{"id":18634,"date":"2022-02-04T14:12:00","date_gmt":"2022-02-04T14:12:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo18634\/"},"modified":"2022-02-04T15:23:37","modified_gmt":"2022-02-04T18:23:37","slug":"artigo18634","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo18634\/","title":{"rendered":"Breve Not\u00edcia &#8211; PAULO E ESTEV\u00c3O &#8211;  FRANCISCO C\u00c2NDIDO XAVIER"},"content":{"rendered":"<p>N\u00e3o s\u00e3o poucos os trabalhos que correm mundo, re lativamente \u00e0 tarefa<br \/>\n<br \/>gloriosa do Ap\u00f3stolo dos gentios.<br \/> \u00c9 justo, pois, esperarmos a interrogativa: \u2014<br \/>\n<br \/>Por que mais um livro sobre Paulo de Tarso? Homenagem ao gr ande<br \/>\n<br \/>trabalhador do Evangelho ou informa\u00e7\u00f5es mais detalhadas de sua vida?<br \/>\n<br \/>Quanto \u00e0 primeira hip\u00f3tese, somos dos primeiros a reconhecer que o<br \/>\n<br \/>convertido de Damasco n\u00e3o necessita de nossas mesquinhas homenagens; e<br \/>\n<br \/>quanto \u00e0 segunda, responderemos afirmativame nte para atingir os fins a que<br \/>\n<br \/>nos pro pomos, transferindo ao papel humano, com os recursos poss\u00edveis,<br \/>\n<br \/>alguma coisa das tradi\u00e7\u00f5es do pla no espiritual acerca dos trabalhos confiados<br \/>\n<br \/>ao grande amigo dos gentios.<\/p>\n<p>Nosso escopo essencial n\u00e3o poderia ser apenas rememorar passagens<br \/>\n<br \/>sublimes dos tempos apost\u00f3licos, e sim apresentar, antes de tudo, a figura do<br \/>\n<br \/>cooperador fiel, na sua legitima fei\u00e7\u00e3o de homem transformado por Jesus &#8211;<br \/>\n<br \/>Cristo e atento ao divino minist\u00e9rio.<\/p>\n<p>Esclarecemos, ainda, que n\u00e3o \u00e9 nosso prop\u00f3sito levantar apenas uma<br \/>\n<br \/>biografia romanceada.<\/p>\n<p>O mundo est\u00e1 repleto dessas fichas educa tivas, com refer\u00eancia aos seus<br \/>\n<br \/>vultos mais not\u00e1veis.<br \/> Nosso melhor e mais sincero desejo \u00e9 recordar as lutas<br \/>\n<br \/>acerbas e os \u00e1speros testemunhos de um cora\u00e7\u00e3o extraordin\u00e1rio, q ue se<br \/>\n<br \/>levantou das lutas humanas para seguir os passos do Mestre, num esfor\u00e7o<br \/>\n<br \/>incessante.<\/p>\n<p>As igrejas amornecidas da atualidade e os falsos de sejos dos crentes, nos<br \/>\n<br \/>diversos setores do Cristianismo, justificam as nossas inten\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Em toda parte h\u00e1 tend\u00eancias \u00e0 ociosidade do esp\u00edrito e manifesta\u00e7\u00f5es de<br \/>\n<br \/>menor esfor\u00e7o.<br \/> Muitos disc\u00edpulos disputam as prerrogativas de Estado,<br \/>\n<br \/>enquanto outros, distanciados voluntariamente do trabalho justo, suplicam a<br \/>\n<br \/>prote\u00e7\u00e3o sobrenatural do C\u00e9u.<br \/> Templos e devotos entre gam-se, gostosamente,<br \/>\n<br \/>\u00e0s situa\u00e7\u00f5es acomodat\u00edcias, prefe rindo as domina\u00e7\u00f5es e regalos de ordem<br \/>\n<br \/>material.<\/p>\n<p>Observando esse panorama sentimental \u00e9 \u00fatil recor darmos a figura<br \/>\n<br \/>inesquec\u00edvel do Ap\u00f3stolo generoso.<\/p>\n<p>Muitos comentaram a vida de Paulo; mas, quando n\u00e3o lhe atr ibu\u00edram<br \/>\n<br \/>certos t\u00edtulos de favor, gratuitos do C\u00e9u, apresentaram -no como um fan\u00e1tico de<br \/>\n<br \/>cora\u00e7\u00e3o ressequido.<br \/> Para uns, ele foi um santo por predestina\u00e7\u00e3o, a quem<br \/>\n<br \/>Jesus apareceu, numa opera\u00e7\u00e3o mec\u00e2nica da gra\u00e7a; para outros, foi um<br \/>\n<br \/>esp\u00edrito arbitr\u00e1rio, absorvente e r\u00edspido, inclinado a combater os companheiros,<br \/>\n<br \/>com vaidade quase cruel.<\/p>\n<p>N\u00e3o nos deteremos nessa posi\u00e7\u00e3o extremista.<\/p>\n<p>Queremos recordar que Paulo recebeu a d\u00e1diva santa da vis\u00e3o gloriosa do<br \/>\n<br \/>Mestre, \u00e0s portas de Damasco, mas n\u00e3o podemos esquecer a d eclara\u00e7\u00e3o de<br \/>\n<br \/>Jesus relativa ao sofrimento que o aguardava, por amor ao seu nome.<\/p>\n<p>Certo \u00e9 que o inolvid\u00e1vel tecel\u00e3o trazia o seu minist\u00e9 rio divino; mas, quem<br \/>\n<br \/>estar\u00e1 no mundo sem um minist\u00e9rio de Deus? Muita gente dir\u00e1 que<br \/>\n<br \/>desconhece a pr\u00f3pria tarefa, que \u00e9 insciente a tal respeito, mas n\u00f3s poderemos<br \/>\n<br \/>responder que, al\u00e9m da ignor\u00e2ncia, h\u00e1 desaten\u00e7\u00e3o e muito capricho pernicioso.<\/p>\n<p>Os mais exigentes advertir\u00e3o que Paulo recebeu um apelo direto; mas, na<br \/>\n<br \/>verdade, todos os homens menos rudes t\u00eam a sua convoca\u00e7\u00e3o pes soal ao<br \/>\n<br \/>servi\u00e7o do Cristo.<br \/> As formas podem variar, mas a ess\u00eancia ao apelo \u00e9 sempre<br \/>\n<br \/>4<br \/>\n<br \/>a mesma.<br \/> O convite ao minist\u00e9rio chega, \u00e1s vezes, de maneira sutil,<br \/>\n<br \/>inesperadamente; a maioria, por\u00e9m, resiste ao chamado generoso do Senhor.<\/p>\n<p>Ora, Jesus n\u00e3o \u00e9 um mestre d e viol\u00eancias e se a figura de Paulo avulta muito<br \/>\n<br \/>mais aos nossos olhos, \u00e9 que ele ouviu, negou -se a si mesmo, arrependeu-se,<br \/>\n<br \/>tomou a cruz e seguiu o Cristo at\u00e9 ao fim de suas tarefas materiais.<br \/> Entre<br \/>\n<br \/>persegui\u00e7\u00f5es, enfermidades, apodos, zombarias, desilus\u00f5e s, deser\u00e7\u00f5es,<br \/>\n<br \/>pedradas, a\u00e7oites e encarceramentos, Paulo de Tarso foi um homem intr\u00e9pido<br \/>\n<br \/>e sincero, caminhando entre as sombras do mundo, ao encontro do Mestre que<br \/>\n<br \/>se fizera ouvir nas encruzilhadas da sua vida.<\/p>\n<p>Foi muito mais que um predestinado, foi um re alizador que trabalhou<br \/>\n<br \/>diariamente para a luz.<\/p>\n<p>O Mestre chama-o, da sua esfera de claridadeS imor tais.<br \/> Paulo tateia na<br \/>\n<br \/>treva das experi\u00eancias humanas e responde: \u2014 Senhor, que queres que eu<br \/>\n<br \/>fa\u00e7a?<br \/>\n<br \/>Entre ele e Jesus havia um abismo, que o Ap\u00f3stolo soube tra nspor em<br \/>\n<br \/>dec\u00eanios de luta redentora e cons tante.<\/p>\n<p>Demonstr\u00e1-lo, para o exame do quanto nos compete em trabalhO pr\u00f3prio, a<br \/>\n<br \/>fim de Ir ao encontro de Jesus, \u00e9 o nosso objetivo.<\/p>\n<p>Outra finalidade deste esfor\u00e7o humilde \u00e9 reconhecer que o Ap\u00f3stolo n\u00e3o<br \/>\n<br \/>poderia chegar a essa possibilidade, em a\u00e7\u00e3o isolada no mundo.<\/p>\n<p>Sem Estev\u00e3o, n\u00e3o ter\u00edamos Paulo de Tarso.<br \/> O gran de m\u00e1rtir do<br \/>\n<br \/>Cristianismo nascente alcan\u00e7ou influ\u00eancia muito mais vasta na experi\u00eancia<br \/>\n<br \/>paulina, do que poder\u00edamos imaginar t\u00e3o-s\u00f3 pelos textos conhecidos nos<br \/>\n<br \/>estudos terrestres.<br \/> A vida de ambos est\u00e1 entrela\u00e7ada com miste riosa beleza.<br \/> A<br \/>\n<br \/>contribui\u00e7\u00e3o de Estev\u00e3o e de outras per sonagens desta hist\u00f3ria real vem<br \/>\n<br \/>confirmar a necessidade e a universalidade da lei de coopera\u00e7\u00e3o.<br \/> E, para ve &#8211;<br \/>\n<br \/>rificar a amplitude desse conceito, recordemos que Jesus, cuja miseric\u00f3rdia e<br \/>\n<br \/>poder abrangiam tudo, procurou a companhia de doze auxiliares, a fins de<br \/>\n<br \/>empreender a renova\u00e7\u00e3o do mundo.<\/p>\n<p>Ali\u00e1s, sem coopera\u00e7\u00e3o, n\u00e3o poderia existir amor; e o amor \u00e9 a for\u00e7a de<br \/>\n<br \/>Deus, que equilibra o Universo.<\/p>\n<p>Desde j\u00e1, vejo os cr\u00edticos consultando textos e com binando vers\u00edculos para<br \/>\n<br \/>trazerem \u00e1 tona os erros do nosso tentame singelo.<br \/> Aos bem -intencionados<br \/>\n<br \/>agradecemos sinceramente, por conhecer a nossa express\u00e3o de criatura<br \/>\n<br \/>fal\u00edvel, declarando que este livro modestO foi grafado por um Esp\u00edrito para os<br \/>\n<br \/>que vivam em esp\u00edrito; e ao pedan tismo dogm\u00e1tico, ou liter\u00e1rio, de todos os<br \/>\n<br \/>tempos, recorremos ao pr\u00f3prio Evangelho para repetir que, se a letra mata, o<br \/>\n<br \/>esp\u00edrito vivifica.<\/p>\n<p>Oferecendo, pois, este humilde t rabalho aos nossos irm\u00e3os da Terra,<br \/>\n<br \/>formulamos votos para que o exemplo do Grande Convertido se fa\u00e7a mais<br \/>\n<br \/>claro em nossos cora\u00e7\u00f5es, a fim de que cada disc\u00edpulo possa entender quanto<br \/>\n<br \/>lhe compete trabalhar e sofrer, por amor a Jesus -Cristo.<\/p>\n<p>Pedro Leopoldo, 8 de julho de 1941.<\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_18634\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"18634\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; 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