{"id":14560,"date":"2017-12-03T09:12:00","date_gmt":"2017-12-03T09:12:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo14560\/"},"modified":"2017-12-03T09:46:40","modified_gmt":"2017-12-03T11:46:40","slug":"artigo14560","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo14560\/","title":{"rendered":"O viajor e as florestas &#8211; Reda\u00e7\u00e3o do Momento Esp\u00edrita"},"content":{"rendered":"<p>\n<br \/>Imaginemos uma estrada longa, em cuja extens\u00e3o se encontram enormes florestas que \u00e9 preciso atravessar. \u00c0 entrada de cada uma, a estrada, larga e magn\u00edfica, se interrompe, para s\u00f3 continuar na sa\u00edda.<br \/>\n<br \/>O viajor, que segue por essa estrada, penetra na primeira floresta. Por\u00e9m, n\u00e3o encontra caminho aberto, somente um emaranhado complexo em que se perde.<br \/>\n<br \/>A claridade do sol desaparece sob a espessa ramagem das \u00e1rvores. Ele vagueia, sem saber para onde se dirige.<br \/>\n<br \/>Afinal, consegue chegar ao fim da floresta. Est\u00e1 cansado, dilacerado pelos espinhos, machucado pelas pedras.<br \/>\n<br \/>Ali est\u00e1 novamente a estrada e ele prossegue a sua jornada, procurando curar-se das feridas.<br \/>\n<br \/>Mais adiante, uma segunda floresta se apresenta, na qual o esperam as mesmas dificuldades. Mas, como ele j\u00e1 possui um pouco de experi\u00eancia, sai dela menos ferido.<br \/>\n<br \/>Noutra, encontra com um lenhador que lhe indica a dire\u00e7\u00e3o que deve seguir para n\u00e3o se transviar.<br \/>\n<br \/>A cada nova travessia, aumenta a sua habilidade, de maneira que transp\u00f5e cada vez mais facilmente os obst\u00e1culos.<br \/>\n<br \/>A estrada finaliza no alto de uma montanha, donde ele enxerga todo o caminho que percorreu desde o ponto de partida.<br \/>\n<br \/>V\u00ea as diferentes florestas que atravessou e se lembra dos contratempos que passou. Mas, essa lembran\u00e7a n\u00e3o lhe \u00e9 penosa, porque chegou ao termo da caminhada.<br \/>\n<br \/>\u00c9 como um velho soldado que, na calma do lar dom\u00e9stico, recorda as batalhas a que assistiu.<br \/>\n<br \/>Aquelas florestas lhe parecem pontos negros sobre uma fita branca e diz para si mesmo: Quando eu estava naquelas florestas, nas primeiras, sobretudo, como me pareciam longas de atravessar!<br \/>\n<br \/>Tudo ao meu derredor me parecia gigantesco e intranspon\u00edvel e que nunca eu chegaria ao fim.<br \/>\n<br \/>Penso que, sem aquele bondoso lenhador que me p\u00f4s no bom caminho, talvez eu ainda estivesse por l\u00e1!<br \/>\n<br \/>Agora, que contemplo essas mesmas florestas do ponto onde me acho, me parecem pequenas!<br \/>\n<br \/>Tenho a impress\u00e3o de que eu teria podido atravess\u00e1-las, com um passo. A minha vista as penetra e lhes distingo os menores detalhes. Percebo at\u00e9 os passos em falso que dei.<br \/>\n<br \/>Encontrando um s\u00e1bio, lhe pergunta:<br \/>\n<br \/>Por que n\u00e3o h\u00e1 uma estrada direta do ponto de partida at\u00e9 aqui? Isso pouparia aos viajantes o terem de atravessar aquelas terr\u00edveis florestas.<br \/>\n<br \/>Meu filho, responde o anci\u00e3o, olha bem e ver\u00e1s que muitos evitam a travessia de algumas delas: s\u00e3o os que, tendo adquirido mais rapidamente a experi\u00eancia necess\u00e1ria, sabem tomar um caminho mais direto e mais curto para chegarem aqui.<br \/>\n<br \/>Essa experi\u00eancia, por\u00e9m, \u00e9 fruto do trabalho que as primeiras travessias lhes impuseram, de modo que eles aqui chegam em virtude do m\u00e9rito pr\u00f3prio.<br \/>\n<br \/>No entanto, o que saberias, se n\u00e3o houvesses passado por elas?<br \/>\n<br \/>A atividade que tiveste de desenvolver, os recursos de imagina\u00e7\u00e3o que precisaste empregar para abrir caminho aumentaram os teus conhecimentos e desenvolveram a tua intelig\u00eancia.<br \/>\n<br \/>*  *  *<br \/>\n<br \/>Somos o viajor. A estrada \u00e9 a imagem da nossa vida. O lenhador \u00e9 Jesus. As florestas s\u00e3o as exist\u00eancias corp\u00f3reas que nos levam ao alto da montanha da perfei\u00e7\u00e3o.<br \/>\n<br \/>Estamos a caminho. Pensemos nisso.<\/p>\n<p>Reda\u00e7\u00e3o do Momento Esp\u00edrita, com base no cap.<br \/>\n<br \/>O caminho da vida, do livro Obras P\u00f3stumas,<br \/>\n<br \/>de Allan Kardec, ed. FEB.<br \/>\n<br \/>Em 16.10.2017.<br \/>\n<\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_14560\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"14560\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 16\/16;\" \/><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Imaginemos uma estrada longa, em cuja extens\u00e3o se encontram enormes florestas que \u00e9 preciso atravessar. \u00c0 entrada de cada uma, a estrada, larga e magn\u00edfica, se interrompe, para s\u00f3 continuar na sa\u00edda. 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