{"id":174,"date":"2015-09-10T16:04:00","date_gmt":"2015-09-10T16:04:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/2015\/09\/10\/vida-e-morte-joanna-de-angelis\/"},"modified":"2015-09-10T16:04:00","modified_gmt":"2015-09-10T16:04:00","slug":"artigo174","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo174\/","title":{"rendered":"Vida e morte &#8211; Joanna de \u00c2ngelis"},"content":{"rendered":"<p><a name=more><\/a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<a href=http:\/\/wwww.centronocaminhodaluz.com.br\/ target=_blank><img src=http:\/\/cecal.centronocaminhodaluz.com.br\/templates\/business-portal\/images\/logo.gif \/><\/a>  &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<a href=http:\/\/cecal.centronocaminhodaluz.com.br\/bloguer\/pdf.asp?site=cecal&amp; target=_blank><img src=http:\/\/cecal.centronocaminhodaluz.com.br\/bloguer\/pdf_button.png \/><\/a>    <\/p>\n<p>Narra-se que o pr\u00edncipe Sidarta Gautama, ap\u00f3s ter-se iluminado, oportunamente interrogou os seus disc\u00edpulos, indagando qual era o oposto de morte, e eles responderam que era vida.  <br \/>Ap\u00f3s reflexionar por momentos, o nobre mestre redarguiu, tranquilo, que o inverso de morte \u00e9 renascimento, porquanto sempre se est\u00e1 na vida, quer se deambule atrav\u00e9s do corpo f\u00edsico ou fora dele.  <br \/>Em realidade, a vida biol\u00f3gica, em face da organiza\u00e7\u00e3o molecular que se desestrutura, experimenta, inevitavelm   ente, a sua desagrega\u00e7\u00e3o, quando ocorre o fen\u00f4meno da morte, que libera do casulo em que se enclausura o Esp\u00edrito imortal.  <br \/>Viajor do tempo e do espa\u00e7o, singra os oceanos de energia, energia pensante que \u00e9, vestindo-se, despindo-se e revestindo-se de mat\u00e9ria org\u00e2nica para o minist\u00e9rio da evolu\u00e7\u00e3o, em cujo curso se encontra inscrito.  <br \/>A vida, no entanto, desde quando criada por Deus, jamais se extingue, alterando-se constantemente de express\u00e3o de acordo com os instrumentos de que se utiliza, at\u00e9 lograr o estado de plenitude ou alcan\u00e7ar o Reino dos C\u00e9us.  <br \/>A inevitabilidade da morte biol\u00f3gica deve constituir grave quesito de fundamental import\u00e2ncia nas reflex\u00f5es de todas as criaturas, tendo em vista o momento que ser\u00e1 por ela alcan\u00e7ado inapelavelmente.  <br \/>A depender das circunst\u00e2ncias e dos fatores que a desencadeiam, a morte foi transformada em tabu, como se constitu\u00edsse uma verdadeira desgra\u00e7a, quando \u00e9 simplesmente uma porta que se abre na dire\u00e7\u00e3o da Realidade&#8230;  <   br>A conscientiza\u00e7\u00e3o da transitoriedade do corpo som\u00e1tico, elaborado pelo Divino Amor para servir de solo f\u00e9rtil para a fecunda\u00e7\u00e3o e desenvolvimento dos atributos adormecidos no Esp\u00edrito, representa conquista valiosa para a harmonia do ser durante a aprendizagem terrestre.  <br \/>Mediante o respeito que deve ser dedicado \u00e0 estrutura org\u00e2nica, faculta-se-lhe uma exist\u00eancia de equil\u00edbrio ou de desar, que lhe proporciona liberta\u00e7\u00e3o f\u00e1cil ou demorada, conforme a maneira como se haja dele utilizado. Assim sendo, a morte n\u00e3o significa o fim da vida, mas a b\u00ean\u00e7\u00e3o do renascimento em outra dimens\u00e3o estuante de vibra\u00e7\u00e3o e de progresso.  <br \/>N\u00e3o fora assim e todo o projeto e realiza\u00e7\u00e3o do ser humano perderia o seu significado grandioso, quando a desoxigena\u00e7\u00e3o cerebral anulasse as cont\u00ednuas modifica\u00e7\u00f5es celulares.  <br \/>O ser humano tem como destino a conquista do Infinito, e esse logro n\u00e3o pode ser alcan\u00e7ado em apenas uma etapa, considerando-se a incont\u00e1vel pluralidade de constela\u00e7\u00f5es de gal   \u00e1xias, que o Pai criou para servir de morada para os Seus filhos&#8230;  <br \/>O sentido psicol\u00f3gico do existir, igualmente ficaria afetado, em face do \u00ednfimo espa\u00e7o entre ber\u00e7o e t\u00famulo, prel\u00fadio do aniquilamento da intelig\u00eancia e da raz\u00e3o, tendo-se em vista a eternidade&#8230;  <br \/>Morte, portanto, \u00e9 renascimento, sono moment\u00e2neo que faculta o despertar em novo campo vibrat\u00f3rio.  <br \/>*   *   *  <br \/>Aqueles seres queridos que morreram, em realidade n\u00e3o se consumiram, conforme estabelecem algumas correntes do materialismo, anulando a grandeza da vida. Eles vivem e esperam por ti, acompanhando-te por enquanto e auxiliando-te na aquisi\u00e7\u00e3o dos tesouros imarcesc\u00edveis das virtudes espirituais.  <br \/>Eles resguardam os seres queridos, tendo a vis\u00e3o ampliada em torno da realidade que ora defrontam, e gostariam que fosse alcan\u00e7ada pelos afetos que ficaram na retaguarda.  <br \/>Por essa raz\u00e3o, encorajam-nos durante as prova\u00e7\u00f5es, oferecem-lhes bra\u00e7os amigos e inspira\u00e7\u00e3o cont\u00ednua para que permane\u00e7am em p   az, embora o rugir das borrascas perigosas que desabam sobre suas exist\u00eancias com certa frequ\u00eancia&#8230;  <br \/>Mas nem todos s\u00e3o felizes, como se pode facilmente compreender.  <br \/>Cada um desperta conservando os valores com os quais adormeceu.  <br \/>Todos os t\u00edtulos de m\u00e9rito ou de dem\u00e9rito permanecem v\u00e1lidos para aquele que os conduz durante a jornada carnal ou ap\u00f3s o seu decesso tumular.  <br \/>Desse modo, os Esp\u00edritos venturosos de hoje s\u00e3o aqueles que ontem se empenharam no culto dos deveres elevados, que transformaram a exist\u00eancia em formoso educand\u00e1rio, no qual abrilhantaram a intelig\u00eancia e enterneceram o cora\u00e7\u00e3o, transformando-se em sinfonia viva de amor.  <br \/>Aqueloutros, por\u00e9m, que da exist\u00eancia terrestre somente cultivaram os sentimentos negativos, atados \u00e0s paix\u00f5es nefastas, profundamente vinculados aos v\u00edcios, com dificuldade separam-se dos despojos em degrada\u00e7\u00e3o, dando prosseguimento \u00e0 alucina\u00e7\u00e3o em que se compraziam.  <br \/>S\u00e3o infelizes e infelicitadores, porquanto se acerc   am das criaturas que vibram no seu mesmo diapas\u00e3o, inspirando-lhes ideias perturbadoras, intoxicando-as com os seus fluidos delet\u00e9rios, induzindo-as a situa\u00e7\u00f5es deplor\u00e1veis e submetendo-as, muitas vezes, aos seus caprichos infelizes&#8230;  <br \/>Ignorantes dos recursos de eleva\u00e7\u00e3o ou renegando-os, jazem no c\u00e1rcere da pr\u00f3pria ins\u00e2nia, prolongando os padecimentos que os visitaram antes da desencarna\u00e7\u00e3o e que lhes estiolam a alegria e a esperan\u00e7a&#8230;  <br \/>N\u00e3o ficam, por\u00e9m, eternamente nesse estado de mesquinhez e afli\u00e7\u00e3o, porque a miseric\u00f3rdia do Pai os busca, recambiando-os aos renascimentos expiat\u00f3rios atrav\u00e9s dos quais se depuram e se renovam.  <br \/>A morte, portanto, n\u00e3o deve ser considerada como a desventurada ocorr\u00eancia da vida, mas sim, como a desveladora da realidade espiritual, na qual, todos se encontram mergulhados.  <br \/>Por isso mesmo, morrer n\u00e3o \u00e9 conquistar a ventura excelsa, caso n\u00e3o se tenha entesourado antes os seus pr\u00f3dromos em forma de amor, abnega\u00e7\u00e3o e viv\u00eancia digna d   urante a jornada terrestre.  <br \/>Cada criatura, portanto, morre conforme vive, e desperta consoante morreu.  <br \/>*   *   *  <br \/>N\u00e3o esperes milagres da desencarna\u00e7\u00e3o, cujo objetivo \u00e9 conduzir ao Grande Lar o aprendiz que viajou antes na dire\u00e7\u00e3o do educand\u00e1rio terrestre, onde se deve ter aprimorado e crescido moralmente.  <br \/>Cultiva o pensamento em torno da desencarna\u00e7\u00e3o como b\u00ean\u00e7\u00e3o que um dia te alcan\u00e7ar\u00e1, e n\u00e3o te permitas tem\u00ea-la.  <br \/>Recorda aqueles que se apartaram fisicamente de ti, mas que n\u00e3o te abandonaram, procurando senti-los, captar-lhes os pensamentos e as emo\u00e7\u00f5es, quando felizes, e, se porventura lhes perceberes as afli\u00e7\u00f5es, envolve-os em d\u00falcidas vibra\u00e7\u00f5es de amor e de ternura atrav\u00e9s da sublime emana\u00e7\u00e3o da prece, que lhes far\u00e1 um grande bem.  <\/p>\n<p>Joanna de \u00c2ngelis  <br \/>Mensagem psicografada pelo m\u00e9dium Divaldo Pereira Franco, na manh\u00e3 de 22.05.2009,na resid\u00eancia do Sr. Josef Jackulak, em Viena.  <br \/>Em 06.01.2010.  <\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_174\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"174\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; 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