{"id":19074,"date":"2022-09-16T09:12:00","date_gmt":"2022-09-16T09:12:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2022-09-16T09:12:00","modified_gmt":"2022-09-16T09:12:00","slug":"artigo19074","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo19074\/","title":{"rendered":"8 OS DESENCARNADOS &#8211; OS ORIENTADORES &#8211; DI\u00c1LOGO COM AS SOMBRAS HERM\u00cdNIO C. MIRANDA"},"content":{"rendered":"<p>Sempre que um grupo de pessoas se re\u00fane para trabalho de natureza medi\u00fanica, um grupo correspondente de Esp\u00edritos se aproxima.<br \/> Todos n\u00f3s temos, no mundo espiritual, companheiros, amigos e guias, tanto quanto desafetos e obsessores em potencial ou em atividade.<br \/> Teremos que aprender a trabalhar com ambos os grupos.<\/p>\n<p>N\u00e3o vamos conviver apenas com aqueles que v\u00eam para ajudar-nos, e nem seria esta a finalidade de um grupo que se prepara para a dif\u00edcil tarefa da desobsess\u00e3o.<br \/> Al\u00e9m disso, n\u00e3o podemos esquecer-nos de que somos todos irm\u00e3os, apenas distribu\u00eddos em diferentes est\u00e1gios evolutivos.<br \/> Enquanto alguns se acham \u00e0 nossa frente, por terem caminhado um pouco mais do que n\u00f3s, outros nos seguem um passo ou dois atr\u00e1s.<br \/> \u00c9 da lei universal da fraternidade que todos se ap\u00f3iem mutuamente, para chegarem \u00e0 paz interior, que \u00e9 o reino de Deus em cada qual.<\/p>\n<p>Falemos primeiro dos irm\u00e3os que v\u00eam nos ajudar a servir.<\/p>\n<p>\u00c9 sempre um momento de emo\u00e7\u00e3o a primeira reuni\u00e3o medi\u00fanica de um grupo.<br \/> Os resultados podem n\u00e3o ser espetaculares \u2014 e geralmente n\u00e3o o s\u00e3o mesmo \u2014 porque os companheiros incumbidos da nossa orienta\u00e7\u00e3o ainda est\u00e3o trabalhando nos ajustes e nos testes, como o maestro competente que verifica se todos os instrumentos est\u00e3o perfeitamente afinados.<br \/> Se o grupo j\u00e1 disp\u00f5e de um ou mais m\u00e9diuns desenvolvidos, \u00e9 certo que um Esp\u00edrito amigo se manifeste, para as primeiras palavras de est\u00edmulo e encorajamento.<\/p>\n<p>Nessa altura, \u00e9 raro que tenhamos conhecimento da natureza do trabalho que pretendam realizar conosco.<br \/> \u00c9 certo, por\u00e9m, que eles j\u00e1 disp\u00f5em de um plano, muito bem estudado, compat\u00edvel com as for\u00e7as e possibilidades dos trabalhadores encarnados.<br \/> Os Esp\u00edritos sempre nos dizem que precisam de n\u00f3s para determinadas tarefas, que somente podem ser desenvolvidas com o concurso da mediunidade, ou seja, em contacto com o ser humano encarnado.<\/p>\n<p>Em \u201cReformador\u201d de fevereiro de 1975, no artigo intitulado \u201cA Doutrina\u00e7\u00e3o: varia\u00e7\u00f5es sobre um tema complexo\u201d, lembrei os preciosos esclarecimentos colhidos no livro \u201cMem\u00f3rias de um Suicida\u201d, que devemos \u00e0 aben\u00e7oada mediunidade de Yvonne A.<br \/> Pereira.<\/p>\n<p>Tornara-se imperioso encontrar um grupo de m\u00e9diuns em condi\u00e7\u00f5es de socorrerem Esp\u00edritos de suicidas:<br \/>\n<br \/>\u201cChegara a um \u201cimpasse\u201d o processo de recupera\u00e7\u00e3o.<br \/> A despeito do desvelo e compet\u00eancia dos t\u00e9cnicos e mentores da organiza\u00e7\u00e3o espiritual especializada no tratamento dos suicidas, um grupo deles se mantinha irredutivelmente fixo nas suas ang\u00fastias.<br \/> Os casos estavam distribu\u00eddos, segundo sua natureza, a tr\u00eas ambientes distintos: o hospital propriamente dito, o isolamento e o manic\u00f4mio.<br \/> Uns tantos desses, por\u00e9m, \u201cpermaneciam atordoados, semi-inconscientes, imersos em lament\u00e1vel estado de in\u00e9rcia mental, incapacitados para quaisquer aquisi\u00e7\u00f5es facultativas de progresso\u201d.<br \/> Tornara-se, pois, urgente despert\u00e1-los para a realidade que se recusavam, mais inconsciente do que conscientemente, a enfrentar.<br \/> Trata-se aqui de um conhecido mecanismo de fuga defensiva.<br \/> Inseguro e temeroso diante da dor que ele sabe ser aguda, profunda e inexor\u00e1vel, o Esp\u00edrito culpado se aliena, na esperan\u00e7a de pelo menos adiar o momento duro e fatal do despertamento.<br \/> Em casos como esses \u00e9 necess\u00e1rio, quase sempre, recorrer \u00e0 terap\u00eautica da mediunidade.<br \/> O Esp\u00edrito precisa retomar a sua marcha e o recurso empregado com maior efic\u00e1cia \u00e9 o do choque, a que o autor de \u201cMem\u00f3rias de um Suicida\u201d chama de \u201crevivesc\u00eancia de vibra\u00e7\u00f5es animalizadas\u201d.<br \/> Habituados a tais vibra\u00e7\u00f5es mais grosseiras, mostravam-se eles inating\u00edveis aos processos mais sutis de que disp\u00f5em os t\u00e9cnicos do Espa\u00e7o.<br \/> Para que fossem tocados na intimidade do ser, era preciso alcan\u00e7\u00e1-los \u201catrav\u00e9s da a\u00e7\u00e3o e da palavra humanas -Como estavam, n\u00e3o entendiam a palavra dos mentores e nem mesmo os distinguiam visualmente, por mais que estes reduzissem o seu teor vibrat\u00f3rio, num esfor\u00e7o consider\u00e1vel de automaterializa\u00e7\u00e3o.<br \/>\u201d<br \/>\n<br \/>\u00c9 para esse trabalho que os mentores espirituais solicitam o concurso dos encarnados, que se torna, em muitos casos, insubstitu\u00edvel, como vimos.<br \/> N\u00e3o sabemos, pois, ao iniciar uma atividade medi\u00fanica, que tipo de tarefa nos ser\u00e1 atribuida; podemos estar certos, n\u00e3o obstante, de que os orientadores espirituais do grupo somente nos trar\u00e3o encargos que estejam ao nosso alcance.<br \/> Sem d\u00favida alguma, j\u00e1 estudaram nossas possibilidades e inten\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>      \u201cMem\u00f3rias de um Suicida\u201d nos fala dos longos e cuidadosos preparativos, conduzidos no mundo espiritual, como preliminares \u00e0 tarefa medi\u00fanica propriamente dita.<br \/> \u00c9 preciso localizar um grupo que ofere\u00e7a as condi\u00e7\u00f5es de seguran\u00e7a e amparo de que necessitam os Esp\u00edritos transviados.<\/p>\n<p>\u201cNa Se\u00e7\u00e3o de Rela\u00e7\u00f5es Externas \u2014 prossegue o mencionado artigo de \u201cReformador\u201d \u2014 s\u00e3o consultadas as indica\u00e7\u00f5es sobre grupos esp\u00edritas que possam oferecer as condi\u00e7\u00f5es desejadas para o delicado trabalho.<br \/>\u201d<br \/>\n<br \/>E mais adiante:<br \/>\n<br \/>\u201cVerifica-se a exist\u00eancia de grupos em Portugal, na Espanha e no Brasil.<br \/> Decide-se por este \u00faltimo e, em seguida, s\u00e3o examinadas as \u201cFichas espirituais dos m\u00e9diuns\u201d que comp\u00f5em os grupos<br \/>\n<br \/>sob exame.<br \/>\u201d (Destaque desta transcri\u00e7\u00e3o.<br \/>)<br \/>\n<br \/>Por a\u00ed se v\u00ea que os nossos grupos e os nossos m\u00e9diuns se acham meticulosamente catalogados nas organiza\u00e7\u00f5es do Espa\u00e7o.<br \/> Conv\u00e9m acrescentar que registros semelhantes \u2014 obviamente para outras finalidades \u2014 existem tamb\u00e9m nos redutos trevosos.<\/p>\n<p>Por v\u00e1rias vezes tive a oportunidade de testemunhar pessoal-mente essa realidade.<br \/> Esp\u00edritos desarmonizados informaram-me que est\u00e1vamos sendo rigorosamente observados e estudados.<br \/> Nossos menores gestos e palavras eram como que filmados e gravados para exame e debate, mais tarde, nas c\u00fapulas administrativas do mundo das sombras, a fim de melhor nos conhecerem e poderem planejar a estrat\u00e9gia a ser usada contra n\u00f3s.<br \/> Certa vez, um Esp\u00edrito, particularmente agressivo e desesperado, dirigia-se, de quando em quando, \u00e0 sua equipe invis\u00edvel e recomendava:<br \/>\n<br \/>\u2014\tGravem isto!<br \/>\n<br \/>Ou ent\u00e3o:<br \/>\n<br \/>\u2014\tGravaram a\u00ed o que ele disse?<br \/>\n<br \/>N\u00e3o alimentemos, pois, ilus\u00f5es.<br \/> Contamos com a ajuda e o apoio de companheiros bem esclarecidos e competentes, mas precisamos oferecer-lhes um m\u00ednimo de condi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>S\u00e3o enormes as responsabilidades desses amigos invis\u00edveis, e as qualifica\u00e7\u00f5es exigidas, para as tarefas que desempenham junto a n\u00f3s, s\u00e3o r\u00edgidas.<br \/> Poder\u00edamos dizer que cada grupo tem os guias e protetores que merece.<br \/> Se o grupo empenha-se em servir desinteressadamente, dentro do Evangelho do Cristo, escorado na Doutrina Esp\u00edrita, disposto a amar incondicionalmente, ter\u00e1 como apoio e sustenta\u00e7\u00e3o uma equipe correspondente, de companheiros desencarnados do mais elevado padr\u00e3o espiritual, verdadeiros t\u00e9cnicos da dif\u00edcil ci\u00eancia da alma.<\/p>\n<p>O trabalho desses amigos \u00e9 silencioso e sereno.<br \/> A compet\u00eancia costuma passar despercebida, porque parece muito f\u00e1cil fazer aquilo que aprendemos a fazer bem.<br \/> Quando vemos um oper\u00e1rio altamente qualificado na sua especialidade, ou um desportista bem treinado, experimentamos o prazer de contemplar os gestos bem medidos, a suave facilidade com que se desempenham.<br \/> Lembremo-nos, por\u00e9m, do seu longo per\u00edodo de adestramento, de estudo, de ren\u00fancia, e das suas cansativas horas de trabalho mon\u00f3tono, de repeti\u00e7\u00e3o e corre\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Assim s\u00e3o os companheiros que nos amparam.<br \/> Apresentam-se, muitas vezes, com nomes desconhecidos, falam com simplicidade, s\u00e3o tranq\u00fcilos, evitam dar ordens, negam-se a impor condi\u00e7\u00f5es.<br \/> Preferem ensinar pelo exemplo, discorrendo sobre a anatomia do trabalho, diante do corpo vivo do pr\u00f3prio trabalho.<br \/> S\u00e3o modestos e humildes, mas revestem-se de autoridade.<br \/> Amorosos, mas firmes, leais e francos.<br \/> Aconselham, sugerem, recomendam e p\u00f5em-se de lado, a observar.<br \/> Corrigem, retificam e estimulam.<br \/> Sua presen\u00e7a \u00e9 constante, ao longo de anos e anos de dedica\u00e7\u00e3o.<br \/> Ligados emocionalmente a n\u00f3s, \u00e0s vezes de antigas experi\u00eancias reencarnat\u00f3rias, trazem-nos a ajuda an\u00f4nima de que precisamos para dar mais um passo \u00e0 frente.<br \/> Voltam sob seus passos, para estender-nos a m\u00e3o, a fim de que, a nosso turno, possamos ajudar aqueles que se acham ca\u00eddos pelos caminhos.<br \/> Inspiram-nos atrav\u00e9s da intui\u00e7\u00e3o, acompanham-nos at\u00e9 mesmo no desenrolar de nossas tarefas humanas.<br \/> Guardam, por\u00e9m, o cuidado extremo de n\u00e3o interferir com o mecanismo do nosso livre-arb\u00edtrio, pois n\u00e3o se encontram ao nosso lado para resolver por n\u00f3s os nossos problemas, mas para dar-nos a solidariedade do seu afeto.<br \/> Mesmo no trabalho espec\u00edfico do grupo, interferem o m\u00ednimo poss\u00edvel, pois sabem muito bem que o Esp\u00edrito desajustado precisa de ser abordado e tratado de um ponto de vista ainda bem humano.<br \/> Se fosse poss\u00edvel resolver suas ang\u00fastias no mundo espiritual, n\u00e3o precisariam traz\u00ea-los at\u00e9 n\u00f3s.<\/p>\n<p>Essa mesma t\u00e9cnica foi usada com o pr\u00f3prio Allan Kardec.<br \/> Poderiam os Esp\u00edritos Superiores, que se incumbiram de transmitir os fundamentos da Doutrina aos homens, simplesmente ditar os livros que expusessem as linhas mestras do pensamento doutrin\u00e1rio.<br \/> N\u00e3o foi assim que fizeram, e isso teria sido, talvez, mais f\u00e1cil.<br \/> Preferiram colocar-se \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o de Kardec, para que ele formulasse as perguntas, de uma \u00f3ptica essencialmente humana.<br \/> Os ensinamentos destinavam-se aos homens, e caberia aos homens, portanto, colocar as quest\u00f5es, de seu pr\u00f3prio ponto de vista, de forma que as respostas viessem j\u00e1 acomodadas \u00e0s estruturas do pensamento do ser encarnado.<\/p>\n<p>A tarefa dos grupos medi\u00fanicos de desobsess\u00e3o ap\u00f4ia-se nos mesmos princ\u00edpios, pois tamb\u00e9m \u00e9 trabalho de coopera\u00e7\u00e3o e entendimento entre os dois planos da vida.<br \/> Os benfeitores espirituais n\u00e3o v\u00e3o ditar um brevi\u00e1rio de instru\u00e7\u00f5es minuciosas.<br \/> \u00c9 preciso que fique margem suficiente para a iniciativa de cada um, para o exerc\u00edcio do livre-arb\u00edtrio, para que tenhamos o m\u00e9rito dos acertos, tanto quanto a responsabilidade pelos erros cometidos.<br \/> Em suma, os Esp\u00edritos n\u00e3o nos tomam pela m\u00e3o, mas n\u00e3o deixam de apontar-nos o caminho e seguir-nos amorosamente.<\/p>\n<p>N\u00e3o desejam, de forma alguma, que nos tornemos dependentes deles, para qualquer passo que tenhamos de dar.<br \/> Dificilmente nos dizem o que fazer, ante duas ou mais alternativas.<br \/> Devemos ou n\u00e3o acolher um companheiro que se prop\u00f5e a trabalhar conosco? Devemos ou n\u00e3o excluir outro, que n\u00e3o est\u00e1 se entrosando? S\u00e3o problemas nossos, e temos que resolv\u00ea-los dentro do contexto humano, segundo nosso entendimento e bom senso.<br \/> A fun\u00e7\u00e3o dos orientadores espirituais mais respons\u00e1veis n\u00e3o \u00e9 ditar normas.<br \/> Mesmo com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 ess\u00eancia do trabalho, limitam-se a aconselhar e sugerir, mas n\u00e3o imp\u00f5em a sua vontade.<br \/> E se insistimos em seguir pelas trilhas que nos afastam do roteiro da verdade e da seguran\u00e7a, n\u00e3o nos faltar\u00e3o com suas advert\u00eancias amigas, mas nos deixar\u00e3o palmilhar os caminhos da nossa prefer\u00eancia.<br \/> S\u00f3 que, por esses atalhos, n\u00e3o poderemos continuar contando com o mesmo tipo de apoio e sustenta\u00e7\u00e3o.<br \/> Haver\u00e3o de nos seguir a dist\u00e2ncia, amorosos e apreensivos, mas respeitando nossas decis\u00f5es, mesmo erradas.<\/p>\n<p>Jamais nos recomendam ritos especiais, nem nos obrigam a f\u00f3rmulas dogm\u00e1ticas r\u00edgidas e insubstitu\u00edveis, como preces exclusivas, ou simbolos m\u00edsticos e vestimentas caracter\u00edsticas.<\/p>\n<p>Nada temos contra os grupos que seguem tais recomenda\u00e7\u00f5es, sob orienta\u00e7\u00e3o de seus companheiros desencarnados.<br \/> Podem ser bem-intencionados e realizar trabalhos de valor, com \u00eaxito, mas n\u00e3o s\u00e3o grupos integrados na Doutrina Esp\u00edrita, entendendo-se como tal a Doutrina contida nos livros b\u00e1sicos da Codifica\u00e7\u00e3o Kardequiana.<br \/> Merecem todo o nosso respeito e carinho; nossa experi\u00eancia ensina, n\u00e3o obstante, que podem realizar o mesmo tipo de trabalho, ou melhor ainda, sem necessidade de recorrer a pr\u00e1ticas exteriores de suporte.<br \/> O suporte de que os grupos medi\u00fanicos necessitam vem do mundo espiritual superior, onde qualquer exterioriza\u00e7\u00e3o voltada para os aspectos materiais \u00e9 dispens\u00e1vel.<br \/> Nada, pois, de velas, simbolos, imagens, ritos ou vestes especiais.<br \/> N\u00e3o \u00e9 preciso.<br \/> E se um companheiro come\u00e7ar a recomendar tais processos, podemos tranq\u00fcilamente dissuadi-lo, com bons modos, \u00e9claro, mas com firmeza.<\/p>\n<p>*<\/p>\n<p>      Os amigos espirituais que se incumbem de orientar o grupo raramente revelam toda a extens\u00e3o de suas responsabilidades e encargos.<br \/> Somente a observa\u00e7\u00e3o atenta, no decorrer de muito tempo de trabalho, permite-nos avaliar parcialmente a import\u00e2ncia de suas presen\u00e7as junto de n\u00f3s.<\/p>\n<p>      Geralmente fazem parte de amplas organiza\u00e7\u00f5es socorristas, que se incumbem de orientar e assistir in\u00fameros grupos, onde se re\u00fanem pessoas de boa-vontade, ainda que de limitados recursos.<\/p>\n<p>      O trabalho que nos trazem obedece a planejamentos cuidadosos, cuja vastid\u00e3o e seriedade nem podemos alcan\u00e7ar, para entender.<br \/> Todo o seu esfor\u00e7o \u00e9 conjugado com o de outros Esp\u00edritos, encarnados e desencarnados.<br \/> S\u00e3o eles os preparadores das tarefas espec\u00edficas do grupo, e s\u00e3o eles que se incumbem de dar continuidade ao servi\u00e7o, depois que o Esp\u00edrito necessitado \u00e9 atendido.<br \/> Sabemos muito bem que a maior parte do trabalho, a mais delicada e de maior responsabilidade, \u00e9 feita no mundo espiritual.<br \/> Os Esp\u00edritos desarvorados, seja por que raz\u00e3o for, j\u00e1 v\u00eam para a manifesta\u00e7\u00e3o medi\u00fanica com um certo preparo pr\u00e9vio.<br \/> Os benfeitores espirituais \u00e9 que se incumbiram de localiz\u00e1-los e desaloj\u00e1-los de suas posi\u00e7\u00f5es, muitas vezes tidas por inexpugn\u00e1veis, para traz\u00ea-los at\u00e9 n\u00f3s.<br \/> In\u00fameros recursos s\u00e3o utilizados para isso.<br \/> T\u00e9cnicas de magnetiza\u00e7\u00e3o e persuas\u00e3o, ainda desconhecidas de n\u00f3s, s\u00e3o aplicadas com enorme compet\u00eancia e sentimento da mais funda fraternidade.<br \/> Freq\u00fcentemente, os Esp\u00edritos atormentados nem sabem por que se acham numa sess\u00e3o, falando atrav\u00e9s de um m\u00e9dium.<br \/> Ignoram como foram trazidos, ou se dizem convidados, julgando que vieram por livre e espont\u00e2nea vontade.<br \/> Muitas vezes admitem estar constrangidos, contidos, sob controle, mas n\u00e3o sabem de onde vem a for\u00e7a que os cont\u00e9m.<\/p>\n<p>Os benfeitores assistem \u00e0 sess\u00e3o, socorrem-nos com seus recursos, nos momentos cr\u00edticos, fazem pequenas recomenda\u00e7\u00f5es ou d\u00e3o indica\u00e7\u00f5es sum\u00e1rias, atrav\u00e9s da intui\u00e7\u00e3o ou da mediunidade ostensiva de algum companheiro.<br \/> De outras vezes, em casos mais dif\u00edceis, incorporam-se em outro m\u00e9dium, para ajudar no trabalho de doutrina\u00e7\u00e3o ou de passes.<\/p>\n<p>Encerrada a sess\u00e3o, cabe-lhes recolher os companheiros aflitos, estejam ou n\u00e3o despertados para a realidade maior.<\/p>\n<p>Os Esp\u00edritos arrependidos e dispostos \u00e0 recupera\u00e7\u00e3o s\u00e3o levados a centros de reeduca\u00e7\u00e3o e tratamento, e entregues a outras equipes espirituais, j\u00e1 adestradas para esse tipo de encargo, enquanto a tarefa no grupo medi\u00fanico prossegue.<\/p>\n<p>Durante a noite, enquanto adormecemos no corpo f\u00edsico, nossos Esp\u00edritos, desprendidos, parcialmente libertos, juntam-se aos benfeitores, para o preparo das futuras tarefas medi\u00fanicas.<br \/> Descemos, com eles, \u00e0s profundezas da dor e, muitas vezes, realizamos, com eles, aut\u00eanticas sess\u00f5es em pleno Espa\u00e7o, para o tratamento preliminar de companheiros j\u00e1 selecionados para a experi\u00eancia medi\u00fanica, ou irm\u00e3os que, j\u00e1 atendidos por n\u00f3s, necessitam, mais do que nunca, de assist\u00eancia e amparo, para as readapta\u00e7\u00f5es e o aprendizado que os levar\u00e1 \u00e0 reconstru\u00e7\u00e3o de suas vidas, desde o descondicionamento a dolorosas e lament\u00e1veis concep\u00e7\u00f5es, at\u00e9 o preparo de uma nova encarna\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Cabe \u00e0s equipes de esclarecidos companheiros desencarnados todo esse trabalho invis\u00edvel, do qual participamos, \u00e0s vezes, como figuras sempre secund\u00e1rias, em nossos desprendimentos.<\/p>\n<p>O n\u00edvel espiritual e o \u201cstatus\u201d moral desses companheiros revela-se na sua maneira de agir e falar.<br \/> Temos que aprender a formular sobre eles o nosso pr\u00f3prio ju\u00edzo.<br \/> Com algum tempo de viv\u00eancia na tarefa medi\u00fanica, estaremos em condi\u00e7\u00f5es de faz\u00ea-lo com relativa seguran\u00e7a, se nos mantivermos atentos e vigilantes.<br \/> O grupo bem orientado, e sustentado pela prece, pelo conhecimento doutrin\u00e1rio e pela pr\u00e1tica evang\u00e9lica, contar\u00e1 sempre com o apoio de companheiros desencarnados esclarecidos.<br \/> Isto n\u00e3o quer dizer, por\u00e9m, que deveremos aceitar tudo quanto nos vem do mundo espiritual, sem an\u00e1lise critica.<br \/> A Doutrina Esp\u00edrita n\u00e3o recomenda a aceita\u00e7\u00e3o cega de coisa alguma; ao contr\u00e1rio, incentiva-nos a tudo examinar, para acolher apenas o que a raz\u00e3o sancionar.<br \/> Os Esp\u00edritos esclarecidos n\u00e3o se aborrecem nem se irritam com esses cuidados, que entendem necess\u00e1rios.<br \/> \u00c9 preciso, entretanto, n\u00e3o cair no extremo oposto de tratar qualquer companheiro espiritual com aspereza e desconfian\u00e7a injustific\u00e1veis.<br \/> Ao cabo de algum tempo de conviv\u00eancia, formulado o ju\u00edzo sobre os nossos orientadores, saberemos identific\u00e1-los e conheceremos seus m\u00e9todos de a\u00e7\u00e3o.<br \/> A delicadeza do trabalho e seu ponto cr\u00edtico est\u00e3o exatamente nesse balanceamento entre vigil\u00e2ncia e confian\u00e7a.<br \/> Sem um perfeito entendimento entre as equipes encarnada e desencarnada, \u00e9 impratic\u00e1vel um trabalho produtivo e positivo.<br \/> Temos que buscar o terreno comum da harmoniza\u00e7\u00e3o e da integra\u00e7\u00e3o, o que n\u00e3o \u00e9 o mesmo que aceitar tudo sem exame.<\/p>\n<p>Essa vigil\u00e2ncia, insistimos, \u00e9 indispens\u00e1vel.<br \/> Se o grupo trans-via-se, e vai insensivelmente afastando-se das boas pr\u00e1ticas doutrin\u00e1rias, fica entregue \u00e0 sua pr\u00f3pria sorte.<br \/> Esse \u00e9 o momento em que outros companheiros desencarnados se aproximam, para substituir os mais esclarecidos.<br \/> Em casos assim, poder\u00e3o tentar assumir tamb\u00e9m a identidade dos que se afastaram.<br \/> N\u00e3o nos esque\u00e7amos de que todos os m\u00e9todos s\u00e3o v\u00e1lidos para aqueles que se enquistaram no transviamento moral.<br \/> Se n\u00e3o estivermos atentos, nem sentiremos a mudan\u00e7a, e, dentro em pouco, estaremos inteiramente dominados, exatamente por aqueles que se op\u00f5em aos nossos planos, envolvidos numa vasta e bem urdida mistifica\u00e7\u00e3o, quando n\u00e3o desarvorados tamb\u00e9m, com o grupo em vias de desagrega\u00e7\u00e3o, e at\u00e9 obsidiados ou fascinados por Esp\u00edritos que se apresentam com nomes importantes.<\/p>\n<p>*<\/p>\n<p>Os orientadores do grupo geralmente dirigem uma breve palavra de sauda\u00e7\u00e3o, no princ\u00edpio da reuni\u00e3o, e uma ou outra recomenda\u00e7\u00e3o sum\u00e1ria.<br \/> Fazem isso mais para marcar sua presen\u00e7a, como se desejassem simplesmente dizer: \u201cEstamos aqui, amigos.<br \/> N\u00e3o temam.<br \/>\u201d<br \/>\n<br \/>Durante o desenrolar dos trabalhos, portam-se com discri\u00e7\u00e3o e serenidade, interferindo o m\u00ednimo poss\u00edvel, sem, no entanto, deixarem de nos proporcionar toda a assist\u00eancia de que necessitamos.<\/p>\n<p>Em casos extremos podem provocar a conten\u00e7\u00e3o do manifestante, com seus recursos magn\u00e9ticos, ou incorporarem-se para um di\u00e1logo mais direto com o Esp\u00edrito, mas isto n\u00e3o \u00e9 comum.<\/p>\n<p>Ao final da sess\u00e3o, cessado o trabalho de atendimento aos sofredores, comparecem para uma palavra de est\u00edmulo e de consolo.<br \/> \u00c9 esta a mensagem que, se poss\u00edvel, deve ser gravada, porque cont\u00e9m, usualmente, preciosos esclarecimentos acerca dos trabalhos, em particular, e sobre a Doutrina, em geral.<\/p>\n<p>Nenhum trabalho medi\u00fanico s\u00e9rio \u00e9 poss\u00edvel sem o apoio desses dedicados e muitas vezes an\u00f4nimos companheiros, que, situados, quase sempre, em planos muito superiores aos nossos, concordam em voltar sobre seus passos e vir nos estender as m\u00e3os generosas e seguras.<br \/> A colabora\u00e7\u00e3o que lhes emprestamos \u00e9 m\u00ednima, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 que eles nos oferecem.<br \/> Fazem muito mais por n\u00f3s do que n\u00f3s por eles.<br \/> E tudo no sil\u00eancio e na seguran\u00e7a daqueles que n\u00e3o buscam reconhecimento nem aplausos.<\/p>\n<p>Se tiverem que nos transmitir alguma instru\u00e7\u00e3o espec\u00edfica, utilizar-se-\u00e3o preferentemente do tempo destinado \u00e0 comunica\u00e7\u00e3o inicial.<\/p>\n<p>\u201cEssa medida \u2014 escreve Andr\u00e9 Luiz, em \u201cDesobsess\u00e3o\u201d \u2014\u00e9 necess\u00e1ria, porq\u00fcanto existem situa\u00e7\u00f5es e problemas, estritamente relacionados com a ordem doutrin\u00e1ria do servi\u00e7o, apenas vis\u00edveis a ele, e o amigo espiritual, na condi\u00e7\u00e3o de condutor do agrupamento, perante a Vida Maior, precisar\u00e1 dirigir-se ao conjunto, lembrando minud\u00eancias e respondendo a alguma consulta ocasional que o dirigente lhe queira fazer, transmitindo algum aviso ou propondo determinadas medidas.<br \/>\u201d<br \/>\n<br \/>A consulta n\u00e3o dever\u00e1 descambar para assuntos de natureza puramente pessoal, mas cingir-se \u00e0s tarefas espec\u00edficas do grupo, Quando a orienta\u00e7\u00e3o pessoal tornar-se imperiosa, os companheiros desencarnados usualmente tomar\u00e3o a iniciativa de dizer uma palavra de esclarecimento e ajuda.<br \/> As perguntas dever\u00e3o ser formuladas de maneira sint\u00e9tica, e objetivamente, para n\u00e3o tomar tempo \u00e0s tarefas de atendimento.<br \/> N\u00e3o devemos tentar envolver os orientadores espirituais em problemas que estejamos em condi\u00e7\u00f5es de resolver com os nossos pr\u00f3prios recursos.<\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_19074\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"19074\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 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medi\u00fanica, um grupo correspondente de Esp\u00edritos se aproxima. Todos n\u00f3s temos, no mundo espiritual, companheiros, amigos e guias, tanto quanto desafetos e obsessores em potencial ou em atividade. Teremos que aprender a trabalhar com ambos os grupos. N\u00e3o vamos conviver apenas com aqueles&hellip; <br \/> <a class=\"read-more\" href=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo19074\/\">Leia mais<\/a><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_19074\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"19074\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 16\/16;\" \/><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"Closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[16],"tags":[],"class_list":["post-19074","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-mensagens-diversas"],"a3_pvc":{"activated":true,"total_views":591,"today_views":0},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19074","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=19074"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19074\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=19074"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=19074"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=19074"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}