{"id":15319,"date":"2018-09-01T08:12:00","date_gmt":"2018-09-01T08:12:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo15319\/"},"modified":"2018-09-01T09:00:18","modified_gmt":"2018-09-01T12:00:18","slug":"artigo15319","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo15319\/","title":{"rendered":"Independ\u00eancia do Brasil &#8211; Reda\u00e7\u00e3o do Momento Esp\u00edrita"},"content":{"rendered":"<p>\n<br \/>Sete de setembro. Feriado nacional. Dia da Independ\u00eancia do Brasil.<br \/>\n<br \/>Por todo o pa\u00eds se fazem presentes as comemora\u00e7\u00f5es.<br \/>\n<br \/>S\u00e3o desfiles militares, escolares, civis.  Discursos, bandas, orquestras.<br \/>\n<br \/>Evoca-se 1822, em verso e prosa.<br \/>\n<br \/>Enaltece-se Dom Pedro I como o libertador.<br \/>\n<br \/>Desde a sua audaciosa desobedi\u00eancia \u00e0s determina\u00e7\u00f5es da metr\u00f3pole portuguesa, n\u00e3o regressando a Portugal, estava proclamada a Independ\u00eancia do Brasil.<br \/>\n<br \/>O pr\u00edncipe tinha suas noites povoadas de sonhos de amor \u00e0 liberdade.<br \/>\n<br \/>Desenvolvia no Esp\u00edrito as no\u00e7\u00f5es da solidariedade humana.<br \/>\n<br \/>N\u00e3o representava o tipo ideal necess\u00e1rio \u00e0 realiza\u00e7\u00e3o dos projetos espirituais, mas era voluntarioso. E ele era a autoridade.<br \/>\n<br \/>Os patriotas j\u00e1 n\u00e3o pensavam noutra coisa que n\u00e3o fosse a organiza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica do Brasil.<br \/>\n<br \/>A imprensa da \u00e9poca concentrava as energias nacionais para a suprema afirma\u00e7\u00e3o da liberdade da p\u00e1tria.<br \/>\n<br \/>As pessoas viviam a expectativa. Todos os cora\u00e7\u00f5es aguardavam.<br \/>\n<br \/>Ent\u00e3o, no retorno da sua viagem a S\u00e3o Paulo, um correio leva ao conhecimento de Dom Pedro as novas imposi\u00e7\u00f5es das cortes de Lisboa.<br \/>\n<br \/>Ali mesmo, nas margens do Ipiranga, ele deixa escapar o grito: Independ\u00eancia ou morte!<br \/>\n<br \/>Sem suspeitar, Dom Pedro I era d\u00f3cil instrumento de um emiss\u00e1rio Divino, que velava pela grandeza da p\u00e1tria.<br \/>\n<br \/>Consumou-se o fato e, logo, os versos do Hino da Independ\u00eancia eram cantados: J\u00e1 podeis da p\u00e1tria filhos, ver contente a m\u00e3e gentil. J\u00e1 raiou a liberdade, no horizonte do Brasil.<br \/>\n<br \/>A Independ\u00eancia do Brasil foi fruto do intenso trabalho das hostes espirituais junto aos homens. Muitos homens deram a vida por este ideal.<br \/>\n<br \/>S\u00e3o passados cento e noventa e cinco anos da nossa independ\u00eancia.<br \/>\n<br \/>Olhamos o nosso imenso pa\u00eds, um gigante geogr\u00e1fico e nos indagamos: Somos realmente livres?<br \/>\n<br \/>A verdadeira independ\u00eancia \u00e9 moral.<br \/>\n<br \/>Enquanto prosseguem vigentes o jeitinho brasileiro e a lei de Gerson n\u00e3o seremos livres.<br \/>\n<br \/>Quando assumirmos nosso papel de homens dignos, corretos, fi\u00e9is aos nobres ideais, seremos livres.<br \/>\n<br \/>Quando o estandarte da solidariedade e da toler\u00e2ncia se implantar em nossos cora\u00e7\u00f5es, a nossa bandeira verde e amarela tremular\u00e1 mais bela.<br \/>\n<br \/>Quando estendermos os bra\u00e7os para o bem da comunidade, as estrelas do pano p\u00e1trio brilhar\u00e3o com maior intensidade.<br \/>\n<br \/>Quando a ordem e a disciplina se instalarem nas a\u00e7\u00f5es de todos n\u00f3s, o branco do pavilh\u00e3o nacional ter\u00e1 alcan\u00e7ado o verdadeiro sentido: a paz.<br \/>\n<br \/>Para que o progresso real se instale, \u00e9 necess\u00e1rio que as individualidades cres\u00e7am. A soma das conquistas pessoais resultar\u00e1 no crescimento coletivo.<br \/>\n<br \/>Hoje \u00e9 um excelente dia para se propor a trabalhar pelo nosso gigante.<br \/>\n<br \/>Dizem que est\u00e1 adormecido, mas s\u00f3 porque os seus filhos dormem. A m\u00e3e gentil que nos recebe nesta etapa da vida no planeta merece-nos o esfor\u00e7o.<br \/>\n<br \/>Se quisermos, e s\u00f3 se quisermos, poderemos tornar verdadeira, desde agora a assertiva espiritual: Brasil, cora\u00e7\u00e3o do mundo, p\u00e1tria do Evangelho.<br \/>\n<br \/>Cora\u00e7\u00e3o que pulsa, que ama, que n\u00e3o relega ao abandono os seus filhos. E tanto quanto pode, recebe e ampara os filhos de outros solos.<br \/>\n<br \/>P\u00e1tria do Evangelho que irradia o bem, que serve de modelo, que luta pela justi\u00e7a, pela verdade.<br \/>\n<br \/>Independ\u00eancia moral. Crescimento real. Vamos todos come\u00e7ar neste dia a lutar por tais objetivos?<br \/>\n<br \/>*   *   *<br \/>\n<br \/>Relatam as tradi\u00e7\u00f5es espirituais que Tiradentes, morto em 1792, continuou ap\u00f3s a sua morte, a trabalhar pela Independ\u00eancia do Brasil.<br \/>\n<br \/>Ele estava com o pr\u00edncipe regente Dom Pedro no grito do Ipiranga.<br \/>\n<br \/>Isso demonstra que os Esp\u00edritos, mesmo abandonando a carne, prosseguem nos ideais abra\u00e7ados.<br \/>\n<br \/>Os Esp\u00edritos, como os homens, amam o torr\u00e3o que lhes serviu de ber\u00e7o, se interessam pelas coletividades, trabalham pelo bem geral.<\/p>\n<p>Reda\u00e7\u00e3o do Momento Esp\u00edrita, com base nos cap.18 e 19 do livro<br \/>\n<br \/>Brasil, cora\u00e7\u00e3o do mundo, p\u00e1tria do Evangelho, pelo Esp\u00edrito<br \/>\n<br \/>Humberto de Campos, psicografia de Francisco C\u00e2ndido Xavier,<br \/>\n<br \/>ed. FEB.<br \/>\n<br \/>Dispon\u00edvel no livro Momento Esp\u00edrita, v. 6, ed. FEP.<br \/>\n<br \/>Em 7.9.2017.<br \/>\n<\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_15319\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"15319\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 16\/16;\" \/><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sete de setembro. 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