{"id":15799,"date":"2019-03-31T08:12:00","date_gmt":"2019-03-31T08:12:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo15799\/"},"modified":"2019-03-31T08:24:15","modified_gmt":"2019-03-31T11:24:15","slug":"artigo15799","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo15799\/","title":{"rendered":"Livro O que \u00e9 o Espiritismo &#8211; Cap\u00edtulo III &#8211;  O HOMEM DURANTE A VIDA TERRENA &#8211; Allan Kardec"},"content":{"rendered":"<p>O HOMEM DURANTE A VIDA TERRENA<\/p>\n<p>116.<br \/> Como e em que momento \u00e9 operada a uni\u00e3o da alma ao corpo?<\/p>\n<p>Desde a concep\u00e7\u00e3o o Esp\u00edrito, ainda que errante, relaciona-se com o corpo a que deve se unir, por um la\u00e7o flu\u00eddico.<br \/> Este la\u00e7o aperta-se cada vez mais \u00e0 medida que o corpo se desenvolve.<br \/> A partir daquele momento o Esp\u00edrito cai em crescente perturba\u00e7\u00e3o.<br \/> Ao se aproximar o nascimento e a partir do momento em que a crian\u00e7a respira, a perturba\u00e7\u00e3o se completa, e o Esp\u00edrito perde a no\u00e7\u00e3o de si mesmo: a uni\u00e3o ent\u00e3o \u00e9 completa e definitiva, e s\u00f3 gradualmente ele recobra as id\u00e9ias.<\/p>\n<p>117.<br \/> Qual \u00e9 o estado intelectual da alma da crian\u00e7a no momento de nascer?<\/p>\n<p>Seu estado intelectual e moral \u00e9 o mesmo que tinha antes da uni\u00e3o com o corpo, isto \u00e9, a alma est\u00e1 de posse de todas as id\u00e9ias adquiridas anteriormente; mas em conseq\u00fc\u00eancia da perturba\u00e7\u00e3o que acompanha a mudan\u00e7a de estado, essas id\u00e9ias ficam momentaneamente em estado latente.<br \/> Aclaram-se pouco a pouco, mas n\u00e3o se podem manifestar sen\u00e3o \u00e0 medida do desenvolvimento dos \u00f3rg\u00e3os corp\u00f3reos.<\/p>\n<p>118.<br \/> Qual a origem das id\u00e9ias inatas, das predisposi\u00e7\u00f5es precoces, das aptid\u00f5es instintivas para uma arte ou uma ci\u00eancia, independentemente de instru\u00e7\u00e3o?<\/p>\n<p>As id\u00e9ias inatas s\u00f3 podem ter duas origens: a cria\u00e7\u00e3o de almas mais perfeitas do que outras &#8211; se \u00e9 que foram criadas ao mesmo tempo que o corpo &#8211; ou um progresso anterior alcan\u00e7ado antes da uni\u00e3o da alma ao corpo.<br \/> A primeira hip\u00f3tese \u00e9 incompat\u00edvel com a justi\u00e7a divina.<br \/> Fica de p\u00e9 a segunda.<br \/> As id\u00e9ias inatas resultam de conhecimentos adquiridos em precedentes exist\u00eancias e que permaneceram em estado de intui\u00e7\u00e3o, para servirem de base \u00e0 aquisi\u00e7\u00e3o de novos conhecimentos.<\/p>\n<p>119.<br \/> Por que se revelam g\u00eanios nas classes sociais privadas de toda cultura intelectual?<\/p>\n<p>Este fato prova que as id\u00e9ias inatas independem do meio em que o homem se educa.<br \/> O meio e a educa\u00e7\u00e3o desenvolvem as id\u00e9ias inatas, mas n\u00e3o n\u00f4-las d\u00e3o.<br \/> O homem de g\u00eanio \u00e9 a encarna\u00e7\u00e3o de um Esp\u00edrito adiantado, que j\u00e1 realizou grandes progressos.<br \/> Por isto, a educa\u00e7\u00e3o pode fornecer a instru\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria, mas nunca o g\u00eanio, quando este n\u00e3o exista.<\/p>\n<p>120.<br \/> Por que encontramos crian\u00e7as instintivamente boas, em s\u00f3rdidos ambientes n\u00e3o obstante os maus exemplos que t\u00eam e outras instintivamente m\u00e1s, em ambientes honestos, apesar dos bons exemplos que lhe d\u00e3o?<\/p>\n<p>\u00c9 o resultado do progresso moral alcan\u00e7ado, como as id\u00e9ias inatas o s\u00e3o do progresso intelectual.<\/p>\n<p>121.<br \/> Por que raz\u00e3o, de dois filhos de um mesmo pai, educados p\u00ealos mesmos m\u00e9todos, um \u00e9 inteligente, o outro est\u00fapido, um bom e o outro mau? Por que o filho de um homem de g\u00eanio \u00e9, \u00e0s vezes, uma nega\u00e7\u00e3o, e o filho de um est\u00fapido um homem de g\u00eanio?<\/p>\n<p>Este fato vem confirmar a origem das id\u00e9ias inatas.<br \/> Prova, ademais, que a alma da crian\u00e7a n\u00e3o procede, de maneira alguma, da alma dos genitores, pois se assim fosse, consoante o axioma:  A natureza da parte \u00e9 a mesma natureza do todo , os pais transmitiriam aos filhos suas qualidades e seus defeitos como lhes transmitem os princ\u00edpios das qualidades f\u00edsicas.<br \/> Na gera\u00e7\u00e3o apenas o corpo procede do corpo.<br \/> As almas s\u00e3o independentes umas das outras.<\/p>\n<p>122.<br \/> Se as almas s\u00e3o independentes, de onde procede o amor dos pais para com os filhos e reciprocamente?<\/p>\n<p>Os Esp\u00edritos reunem-se por simpatia, e o nascimento em tal ou qual fam\u00edlia n\u00e3o \u00e9 efeito de mero acaso.<br \/> Depende, isto sim, e as mais das vezes, da escolha do Esp\u00edrito, que se re\u00fane \u00e0queles a quem amou no mundo espiritual ou em exist\u00eancias anteriores.<\/p>\n<p>Por outro lado, os pais t\u00eam a miss\u00e3o de contribuir para o progresso dos filhos; para os incitar, Deus lhes inspira m\u00fatuo afeto.<br \/> Muitos n\u00e3o cumprem com essa miss\u00e3o.<br \/> Sofrem, por\u00e9m, as conseq\u00fc\u00eancias.<br \/> (O Livro dos Esp\u00edritos, n2 379: A respeito da inf\u00e2ncia).<\/p>\n<p>123.<br \/> Por que raz\u00e3o existem pais perversos e filhos maus?<\/p>\n<p>S\u00e3o Esp\u00edritos que n\u00e3o se reuniram numa fam\u00edlia por simpatia, mas para servirem mutuamente de prova, muita vez como expia\u00e7\u00e3o do que foram em exist\u00eancia anterior.<br \/> A um foi dado o mau filho, por que tamb\u00e9m ele o foi.<br \/> Ao outro, um pai perverso, porque tamb\u00e9m foi perverso, como pai.<br \/> Sofrer\u00e3o assim a pena de Tali\u00e3o.<br \/> (Revue Spirite, 1861, p\u00e1g.<br \/> 270: La peine du talion).<\/p>\n<p>124.<br \/> Por que encontramos em certas pessoas, nascidas em condi\u00e7\u00e3o humilde, instinto de dignidade e grandeza enquanto que em outras, nascidas em altas classes, os mais baixos instintos?<\/p>\n<p>Trata-se de uma recorda\u00e7\u00e3o intuitiva da posi\u00e7\u00e3o social que ocuparam e do car\u00e1ter que tinham na exist\u00eancia anterior.<\/p>\n<p>125.<br \/> Qual \u00e9 a causa das simpatias e antipatias que se manifestam entre pessoas que se avistam pela primeira vez?<\/p>\n<p>S\u00e3o criaturas que se conheceram e que muitas vezes se amaram em outra vida e que, ao se encontrarem nesta, atraem-se mutuamente.<br \/> Tamb\u00e9m as antipatias instintivas prov\u00eam, vez por outra, de rela\u00e7\u00f5es anteriores.<\/p>\n<p>Esses sentimentos anda podem ter uma outra causa.<br \/> O perisp\u00edrito irradia ao redor do corpo, formando uma esp\u00e9cie de atmosfera impregnada das qualidades boas ou m\u00e1s do Esp\u00edrito encarnado.<br \/> Duas pessoas que se encontraram, experimentam pelo contato dessas auras, uma sensa\u00e7\u00e3o agrad\u00e1vel ou desagrad\u00e1vel.<br \/> Os fluidos tendem a se confundir ou a se repelir, conforme a semelhan\u00e7a ou dessemelhan\u00e7a de sua natureza.<br \/> Assim tamb\u00e9m se explica o fen\u00f4meno da transmiss\u00e3o do pensamento.<br \/> Pelo contato dos fluidos duas almas, de certa maneira, l\u00eaem uma na outra.<br \/> Ent\u00e3o adivinham-se e compreendem-se sem trocar palavras.<\/p>\n<p>126.<br \/> Por que o homem n\u00e3o conserva a recorda\u00e7\u00e3o de suas vidas pret\u00e9ritas? Ela n\u00e3o \u00e9, por acaso, \u00fatil ao seu progresso futuro? Veja-se \u00e0 p\u00e1gina 64: Esquecimento do passado.<\/p>\n<p>127.<br \/> Qual \u00e9 a origem do sentimento chamado  consci\u00eancia ?<\/p>\n<p>\u00c9 a lembran\u00e7a intuitiva do progresso realizado em vidas passadas e das resolu\u00e7\u00f5es tomadas pelo Esp\u00edrito antes de sua encarna\u00e7\u00e3o, as quais nem sempre o homem tem for\u00e7a suficiente para levar a cabo.<\/p>\n<p>128.<br \/> O homem tem livre-arb\u00edtrio ou est\u00e1 sujeito \u00e0 fatalidade?<\/p>\n<p>Se a conduta do homem dependesse da fatalidade, n\u00e3o teria responsabilidade pelo mal, nem m\u00e9rito pelo bem praticado.<br \/> Conseq\u00fcentemente, todo castigo seria injusto e toda recompensa um contra-senso.<br \/> O livre-arb\u00edtrio do homem \u00e9 conseq\u00fc\u00eancia da justi\u00e7a de Deus; \u00e9 o atributo que lhe confere sua dignidade e o eleva acima das demais criaturas.<\/p>\n<p>Tanto assim \u00e9, que o apre\u00e7o que os homens se dispensam mutuamente decorre do livre-arb\u00edtrio: quem o perde acidentalmente, por enfermidade, loucura, embriaguez ou idiotismo \u00e9 lastimado ou desprezado.<\/p>\n<p>O materialista, que afirma que todas as faculdades morais e intelectuais dependem do organismo, reduz o homem \u00e0 condi\u00e7\u00e3o de m\u00e1quina, sem livre-arb\u00edtrio e, conseq\u00fcentemente, sem responsabilidade pelo ma! e sem m\u00e9rito pelo bem que praticar.<br \/> (Revue Spirite, 1861, p\u00e1g.<br \/> 76.<br \/> La t\u00eate de Garibaldi &#8211; Idem, 1862, p\u00e1g.<br \/> 97.<br \/> Phr\u00e9nologie spiritualiste).<\/p>\n<p>129.<br \/> Deus foi o criador do mal?<\/p>\n<p>Deus n\u00e3o criou o mal: estabeleceu leis; e estas s\u00e3o sempre boas, pois Ele \u00e9 soberanamente bom; aquele que as observar fielmente, ser\u00e1 completamente feliz.<br \/> Entretanto, como t\u00eam o livre-arb\u00edtrio, nem sempre os Esp\u00edritos as obedecem.<br \/> A infra\u00e7\u00e3o dessas leis ocasiona-lhes o mal.<\/p>\n<p>130.<br \/> O homem nasce bom ou mau?<\/p>\n<p>\u00c9 mister distinguir alma e homem.<br \/> A alma foi criada simples e ignorante, isto \u00e9, nem boa nem m\u00e1; mas, em virtude do seu livre-arb\u00edtrio, suscet\u00edvel de seguir o caminho do bem ou do mal, de obedecer ou infligir \u00e0s leis de Deus.<br \/> O homem nasce bom ou mau, conforme o Esp\u00edrito nele encarnado seja adiantado ou atrasado.<\/p>\n<p>131.<br \/> Qual a origem do bem e do mal existentes na Terra e por que \u00e9 que h\u00e1 mais mal do que bem?<\/p>\n<p>A origem do mal sobre a Terra prov\u00e9m da imperfei\u00e7\u00e3o dos Esp\u00edritos nela encarnados.<br \/> O predom\u00ednio do mal vem do fato de ser a Terra um mundo inferior, habitado em sua maior parte por Esp\u00edritos atrasados ou que pouco progrediram.<br \/> Nos mundos mais avan\u00e7ados, onde s\u00f3 os Esp\u00edritos depurados t\u00eam permiss\u00e3o de encarnar, se o mal n\u00e3o \u00e9 desconhecido, pelo menos est\u00e1 em minoria.<\/p>\n<p>132.<br \/> Qual a causa dos males que afligem a humanidade?<\/p>\n<p>A Terra pode ser, ao mesmo tempo, considerada um mundo destinado \u00e0 educa\u00e7\u00e3o dos Esp\u00edritos poucos adiantados e de expia\u00e7\u00e3o para os Esp\u00edritos culpados.<br \/> Os males que afligem a humanidade s\u00e3o conseq\u00fc\u00eancia da inferioridade moral da maioria dos Esp\u00edritos encarnados na Terra.<br \/> Ao contato dos v\u00edcios, fazem-se reciprocamente desgra\u00e7ados e se castigam mutuamente.<\/p>\n<p>133.<br \/> Por que vemos tantas vezes o mau prosperar, enquanto o homem de bem vive na afli\u00e7\u00e3o?<\/p>\n<p>Para as pessoas cujo pensamento n\u00e3o ultrapassa os limites da vida presente, para quem a julga \u00fanica, isto deve parecer uma injusti\u00e7a clamorosa.<br \/> O mesmo n\u00e3o se d\u00e1 com aquele que admite a pluralidade das vidas e considera a brevidade de cada uma delas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 eternidade.<\/p>\n<p>O estudo do Espiritismo vem esclarecer que a prosperidade do mau tem, depois, horr\u00edveis compensa\u00e7\u00f5es; que as afli\u00e7\u00f5es do homem de bem s\u00e3o, pelo contr\u00e1rio, seguidas de uma felicidade tanto maior e mais duradoura quanto mais resignadamente as suportar: n\u00e3o lhe ser\u00e1 mais que um dia aziago numa pr\u00f3spera exist\u00eancia.<\/p>\n<p>134.<br \/> Por que nascem uns na indig\u00eancia e outros na opul\u00eancia? Por que alguns nascem cegos, surdos, mudos ou sofrendo de enfermidades incur\u00e1veis, enquanto outros desfrutam de todos os dotes f\u00edsicos? Isto \u00e9 obra do acaso ou da provid\u00eancia?<\/p>\n<p>Se fosse efeito do acaso n\u00e3o haveria provid\u00eancia.<br \/> Se \u00e9 obra da provid\u00eancia, perguntaremos: onde est\u00e1 sua bondade e a sua justi\u00e7a? Por n\u00e3o compreenderem a causa desses males, muit\u00edssimas pessoas inclinam-se a clamar contra a Divindade.<br \/> Compreende-se que aquele que se v\u00ea atormentado pela mis\u00e9ria, ou por enfermidades conseq\u00fcentes de suas imprud\u00eancias ou de seus excessos, seja castigado naquilo em que pecou.<br \/> Se a alma tivesse sido criada simultaneamente ao corpo, que teria feito para merecer tamanhas afli\u00e7\u00f5es desde o nascimento? Ou que teria feito para isentar-se delas? Se se admitir a exist\u00eancia de Deus, tem-se que admitir que aquele efeito procede de uma causa.<br \/> Se esta causa n\u00e3o existe durante a vida, deve existir antes dela, pois que em todas as coisas a causa precede ao efeito.<br \/> Por isso, \u00e9 ent\u00e3o necess\u00e1rio que a alma tenha vivido e merecido essa expia\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Os estudos esp\u00edritas demonstram, com efeito, que v\u00e1rios homens, nascidos na mis\u00e9ria, foram ricos e considerados, numa anterior exist\u00eancia, na qual fizeram mau uso da fortuna cuja administra\u00e7\u00e3o Deus lhes havia confiado; que muitos, nascidos nas mais humildes classes sociais foram orgulhosos e poderosos e abusaram de seu poder, oprimindo os fracos.<br \/> Encontramo-los, muita vez, sob as ordens daquele mesmo de quem foram cru\u00e9is senhores, sofrendo o mau trato que fizeram sofrer aos outros.<\/p>\n<p>Uma vida penosa \u00e9 sempre uma expia\u00e7\u00e3o e ami\u00fade uma prova escolhida pelo Esp\u00edrito, que nela v\u00ea um meio de progredir mais rapidamente, se a suportar com coragem.<br \/> A riqueza tamb\u00e9m \u00e9 uma prova, entretanto mais perigosa que a pobreza, pelas tenta\u00e7\u00f5es que origina e p\u00ealos abusos que provoca.<br \/> Assim \u00e9, como o prova o exemplo dos que j\u00e1 viveram, que dela sai um n\u00famero muito menor de vitoriosos.<\/p>\n<p>A diferen\u00e7a das posi\u00e7\u00f5es sociais seria a maior das injusti\u00e7as -uma vez que n\u00e3o \u00e9 resultado da conduta atual &#8211; se n\u00e3o tivessem uma compensa\u00e7\u00e3o.<br \/> A convic\u00e7\u00e3o desta verdade \u00e9 adquirida no Espiritismo, que nos d\u00e1 for\u00e7as para suportar as vicissitudes da vida, e leva-nos a aceitar nossa sorte sem invejar a dos demais.<\/p>\n<p>135.<br \/> Por que h\u00e1 homens idiotas e imbecis?<\/p>\n<p>A posi\u00e7\u00e3o dos idiotas e dos imbecis \u00e9 a menos concili\u00e1vel com a justi\u00e7a de Deus, na hip\u00f3tese da exist\u00eancia de uma s\u00f3 vida.<br \/> Por mais miser\u00e1vel que seja a condi\u00e7\u00e3o em que o homem nas\u00e7a, poder\u00e1 erguer-se pela intelig\u00eancia e pelo trabalho.<br \/> O idiota e o imbecil s\u00e3o entretanto destinados, do ber\u00e7o ao t\u00famulo, ao embrutecimento e ao desprezo.<br \/> Para eles n\u00e3o existe compensa\u00e7\u00e3o poss\u00edvel.<br \/> Por que, ent\u00e3o, sua alma \u00e9 idiota?<\/p>\n<p>Os estudos esp\u00edritas, feitos a respeito dos imbecis e dos idiotas, provam que suas almas s\u00e3o inteligentes quanto as dos outros homens; que essa enfermidade constitui uma puni\u00e7\u00e3o infligida a Esp\u00edritos que abusaram da intelig\u00eancia, e sofrem cruelmente por se sentirem presos por elos que n\u00e3o lhes \u00e9 dado partir, e pelo desprezo de que s\u00e3o alvo quando, talvez, tivessem sido t\u00e3o considerados em pret\u00e9rita exist\u00eancia.<br \/> (Revue Spirite, 1860, p\u00e1g.<br \/> 173.<br \/> UEsprit d une idiot.<br \/> Idem.<br \/> 1861, p\u00e1g.<br \/> 311: L\u00eas cr\u00e9tins).<\/p>\n<p>136.<br \/> Qual \u00e9 o estado da alma durante o sono?<\/p>\n<p>Durante o sono, apenas o corpo descansa.<br \/> O Esp\u00edrito n\u00e3o dorme.<br \/> As observa\u00e7\u00f5es pr\u00e1ticas provam que durante aqueles momentos o Esp\u00edrito goza de toda sua liberdade e da plenitude de suas faculdades.<br \/> Aproveita o descanso do corpo e os momentos em que sua presen\u00e7a n\u00e3o \u00e9 necess\u00e1ria, para agir em separado e ir onde deseja.<br \/> Durante a vida f\u00edsica, por maiores dist\u00e2ncias a que se transporte, o Esp\u00edrito est\u00e1 sempre preso ao corpo pelo la\u00e7o flu\u00eddico, que emprega no regresso, quando sua presen\u00e7a se torna necess\u00e1ria.<br \/> S\u00f3 a morte desfaz este la\u00e7o.<\/p>\n<p>137.<br \/> Qual a causa dos sonhos?<\/p>\n<p>Os sonhos resultam da liberdade que frui o Esp\u00edrito durante o sono.<br \/> Algumas vezes, s\u00e3o a recorda\u00e7\u00e3o dos locais e das pessoas que viu e visitou, enquanto o corpo repousava.<br \/> (O Livro dos Esp\u00edritos: Emancipa\u00e7\u00e3o da alma, sono, sonhos, sonambulismo, dupla-vista, letargia, etc.<br \/> ns.<br \/> 400 e seguintes.<br \/> O Livro dos M\u00e9diuns: Evoca\u00e7\u00e3o das pessoas vivas, na 284.<br \/> &#8211; Revue Spirite, 1860, p\u00e1g.<br \/> 11: LEsprit d un cote et l\u00ea corps de Pautre.<br \/> Idem, 1860, p\u00e1g.<br \/> 81: \u00c9tude sur 1 \u00c9sprit d\u00eas personnes vivantes).<\/p>\n<p>138.<br \/> De que prov\u00eam os pressentimentos?<\/p>\n<p>S\u00e3o recorda\u00e7\u00f5es vagas e intuitivas de coisas que o Esp\u00edrito aprendeu em horas de liberdade; algumas vezes s\u00e3o avisos ocultos dados por Esp\u00edritos amigos.<\/p>\n<p>139.<br \/> Por que h\u00e1 na Terra homens selvagens e civilizados? Sem a preexist\u00eancia da alma, esta pergunta ficaria sem resposta, a n\u00e3o ser que se admitisse que Deus criou almas selvagens e civilizadas, o que tamb\u00e9m seria a nega\u00e7\u00e3o da sua Justi\u00e7a.<br \/> Por outro lado, o racioc\u00ednio n\u00e3o admite que, vindo a morte, a alma do selvagem permane\u00e7a estacion\u00e1ria, perpetuamente na inferioridade, nem tampouco que esteja na mesma categoria da alma de um homem instru\u00eddo.<\/p>\n<p>Admitindo para as almas um mesmo ponto de partida, \u00fanica doutrina compat\u00edvel com a justi\u00e7a de Deus, a presen\u00e7a simult\u00e2nea da selvageria e da civiliza\u00e7\u00e3o sobre a Terra \u00e9 um fato material, comprobat\u00f3rio do progresso que uns realizaram e que outros podem realizar.<br \/> A alma do selvagem alcan\u00e7ar\u00e1, pois, com o tempo, o n\u00edvel da alma civilizada.<br \/> Como, entretanto, todos os dias morrem selvagens, suas almas n\u00e3o podem alcan\u00e7ar esse n\u00edvel sen\u00e3o atrav\u00e9s de encarna\u00e7\u00f5es sucessivas, cada vez mais adiantadas e adequadas \u00e0 sua evolu\u00e7\u00e3o, passando por todos os graus intermedi\u00e1rios.<\/p>\n<p>140.<br \/> N\u00e3o se poderia admitir, como, ali\u00e1s, \u00e9 opini\u00e3o de algumas pessoas, que a alma s\u00f3 se encarna uma vez, e realiza sua evolu\u00e7\u00e3o em outras esferas, no estado de Esp\u00edrito desencarnado?<\/p>\n<p>Essa hip\u00f3tese s\u00f3 seria admiss\u00edvel se na Terra s\u00f3 houvesse homens do mesmo grau de moralidade e intelectualidade, pois, neste caso, a Terra dir-se-ia especialmente destinada a uma certa grada\u00e7\u00e3o de moralidade.<br \/> As provas em contr\u00e1rio, entretanto, \u00e9 o que temos \u00e0 vista.<br \/> N\u00e3o se compreenderia, com efeito, que o selvagem n\u00e3o pudesse chegar \u00e0 civiliza\u00e7\u00e3o na Terra, quando existem almas adiantadas, encarnadas ao seu redor; nem que por for\u00e7a tivesse de progredir noutra parte, uma vez que h\u00e1 almas inferiores, encarnadas neste mesmo globo.<br \/> Disto se deduz que a possibilidade da pluralidade das exist\u00eancias terrenas resulta dos mesmos exemplos que temos \u00e0 vista.<\/p>\n<p>De outro modo seria preciso explicar: 1\u00b0 &#8211; Porque s\u00f3 a Terra teria a prioridade no terreno das encarna\u00e7\u00f5es.<br \/> 2\u00b0 &#8211; Porque, tendo essa prioridade, nela se encontram encarnadas almas dos mais diversos graus evolutivos?<\/p>\n<p>141.<br \/> Por que se encontram, no ambiente das sociedades civilizadas, seres cuja ferocidade \u00e9 compar\u00e1vel \u00e0 dos mais b\u00e1rbaros selvagens?<\/p>\n<p>S\u00e3o Esp\u00edritos bastante inferiores, oriundos das ra\u00e7as b\u00e1rbaras e que tentam encarna\u00e7\u00f5es num meio que n\u00e3o lhes \u00e9 pr\u00f3prio, no qual se sentem deslocados, como sucederia a um caipira que se encontrasse subitamente na alta sociedade.<\/p>\n<p>OBSERVA\u00c7\u00c3O &#8211; N\u00e3o se poderia admitir, nem negar a bondade e a justi\u00e7a de Deus, que a alma de um criminoso sem entranhas tivesse, na vida atual, o mesmo ponto de partida que a de um indiv\u00edduo dotado de todas as virtudes.<br \/> Se a alma n\u00e3o for anterior ao corpo, a do criminoso e a do homem virtuoso s\u00e3o igualmente inconscientes: por que a primeira \u00e9 m\u00e1 e a segunda \u00e9 boa?<\/p>\n<p>142.<br \/> De que precede o car\u00e1ter distintivo dos povos?<\/p>\n<p>S\u00e3o Esp\u00edritos que, tendo pouco ou mais ou menos os mesmos gostos e as mesmas inclina\u00e7\u00f5es, encarnam-se num meio simp\u00e1tico, e ami\u00fade num meio que lhes propicie a satisfa\u00e7\u00e3o de suas inclina\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>143.<br \/> Como progridem e como degeneram os povos?<\/p>\n<p>Se a alma fosse criada simultaneamente ao corpo, as dos homens modernos seriam t\u00e3o recentes quanto as dos homens medievais.<br \/> Nesse caso perguntar\u00edamos: porque t\u00eam, aqueles, costumes mais sociais e uma intelig\u00eancia mais desenvolvida? Se, por ocasi\u00e3o da morte do corpo, a alma abandonasse definitivamente a Terra, voltar\u00edamos a perguntar: a que resultado chegar\u00e1 o trabalho realizado para a evolu\u00e7\u00e3o de um povo, se tiver que ser iniciado com todas as novas almas que chegam diariamente?<\/p>\n<p>Os Esp\u00edritos encarnam-se no meio que lhes \u00e9 simp\u00e1tico e em rela\u00e7\u00e3o ao grau de adiantamento alcan\u00e7ado.<br \/> Um chin\u00eas, por exemplo, que progrediu consideravelmente e j\u00e1 encontra em sua ra\u00e7a o meio correspondente ao grau alcan\u00e7ado, vir\u00e1 encarnar-se num povo mais adiantado.<br \/> \u00c0 medida que uma gera\u00e7\u00e3o d\u00e1 um passo \u00e0 frente, atrai por simpatia Esp\u00edritos mais adiantados, que talvez tenham vivido anteriormente no seio desse mesmo pa\u00eds e dele se afastado em raz\u00e3o do progresso que alcan\u00e7aram.<br \/> \u00c9 assim que, pouco a pouco, progride uma na\u00e7\u00e3o.<br \/> Se a maioria dos rec\u00e9m-vindos fosse de natureza atrasada, e os antigos, partindo todos os dias, n\u00e3o regressassem ao meio inferior, o povo degeneraria, terminando por desaparecer.<\/p>\n<p>OBSERVA\u00c7\u00c3O &#8211; Estas perguntas suscitam outras que se resolvem pelo mesmo princ\u00edpio.<br \/> Por exemplo: De onde procede a diversidade de ra\u00e7as na Terra? &#8211; H\u00e1 ra\u00e7as rebeldes ao progresso? &#8211; A ra\u00e7a negra \u00e9 suscet\u00edvel de alcan\u00e7ar o n\u00edvel das ra\u00e7as europ\u00e9ias? &#8211; A escravid\u00e3o \u00e9 necess\u00e1ria ao progresso das ra\u00e7as inferiores? &#8211; Como pode verificar-se a transforma\u00e7\u00e3o da humanidade? (O Livro dos Esp\u00edritos: Lei do Progresso, ns 776 e seguintes.<br \/> &#8211; Revue Spirite, 1862, p\u00e1g.<br \/> 1: Doctrine d\u00eas anges d\u00e9chus &#8211; Idem 1862, p\u00e1g.<br \/> 97: Perpectibilit\u00e9 de Ia race n\u00e8gre).<\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_15799\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"15799\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 16\/16;\" \/><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O HOMEM DURANTE A VIDA TERRENA 116. Como e em que momento \u00e9 operada a uni\u00e3o da alma ao corpo? Desde a concep\u00e7\u00e3o o Esp\u00edrito, ainda que errante, relaciona-se com o corpo a que deve se unir, por um la\u00e7o flu\u00eddico. Este la\u00e7o aperta-se cada vez mais \u00e0 medida que o corpo se desenvolve. A&hellip; <br \/> <a class=\"read-more\" href=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo15799\/\">Leia mais<\/a><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_15799\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"15799\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 16\/16;\" \/><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[16],"tags":[],"class_list":["post-15799","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-mensagens-diversas"],"a3_pvc":{"activated":true,"total_views":1369,"today_views":0},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15799","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=15799"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15799\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=15799"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=15799"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=15799"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}