{"id":181,"date":"2015-09-03T16:21:00","date_gmt":"2015-09-03T16:21:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/2015\/09\/03\/vazio-existencial-joanna-de-angelis\/"},"modified":"2015-09-03T16:21:00","modified_gmt":"2015-09-03T16:21:00","slug":"artigo181","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo181\/","title":{"rendered":"Vazio existencial &#8211; Joanna de \u00c2ngelis"},"content":{"rendered":"<p><a name=more><\/a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<a href=http:\/\/wwww.centronocaminhodaluz.com.br\/ target=_blank><img src=http:\/\/cecal.centronocaminhodaluz.com.br\/templates\/business-portal\/images\/logo.gif \/><\/a>  &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<a href=http:\/\/cecal.centronocaminhodaluz.com.br\/bloguer\/pdf.asp?site=cecal&amp; target=_blank><img src=http:\/\/cecal.centronocaminhodaluz.com.br\/bloguer\/pdf_button.png \/><\/a>    <\/p>\n<p>A alucina\u00e7\u00e3o midi\u00e1tica, a servi\u00e7o do mercantilismo de tudo, vem, a pouco e pouco, dessacralizando o ser humano, que perde o sentido existencial, tombando no vazio ag\u00f4nico de si mesmo.  <\/p>\n<p>Numa cultura eminentemente utilitarista e imediatista, o tempo-sem-tempo favorece a fuga da autoconsci\u00eancia do indiv\u00edduo para o consumismo t\u00e3o arbitr\u00e1rio qu\u00e3o perverso, no qual o culto da personalidade tem primazia, desde a utiliza\u00e7\u00e0o dos recursos de implantes e programas de aperfei\u00e7oamento das formas   , com tratamentos especializados e de alto custo, at\u00e9 os sacrif\u00edcios cir\u00fargicos modificando a estrutura da organiza\u00e7\u00e3o som\u00e1tica.  <\/p>\n<p>O belo, ou aquilo que se convencionou denominar como beleza, \u00e9 um dos novos deuses do atual Olimpo, ao lado das arbitrariedades morais e emocionais em decantado culto \u00e0 liberdade, cada vez mais libertina.  <\/p>\n<p>A aus\u00eancia dos sentimentos de nobreza, particularmente do amor, impulsiona o com\u00e9rcio da futilidade e do ilus\u00f3rio, realizando-se a criatura enganosamente nos objetos e utens\u00edlios de marca, que lhe facultam o exibicionismo e a provoca\u00e7\u00e3o da inveja dos menos favorecidos, disputando-se no campeonato da insensatez.  <\/p>\n<p>Em dias de utopia, nos quais se vale pelo que se apresenta e n\u00e3o pelo que se \u00e9, o eto convencional, os ideais que dignificam e trabalham as for\u00e7as normais cedem lugar aos prazeres ligeiros e frustrantes que logo abrem espa\u00e7o a novas mentirosas necessidades.  <\/p>\n<p>O c\u00e1rcere do rel\u00f3gio, impedindo que se vivencie    cada experi\u00eancia em sua plenitude e totalidade, sem saltar-se de uma para outra apressadamente, torna os seus prisioneiros cada vez mais \u00e1vidos de novidades, por se lhes apresentar o mundo assinalado pela sua fugacidade.  <\/p>\n<p>Exige-se que todos se encontrem em int\u00e9rmino banquete de alegrias, fingindo conforto e bem-estar nas coisas e situa\u00e7\u00f5es a que se entregam, distantes embora da realidade e dos significados existenciais.  <\/p>\n<p>A tristeza, a reflex\u00e3o, o comedimento j\u00e1 n\u00e3o merecem respeito, sendo tidos como transtornos de conduta, numa exalta\u00e7\u00e3o fantasiosa e sem limite em rela\u00e7\u00e3o aos j\u00fabilos destitu\u00eddos de fundamentos.,  <\/p>\n<p>Certamente, n\u00e3o fazemos apologia desses estados naturais, mas eles constituem pausas necess\u00e1rias para refazimento emocional nas extravag\u00e2ncias do cotidiano.  <\/p>\n<p>Sempre quando s\u00e3o recalcados e n\u00e3o logram conscientiza\u00e7\u00e3o, inevitavelmente se transformam em problemas org\u00e2nicos pelo fen\u00f4meno da somatiza\u00e7\u00e3o.  <\/p>\n<p>Muito melhor \u00e9 a viv\u00eancia    da tristeza leg\u00edtima e necess\u00e1ria, em car\u00e1ter tempor\u00e1rio, do que a falsa alegria, a m\u00e1scara da felicidade sem conte\u00fados v\u00e1lidos.  <\/p>\n<p>Nesse contub\u00e9rnio infeliz, tudo \u00e9 muito r\u00e1pido e passa quase sem deixar vest\u00edgio da sua ocorr\u00eancia.  <\/p>\n<p>O agora, em programa\u00e7\u00e3o de longo alcance, elaborado ao amanhecer, logo mais, \u00e0 tarde, transforma-se em passado distante, sem recorda\u00e7\u00f5es ou como impositivo de esquecimento para novas formula\u00e7\u00f5es prazerosas.  <\/p>\n<p>Quando n\u00e3o se vivencia o presente em sua profundidade, perdem-se as experi\u00eancias que ficaram arquivadas no passado. E todo aquele que n\u00e3o possui o passado nos arquivos da mem\u00f3ria atual \u00e9 destitu\u00eddo de futuro, por faltarem-lhe alicerces para a sua edifica\u00e7\u00e3o.  <\/p>\n<p>Nessa vol\u00fapia hedonista, o egotismo governa as mentes e condutas, produzindo o isolamento na multid\u00e3o e a solid\u00e3o nos escaninhos da alma.  <\/p>\n<p>Todo prazer que representa alegria real imp\u00f5e um alto pre\u00e7o pela falta de espontaneidade, pela comercializa\u00e7\u00e3o    dos seus valores e emo\u00e7\u00f5es.  <\/p>\n<p>* * *  <\/p>\n<p>N\u00e3o seja de estranhar-se que a juventude desorientada, sempre arrebatada pela m\u00fasica de mensagem rebelde e agressiva, de conte\u00fado deprimente e aterrorizante, com a INTERNET exibindo as imagens de adolescentes suicidas em demonstra\u00e7\u00e3o de coragem e desprezo pela vida, ignore as possibilidades de um futuro risonho, que lhe parece falacioso.  <\/p>\n<p>Os esportes que os gregos cultivavam, assim como outros povos, como meios de recrea\u00e7\u00e3o, arte e beleza &#8211; exce\u00e7\u00e3o feita aos espet\u00e1culos grosseiros nos circos de Roma imperial &#8211; vemos alguns deles hoje transformados em campos de batalha, nos quais os seus grupos de aficionados armam-se para rudes refregas com os opositores e em que os atletas n\u00e3o t\u00eam outro v\u00ednculo com os seus clubes, sen\u00e3o o interesse pelos altos rendimentos, favorecem a brutalidade e a barb\u00e1rie com a destrui\u00e7\u00e3o de im\u00f3veis, ve\u00edculos e vidas, quando um deles perde na disputa nem sempre honor\u00e1vel&#8230;  <\/p>\n<p>Aprendendo    com os adultos a negar as qualidades do bem e da paz, na az\u00e1fama exclusiva do desfrutar, essa aturdida mocidade entrega-se \u00e0 drogadi\u00e7\u00e3o, em busca do \u00eaxtase que logo passa trazendo-a \u00e0 realidade decepcionante. O desencanto, que se lhe instala, de imediato deve ser diminu\u00eddo no tempo e no espa\u00e7o, facultando-lhe buscar novos estimulantes ou entorpecentes para esquecer ou para gozar.  <\/p>\n<p>Nesse particular, a comercializa\u00e7\u00e3o do sexo aviltado com os ingredientes do erotismo tecnicista, exaure os seus dependentes, consumindo-os.  <\/p>\n<p>\u00c9 inevit\u00e1vel, nesta cultura pag\u00e0 e perversa, a presen\u00e7a do vazio existencial nas criaturas humanas, suas grandes v\u00edtimas.  <\/p>\n<p>Apesar da ocorr\u00eancia m\u00f3rbida, bem mais f\u00e1cil do que parece \u00e9 a conquista dos objetivos da reencarna\u00e7\u00e3o.  <\/p>\n<p>Pessoa alguma encontra-se na indument\u00e1ria carnal por impositivo do acaso ou por injun\u00e7\u00e3o de um destino cego e cruel.  <\/p>\n<p>Existe uma finalidade imposterg\u00e1vel no renascimento do Esp\u00edrito na organiza\u00e7\u00e3o    carnal, que se constitui da oportunidade para o autoburilamento por colis\u00f5es e atritos, qual ocorre com as gemas preciosas que necessitam da lapida\u00e7\u00e3o para libertar a luminosidade adormecida no seu interior.  <\/p>\n<p>Uma releitura atenta dos c\u00f3digos de \u00e9tica e de justi\u00e7a de todos os tempos proporciona o reencontro com os reais valores que devem nortear a vida humana.  <\/p>\n<p>O tecido social ora esgar\u00e7ado e t\u00eanue ante uma revis\u00e3o sist\u00eamica dos objetivos de eleva\u00e7\u00e3o moral em favor da aquisi\u00e7\u00e3o da alegria real, sem as m\u00e1scaras da mistifica\u00e7\u00e3o, adquiriria resist\u00eancia para os enfrentamentos, abrindo espa\u00e7o para a justi\u00e7a social, para o aux\u00edlio rec\u00edproco.  <\/p>\n<p>Esse ser biopsicossocial \u00e9, antes de tudo, imortal, criado por Deus para viver em plena harmonia durante a viagem org\u00e2nica.  <\/p>\n<p>Indispens\u00e1vel, pois, se torna a elabora\u00e7\u00e3o de programas educacionais e labores que propiciem a autoconsci\u00eancia.  <\/p>\n<p>As conquistas tecnol\u00f3gicas e midi\u00e1ticas s\u00e3o neutras em si mesmas,    considerando-se os inestim\u00e1veis benef\u00edcios oferecidos \u00e0 sociedade terrestre, que saiu da treva e da ignor\u00e2ncia para a luz e o conhecimento.  <\/p>\n<p>A gan\u00e2ncia e os tormentos interiores de alguns dos seus executivos e multiplicadores de opini\u00e3o respondem pela fabrica\u00e7\u00e3o de l\u00edderes da alucina\u00e7\u00e3o, de exibidores da rebeldia, de fan\u00e1ticos da agressividade e da promiscuidade.  <\/p>\n<p>Usadas de maneira adequada, encaminhariam com saud\u00e1vel conduta os milh\u00f5es de v\u00edtimas que arrasta, especialmente na inexperi\u00eancia da juventude rica de sonhos que se transformam em h\u00f3rridos pesadelos.  <\/p>\n<p>O vazio existencial consome o ser e atira-o na depress\u00e3o, empurrando-o para o suic\u00eddio.  <\/p>\n<p>Em uma cultura saud\u00e1vel, a alegria n\u00e0o impede a tristeza, nem essa atormenta, por constituir-se um fen\u00f4meno psicol\u00f3gico natural do ser, profundo em si mesmo.  <\/p>\n<p>* * *  <\/p>\n<p>Se experimentas esse vazio interior, desmotivado para viver ou para laborar em favor do bem-estar pessoal, abre-te ao a   mor e deixa-te conduzir pelas suas desconhecidas emo\u00e7\u00f5es que te plenificar\u00e3o com leg\u00edtimas aspira\u00e7\u00f5es, oferecendo-te um alto significado psicol\u00f3gico e humano.  <\/p>\n<p>Reflexiona, pois, na correria louca para lugar nenhum e considera a vida a oportunidade de sorrir e produzir, descobrindo-te \u00fatil a ti mesmo e \u00e0 comunidade.  <\/p>\n<p>Mas, se insistir essa estranha sensa\u00e7\u00e3o, faze mais e melhor, esquecendo-te de ti mesmo, auxilia outrem a lograr aquilo por que anela, e descobrir\u00e1s que, ao faz\u00ea-lo feliz, preenchido de paz, estar\u00e1s ditoso tamb\u00e9m.  <\/p>\n<p>P\u00e1gina psicografada pelo m\u00e9dium Divaldo Pereira Franco, do Esp\u00edrito Joanna de \u00c2ngelis, na reuni\u00e3o medi\u00fanica de 29 de outubro de 2008, no Centro Esp\u00edrita Caminho da Reden\u00e7\u00e3o, em Salvador, Bahia.   <br \/>Em 26.02.2009.  <\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_181\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"181\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 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