumir aquela situa\u00e7\u00e3o, no que repetia costumeiramente de si para consigo: &#8211; Hei de suportar este homem, para n\u00e3o ter que vir ainda outra vez com ele! Com essa disposi\u00e7\u00e3o, viu o tempo passar at\u00e9 que, j\u00e1 idosa, ela retornou \u00e0 P\u00e1tria Espiritual. Ali, foi recebida com festa e alegria pelos Esp\u00edritos amigos, sendo felicitada pela vit\u00f3ria sobre as vicissitudes a que se expusera, vindo a ser informada tratar-se a sua problem\u00e1tica existencial de uma expia\u00e7\u00e3o.<br \/>O tempo, ainda uma vez e como de costume, foi caminhando c\u00e9lere para a referida senhora nas terras espirituais at\u00e9 que, em um certo dia, foi abordada pelo seu Mentor Espiritual acerca da necessidade de retornar \u00e0 gleba terrena.<br \/>O Mentor reportava-se amavelmente \u00e0s provas que ela haveria de assumir na pr\u00f3xima vilegiatura carnal, quando rogou lhe aten\u00e7\u00e3o especial no sentido de prestar aux\u00edlio a um Esp\u00edrito perdido em grande algaravia e pass\u00edvel de ser muit\u00edssimo beneficiado por ela.<br \/>Foi ent\u00e3o que aquela senhora perguntou lhe de quem se tratava e o Esp\u00edrito protetor respondeu lhe tratar-se de seu ex-marido.<br \/>Isso causou lhe um certo mal-estar e forte surpresa. E, entre confusa e desapontada, argumentou: &#8211; Mas&#8230; meu irm\u00e3o! Eu tanto que me esforcei para livrar-me, em definitivo, de voltar junto a esse homem! E agora&#8230;<br \/>O Esp\u00edrito amigo respondeu lhe sereno: &#8211; Car\u00edssima! Naquela encarna\u00e7\u00e3o passada, voc\u00ea expiava atitudes e comportamentos irrefletidos de outrora&#8230; Agora, minha irm\u00e3 tem a possibilidade de ser p\u00f4r \u00e0 prova, ao mesmo tempo em que exercita a caridade, recebendo por companheiro um irm\u00e3o desajustado, mas capaz de ser educado pela irm\u00e3, atrav\u00e9s do carinho, do amor e da dedica\u00e7\u00e3o!&#8230;<br \/>Como a lei divina que prevalece \u00e9 exatamente a Lei de Amor, aquela mulher voltou a interna-se no corpo densificado de mat\u00e9ria, com a miss\u00e3o de receber em seus bra\u00e7os aquele mesmo Esp\u00edrito que ela imaginara esquecido no caminho da evolu\u00e7\u00e3o&#8230;<br \/>\u2022 Ante a Justi\u00e7a Divina Essas batalhas travadas no palco da justi\u00e7a humana encontraram no C\u00f3digo Divino, atrav\u00e9s da Lei de A\u00e7\u00e3o e Rea\u00e7\u00e3o, da Lei do Amor, da Lei do Progresso e da Lei Biol\u00f3gica da Reencarna\u00e7\u00e3o, formas de resgate e retorno compat\u00edveis com a responsabilidade e as afinidades entre os Esp\u00edritos litigantes.<br \/>Sim, falamos \u201cafinidades\u201d, e isso n\u00e3o deve parecer incompat\u00edveis com a situa\u00e7\u00e3o que procuramos descrever, pois, pelo \u00f3dio, pelas m\u00e1goas e atrav\u00e9s do sentimento de \u00f3dio, formam-se fortes elos, capazes de subjugar e manter aprisionados uns aos outros os Esp\u00edritos com situa\u00e7\u00e3o mal resolvida no casamento.<br \/>O amor tece elos entre os Esp\u00edritos que aproximam sem subjugar, pois quem ama n\u00e3o subjuga, antes, liberta.<br \/>De outra forma, o \u00f3dio tamb\u00e9m \u00e9 gerador de fortes elos entre os Esp\u00edritos, mas a sua rela\u00e7\u00e3o \u00e9 dolorosa, pois o \u00f3dio \u00e9 um sentimento fomentador de mal-estar, em interativa subjuga\u00e7\u00e3o.<br \/>Destarte, estamos unidos pelos la\u00e7os do amor e aprisionados pelos la\u00e7os do \u00f3dio.<br \/>Autor : Francisco Cajazeiras Livro: Existe Vida&#8230; Depois do Casamento \u2013 Cap. III \u2013 P\u00e1g.: 94<\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_14313\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"14313\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; 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