{"id":15819,"date":"2019-04-07T10:12:00","date_gmt":"2019-04-07T10:12:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo15819\/"},"modified":"2019-04-07T10:53:12","modified_gmt":"2019-04-07T13:53:12","slug":"artigo15819","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo15819\/","title":{"rendered":"Livro O que \u00e9 o Espiritismo &#8211; Cap\u00edtulo III &#8211;  O HOMEM DEPOIS DA MORTE &#8211; Allan Kardec"},"content":{"rendered":"<p>O HOMEM DEPOIS DA MORTE<\/p>\n<p>144.<br \/> Como se separa a alma do corpo: brusca ou gradualmente?<\/p>\n<p>O desprendimento realiza-se gradualmente, com lentid\u00e3o que varia conforme os indiv\u00edduos e as circunst\u00e2ncias da morte.<br \/> Os liames que prendem a alma ao corpo rompem-se pouco a pouco e tanto menos rapidamente quanto mais material e sensual foi a vida.<br \/> (O Livro dos Esp\u00edritos, ns 155).<\/p>\n<p>145.<br \/> Qual a situa\u00e7\u00e3o da alma, imediatamente ap\u00f3s a morte do corpo? Tem, instantaneamente consci\u00eancia de si mesma? Numa palavra: o que v\u00ea, o que experimenta?<\/p>\n<p>No momento da morte, de pronto tudo \u00e9 confus\u00e3o.<br \/> A alma precisa de algum tempo para se reconhecer.<br \/> Est\u00e1 como que aturdida, no estado de um homem que acordasse de um profundo sono e se esfor\u00e7asse por compreender a situa\u00e7\u00e3o em que se encontra.<br \/> A lucidez das id\u00e9ias e a mem\u00f3ria do passado retornam-lhe \u00e0 medida que se apaga a influ\u00eancia da mat\u00e9ria de que acaba de desprender-se e que se dissipa o nevoeiro que lhe obscurece os pensamentos.<\/p>\n<p>O tempo de perturba\u00e7\u00e3o que se segue \u00e0 morte varia muito.<br \/> Pode ser de algumas horas apenas ou de muitos anos.<br \/> \u00c9 menos longo nos que se identificaram, quando viviam, com seu estado futuro, pois compreendem imediatamente a situa\u00e7\u00e3o.<br \/> Ao contr\u00e1rio, \u00e9 mais longo quanto mais material lhes transcorreu a exist\u00eancia.<\/p>\n<p>A sensa\u00e7\u00e3o que a alma experimenta naquele momento \u00e9, tamb\u00e9m, muito vari\u00e1vel.<br \/> A perturba\u00e7\u00e3o que se segue \u00e0 morte nada tem de penosa para o homem de bem.<br \/> \u00c9 tranq\u00fcila e em tudo semelhante \u00e0quela que acompanha um l\u00facido despertar.<br \/> Para aquele cuja consci\u00eancia n\u00e3o \u00e9 pura e que teve mais apego \u00e0 vida material que \u00e0 espiritual, a sensa\u00e7\u00e3o \u00e9 de desassossego, plena de ang\u00fastias, que aumentam \u00e0 medida que assenta as id\u00e9ias, pois que ent\u00e3o o assalta o medo, uma esp\u00e9cie de terror, em presen\u00e7a do que v\u00ea e sobretudo do que pressente.<\/p>\n<p>Experimenta entretanto, um grande al\u00edvio e um imenso bem-estar, sensa\u00e7\u00f5es que poderiam ser chamadas de f\u00edsicas.<br \/> Encontra como que o al\u00edvio de um peso, a felicidade por j\u00e1 n\u00e3o experimentar as dores corporais, que pouco antes da liberta\u00e7\u00e3o ainda sofria, o desembara\u00e7o e a leveza, como algu\u00e9m que se tivesse livrado de pesadas cadeias.<\/p>\n<p>Em seu novo estado a alma v\u00ea e ouve o que via e ouvia antes da morte e outras coisas mais que escapavam \u00e0 imperfei\u00e7\u00e3o dos \u00f3rg\u00e3os f\u00edsicos.<br \/> Tem sensa\u00e7\u00f5es e percep\u00e7\u00f5es que nos s\u00e3o desconhecidas.<br \/> (Revue Spirite, 1859, p\u00e1g.<br \/> 244: Mort d un Esprit.<br \/> &#8211; Idem, 1860, p\u00e1g.<br \/> 332: L\u00ea r\u00e9veil de I Esprit.<br \/> &#8211; Idem.<br \/> 1862, p\u00e1gs.<br \/> 129 e 171: Obs\u00e8-ques de M.<br \/> Sanson).<\/p>\n<p>OBSERVA\u00c7\u00c3O &#8211; Estas respostas e todas as relativas \u00e0 situa\u00e7\u00e3o da alma depois da morte ou durante a vida, n\u00e3o resultam de uma teoria ou de um sistema, mas de estudos diretos feitos em milhares de seres observados em todas as fases e em todos os per\u00edodos de sua exist\u00eancia espiritual, desde o grau mais \u00ednfimo ao mais elevado da escala, segundo seus costumes durante a vida terrena, g\u00eanero de morte, etc.<br \/> Diz-se, muita vez, falando da vida futura, que n\u00e3o se sabe o que nela se passa, pois ningu\u00e9m voltou para contar.<br \/> \u00c9 um erro.<br \/> S\u00e3o precisamente os que nela se encontram que nos v\u00eam dar suas instru\u00e7\u00f5es, e isso Deus permite hoje, mais que em outra \u00e9poca qualquer, como \u00faltima advert\u00eancia dada \u00e0 incredulidade e ao materialismo.<\/p>\n<p>146.<br \/> A alma desprendida do corpo v\u00ea a Deus? <\/p>\n<p>As faculdades perceptivas da alma s\u00e3o proporcionais \u00e0 sua pureza.<br \/> S\u00f3 \u00e0s almas elevadas \u00e9 dado fruir da presen\u00e7a de Deus.<\/p>\n<p>147.<br \/> Se Deus est\u00e1 em toda parte, por que raz\u00e3o n\u00e3o \u00e9 dado v\u00ea-lo a todos os Esp\u00edritos?<\/p>\n<p>Deus est\u00e1 em toda parte, porque irradia para todas as partes.<br \/> Pode-se dizer que o Universo est\u00e1 imerso na Divindade, como n\u00f3s estamos na luz solar.<br \/> Os Esp\u00edritos atrasados, entretanto, acham-se envoltos por uma esp\u00e9cie de treva que o oculta a seus olhos e que s\u00f3 se dissipa \u00e0 medida que se purificam e se desmaterializam.<br \/> Os Esp\u00edritos inferiores s\u00e3o, quanto \u00e0 vista e com respeito a Deus, o que s\u00e3o os encarnados com respeito aos Esp\u00edritos: verdadeiros cegos.<\/p>\n<p>148.<br \/> Depois da morte, a alma tem consci\u00eancia de sua individualidade? Como o constata, e como podemos n\u00f3s constat\u00e1-la?<\/p>\n<p>Se as almas n\u00e3o tivessem sua individualidade depois da morte, para elas e para n\u00f3s seria assim como se n\u00e3o existissem.<br \/> As conseq\u00fc\u00eancias morais seriam exatamente as mesmas; n\u00e3o teriam quaisquer caracteres distintivos e a alma do criminoso estaria na mesma categoria que a do homem virtuoso do que resultaria n\u00e3o haver interesse algum em praticar-se o bem.<\/p>\n<p>A individualidade da alma \u00e9 posta em evid\u00eancia de maneira quase material, nas manifesta\u00e7\u00f5es esp\u00edritas, pela linguagem e pelas qualidades caracter\u00edsticas de cada uma, pois que pensam e agem de diversas maneiras; s\u00e3o boas umas, outras m\u00e1s; umas instru\u00eddas,138\tALLAN KARDEC outras, ignorantes, desejando algumas o que outras desprezam.<br \/> Esse fato prova, evidentemente, que n\u00e3o se acham confundidas num todo homog\u00eaneo, para n\u00e3o falar nas provas patentes, que nos oferecem, de terem animado tal ou qual indiv\u00edduo na Terra.<br \/> Gra\u00e7as ao Espiritismo experimental, a individualidade da alma j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 uma coisa vaga e sim um resultado constatado pela observa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Porque t\u00eam pensamento e vontade pr\u00f3prios, distintos dos das demais, a alma, por si mesma, prova sua individualidade.<br \/> Prova-o tamb\u00e9m com seu envolt\u00f3rio flu\u00eddico, o perisp\u00edrito, esp\u00e9cie de corpo limitado que a torna um ser distinto.<\/p>\n<p>OBSERVA\u00c7\u00c3O &#8211; Cr\u00eaem certas pessoas escapar \u00e0 censura de materialistas, admitindo um princ\u00edpio inteligente universal, do qual absorvemos uma parte, ao nascimento, parte essa que constitui a alma, e que devolvemos ao todo por ocasi\u00e3o da morte e no qual se confunde, como as gotas de chuvas no oceano.<\/p>\n<p>Esse sistema nem ao menos se enquadra no espiritualismo, pois \u00e9 t\u00e3o desolador quanto o materialismo.<br \/> O recept\u00e1culo comum do todo universal equivaleria ao nada, pois nele j\u00e1 n\u00e3o haveria individualidade.<\/p>\n<p>149.<br \/> O g\u00eanero de morte influi no estado da alma?<\/p>\n<p>O estado da alma varia consideravelmente, conforme o g\u00eanero de morte, mas sobretudo conforme os costumes tidos durante a vida.<\/p>\n<p>Na morte natural o despreendimento verifica-se gradualmente e sem abalos.<br \/> Muita vez principia sem haver cessado a vida do corpo.<br \/> Na morte violenta, por supl\u00edcio, suic\u00eddio ou acidentes, os la\u00e7os rompem-se bruscamente.<br \/> O Esp\u00edrito, tomado de surpresa, fica como que aturdido pela transforma\u00e7\u00e3o que nele se verificou, sem poder explicar a situa\u00e7\u00e3o em que se encontra.<br \/> Um fen\u00f4meno quase habitual nesse caso \u00e9 a persuas\u00e3o em que fica de n\u00e3o haver morrido.<br \/> E essa ilus\u00e3o pode durar muitos meses e at\u00e9 muitos anos.<\/p>\n<p>Nesse caso, anda daqui para ali e cr\u00ea ocupar-se de seus neg\u00f3cios, como se ainda pertencesse \u00e0 Terra, muito admirado porque n\u00e3o lhe respondem quando se dirige aos outros.<br \/> Essa ilus\u00e3o n\u00e3o \u00e9 em absoluto, peculiar \u00e0s mortes violentas, mas tamb\u00e9m a muitos indiv\u00edduos cuja vida foi absorvida p\u00ealos prazeres e interesses materiais.<br \/> (O Livro dos Esp\u00edritos, ne 165.<br \/> &#8211; Revue Spirite, 1858, p\u00e1g.<br \/> 166: L\u00ea suicide de Ia Samaritaine.<br \/> &#8211; Idem.<br \/> 1858, p\u00e1g.<br \/> 326: Un Esprit au convoi de son corps; idem, 1859, p\u00e1g.<br \/> 184: L\u00ea Zouave de Magenta; idem, p\u00e1g.<br \/> 319:Um Sprit qui ne se croit p\u00e1s mort.<br \/> &#8211; Idem, 1863, p\u00e1g.<br \/> 87: Fran\u00e7ois Simon Louvet).<\/p>\n<p>150.<br \/> Para onde vai a alma, depois de sua separa\u00e7\u00e3o do corpo?<\/p>\n<p>N\u00e3o se perde na imensid\u00e3o do infinito, como geralmente se acredita.<br \/> Fica errante no espa\u00e7o e, as mais das vezes, junto \u00e0queles que conheceu e sobretudo que amou.<br \/> Mas apesar disso n\u00e3o deixa de poder transportar-se, instantaneamente, a dist\u00e2ncias imensas.<\/p>\n<p>151.<br \/> A alma conserva, as afei\u00e7\u00f5es que tinha na Terra?<\/p>\n<p>Conserva todos os afetos morais; s\u00f3 esquece as afei\u00e7\u00f5es de cunho material que j\u00e1 n\u00e3o condizem com sua ess\u00eancia.<br \/> Por esta raz\u00e3o volta, com suma alegria, a visitar seus parentes e amigos, cuja recorda\u00e7\u00e3o lhe proporciona felicidade, (Revue Spirite, 1860, p\u00e1g.<br \/> 202.<br \/> L\u00eas amis ne nous oublient p\u00e1s dans Pautre monde.<br \/> Idem, 1862, p\u00e1g.<br \/> 132).<\/p>\n<p>152.<br \/> A alma conserva a lembran\u00e7a do que fez na Terra e se interessa p\u00ealos trabalhos que deixou por concluir?<\/p>\n<p>Depende da sua eleva\u00e7\u00e3o e da natureza desses trabalhos.<br \/> Os Esp\u00edritos desmaterializados pouco se preocupam com as coisas materiais, ao se livrarem das quais se felicitam.<br \/> E quanto aos trabalhos que iniciaram, conforme a utilidade e a import\u00e2ncia que tenham, muitas vezes inspiram a outras pessoas o pensamento de os terminar.<\/p>\n<p>153.<br \/> A alma encontra, no mundo dos Esp\u00edritos, os parentes e amigos que a precederam?<\/p>\n<p>N\u00e3o somente reencontra esses, mas outros muitos que conheceu em vidas passadas.<br \/> Geralmente aqueles que mais a amam v\u00eam ao seu encontro, recebendo-a quando chega ao mundo espiritual e auxiliando-a a se desprender dos la\u00e7os terrenos.<br \/> Mas a priva\u00e7\u00e3o do encontro com as almas mais queridas \u00e9, \u00e0s vezes, um castigo para as almas culpadas.<\/p>\n<p>154.<br \/> Qual \u00e9, na-outra vida, o estado intelectual^e moral da alma de um menino morto em tenra idade? Permanecem infantis as suas faculdades, como durante a vida?<\/p>\n<p>O desenvolvimento incompleto dos \u00f3rg\u00e3os da crian\u00e7a, n\u00e3o permitia ao Esp\u00edrito manifestar-se perfeitamente.<br \/> Desembara\u00e7ado desse envolt\u00f3rio, suas faculdades s\u00e3o as que tinha antes de sua encarna\u00e7\u00e3o.<br \/> N\u00e3o tendo passado na vida sen\u00e3o alguns instantes, suas faculdades n\u00e3o puderam se modificar.<\/p>\n<p>OBSERVA\u00c7\u00c3O &#8211; Nas comunica\u00e7\u00f5es esp\u00edritas, o Esp\u00edrito de uma crian\u00e7a pode falar como um adulto e pode mesmo ter um grande adiantamento.<br \/> Se usa, algumas vezes, a linguagem infantil, \u00e9 para n\u00e3o privar a m\u00e3e do encanto decorrente do afeto que inspira um ser fr\u00e1gil e delicado, dotado de todas as gra\u00e7as da inoc\u00eancia.<br \/> A mesma pergunta poderia ser feita quanto ao estado dos cretinos, idiotas e loucos, depois da morte.<br \/> A resposta est\u00e1 nas linhas acima.<\/p>\n<p>155.<br \/> Que diferen\u00e7a existe, depois da morte, entre a alma do s\u00e1bio e a do ignorante, do selvagem e do homem civilizado?<\/p>\n<p>A mesma, pouco mais ou menos, que entre elas existia durante a vida, pois o simples ingresso no mundo dos Esp\u00edritos n\u00e3o prodigaliza \u00e0 alma todos os conhecimentos de que carecia na Terra.<\/p>\n<p>156.<br \/> Progridem as almas, intelectual e moralmente, depois da morte?<\/p>\n<p>Progridem mais ou menos, conforme a vontade que tenham.<br \/> Algumas fazem consider\u00e1veis progressos.<br \/> \u00c9 preciso, por\u00e9m, p\u00f4r em pr\u00e1tica, na vida corporal, o que adquiriram em cultura e moralidade.<br \/> As que permaneceram estacion\u00e1rias, voltam a empreender uma exist\u00eancia an\u00e1loga \u00e0 que deixaram.<br \/> As que progrediram merecem, certamente, uma encarna\u00e7\u00e3o de ordem mais elevada.<\/p>\n<p>Conforme o progresso feito consoante a vontade dos Esp\u00edritos, alguns conservam, durante muito tempo, os gostos e as inclina\u00e7\u00f5es que tinham durante a vida e persistem nas mesmas id\u00e9ias.<br \/> (Revue Spirite, 1858, p\u00e1g.<br \/> 82: La reine d Oude.<br \/> Idem, p\u00e1g.<br \/> 145.<br \/> UEsprit et l\u00eas h\u00e9ritiers.<br \/> Idem, p\u00e1g.<br \/> 186: L\u00ea tambour de Ia B\u00e9r\u00e9sina.<br \/> Idem 1859, p\u00e1g.<br \/> 344: Un ancien charretier.<br \/> Idem, 1860, p\u00e1g.<br \/> 325: Progr\u00e8s d un Esprit.<br \/> Idem, 1861, p\u00e1g.<br \/> 126: Progr\u00e8s d un Esprit pervers).<\/p>\n<p>157.<br \/> Fica irrevogavelmente fixada, depois da morte, a sorte do homem na vida futura?<\/p>\n<p>N\u00e3o, pois isso seria a nega\u00e7\u00e3o absoluta da justi\u00e7a e da bondade de Deus, porque muitos existem que n\u00e3o puderam se instruir suficientemente; al\u00e9m desses, os idiotas, os cretinos e os selvagens, as inumer\u00e1veis crian\u00e7as que morrem antes de ver a luz do dia.<br \/> E mesmo entre as pessoas ilustradas, ser\u00e3o muitas as que podem acreditar-se suficientemente perfeitas, de modo a se isentarem de um maior adiantamento? E a permiss\u00e3o de Deus concede ao homem de prosseguir no dia seguinte o que n\u00e3o pode terminar na v\u00e9spera, n\u00e3o \u00e9,por acaso, a prova mais manifesta da sua infinita bondade? Se a sorte est\u00e1 irrevogavelmente fixada, por que os homens morrem em t\u00e3o diferentes idades e por que raz\u00e3o Deus, t\u00e3o sumamente justo, n\u00e3o concede tempo a todos para praticarem o maior bem poss\u00edvel ou para repararem todo o mal feito? Quem sabe se o culpado que morre aos trinta anos n\u00e3o se teria arrependido e transformado num homem de bem, se vivesse at\u00e9 os sessenta? Por que Deus lhe arrebata o meio de o conseguir, quando o concede a outros?<\/p>\n<p>S\u00f3 o fato da diferen\u00e7a na dura\u00e7\u00e3o da vida, e no estado moral da maioria dos homens, prova a impossibilidade, admitindo-se a justi\u00e7a de Deus, de a sorte das almas estar irrevogavelmente fixada depois da morte.<\/p>\n<p>158.<br \/> Qual \u00e9, na vida futura, a sorte das crian\u00e7as mortas em tenra idade?<\/p>\n<p>Esta \u00e9 uma das quest\u00f5es que melhor provam a justi\u00e7a e a necessidade da pluralidade das exist\u00eancias.<br \/> Uma alma que n\u00e3o tenha vivido mais que alguns instantes, n\u00e3o tendo praticado nem o bem e nem o mal, n\u00e3o merece pr\u00e9mio nem castigo, segundo a m\u00e1xima de Cristo: Cada um ser\u00e1 castigado ou recompensado segundo suas obras.<br \/> Seria t\u00e3o il\u00f3gico quanto contr\u00e1rio \u00e0 justi\u00e7a de Deus admitir-se que, sem nenhum trabalho, fosse ela chamada a fruir da perfeita ventura dos anjos ou que desta se visse usurpada.<br \/> N\u00e3o obstante, alguma sorte lhe caber\u00e1.<br \/> Mas um estado de meio-termo eterno, seria tamb\u00e9m absolutamente injusto.<br \/> Uma exist\u00eancia logo em come\u00e7o interrompida n\u00e3o pode ter para a alma quaisquer conseq\u00fc\u00eancias.<br \/> A sorte atual da alma ser\u00e1, ent\u00e3o, a que mereceu em sua precedente exist\u00eancia, assim como a futura ser\u00e1 a que merecer por suas ulteriores exist\u00eancias.<\/p>\n<p>159.<br \/> As almas t\u00eam ocupa\u00e7\u00f5es na outra vida? Preocupam-se com outras coisas, al\u00e9m de seus gozos e sofrimentos?<\/p>\n<p>Se as almas n\u00e3o se ocupassem sen\u00e3o de si mesmas, por toda a eternidade, seriam ego\u00edstas.<br \/> Deus, que condena o ego\u00edsmo, certamente n\u00e3o aprova, na vida espiritual, o que reprova na vida corporal.<br \/> As almas ou Esp\u00edritos t\u00eam ocupa\u00e7\u00f5es em propor\u00e7\u00e3o ao grau de adiantamento que alcan\u00e7aram, ao mesmo tempo procuram instruir-se e melhorar-se.<br \/> (O Livro dos Esp\u00edritos, ns 558: Ocupa\u00e7\u00f5es e miss\u00f5es dos Esp\u00edritos).<\/p>\n<p>160.<br \/> Em que consistem os sofrimentos da alma depois da morte? As culpadas s\u00e3o torturadas nas chamas materiais?<\/p>\n<p>A Igreja reconhece hoje, perfeitamente, que o fogo do inferno \u00e9 um fogo moral e n\u00e3o material.<br \/> N\u00e3o define, por\u00e9m, a natureza dos sofrimentos.<br \/> As comunica\u00e7\u00f5es esp\u00edritas nos esclarecem isso: por meio delas observamos esses sofrimentos e nos convencemos de que, se bem n\u00e3o resultem de um fogo material &#8211; que com efeito n\u00e3o poderia queimar as almas, que s\u00e3o imateriais &#8211; por isso n\u00e3o deixam de ser, em certos casos, menos terr\u00edveis.<\/p>\n<p>Essas penas n\u00e3o s\u00e3o uniformes.<br \/> Variam ao infinito, segundo a natureza e o grau das faltas cometidas.<br \/> Muito ami\u00fade as pr\u00f3prias faltas \u00e9 que lhes servem de castigo.<br \/> Assim, certos assassinos s\u00e3o obrigados a permanecer no local do crime e t\u00eam incessantemente a vis\u00e3o de suas v\u00edtimas; o homem material e sensual conserva os mesmos apetites, mas a impossibilidade de os satisfazer materialmente torna-se-lhe um tormento; certos avaros cr\u00eaem sofrer o frio e as priva\u00e7\u00f5es que se impuseram por avareza.<br \/> Outros encontram ouro e sofrem por n\u00e3o poder toc\u00e1-lo; e outros ainda permanecem junto aos tesouros que ocultaram, presa de perp\u00e9tua ang\u00fastia, no temor de que os roubem.<br \/> Numa palavra, n\u00e3o h\u00e1 uma falta, uma imperfei\u00e7\u00e3o moral, uma a\u00e7\u00e3o m\u00e1 que n\u00e3o tenha, no mundo dos Esp\u00edritos, o seu reverso e suas naturais conseq\u00fc\u00eancias; para isso, n\u00e3o \u00e9 preciso um lugar determinado e circunscrito, pois onde quer que esteja, o Esp\u00edrito perverso traz consigo o seu inferno.<\/p>\n<p>Al\u00e9m das penas espirituais, existem penas e provas materiais, que o Esp\u00edrito ainda n\u00e3o purificado sofre numa nova encarna\u00e7\u00e3o, cuja posi\u00e7\u00e3o lhe facultar\u00e1 os meios de tolerar o que fez sofrer aos outros: o ser humilhado se foi orgulhoso, miser\u00e1vel se foi um mau rico, desgra\u00e7ado por seus filhos se foi mau pai, infeliz por culpas dos pais se foi mau filho etc.<br \/> Conforme dissemos, a Terra \u00e9, para os Esp\u00edritos desta natureza, um dos lugares de desterro e de expia\u00e7\u00e3o, um purgat\u00f3rio, do qual poder\u00e3o escapar, pois que de si mesmos depende n\u00e3o voltar e procurar evoluir bastante, a fim de merecerem passar para um mundo melhor.<br \/> (O Livro dos Esp\u00edritos, n\u00ba 237: Percep\u00e7\u00f5es, sensa\u00e7\u00f5es e sofrimentos dos Esp\u00edritos.<br \/> Idem, liv.<br \/> 4\u00ba: Esperan\u00e7as e consola\u00e7\u00f5es, penas e gozos terrenos; penas e gozos futuros &#8211; Revue Spirite, 1858, p\u00e1g.<br \/> 79: Lassassin Lemoire.<br \/> Idem, p\u00e1g.<br \/> 166: L\u00ea suicide de Ia Samaritaine.<br \/> Idem, p\u00e1g.<br \/> 131: Sensations d\u00eas Esprits.<br \/> Idem, 1859, p\u00e1g.<br \/> 275.<br \/> L\u00ea p\u00e8re Cr\u00e8pin.<br \/> Idem, 1860, p\u00e1g.<br \/> 61.<br \/> Stella Regnier.<br \/> Idem, p\u00e1g.<br \/> 247: L\u00ea suicide de Ia rue Quincampoix.<br \/> Idem, p\u00e1g.<br \/> 316: L\u00ea ch\u00e2timent.<br \/> Idem, p\u00e1g.<br \/> 325: Entr\u00e9e d un coupable dans l\u00ea monde d\u00eas Esprits.<br \/> Idem, p\u00e1g.<br \/> 384: Ch\u00e2timentes de 1 egoiste.<br \/> Idem, 1861, p\u00e1g.<br \/> 53: Suicide d un ath\u00e9e.<br \/> Idem, p\u00e1g.<br \/> 270: La peine de talion).<\/p>\n<p>161.<br \/> A prece \u00e9 \u00fatil \u00e0s almas que sofrem?<\/p>\n<p>A ora\u00e7\u00e3o \u00e9 recomendada p\u00ealos bons Esp\u00edritos e ainda solicitada p\u00ealos que sofrem, como um meio de aliviar seus sofrimentos.<br \/> A alma .<br \/>pela qual se ora, experimenta al\u00edvio porque a prece \u00e9 um testemunho de interesse que por ela se toma e porque o desgra\u00e7ado sempre se alegra quando encontra cara\u00e7\u00f5es caridosos que compartilham de suas dores.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, pela ora\u00e7\u00e3o a incitamos ao arrependimento e ao desejo de fazer o que for preciso para ser feliz.<br \/> Neste sentido \u00e9 que podemos abreviar-lhe as penas, se ela nos ajudar com sua boa vontade.<br \/> (O Livro dos Esp\u00edritos, ng 664.<br \/> &#8211; Revue Spirite, 1859, p\u00e1g.<br \/> 315: Effets de Ia pri\u00e8re sur l\u00eas Esprits soufrants).<\/p>\n<p>162.<br \/> Em que consiste o prazer que fruem os Esp\u00edritos felizes? Passam a eternidade na contempla\u00e7\u00e3o?<\/p>\n<p>A justi\u00e7a requer que a recompensa seja proporcional ao m\u00e9rito, assim como o castigo \u00e0 gravidade da falta.<br \/> Existe, pois, uma infinidade de graus na ventura da alma, desde o instante em que ingressa no caminho do bem, at\u00e9 que tenha alcan\u00e7ado a perfei\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A felicidade dos bons Esp\u00edritos consiste em conhecer todas as coisas, em n\u00e3o sentir \u00f3dio, ci\u00fame, inveja, ambi\u00e7\u00e3o ou qualquer das paix\u00f5es que s\u00e3o respons\u00e1veis peia infelicidade dos homens.<br \/> Consideram o amor que os une a fonte suprema da felicidade.<br \/> N\u00e3o experimentam os sofrimentos, as necessidades e as ang\u00fastias da vida terrena.<br \/> Um estado de perp\u00e9tua contempla\u00e7\u00e3o, seria uma felicidade est\u00fapida e mon\u00f3tona, como a do ego\u00edsta, pois a exist\u00eancia se transformaria, ent\u00e3o numa inutilidade sem termo.<br \/> Muito pelo contr\u00e1rio, a vida espiritual \u00e9 uma incessante atividade para os Esp\u00edritos, pelas miss\u00f5es que do ser supremo recebem, como agentes no governo do universo, miss\u00f5es essas que s\u00e3o proporcionais ao adiantamento que tenham alcan\u00e7ado, e pelo cumprimento das quais sentem-se felizes, pois que lhes oferecem ensejo de se tornarem \u00fateis e praticarem o bem.<br \/> (O Livro dos Esp\u00edritos, n9 158.<br \/> Ocupa\u00e7\u00f5es e Miss\u00f5es dos Esp\u00edritos.<br \/> &#8211; Revue Spirite, 1860, p\u00e1gs.<br \/> 321 e 322: L\u00eas purs Esprits: L\u00ea s\u00e9jour d\u00eas bienheurex.<br \/> Idem, 1861, p\u00e1g.<br \/> 170: Madame Gourdon.<\/p>\n<p>OBSERVA\u00c7\u00c3O &#8211; Convidamos os advers\u00e1rios do Espiritismo e os que n\u00e3o admitem a reencarna\u00e7\u00e3o, a apresentar, com respeito aos problemas acima expostos, uma solu\u00e7\u00e3o mais l\u00f3gica e por outro princ\u00edpio que n\u00e3o o da pluralidade das exist\u00eancias.<\/p>\n<p>FIM<\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_15819\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"15819\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 16\/16;\" \/><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O HOMEM DEPOIS DA MORTE 144. Como se separa a alma do corpo: brusca ou gradualmente? O desprendimento realiza-se gradualmente, com lentid\u00e3o que varia conforme os indiv\u00edduos e as circunst\u00e2ncias da morte. Os liames que prendem a alma ao corpo rompem-se pouco a pouco e tanto menos rapidamente quanto mais material e sensual foi a&hellip; <br \/> <a class=\"read-more\" href=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo15819\/\">Leia mais<\/a><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_15819\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"15819\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 16\/16;\" \/><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[16],"tags":[],"class_list":["post-15819","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-mensagens-diversas"],"a3_pvc":{"activated":true,"total_views":1246,"today_views":0},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15819","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=15819"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15819\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=15819"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=15819"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=15819"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}