{"id":15235,"date":"2018-08-04T16:12:00","date_gmt":"2018-08-04T16:12:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo15235\/"},"modified":"2018-08-04T16:40:49","modified_gmt":"2018-08-04T19:40:49","slug":"artigo15235","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo15235\/","title":{"rendered":"Livro C\u00e9u e o Inferno &#8211; CAP\u00cdTULO II &#8211; O MEDO DA MORTE &#8211; Allan Kardec"},"content":{"rendered":"<p>CAP\u00cdTULO II O MEDO DA MORTE<\/p>\n<p>Causas do medo da morte \u2013<br \/>\n<br \/>Por que os esp\u00edritas n\u00e3o t\u00eam medo da morte<\/p>\n<p>Causas do medo e da morte<br \/>\n<br \/>\tO homem, independente da escala a que perten\u00e7a, desde o estado de selvageria, tem um sentimento inato sobre o futuro.<br \/> Sua intui\u00e7\u00e3o lhe diz que a morte n\u00e3o \u00e9 a \u00faltima palavra em sua exist\u00eancia e que aqueles cuja perda n\u00f3s lamentamos n\u00e3o est\u00e3o perdidos, sem retorno.<br \/> A cren\u00e7a no futuro \u00e9 intuitiva e \u00e9 infinitamente mais geral do que a cren\u00e7a no nada.<br \/> Como explicar ent\u00e3o que, entre aqueles que acreditam na imor-talidade da alma, se encontre tanto apego \u00e0s coisas terrenas e um medo t\u00e3o grande da morte?<\/p>\n<p>\tO medo da morte \u00e9 um efeito da sabedoria da Provid\u00eancia e uma consequ\u00eancia comum a todos os seres vivos.<br \/> \u00c9 necess\u00e1rio, enquanto o homem n\u00e3o esteja suficientemente esclarecido sobre as condi\u00e7\u00f5es da vida futura, como um contrapeso ao exerc\u00edcio cont\u00ednuo e progressivo de aperfei\u00e7oamento que \u2013 sem esse freio \u2013 o levaria a deixar, prematura-mente, a vida terrestre e a negligenciar o trabalho aqui no planeta, que deve servir a seu pr\u00f3prio progresso.<\/p>\n<p> por isso que, entre os povos primitivos, o futuro era apenas uma vaga intui\u00e7\u00e3o, mais tarde uma simples esperan\u00e7a e, enfim, uma certeza, mas ainda contrabalan\u00e7ada por um secreto apego \u00e0 vida corporal corporal.<\/p>\n<p>3.<br \/> \u00c0 medida que o homem compreende melhor a vida futura, diminui seu medo da morte.<br \/> Ao mesmo tempo, compreendendo melhor sua miss\u00e3o na Terra, espera seu fim com mais calma, mais resigna\u00e7\u00e3o e sere-nidade.<br \/> A certeza da vida futura d\u00e1 outro sentido \u00e0s suas ideias, outro objetivo a seus trabalhos.<br \/> Antes de ter certeza, ele s\u00f3 trabalha por sua vida presente.<br \/> Com essa certeza, ele trabalha, visando ao futuro, sem negligenciar o presente porque sabe que seu futuro depende da dire\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>\u2013 boa ou m\u00e1 \u2013 que escolhe em seu presente.<\/p>\n<p>A certeza de reencontrar seus amigos ap\u00f3s a morte, de continuar as rela\u00e7\u00f5es que teve na Terra, de n\u00e3o perder o fruto de nenhum trabalho, de crescer sem parar em intelig\u00eancia e perfei\u00e7\u00e3o, lhe d\u00e1 a paci\u00eancia para esperar e a coragem para suportar as fadigas moment\u00e2neas da vida terrena.<br \/> A solidariedade que ele v\u00ea se estabelecer entre os vivos e os mortos lhe faz compreender aquela que deve existir na Terra.<br \/> A partir da\u00ed, a fraternidade tem sua raz\u00e3o de ser e a caridade \u00e9 um fim em si mesma, no presente e no futuro.<\/p>\n<p>4.<br \/> Para se livrar do medo da morte, \u00e9 preciso conseguir encar\u00e1-la como \u00e9 realmente, isto \u00e9, pelo pensamento, penetrar no mundo espi-ritual e assim compreend\u00ea-lo o mais exatamente poss\u00edvel.<br \/> Isso dar\u00e1 ao Esp\u00edrito encarnado certo desenvolvimento e certa aptid\u00e3o para se separar da mat\u00e9ria.<\/p>\n<p>Para aqueles que n\u00e3o est\u00e3o suficientemente adiantados, a vida mate-rial tem mais import\u00e2ncia que a espiritual.<br \/> O homem que se apega \u00e0s apar\u00eancias s\u00f3 v\u00ea a vida do corpo, enquanto a vida real est\u00e1 na alma.<br \/> Por esse ponto de vista, se o corpo morre, tudo est\u00e1 perdido e ele se desespera.<\/p>\n<p>Se, em vez de se concentrar na apar\u00eancia, ele se colocar diante da real fonte de vida, a alma, que a tudo sobrevive, se preocupar\u00e1 menos com corpo, fonte de tantas mis\u00e9rias e dor.<br \/> Mas, para essa postura, \u00e9 preciso uma for\u00e7a que o Esp\u00edrito s\u00f3 adquire com o amadurecimento.<\/p>\n<p>O medo da morte vem, ent\u00e3o, da falta de conhecimento sobre a vida futura, mas \u00e9 um sinal da necessidade de viver e do receio de que a destrui\u00e7\u00e3o do corpo seja o fim de tudo.<br \/> Esse medo \u00e9 provocado pelo secreto desejo da sobreviv\u00eancia da alma, ainda que velado pela incerteza.<\/p>\n<p>O medo diminui, \u00e0 medida que a certeza se forma, e desaparece, quando a certeza se completa.<\/p>\n<p>Eis o lado providencial da quest\u00e3o: n\u00e3o deslumbrar o homem, cuja raz\u00e3o n\u00e3o esteja suficientemente preparada para uma perspectiva muito positiva e muito sedutora no futuro, a ponto de faz\u00ea-lo negligenciar o presente, necess\u00e1rio a seu progresso material e intelectual.<\/p>\n<p>\tEsse estado de coisas \u00e9 mantido e prolongado por causas pura-mente humanas, que desaparecer\u00e3o com o progresso.<br \/> A primeira \u00e9 a forma sob a qual se apresenta a vida futura, que poderia ser suficiente a intelig\u00eancias menos desenvolvidas, mas que n\u00e3o satisfaria as exig\u00ean-cias da raz\u00e3o de homens mais reflexivos.<br \/> Esses \u00faltimos se questionar\u00e3o: desde que se apresentem princ\u00edpios contradit\u00f3rios com a l\u00f3gica e com os dados positivos da Ci\u00eancia, eles n\u00e3o s\u00e3o verdadeiros.<br \/> Da\u00ed a incredulidade de alguns e a cren\u00e7a misturada com a d\u00favida, de muitos.<\/p>\n<p>A vida futura para esses \u00e9 uma ideia vaga, mais uma possibilidade do que uma certeza absoluta.<br \/> Acreditam, gostariam que assim fosse e, apesar de tudo, se questionam: se, entretanto, n\u00e3o for assim?! O presente \u00e9 positivo, ocupemo-nos dele, em primeiro lugar, o futuro vir\u00e1 por acr\u00e9scimo.<br \/> E ainda se perguntam: o que \u00e9 em definitivo a alma? Um ponto, um \u00e1tomo, uma fa\u00edsca, uma chama? Como sente? Como enxerga? Como percebe? A alma n\u00e3o lhes \u00e9 uma realidade efetiva, mas uma abstra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Os seres que lhes s\u00e3o caros, reduzidos ao estado de \u00e1tomos, em seu modo de pensar, est\u00e3o, por assim dizer, perdidos e n\u00e3o t\u00eam mais as qualidades pelas quais se fizeram amados.<br \/> Eles n\u00e3o compreendem nem o amor de uma fa\u00edsca, nem o amor que se pode ter por ela.<br \/> E eles mesmos se sentem pouco satisfeitos em ser transformados em uma subst\u00e2ncia simples e indivis\u00edvel.<br \/> \u00c9 grande o n\u00famero de pessoas que assim pensam, da\u00ed o retorno ao positivismo da vida terrestre, que tem qualquer coisa de mais substancial.<\/p>\n<p>Nota da tradu\u00e7\u00e3o: Como no cap\u00edtulo anterior, tudo indica que o autor se refere \u00e0 influ\u00eancia da cor-rente filos\u00f3fica positivismo, defendida por Augusto Comte, em meados do s\u00e9culo XIX, \u201csubstituin-do Deus pela ci\u00eancia\u201d, isto \u00e9, defendendo a validade dos m\u00e9todos cient\u00edficos para explicar a realidade.<br \/> Pretendia substituir as explica\u00e7\u00f5es teol\u00f3gicas e filos\u00f3ficas da realidade.<\/p>\n<p>\tOutra raz\u00e3o que prende \u00e0s coisas terrenas, mesmo aqueles que acreditam mais firmemente na vida futura, resulta da impress\u00e3o que conservam do ensinamento que lhes foi dado na inf\u00e2ncia.<br \/> H\u00e1 que se convir que o quadro apresentado pela religi\u00e3o sobre esse assunto n\u00e3o \u00e9 muito sedutor nem muito consolador.<\/p>\n<p>De um lado, se veem as contor\u00e7\u00f5es de condenados, que expiam em torturas e chamas sem fim seus erros de um momento, para os quais os s\u00e9culos se suceder\u00e3o aos s\u00e9culos, sem esperan\u00e7a de abrandamento ou de piedade e o que \u00e9 mais cruel ainda: n\u00e3o h\u00e1 possibilidade de arrependi-mento.<br \/> Por outro lado, as almas enfraquecidas e sofredoras do purga-t\u00f3rio, esperando sua liberdade, n\u00e3o por seus esfor\u00e7os de progresso, mas pela boa vontade dos vivos, que rezar\u00e3o por elas.<\/p>\n<p>Essas duas categorias s\u00e3o a imensa maioria da popula\u00e7\u00e3o do outro mundo.<br \/> Acima, paira aquela categoria muito restrita dos eleitos, desfru-tando, pela eternidade, de uma beatitude contemplativa.<br \/> Essa eterna inutilidade \u2013 sem d\u00favida prefer\u00edvel ao nada \u2013 n\u00e3o deixa de ser de uma cansativa monotonia.<br \/> Tamb\u00e9m se veem, nas pinturas que retratam os bem-aventurados, figuras ang\u00e9licas que manifestam mais o t\u00e9dio que a verdadeira felicidade.<\/p>\n<p>Esse estado n\u00e3o satisfaz nem as aspira\u00e7\u00f5es nem a ideia instintiva do progresso, que parece a \u00fanica compat\u00edvel com a felicidade absoluta.<br \/> \u00c9 dif\u00edcil conceber que o selvagem ignorante, com um senso moral obtuso, pelo simples fato de ter recebido o batismo, esteja ao mesmo n\u00edvel daquele que chegou ao mais alto grau da Ci\u00eancia e da moralidade pr\u00e1tica, depois de muitos anos de trabalho.<br \/> \u00c9 ainda menos conceb\u00edvel que uma crian\u00e7a, morta com pouca idade, antes de ter a consci\u00eancia de si mesma e de seus atos, desfrute dos mesmos privil\u00e9gios, apenas pelo fato de ter havido uma cerim\u00f4nia, da qual n\u00e3o participou por sua vontade.<br \/> Esses pensamentos preocupam os mais fervorosos, por pouco que eles reflitam.<\/p>\n<p>\tO trabalho que se completa na Terra, sem se direcionar para a felicidade futura, a facilidade com que alguns acreditam conseguir essa felicidade, pelas pr\u00e1ticas exteriores e at\u00e9 mesmo com dinheiro, sem uma reforma s\u00e9ria do car\u00e1ter e dos costumes, fazem com que esses prazeres tenham seu valor para este mundo.<\/p>\n<p>Muita gente acredita que, j\u00e1 que seu uturo est\u00e1 assegurado, pelo cumprimento de algumas f\u00f3rmulas ou por dons p\u00f3stumos, n\u00e3o precisam se privar de nada.<br \/> Acreditam que seria desnecess\u00e1rio se impor qualquer tipo de sacrif\u00edcio ou preocupa\u00e7\u00e3o com o pr\u00f3ximo, j\u00e1 que \u00e9 poss\u00edvel encontrar a salva\u00e7\u00e3o, trabalhando-se cada um por si mesmo.<\/p>\n<p>Certamente n\u00e3o s\u00e3o todos os que pensam assim, porque h\u00e1 honrosas exce\u00e7\u00f5es, mas n\u00e3o se pode ignorar que essas exce\u00e7\u00f5es n\u00e3o s\u00e3o a maioria, principalmente entre as pessoas pouco esclarecidas.<br \/> A ideia de felicidade no outro mundo n\u00e3o mant\u00e9m o apego aos bens, portanto, n\u00e3o sustenta ego\u00edsmo.<\/p>\n<p> Al\u00e9m disso, faz parte do costume lamentar a morte e recear a passagem da Terra para o C\u00e9u.<br \/> A morte \u00e9 cercada de cerim\u00f4nias l\u00fagubres, que mais aterrorizam do que provocam sentimento de espe-ran\u00e7a.<br \/> Representa-se a morte sempre com um aspecto repulsivo e nunca como um sono de transi\u00e7\u00e3o.<br \/> Todos os s\u00edmbolos da morte lembram a destrui\u00e7\u00e3o do corpo e o mostram horr\u00edvel e seco, nenhum representa a alma radiante, se separando de seus la\u00e7os terrenos.<br \/> A partida deste mundo \u00e9 acompanhada de lamentos dos que ficam, como se estivesse acontecendo uma grande desgra\u00e7a para os que se v\u00e3o.<br \/> Despede-se dos que se v\u00e3o com um eterno adeus, como se nunca mais houvesse um reencontro.<br \/> O que se lamenta por eles \u00e9 a perda dos prazeres daqui, como se eles n\u00e3o fossem encontrar muitos maiores prazeres no al\u00e9m&#8211;t\u00famulo.<br \/> Dizem: que infelicidade morrer jovem, rico, feliz e com um futuro brilhante!<\/p>\n<p>A ideia de uma situa\u00e7\u00e3o mais feliz n\u00e3o est\u00e1 enraizada no pensamento e passa por ele, muito levemente.<br \/> Tudo leva ao horror pela morte, em vez de fazer nascer a esperan\u00e7a.<\/p>\n<p>O homem levar\u00e1 muito tempo para se livrar de seus preconceitos, e ele o far\u00e1 \u00e0 medida que consolidar sua f\u00e9 e tiver uma ideia mais sadia da vida espiritual.<\/p>\n<p> Al\u00e9m disso, a cren\u00e7a comum coloca as almas em regi\u00f5es acess\u00ed-veis apenas ao pensamento, como estranhas aos que continuam vivos.<\/p>\n<p>A pr\u00f3pria Igreja coloca entre vivos e mortos uma barreira intranspo-n\u00edvel, afirmando que todas as rela\u00e7\u00f5es est\u00e3o cortadas e que \u00e9 imposs\u00edvel uma comunica\u00e7\u00e3o entre eles.<br \/> Se as almas est\u00e3o no inferno, est\u00e1 defi-nitivamente perdida a esperan\u00e7a de rev\u00ea-las, a menos que se v\u00e1 para l\u00e1 tamb\u00e9m.<br \/> Se as almas est\u00e3o entre os eleitos, vivem completamente absorvidas pela beatitude contemplativa.<br \/> Portanto, imp\u00f5e -se uma tal dist\u00e2ncia entre vivos e mortos, que se encara a separa\u00e7\u00e3o pela morte como se fosse eterna.<br \/> \u00c9 por isso que se prefere que os seres amados permane\u00e7am por perto, ainda que sofrendo, a v\u00ea- los partir, mesmo que seja para o C\u00e9u.<br \/> De resto, a alma, no C\u00e9u, est\u00e1 realmente feliz ao ver, por exemplo, seu filho, seu pai, sua m\u00e3e ou seus amigos queimando eternamente?<\/p>\n<p>Por que os esp\u00edritas n\u00e3o t\u00eam medo da morte<\/p>\n<p>\tA Doutrina Esp\u00edrita muda completamente a maneira de encarar o futuro.<br \/> A vida futura deixa de ser uma hip\u00f3tese para ser uma reali-dade.<br \/> O estado das almas, depois da morte, deixa de ser um sistema, para ser um resultado de observa\u00e7\u00e3o.<br \/> Erguido o v\u00e9u, o mundo espiritual se apresenta em toda sua realidade pr\u00e1tica, n\u00e3o como uma descoberta engenhosa dos homens, mas porque os habitantes daquele mundo espi-ritual v\u00eam contar sua situa\u00e7\u00e3o.<br \/> Ent\u00e3o, n\u00f3s os vemos em todos os graus da escala espiritual, em todas as fases da felicidade e da infelicidade e assistimos a todas as perip\u00e9cias da vida de al\u00e9m-t\u00famulo.<br \/> A\u00ed est\u00e1 por que os esp\u00edritas encaram com calma e serenidade a morte e seus \u00faltimos momentos na Terra.<br \/> Porque est\u00e3o sustentados n\u00e3o s\u00f3 pela esperan\u00e7a, mas pela certeza de que a vida futura \u00e9 a continua\u00e7\u00e3o, em melhores condi\u00e7\u00f5es, da vida presente.<br \/> E eles a esperam com a mesma confian\u00e7a com que aguardam o nascer do Sol, depois de uma noite de tempestade.<br \/> Eles confiam porque s\u00e3o testemunhas dos fatos, que est\u00e3o em acordo com a L\u00f3gica, a Justi\u00e7a e a Bondade de Deus e com Suas mais \u00edntimas aspira\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Para os esp\u00edritas, a alma n\u00e3o \u00e9 apenas uma abstra\u00e7\u00e3o, mas tem um corpo et\u00e9reo, que pode ser definido e compreendido pelo pensamento.<br \/> Assim, j\u00e1 \u00e9 poss\u00edvel ter uma ideia clara de sua individualidade, aptid\u00f5es e percep\u00e7\u00f5es.<br \/> A lembran\u00e7a de nossos entes queridos firma-se em algo real, com uma forma concreta, como seres vivos, e n\u00e3o apenas como chamas furtivas que nada nos representam.<br \/> Al\u00e9m disso, em vez de estar perdidas nas profundezas do espa\u00e7o, se encontram ao nosso redor.<br \/> O mundo corp\u00f3reo e o mundo espiritual est\u00e3o em permanentes rela\u00e7\u00f5es e se assistem reciprocamente.<\/p>\n<p>N\u00e3o se permitindo mais a d\u00favida sobre o futuro, n\u00e3o h\u00e1 mais raz\u00e3o para se ter medo da morte.<br \/> Encara-se a aproxima\u00e7\u00e3o da morte, com sangue frio, como a liberta\u00e7\u00e3o, a porta para a vida e n\u00e3o a porta para o nada.<\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_15235\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"15235\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 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Sua intui\u00e7\u00e3o lhe diz que a morte n\u00e3o&hellip; <br \/> <a class=\"read-more\" href=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo15235\/\">Leia mais<\/a><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_15235\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"15235\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 16\/16;\" \/><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[16],"tags":[],"class_list":["post-15235","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-mensagens-diversas"],"a3_pvc":{"activated":true,"total_views":4852,"today_views":0},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15235","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=15235"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15235\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=15235"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=15235"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=15235"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}