{"id":15572,"date":"2018-12-16T07:44:00","date_gmt":"2018-12-16T07:44:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo15572\/"},"modified":"2018-12-16T07:48:43","modified_gmt":"2018-12-16T09:48:43","slug":"artigo15572","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo15572\/","title":{"rendered":"Evangelho Segundo o Espiritismo  Parte 197"},"content":{"rendered":"<div align=left><em><strong>PELOS OBSIDIADOS<BR><BR>81. PREF\u00c1CIO. A obsess\u00e3o \u00e9 a a\u00e7\u00e3o persistente que um Esp\u00edrito mau exerce sobre um indiv\u00edduo. Apresenta caracteres muito diversos, desde a simples influ\u00eancia moral, sem percept\u00edveis sinais exteriores, at\u00e9 a perturba\u00e7\u00e3o completa do organismo e das faculdades mentais. Oblitera todas as faculdades medi\u00fanicas, traduz-se, na mediunidade escrevente, pela obstina\u00e7\u00e3o de um Esp\u00edrito em se manifestar, com exclus\u00e3o de todos os outros. <BR><BR>Os Esp\u00edritos maus pululam em torno da Terra, em virtude da inferioridade moral de seus habitantes. A a\u00e7\u00e3o malfazeja que eles desenvolvem faz parte dos flagelos com que a Humanidade se v\u00ea a bra\u00e7os neste mundo. A obsess\u00e3o, como as enfermidades e todas as tribula\u00e7\u00f5es da vida, deve ser considerada prova ou expia\u00e7\u00e3o e como tal aceita.<BR><BR>Do mesmo modo que as doen\u00e7as resultam das imperfei\u00e7\u00f5es f\u00edsicas, que tornam o corpo acess\u00edvel \u00e0s influ\u00eancias perniciosas exteriores, a obsess\u00e3o \u00e9 sempre o resultado de uma imperfei\u00e7\u00e3o moral, que d\u00e1 acesso a um Esp\u00edrito mau. A causas f\u00edsicas se op\u00f5em for\u00e7as f\u00edsicas, a uma causa moral, tem-se de opor uma for\u00e7a moral. Para preserv\u00e1-lo das enfermidades, fortifica-se o corpo, para isent\u00e1-lo da obsess\u00e3o, \u00e9 preciso fortificar a alma, pelo que necess\u00e1rio se torna que o obsidiado trabalhe pela sua pr\u00f3pria melhoria, o que as mais das vezes basta para o livrar do obsessor, sem recorrer a terceiros. O aux\u00edlio destes se faz indispens\u00e1vel, quando a obsess\u00e3o degenera em subjuga\u00e7\u00e3o e em possess\u00e3o, porque a\u00ed n\u00e3o raro o paciente perde a vontade e o livre-arb\u00edtrio. <BR><BR>Quase sempre, a obsess\u00e3o exprime a vingan\u00e7a que um Esp\u00edrito tira e que com freq\u00fc\u00eancia se radica nas rela\u00e7\u00f5es que o obsidiado manteve com ele em precedente exist\u00eancia. (Veja-se: Cap. X, n\u00b0 6, cap. XII, n\u00b0 5 e n\u00b0 6.) <BR><BR>Nos casos de obsess\u00e3o grave, o obsidiado se acha como que envolvido e impregnado de um fluido pernicioso, que neutraliza a a\u00e7\u00e3o dos fluidos salutares e os repele. \u00c9 desse fluido que importa desembara\u00e7\u00e1-lo. Ora, um fluido mau n\u00e3o pode ser eliminado por outro fluido mau. Mediante a\u00e7\u00e3o id\u00eantica \u00e0 do m\u00e9dium curador nos casos de enfermidade, cumpre se elimine o fluido mau com o aux\u00edlio de um fluido melhor, que produz, de certo modo, o efeito de um reativo. Esta a a\u00e7\u00e3o mec\u00e2nica, mas que n\u00e3o basta, necess\u00e1rio, sobretudo, \u00e9 que se atue sobre o ser inteligente, ao qual importa se possa falar com autoridade, que s\u00f3 existe onde h\u00e1 superioridade moral. Quanto maior for esta, tanto maior ser\u00e1 igualmente a autoridade. <BR><BR>E n\u00e3o \u00e9 tudo: para garantir-se a liberta\u00e7\u00e3o, cumpre induzir o Esp\u00edrito perverso a renunciar aos seus maus des\u00edgnios, fazer que nele despontem o arrependimento e o desejo do bem, por meio de instru\u00e7\u00f5es habilmente ministradas, em evoca\u00e7\u00f5es particulares, objetivando a sua educa\u00e7\u00e3o moral. Pode-se ent\u00e3o lograr a dupla satisfa\u00e7\u00e3o de libertar um encarnado e de converter um Esp\u00edrito imperfeito. <BR><BR>A tarefa se apresenta mais f\u00e1cil quando o obsidiado, compreendendo a sua situa\u00e7\u00e3o, presta o concurso da sua vontade e da sua prece. O mesmo n\u00e3o se d\u00e1, quando, seduzido pelo Esp\u00edrito embusteiro, ele se ilude no tocante \u00e0s qualidades daquele que o domina e se compraz no erro em que este \u00faltimo o lan\u00e7a, visto que, ent\u00e3o, longe de secundar, repele toda assist\u00eancia, \u00c9 o caso da fascina\u00e7\u00e3o, infinitamente mais rebelde do que a mais violenta subjuga\u00e7\u00e3o.               (O Livro aos M\u00e9diuns, 2\u00aa Parte, cap. XXIII.) <BR><BR>Em todos os casos de obsess\u00e3o, a prece \u00e9 o mais poderoso auxiliar de quem haja de atuar sobre o Esp\u00edrito obsessor.<BR><BR>82. PRECE. (Para ser dita pelo obsidiado.)   Meu Deus, permite que os bons Esp\u00edritos me livrem do Esp\u00edrito malfazejo que se ligou a mim. Se \u00e9 uma vingan\u00e7a que toma dos agravos que eu lhe haja feito outrora, tu a consentes, meu Deus, para minha puni\u00e7\u00e3o e eu sofro a conseq\u00fc\u00eancia da minha falta. Que o meu arrependimento me granjeie o teu perd\u00e3o e a minha liberdade! Mas, seja qual for o motivo, imploro para o meu perseguidor a tua miseric\u00f3rdia. Digna-te de lhe mostrar o caminho do progresso, que o desviar\u00e1 do pensamento de praticar o mal. Possa eu, de meu lado, retribuindo-lhe com o bem o mal, induzi-lo a melhores sentimentos. <BR><BR>Mas, tamb\u00e9m sei, \u00f3 meu Deus, que s\u00e3o as minhas imperfei\u00e7\u00f5es que me tornam pass\u00edvel das influ\u00eancias dos Esp\u00edritos imperfeitos. D\u00e1-me a luz de que necessito para as reconhecer, combate, sobretudo, em mim o orgulho que me cega com rela\u00e7\u00e3o aos meus defeitos.<BR> <BR>Qual n\u00e3o ser\u00e1 a minha indignidade, pois que um ser malfazejo me pode subjugar! <BR><BR>Faze, \u00f3 meu Deus, que me sirva de li\u00e7\u00e3o para o futuro este golpe desferido na minha vaidade, que ele fortifique a resolu\u00e7\u00e3o que tomo de me depurar pela pr\u00e1tica do bem, da caridade e da humildade, a fim de opor, daqui por diante, uma barreira \u00e0s m\u00e1s influ\u00eancias. <BR><BR>Senhor, d\u00e1-me for\u00e7as para suportar com paci\u00eancia e resigna\u00e7\u00e3o esta prova.  Compreendo que, como todas as outras, h\u00e1 de ela concorrer para o meu adiantamento, se eu n\u00e3o lhe estragar o fruto com os meus queixumes, pois me proporciona ensejo de mostrar a minha submiss\u00e3o e de exercitar minha caridade para com um irm\u00e3o infeliz, perdoando-lhe o mal que me fez. (Cap. XII, n\u00ba 5 e n\u00ba 6, Cap. XXVIII, n\u00ba 15 e seguintes, 46 e 47.) <BR><BR>83. PRECE. (Pelo obsidiado.)  Deus Onipotente, digna-te de me dar o poder de libertar N&#8230;&#8230;&#8230; da influ\u00eancia do Esp\u00edrito que o obsidia. Se est\u00e1 nos teus des\u00edgnios p\u00f4r termo a essa prova, concede-me a gra\u00e7a de falar com autoridade a esse Esp\u00edrito. <BR><BR>Bons Esp\u00edritos que me assistis e tu, seu anjo guardi\u00e3o, dai-me o vosso concurso,  ajudai-me a livr\u00e1-lo do fluido impuro em que se acha envolvido.   <BR><BR>Em nome de Deus Onipotente, abjuro o Esp\u00edrito malfazejo que o atormenta a  se retirar. <BR><BR>84. PRECE. (Pelo Esp\u00edrito obsessor.) &#8211; Deus infinitamente bom, a tua miseric\u00f3rdia imploro para o Esp\u00edrito que obsidia N&#8230; Faze-lhe entrever as divinas claridades, a fim de que reconhe\u00e7a falso o caminho por onde enveredou. Bons Esp\u00edritos, ajudai-me a fazer-lhe compreender que ele tudo tem a perder, praticando o mal, e tudo a ganhar, fazendo o bem. <BR><BR>Esp\u00edrito que te comprazes em atormentar N&#8230;&#8230;., escuta-me, pois que te falo em nome de Deus. <BR><BR>Se quiseres refletir, compreender\u00e1s que o mal nunca sobrepujar\u00e1 o bem e que n\u00e3o podes ser mais forte do que Deus e os bons Esp\u00edritos. Poss\u00edvel lhes fora preservar N&#8230; dos teus ataques, se n\u00e3o o fizeram, foi porque ele (ou ela) tinha de passar por uma prova. Mas, quando essa prova chegar a seu termo, toda a\u00e7\u00e3o sobre tua vitima te ser\u00e1 vedada. O mal que lhe houveres feito, em vez de prejudic\u00e1-la, ter\u00e1 contribu\u00eddo para o seu adiantamento e para torn\u00e1-la por isso mais feliz. Assim, a tua maldade t\u00ea-la-\u00e1s empregado em pura perda e se voltar\u00e1 contra ti. <BR><BR>Deus, que \u00e9 Todo-Poderoso, e os Esp\u00edritos superiores, seus delegados, mais poderosos do que tu, ser\u00e3o capazes de p\u00f4r fim a essa obsess\u00e3o e a tua tenacidade se quebrar\u00e1 de encontro a essa autoridade suprema. Mas, por isso mesmo que \u00e9 bom, quer Deus deixar-te o m\u00e9rito de fazeres que ela cesse pela tua pr\u00f3pria vontade. E uma mora que te concede, se n\u00e3o a aproveitares, sofrer-lhe-\u00e1s as deplor\u00e1veis conseq\u00fc\u00eancias. Grandes castigos e cru\u00e9is sofrimentos te esperar\u00e3o. Ser\u00e1s for\u00e7ado a suplicar a piedade e as preces da tua v\u00edtima, que j\u00e1 te perdoa e ora por ti, o que constitui grande merecimento aos olhos de Deus e apressar\u00e1 a liberta\u00e7\u00e3o dela.<BR><BR>Reflete, pois, enquanto ainda \u00e9 tempo, visto que a justi\u00e7a de Deus cair\u00e1 sobre ti, como sobre todos os Esp\u00edritos rebeldes. Pondera que o mal que neste momento praticas ter\u00e1 for\u00e7osamente um limite, ao passo que, se persistires na tua obstina\u00e7\u00e3o, aumentar\u00e3o de cont\u00ednuo os teus sofrimentos. <BR><BR>Quando estavas na Terra, n\u00e3o terias considerado est\u00fapido sacrificar um grande bem por uma pequena satisfa\u00e7\u00e3o de momento? O mesmo acontece agora, quando \u00e9s Esp\u00edrito. Que ganhas com o que fazes? O triste prazer de atormentar algu\u00e9m, o que n\u00e3o obsta a que sejas desgra\u00e7ado, digas o que disseres, e que te tornes ainda mais desgra\u00e7ado. <BR><BR>A par disso, v\u00ea o que perdes, observa os bons Esp\u00edritos que te cercam e dize se n\u00e3o \u00e9 prefer\u00edvel \u00e0 tua a sorte deles. Da felicidade de que gozam, tamb\u00e9m tu partilhar\u00e1s, quando o quiseres. Que \u00e9 preciso para isso? Implorar a Deus e fazer, em vez do mal, o bem. Sei que n\u00e3o te podes transformar repentinamente, mas, Deus n\u00e3o exige o imposs\u00edvel, quer apenas a boa-vontade. Experimenta e n\u00f3s te ajudaremos. Faze que em breve possamos dizer em teu favor a prece pelos Esp\u00edritos penitentes (n\u00ba 73) e n\u00e3o mais considerar-te entre os maus Esp\u00edritos, enquanto te n\u00e3o contes entre os bons. <BR><BR>(Veja-se tamb\u00e9m, atr\u00e1s, o n\u00ba 75:   Preces pelos Esp\u00edritos endurecidos .) <BR><BR>NOTA:  A cura das obsess\u00f5es graves requer muita paci\u00eancia, perseveran\u00e7a e devotamento.    Exige tamb\u00e9m tato e habilidade, a fim de encaminhar para o bem Esp\u00edritos muitas vezes perversos, endurecidos e astuciosos, porquanto h\u00e1-os rebeldes ao extremo. Na maioria dos casos, temos de nos guiar pelas circunst\u00e2ncias. Qualquer que seja, por\u00e9m, o car\u00e1ter do Esp\u00edrito, nada se obt\u00e9m, \u00e9 isto um fato incontest\u00e1vel pelo constrangimento ou pela amea\u00e7a. Toda influ\u00eancia reside no ascendente moral. Outra verdade igualmente comprovada pela experi\u00eancia tanto quanto pela l\u00f3gica, \u00e9 a completa inefic\u00e1cia dos exorcismos, f\u00f3rmulas, palavras sacramentais, amuletos, talism\u00e3s, pr\u00e1ticas exteriores, ou quaisquer sinais materiais. <BR><BR>A obsess\u00e3o muito prolongada pode ocasionar desordens patol\u00f3gicas e reclama, por vezes, tratamento simult\u00e2neo ou consecutivo, quer magn\u00e9tico, quer m\u00e9dico, para restabelecer a sa\u00fade do organismo. Destru\u00edda a causa, resta combater os efeitos. (Veja-se: O Livro dos M\u00e9diuns, 2\u00aa Parte, cap. XXIII &#8211;  Da obsess\u00e3o . &#8211; Revue Spirite, fevereiro e mar\u00e7o de 1864, abril de 1865: exemplos de curas de  obsess\u00f5es.)<BR><BR><\/strong><\/em><\/div>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_15572\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"15572\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 16\/16;\" \/><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>PELOS OBSIDIADOS81. PREF\u00c1CIO. A obsess\u00e3o \u00e9 a a\u00e7\u00e3o persistente que um Esp\u00edrito mau exerce sobre um indiv\u00edduo. Apresenta caracteres muito diversos, desde a simples influ\u00eancia moral, sem percept\u00edveis sinais exteriores, at\u00e9 a perturba\u00e7\u00e3o completa do organismo e das faculdades mentais. Oblitera todas as faculdades medi\u00fanicas, traduz-se, na mediunidade escrevente, pela obstina\u00e7\u00e3o de um Esp\u00edrito em&hellip; <br \/> <a class=\"read-more\" href=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo15572\/\">Leia mais<\/a><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_15572\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"15572\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 16\/16;\" \/><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[7,16],"tags":[],"class_list":["post-15572","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-evangelho","category-mensagens-diversas"],"a3_pvc":{"activated":true,"total_views":964,"today_views":0},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15572","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=15572"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15572\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=15572"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=15572"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=15572"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}