{"id":14381,"date":"2017-10-15T09:49:00","date_gmt":"2017-10-15T09:49:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo14381\/"},"modified":"2017-10-15T10:22:14","modified_gmt":"2017-10-15T12:22:14","slug":"artigo14381","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo14381\/","title":{"rendered":"Livro dos Esp\u00edritos &#8211; Pergunta Numero: 455"},"content":{"rendered":"<div align=left><em><strong>455. Os fen\u00f4menos do sonambulismo natural se produzem espontaneamente e  independem de qualquer causa exterior conhecida, mas, entre algumas pessoas, dotadas  de organiza\u00e7\u00e3o especial, podem ser provocados artificialmente, pela a\u00e7\u00e3o do agente  magn\u00e9tico.  O estado designado pelo nome de sonambulismo magn\u00e9tico n\u00e3o difere do  sonambulismo natural, sen\u00e3o pelo fato de ser provocado, enquanto o outro \u00e9 espont\u00e2neo.  O sonambulismo natural \u00e9 um fato not\u00f3rio, que ningu\u00e9m pensa p\u00f4r em d\u00favida,  apesar do aspecto maravilhoso dos seus fen\u00f4menos. Que haveria pois, de mais  extraordin\u00e1rio ou de mais irracional no sonambulismo magn\u00e9tico, por ser ele produzido  artificialmente, como tantas outras coisas? Dizem que os charlat\u00f5es o t\u00eam explorado,  mais uma raz\u00e3o para que n\u00e3o seja deixado nas suas m\u00e3os. Quando a Ci\u00eancia se tiver  apropriado dele, o charlatanismo ter\u00e1 muito menos cr\u00e9dito entre as massas. Mas,  enquanto se espera, como o sonambulismo  natural ou artificial s\u00e3o um fato, e contra fatos n\u00e3o h\u00e1 argumentos, ele se firma, apesar da  m\u00e1 vontade de alguns, e isso no pr\u00f3prio seio da Ci\u00eancia, onde penetra por uma  infinidade de portas laterais, em vez de passar pela central. E, quando l\u00e1 estiver  plenamente firmado, ser\u00e1 necess\u00e1rio lhe conceder o direito da cidadania.  Para o Espiritismo, o sonambulismo \u00e9 mais do que um fen\u00f4meno fisiol\u00f3gico, \u00e9 uma  luz projetada sobre a Psicologia. P nele que se pode estudar a alma, porque \u00e9 nele que ela  se mostra a descoberto. Ora, um dos fen\u00f4menos pelos quais ela se caracteriza \u00e9 o da  clarivid\u00eancia, independente dos \u00f3rg\u00e3os comuns da vis\u00e3o. Os que contestam o fato se  fundam em que o son\u00e2mbulo n\u00e3o v\u00ea sempre, e \u00e0 vontade dos experimentadores, como  atrav\u00e9s dos olhos. Seria de admirar que os meios sendo diferentes, os efeitos n\u00e3o sejam  os mesmos? Seria racional buscar efeitos semelhantes, quando n\u00e3o existe o instrumento?  A alma tem as suas propriedades, como os olhos t\u00eam a deles, \u00e9 preciso julg\u00e1-los em si  mesmos, e n\u00e3o por analogia.  A causa da clarivid\u00eancia do sonambulismo magn\u00e9tico e do sonambulismo natural  s\u00e3o a mesma: um atributo da alma, uma faculdade inerente a todas as partes do ser  incorp\u00f3reo que existe em n\u00f3s, e que n\u00e3o tem limites al\u00e9m dos que s\u00e3o assinalados \u00e0  pr\u00f3pria alma. O son\u00e2mbulo v\u00ea em toda parte a que sua alma possa transportar-se,  qualquer que seja a dist\u00e2ncia.  No caso da vis\u00e3o \u00e0 dist\u00e2ncia, o son\u00e2mbulo n\u00e3o v\u00ea as coisas do lugar em que se  encontra o seu corpo, \u00e0 semelhan\u00e7a de um efeito telesc\u00f3pio. Ele as v\u00ea presentes, como se  estivesse no lugar em que elas existem, porque a sua alma l\u00e1 se encontra realmente, eis  porque o seu corpo fica como aniquilado e privado de sensa\u00e7\u00f5es, at\u00e9 o momento em que  a alma se reapossar dele. Essa separa\u00e7\u00e3o parcial da alma e do corpo \u00e9 um estado  anormal, que pode ter uma dura\u00e7\u00e3o mais ou menos longa, mas n\u00e3o indefinida. Essa a  causa da fadiga que o corpo experimenta, ap\u00f3s um certo tempo, sobretudo quando a  alma se entrega a um trabalho ativo.  A vista da alma ou do Esp\u00edrito n\u00e3o sendo circunscrita e n\u00e3o tendo sede determinada,  isso explica porque os son\u00e2mbulos n\u00e3o podem assinalar para ela um \u00f3rg\u00e3o especial, eles  v\u00eaem porque v\u00eaem, sem saber por que nem como, pois a vista n\u00e3o tem, para eles, copio  Esp\u00edritos, lugar pr\u00f3prio. Se eles se reportam ao corpo, esse lugar. parece estar nos  centros em que a atividade vital \u00e9 maior, principalmente no c\u00e9rebro, ou na regi\u00e3o  epig\u00e1strica, ou no \u00f3rg\u00e3o que, para eles, \u00e9 o ponto de liga\u00e7\u00e3o mais intenso entre o Esp\u00edrito  e c corpo.  O poder de lucidez sonamb\u00falica n\u00e3o \u00e9 indefinido. O Esp\u00edrito, mesmo quando  completamente livre, \u00e9 limitado em suas faculdades e em seus conhecimentos, segundo o  grau de perfei\u00e7\u00e3o que tenha atingido, e \u00e9 mais ainda, quando ligado \u00e0 mat\u00e9ria, da qual  sofre a influ\u00eancia. Essa a causa por que a clarivid\u00eancia sonamb\u00falica n\u00e3o \u00e9 universal nem  infal\u00edvel. E tanto menos se pode contar com a sua infalibilidade, quanto mais a desviem  do fim proposto pela natureza e a transformem em objeto de curiosidade e de  experimenta\u00e7\u00e3o.  No estado de desprendimento em que se encontra o Esp\u00edrito do son\u00e2mbulo, entra ele  em comunica\u00e7\u00e3o mais f\u00e1cil com os outros Esp\u00edritos, encarnados ou n\u00e3o. Essa  comunica\u00e7\u00e3o se estabelece pelo contato dos fluidos que comp\u00f5em o perisp\u00edrito e servem  de transmiss\u00e3o ao pensamento, como o fio \u00e0 eletricidade. O son\u00e2mbulo n\u00e3o tem, pois,  necessidade de que o pensamento seja articulado atrav\u00e9s da palavra: ele o sente e  adivinha, \u00e9 isso que o torna eminentemente impression\u00e1vel e acess\u00edvel \u00e0s influ\u00eancias da  atmosfera moral em que se encontra. \u00c9 tamb\u00e9m por isso que uma influ\u00eancia numerosa de  espectadores, e sobretudo de curiosos mais ou menos mal\u00e9volos, prejudica  essencialmente o desenvolvimento de suas faculdades, que, por assim dizer, se fecham  sobre si mesmas e n\u00e3o se desdobram com toda a liberdade, como na intimidade e num  meio simp\u00e1tico. A presen\u00e7a de pessoas mal\u00e9volas ou antip\u00e1ticas produz sobre ele o  efeito do contato da m\u00e3o sobre a sensitiva.  O son\u00e2mbulo v\u00ea, ao mesmo tempo, o seu pr\u00f3prio Esp\u00edrito e o seu corpo, eles s\u00e3o, por  assim dizer, dois seres que lhe representam a dupla exist\u00eancia espiritual e corporal,  confundidos, entretanto, pelos la\u00e7os que os unem. Nem sempre o son\u00e2mbulo se d\u00e1 conta  dessa situa\u00e7\u00e3o, e essa dualidade faz que freq\u00fcentemente ele fale de si mesmo como se  falasse de uma pessoa estranha. E que num momento, o ser corporal fala ao espiritual, e  noutro \u00e9 o ser espiritual que fala ao ser corporal.  O Esp\u00edrito adquire um acr\u00e9scimo de conhecimentos e de experi\u00eancias em cada uma  de suas exist\u00eancias corp\u00f3reas. Esquece-os, em parte, durante a sua encarna\u00e7\u00e3o numa  mat\u00e9ria demasiado grosseira, mas recorda-os como Esp\u00edrito. E assim que certos  son\u00e2mbulos revelam conhecimentos superiores ao seu grau de instru\u00e7\u00e3o, e mesmo \u00e0 sua  capacidade intelectual aparente. A inferioridade intelectual e cient\u00edfica do son\u00e2mbulo, em  seu estado de vig\u00edlia, n\u00e3o permite, portanto, prejulgar-se nada sobre os conhecimentos  que ele pode revelar no estado l\u00facido. Segundo as circunst\u00e2ncias e o objetivo que se  tenha em vista, ele pode hauri-los na sua pr\u00f3pria experi\u00eancia, na clarivid\u00eancia  das coisas presentes, ou nos conselhos que recebe de outros Esp\u00edritos, mas, como o seu  pr\u00f3prio Esp\u00edrito pode ser mais ou menos adiantado, ele pode dizer coisas mais ou  menos justas.  Pelos fen\u00f4menos do sonambulismo, seja natural, seja magn\u00e9tico, a Provid\u00eancia nos  d\u00e1 a prova irrecus\u00e1vel da exist\u00eancia e da independ\u00eancia da alma, e nos faz assistir ao  espet\u00e1culo sublime da sua emancipa\u00e7\u00e3o, por esses fen\u00f4menos, ela nos abre o livro do  nosso destino. Quando o son\u00e2mbulo descreve o que se passa \u00e0 dist\u00e2ncia, \u00e9 evidente que  ele o v\u00ea, mas n\u00e3o pelos olhos do corpo: v\u00ea-se a si mesmo no local, e para l\u00e1 se sente  transportado, l\u00e1 existe, portanto, qualquer coisa dele, e essa qualquer coisa, n\u00e3o sendo o  seu corpo, s\u00f3 pode ser a sua alma ou seu Esp\u00edrito. Enquanto o homem se extravia nas  sutilezas de uma metaf\u00edsica abstrata e inintelig\u00edvel, na busca das causas de nossa  exist\u00eancia moral, Deus p\u00f5e diariamente sob os seus olhos e sob as suas m\u00e3os os meios  mais simples e mais patentes para o estudo da psicologia experimental.  O \u00eaxtase \u00e9 o estado pelo qual a independ\u00eancia entre a alma e o corpo se manifesta  da maneira mais sens\u00edvel, e se torna, de certa forma, palp\u00e1vel.  No sonho e no sonambulismo a alma erra pelos mundos terrestres, no \u00eaxtase, ela  penetra um mundo desconhecido, o dos Esp\u00edritos et\u00e9reos com os quais entra em  comunica\u00e7\u00e3o, sem entretanto poder ultrapassar certos limites, que ela n\u00e3o poderia  transpor sem romper inteiramente os la\u00e7os que a ligam ao corpo. Um fulgor  resplandecente e inteiramente novo a envolve, harmonias desconhecidas na Terra a  empolgam, um bem-estar indefin\u00edvel a penetra: ela goza, por antecipa\u00e7\u00e3o, da beatitude  celeste, e pode-se dizer que pousa um p\u00e9 no limiar da eternidade.  No estado de \u00eaxtase o aniquilamento do corpo \u00e9 quase completo, ele s\u00f3 conserva,  por assim dizer, a vida org\u00e2nica. Sente-se que a alma n\u00e3o se liga a ele mais que por um  fio, que um esfor\u00e7o a mais poderia romper seu rem\u00e9dio.  Nesse estado, todos os pensamentos terrenos desaparecem, para darem lugar ao  sentimento puro que \u00e9 a pr\u00f3pria ess\u00eancia do nosso ser imaterial. Todo entregue a essa  contempla\u00e7\u00e3o sublime, o ext\u00e1tico n\u00e3o encara a vida sen\u00e3o como uma parada  moment\u00e2nea, para ele, os bens e os males, as alegrias grosseiras e as mis\u00e9rias deste  mundo n\u00e3o s\u00e3o mais que f\u00fateis incidentes de uma viagem da qual se sente feliz ao ver o  termo.  Acontece com os ext\u00e1ticos o mesmo que com os son\u00e2mbulos: sua lucidez pode ser  mais ou menos perfeita, e seu pr\u00f3prio Esp\u00edrito, conforme for mais ou menos elevado, \u00e9  tamb\u00e9m mais ou menos apto a conhecer e a compreender as coisas. Verifica-se nele, \u00e0s  vezes, mais exalta\u00e7\u00e3o do que verdadeira lucidez, ou, melhor dito, sua exalta\u00e7\u00e3o prejudica  a lucidez, \u00e9 por isso que suas revela\u00e7\u00f5es s\u00e3o freq\u00fcentemente uma mistura de verdades e  erros, de coisas sublimes e de coisas absurdas, ou mesmo rid\u00edculas. Esp\u00edritos inferiores  aproveitam-se muitas vezes dessa exalta\u00e7\u00e3o, que \u00e9 sempre uma causa de fraqueza,  quando n\u00e3o se sabe venc\u00ea-la, para dominar o ext\u00e1tico, e para tanto se revestem aos seus  olhos de apar\u00eancias que o mant\u00eam nas suas id\u00e9ias preconceitos do estado de vig\u00edlia. Este  \u00e9 um escolho, mas nem todos s\u00e3o assim, cabe-nos julgar friamente e pesar as suas  revela\u00e7\u00f5es na balan\u00e7a da raz\u00e3o.  A emancipa\u00e7\u00e3o da alma se manifesta \u00e0s vezes no estado de vig\u00edlia, e produz o  fen\u00f4meno designado pelo nome de dupla vista, que d\u00e1 aos que o possuem a faculdade de  ver, ouvir e sentir al\u00e9m dos limites dos nossos sentidos. Eles percebem as coisas  ausentes, por toda parte, at\u00e9 a alma onde possa estender a sua a\u00e7\u00e3o, v\u00eaem, por assim  dizer, atrav\u00e9s da vista ordin\u00e1ria, como por uma esp\u00e9cie de miragem.  No momento em que se produz o fen\u00f4meno da dupla vista, o estado f\u00edsico \u00e9  sensivelmente modificado: os olhos t\u00eam qualquer coisa de vago, olhando sem ver, e toda  a fisionomia reflete uma esp\u00e9cie de exalta\u00e7\u00e3o. Constata-se que os \u00f3rg\u00e3os da vis\u00e3o s\u00e3o  alheios ao fen\u00f4meno, ao verificar-se que a vis\u00e3o persiste, mesmo com os olhos fechados.  Esta faculdade se afigura, aos que a possuem, t\u00e3o natural como a de ver: consideramna  um atributo normal, que n\u00e3o lhes parece constituir exce\u00e7\u00e3o. O esquecimento se segue,  em geral, a essa lucidez passageira, cuja lembran\u00e7a se torna cada vez mais vaga, e acaba  por desaparecer, como a de um sonho.  O poder da dupla vista varia desde a sensa\u00e7\u00e3o confusa at\u00e9 a percep\u00e7\u00e3o clara e n\u00edtida  das coisas presentes ou ausentes. No estado rudimentar, ela d\u00e1 a algumas pessoas o tacto,  a perspic\u00e1cia, uma esp\u00e9cie de seguran\u00e7a nos seus atos, a que se pode chamar a justeza do  golpe de vista moral. Mais desenvolvida, desperta os pressentimentos, e ainda mais  desenvolvida, mostra acontecimentos j\u00e1 realizados ou em vias de realiza\u00e7\u00e3o,  O sonambulismo natural e artificial, o \u00eaxtase e a dupla vista, n\u00e3o s\u00e3o mais do que  variedades ou modifica\u00e7\u00f5es de uma mesma causa.  Esses fen\u00f4menos, da mesma maneira que os sonhos, pertencem \u00e0 ordem natural. Eis por  que existiram desde todos os tempos: a Hist\u00f3ria nos mostra que eles foram conhecidos, e  at\u00e9 mesmo exploradas, desde a mais alta antig\u00fcidade, e neles se encontra a explica\u00e7\u00e3o de  uma infinidade de fatos que os preconceitos fizeram passar como sobrenaturais. (1)  (1) Todos estes fen\u00f4menos est\u00e3o hoje cientificamente provados pelas pesquisas parapsicol\u00f3gicas,  embora certos pesquisadores pretendam faz\u00ea-los acomodar-se ao materialismo. Veja-se o que diz, a  respeito dessa acomoda\u00e7\u00e3o, s resposta \u00e0 pergunta 446 deste livro. (N. do T.)  <\/strong><\/em><\/div>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_14381\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"14381\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 16\/16;\" \/><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>455. 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