{"id":15746,"date":"2019-03-09T17:12:00","date_gmt":"2019-03-09T17:12:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo15746\/"},"modified":"2019-03-09T17:55:25","modified_gmt":"2019-03-09T20:55:25","slug":"artigo15746","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo15746\/","title":{"rendered":"Livro O que \u00e9 o Espiritismo &#8211; Cap\u00edtulo II &#8211; CONSEQ\u00dc\u00caNCIAS DECORRENTES DO ESPIRITISMO &#8211; Allan Kardec"},"content":{"rendered":"<p>CONSEQ\u00dc\u00caNCIAS DECORRENTES DO ESPIRITISMO<\/p>\n<p>100.<br \/> Em vista da incerteza das revela\u00e7\u00f5es feitas p\u00ealos Esp\u00edritos, pergunta-se: Para que serve o estudo do Espiritismo?<\/p>\n<p>Evidencia-se a exist\u00eancia do mundo espiritual, constitu\u00eddo pelas almas dos que viveram; disso resulta a prova da exist\u00eancia da alma e sua sobreviv\u00eancia ao corpo.<\/p>\n<p>As almas que se manifestam revelam sua felicidade ou seus sofrimentos, segundo o modo como empregaram a vida terrena.<br \/> Disto resulta a prova das penas e recompensas futuras.<\/p>\n<p>Demonstrando-nos o estado ou a situa\u00e7\u00e3o em que se encontram as almas ou Esp\u00edritos, retificam as id\u00e9ias falsas que se faziam sobre a vida futura e, principalmente, sobre a dura\u00e7\u00e3o e a natureza das penas.<\/p>\n<p>Passando a vida futura, do terreno te\u00f3rico, vago e incerto, ao dos fatos observados e positivos, imp\u00f5e a necessidade de trabalhar-se quanto poss\u00edvel na vida presente, que \u00e9 de dura\u00e7\u00e3o m\u00ednima em proveito da futura, que \u00e9 infinita.<\/p>\n<p>Suponhamos que um homem de vinte anos tem certeza de morrer aos vinte e cinco.<br \/> Que far\u00e1 durante esses cinco anos? Trabalhar\u00e1 para o futuro? N\u00e3o, seguramente.<br \/> Procurar\u00e1 gozar tanto quanto poss\u00edvel, julgando estupidez impor-se trabalhos e priva\u00e7\u00f5es sem objetivo.<br \/> Se, ao contr\u00e1rio, estiver certo de que chegar\u00e1 aos oitenta anos, proceder\u00e1 de modo diverso, pois compreender\u00e1 a necessidade de sacrificar alguns instantes do repouso presente para assegurar o repouso futuro, durante largos anos.<br \/> A mesma coisa acontece com as pessoas para quem a vida futura \u00e9 uma realidade.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 vida futura, a d\u00favida conduz naturalmente ao sacrif\u00edcio de tudo p\u00ealos gozos do presente.<br \/> Da\u00ed a import\u00e2ncia excessiva dada aos bens materiais, que tanto excitam a cobi\u00e7a, a inveja e os ci\u00fames dos que pouco possuem contra os que t\u00eam em demasia.<br \/> Da cobi\u00e7a ao desejo de aquisi\u00e7\u00e3o a qualquer pre\u00e7o, via apenas um passo.<br \/> Da\u00ed os \u00f3dios, as querelas, os processos, as guerras e todos os males engendrados pelo ego\u00edsmo.<\/p>\n<p>Na d\u00favida quanto ao futuro o homem, acabrunhado na vida pelo pesar e o infort\u00fanio, s\u00f3 na morte v\u00ea o termo de seus sofrimentos; ent\u00e3o, nada mais esperando do mundo, julga razo\u00e1vel abrevi\u00e1-los por meio do suic\u00eddio.<\/p>\n<p>Sem esperan\u00e7as no futuro, \u00e9 natural que se sinta afetado e desespere com os desenganos que sofre.<br \/> As como\u00e7\u00f5es violentas que experimenta produzem uma perturba\u00e7\u00e3o em seu c\u00e9rebro; esta \u00e9 a causa do maior n\u00famero de loucuras.<\/p>\n<p>Sem a vida futura, a presente torna-se para o homem o principal, o \u00fanico objeto de suas preocupa\u00e7\u00f5es, a qual tudo subordina.<br \/> Quer gozar a qualquer pre\u00e7o n\u00e3o apenas dos bens materiais, mas tamb\u00e9m das honrarias.<br \/> Aspira brilhar, elevar-se acima dos outros, eclipsar seus semelhantes pelo fausto e pela posi\u00e7\u00e3o.<br \/> Da\u00ed a ambi\u00e7\u00e3o desordenada e a import\u00e2ncia que empresta aos t\u00edtulos e \u00e0s futilidades decorrentes da vaidade, pelas quais sacrifica a pr\u00f3pria honra, pois nada mais v\u00ea depois.<\/p>\n<p>A certeza da sua realidade e de suas conseq\u00fc\u00eancias muda completamente a ordem das id\u00e9ias, mostrando as coisas por novo prisma.<br \/> \u00c9 o descerrar dos v\u00e9us que ocultavam um horizonte imenso e espl\u00eandido.<\/p>\n<p>Ante o infinito e o grandioso da vida de al\u00e9m-t\u00famulo, encara a vida terrena como um segundo em compara\u00e7\u00e3o com um s\u00e9culo, como o gr\u00e3o de areia em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 montanha.<\/p>\n<p>Tudo se torna pequeno e mesquinho; e n\u00f3s nos admiramos da import\u00e2ncia atribu\u00edda a coisas t\u00e3o ef\u00eameras e pueris.<br \/> Da\u00ed adv\u00eam uma paz e uma tranq\u00fcilidade em meio aos acontecimentos da vida, que j\u00e1 constitui uma felicidade, em compara\u00e7\u00e3o com os desatinos e os tormentos que provocamos e as ang\u00fastias que encontramos, quando procuramos nos tornar superiores aos demais.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m origina uma indiferen\u00e7a para com as vicissitudes e desenganos que, cerrando as portas ao desespero, afasta in\u00fameras ocasi\u00f5es de enlouquecimento, e apaga por completo a id\u00e9ia do suic\u00eddio.<br \/> Convicto da realidade do futuro, o homem espera e resigna-se.<br \/> Com a d\u00favida, perde a paci\u00eancia, porque tudo espera do presente.<\/p>\n<p>O exemplo oferecido p\u00ealos que j\u00e1 viveram, provando que a soma de felicidade futura est\u00e1 na raz\u00e3o do progresso moral realizado e do bem praticado naTerra, e que a soma de sofrimentos est\u00e1 na raz\u00e3o dos v\u00edcios e m\u00e1s a\u00e7\u00f5es, infunde em todos os que est\u00e3o convencidos desta verdade uma tend\u00eancia natural para praticar o bem e fugir do mal.<\/p>\n<p>Quando a maior parte dos homens estiver embu\u00edda destas id\u00e9ias, quando professar tais princ\u00edpios e praticar o bem, n\u00e3o mais ser\u00e3o constatados os desentendimentos.<br \/> Garantida estar\u00e1 a funda\u00e7\u00e3o de institui\u00e7\u00f5es sociais, em benef\u00edcio da coletividade e n\u00e3o em proveito de uns poucos; numa palavra, o bem triunfar\u00e1 sobre o mal, aqui na Terra; os homens compreender\u00e3o, finalmente, que a lei da caridade ensinada pelo Cristo, e s\u00f3 ela, pode originar a felicidade neste mundo.<br \/> Ent\u00e3o as leis civis ser\u00e3o baseadas na caridade.<\/p>\n<p>A evid\u00eancia do mundo espiritual que nos rodeia e a de sua a\u00e7\u00e3o sobre o mundo corporal, \u00e9 a revela\u00e7\u00e3o de uma das for\u00e7as da Natureza; conseq\u00fcentemente, a chave de uma multid\u00e3o de fen\u00f4menos n\u00e3o compreendidos, tanto de ordem f\u00edsica quanto de ordem moral.<br \/> Quando a ci\u00eancia levar em conta esta nova for\u00e7a at\u00e9 hoje desconhecida, ret\u00edficar\u00e1 em consider\u00e1vel n\u00famero de erros que prov\u00eam da subordina\u00e7\u00e3o de tudo a uma causa \u00fanica: a mat\u00e9ria.<\/p>\n<p>O reconhecimento desta nova causa dos fen\u00f4menos da natureza, ser\u00e1 uma alavanca para o progresso e provocar\u00e1 o efeito do descobrimento de todo agente novo: dilatar\u00e1 o horizonte da ci\u00eancia, como quando foi descoberta a lei da gravita\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Quando das c\u00e1tedras, os s\u00e1bios proclamarem a exist\u00eancia do mundo espiritual e sua a\u00e7\u00e3o nos fen\u00f4menos da vida, infiltrar\u00e3o na juventude o contra-veneno das id\u00e9ias materialistas, em vez de a predispor para a nega\u00e7\u00e3o da vida futura.<\/p>\n<p>Nos cursos de filosofia cl\u00e1ssica, os professores ensinam a exist\u00eancia da alma e seus atributos, segundo as diversas escolas.<br \/> Mas n\u00e3o d\u00e3o provas materiais.<br \/> \u00c9, pois, de estranhar que, quando apresentadas, sejam essas provas repelidas por esses mesmos professores e qualificadas de supersti\u00e7\u00f5es.<br \/> Cremos que isso equivale a dizer aos disc\u00edpulos:  N\u00f3s lhes ensinamos a exist\u00eancia da alma; entretanto, n\u00e3o temos prova alguma .<\/p>\n<p>Quando um s\u00e1bio admite uma hip\u00f3tese sobre uma quest\u00e3o cient\u00edfica, investiga com empenho e acolhe com alegria os fatos que possam transformar a hip\u00f3tese em realidade.<\/p>\n<p>Como, pois, o professor de filosofia, cujo dever \u00e9 provar a seus disc\u00edpulos que t\u00eam uma alma, trata com desd\u00e9m os meios de lhes dar uma demonstra\u00e7\u00e3o patente?<\/p>\n<p>101.<br \/> Supondo, ainda, que os Esp\u00edritos sejam incapazes de nos ensinar algo mais do que sabemos ou aquilo que n\u00e3o podemos saber por n\u00f3s mesmos, \u00e9 l\u00f3gico que a \u00fanica evid\u00eancia de que existe um mundo espiritual conduz, for\u00e7osamente, a uma revolu\u00e7\u00e3o nas id\u00e9ias; e esta revolu\u00e7\u00e3o produzir\u00e1, necessariamente, outra, na ordem das coisas.<br \/> Este ser\u00e1 um fruto do Espiritismo.<\/p>\n<p>102.<br \/> Os Esp\u00edritos, por\u00e9m, fazem mais.<br \/> Se \u00e9 certo que suas revela\u00e7\u00f5es se revestem de certas dificuldades, se \u00e9 verdade que exigem minuciosas precau\u00e7\u00f5es que confirmem sua exatid\u00e3o, n\u00e3o \u00e9 menos certo que os Esp\u00edritos adiantados, quando interrogados e quando lhes \u00e9 permitido, podem revelar fatos ignorados, dar-nos a explica\u00e7\u00e3o de coisas incompreendidas e p\u00f4r-nos em vias de progredir nais rapidamente.<br \/> Neste ponto, sobretudo, \u00e9 indispens\u00e1vel o estudo completo e detido da ci\u00eancia esp\u00edrita, a fim de s\u00f3 lhe pedirmos aquilo que ela pode dar, e pelo modo pelo qual o pode fazer.<br \/> \u00c9 ultrapassando esses limites que nos expomos a ser enganados.<\/p>\n<p>103.<br \/> As menores causas podem produzir os maiores efeitos.<br \/> As-m \u00e9 que, de uma semente, pode sair uma \u00e1rvore gigantesca; que a queda de uma ma\u00e7\u00e3 ocasionou o descobrimento da lei que rege os mundos; que uma r\u00e3, saltando num prato, revelou a for\u00e7a galv\u00e2nica.<br \/> Assim tamb\u00e9m, do fen\u00f4meno corriqueiro das mesas girantes saiu a prova da exist\u00eancia do mundo invis\u00edvel, e desta prova a doutrina que em poucos anos fez a volta ao mundo, e \u00e0 qual \u00e9 dado regener\u00e1-lo pela simples demonstra\u00e7\u00e3o da realidade da vida futura.<\/p>\n<p>104.<br \/> O Espiritismo ensina pouco ou nenhuma verdade absolutamente nova, em virtude do axioma:  Nada de novo debaixo do Sol .<\/p>\n<p>S\u00f3 as verdades eternas s\u00e3o absolutas.<br \/> Por estarem fundadas em leis naturais, as que o Espiritismo ensina existiram de todos os tempos; por isso, em todas as \u00e9pocas encontram-se os seus g\u00e9rmens, que se desenvolveram ao impulso de estudo mais aprofundado e de mais demoradas observa\u00e7\u00f5es.<br \/> As verdades ensinadas pelo Espiritismo t\u00eam, pois, um car\u00e1ter mais de conseq\u00fc\u00eancia que de descobrimento.<\/p>\n<p>O Espiritismo n\u00e3o descobriu nem inventou os Esp\u00edritos.<br \/> Tamb\u00e9m n\u00e3o descobriu o mundo espiritual, no qual em todos os tempos o homem acreditou.<br \/> Limita-se a provar a sua exist\u00eancia com fatos materiais e a apresent\u00e1-lo sob o seu verdadeiro aspecto, escoiman-do-o de preju\u00edzos e id\u00e9ias supersticiosas, que engendram a d\u00favida e a incredulidade.<\/p>\n<p>OBSERVA\u00c7\u00c3O: Estas explica\u00e7\u00f5es, por incompletas que sejam, bastam para evidenciar as bases em que se assenta o Espiritismo, o car\u00e1ter das manifesta\u00e7\u00f5es e o grau de confian\u00e7a que podem inspirar, conforme as circunst\u00e2ncias.<\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_15746\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"15746\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; 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