{"id":19251,"date":"2023-01-06T11:12:00","date_gmt":"2023-01-06T11:12:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2023-01-06T11:12:00","modified_gmt":"2023-01-06T11:12:00","slug":"artigo19251","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo19251\/","title":{"rendered":"23 MULHERES &#8211; DI\u00c1LOGO COM AS SOMBRAS HERM\u00cdNIO C. MIRANDA"},"content":{"rendered":"<p>O trabalho medi\u00fanico oferece insuspeitadas condi\u00e7\u00f5es de aprendizado.<br \/> Cada sess\u00e3o traz as suas surpresas; cada manifesta\u00e7\u00e3o suas li\u00e7\u00f5es e ensinamentos.<br \/> A cont\u00ednua observa\u00e7\u00e3o desse vaiv\u00e9m de companheiros desencarnados, o desfile tr\u00e1gico de problemas, ang\u00fastias, dores e \u00f3dios, a for\u00e7a irresist\u00edvel do amor, as maravilhas da prece, o poder do passe, constituem experi\u00eancia inesquec\u00edvel para aqueles que, ao longo dos anos, entregam-se a essas tarefas redentoras.<\/p>\n<p>Uma pergunta poder\u00e1 ser colocada agora.<br \/> Que papel representam as mulheres, nesses dramas que se desenrolam entre os dois mundos? H\u00e1 mulheres obsessoras? H\u00e1 mulheres que se vingam, que perseguem, que odeiam? Sim, mas em n\u00famero bem mais reduzido que os homens.<\/p>\n<p>*<\/p>\n<p>Antes de prosseguir, talvez sejam convenientes algumas observa\u00e7\u00f5es de car\u00e1ter doutrin\u00e1rio.<\/p>\n<p>O Espiritismo ensina que o Esp\u00edrito n\u00e3o tem sexo, podendo encarnar-se como homem ou como mulher, em diferentes exist\u00eancias, mas que costuma escolher, preferentemente, um ou outro sexo, renascendo continuamente como homem ou mulher.<br \/> (Quest\u00f5es n\u00fameros 200 a 202, de \u201cO Livro dos Esp\u00edritos\u201d.<br \/>) Ao comentar as respostas, Kardec escreveu o seguinte:<br \/>\n<br \/>\u201cOs Esp\u00edritos encarnam como homens ou como mulheres, porque n\u00e3o t\u00eam sexo.<br \/> Visto que lhes cumpre progredir em tudo, cada sexo, como cada posi\u00e7\u00e3o social, lhes proporciona prova\u00e7\u00f5es e deveres especiais e, com isso, ensejo de ganharem experi\u00eancia.<br \/> Aquele que s\u00f3 como homem encarnasse s\u00f3 saberia o que sabem os homens.<br \/>\u201d<br \/>\n<br \/>Dessa forma, n\u00e3o s\u00e3o muito precisas as express\u00f5es Esp\u00edrito feminino e Esp\u00edrito masculino, que s\u00e3o usadas \u00e0 falta de outras.<br \/> A quest\u00e3o \u00e9 bem mais complexa do que parece \u00e0 superf\u00edcie.<\/p>\n<p>Certa vez, perguntei a um amigo espiritual por que difere tanto, na sua estrutura ps\u00edquica, o Esp\u00edrito encarnado como homem, daquele que se encarna como mulher.<br \/> O homem \u00e9 mais agressivo, dado a gestos de coragem f\u00edsica, menos sentimental, ao passo que a mulher inclina-se mais \u00e0 compassividade, \u00e0 ren\u00fancia, ao recato, sendo, portanto, mais acess\u00edvel \u00e0 emo\u00e7\u00e3o e aos sentimentos.<br \/> Por que isso, se, n\u00e3o tendo sexo, os Esp\u00edritos deveriam ser assemelhados?<br \/>\n<br \/>Disse-me ele, coerente com os postulados doutrin\u00e1rios, que, como Esp\u00edritos, conservam caracter\u00edsticas em comum, mas, ao se reencarnarem, aceitam condi\u00e7\u00f5es que lhes facultam desenvolvimento de certas faculdades, em detrimento de outras; ou melhor, optam pelo aprimoramento de alguns aspectos espirituais em que estejam particularmente interessados.<\/p>\n<p>Assim \u00e9, realmente.<br \/> Como a perfei\u00e7\u00e3o dever\u00e1 resultar, um dia, do desenvolvimento harmonioso de todas as faculdades poss\u00edveis ao ser humano, \u00e9 natural que este tenha que ir por etapas, cultivando-as em buques, at\u00e9 que, alcan\u00e7ando o ponto desejado, possa encetar outras realiza\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Tentemos, n\u00e3o obstante, ampliar um pouco mais a quest\u00e3o, na esperan\u00e7a de alcan\u00e7ar uma vis\u00e3o mais clara de suas dificuldades.<br \/> Ao responderem \u00e0 pergunta formulada por Kardec (T\u00eam sexos os Esp\u00edritos?), os instrutores informaram o seguinte:<br \/>\n<br \/>\u201cN\u00e3o como o entendeis, pois que os sexos dependem da organiza\u00e7\u00e3o.<br \/> H\u00e1 entre eles amor e simpatia, mas baseados na concord\u00e2ncia dos sentimentos.<br \/>\u201d<br \/>\n<br \/>Certamente que sentiram, esses instrutores, que n\u00e3o era tempo, ainda, de aprofundar mais a quest\u00e3o, mas disseram o bastante para compreendermos alguns pontos essenciais.<br \/> De fato, a Doutrina nos ensina, alhures, que o ser encarnado resulta de um \u201carranjo\u201d entre tr\u00eas componentes distintos: esp\u00edrito, perisp\u00edrito e corpo f\u00edsico.<br \/> Ao declararem que o sexo depende da organiza\u00e7\u00e3o, deixaram bem entendido que a diferencia\u00e7\u00e3o sexual n\u00e3o alcan\u00e7a o n\u00facleo da individualidade, representado pelo Esp\u00edrito imortal, pois fica contida nos limites extremos da organiza\u00e7\u00e3o perispiritual.<\/p>\n<p>Por outro lado, Emmanuel informa, em resposta \u00e0 pergunta n\u00famero 30: \u201cH\u00e1 \u00f3rg\u00e3os no corpo espiritual?\u201d (1), que sim, pois o corpo f\u00edsico \u201ce uma exterioriza\u00e7\u00e3o aproximada do corpo perispiritual\u201d, e prossegue acrescentando que tal exterioriza\u00e7\u00e3o \u201csubordina (-se) aos imperativos da mat\u00e9ria mais grosseira, no mecanismo das heran\u00e7as celulares, as quais, por sua vez, se enquadram nas indispens\u00e1veis prova\u00e7\u00f5es ou testemunhos de cada individuo\u201d.<\/p>\n<p>Essa interdepend\u00eancia entre corpo f\u00edsico e perisp\u00edrito \u00e9 acentuada por Andr\u00e9 Luiz (2) ao declarar que:<br \/>\n<br \/>\u201cOs cromossomos, estruturados em gr\u00e2nulos infinitesimais de natureza fisiopsicossom\u00e1tica, partilham do corpo f\u00edsico pelo n\u00facleo da c\u00e9lula em que se mant\u00eam, e do corpo espiritual pelo citoplasma em que se implantam.<br \/>\u201d (Destaques meus.<br \/>)<br \/>\n<br \/>\u00c9 bastante compreens\u00edvel, pois, que os seres que trazem o perisp\u00edrito ainda espesso, regressem ao mundo p\u00f3stumo, pela desencarna\u00e7\u00e3o, com uma pesada carga flu\u00eddica, profundamente impreg<\/p>\n<p>(1) \u201cO Consolador\u201d.<br \/> FEB, 4\u00aa edi\u00e7\u00e3o, cap\u00edtulo 1 \u2014 \u201cCi\u00eancias Fundamentais: Biologia\u201d.<\/p>\n<p>(2) Evolu\u00e7\u00e3o em dois Mundos\u201d, 3\u00aa edi\u00e7\u00e3o, capitulo 6\u00ba, p\u00e1gina 50.<br \/>.<\/p>\n<p>nada de materialidade e, por conseguinte, de sensa\u00e7\u00f5es e necessidades bem semelhantes \u00e0s que experimentava na carne.<\/p>\n<p>Isto \u00e9 confirmado pelos relatos medi\u00fanicos, sendo a s\u00e9rie Andr\u00e9 Luiz bastante rica em informa\u00e7\u00f5es desse tipo.<br \/> Para n\u00e3o alongar demais esta digress\u00e3o, sugiro a releitura do cap\u00edtulo 99 de \u201cNosso Lar\u201d, sob o t\u00edtulo \u201cProblema da alimenta\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>Informa L\u00edsias que, h\u00e1 cerca de um s\u00e9culo, a quest\u00e3o alimentar era muito s\u00e9ria ali na col\u00f4nia.<br \/> Muitos dos rec\u00e9m-chegados da carne \u201cduplicavam exig\u00eancias\u201d.<br \/> Queriam mesas lautas, bebidas excitantes, \u201cdilatando velhos v\u00edcios terrenos\u201d.<br \/> Quando a dire\u00e7\u00e3o da col\u00f4nia tomou provid\u00eancias mais en\u00e9rgicas para coibir os abusos, estabeleceu-se um com\u00e9rcio clandestino com os representantes das trevas que, agindo, como sempre, atrav\u00e9s das brechas que as nossas paix\u00f5es inferiores lhes abrem, utilizavam-se desse lament\u00e1vel interc\u00e2mbio como instrumento de infiltra\u00e7\u00e3o e assalto \u00e0 vasta organiza\u00e7\u00e3o regeneradora intitulada \u201cNosso Lar\u201d.<\/p>\n<p>Foram implantadas severas medidas de corre\u00e7\u00e3o e reajuste, mas os alimentos n\u00e3o foram totalmente abolidos, em virtude da condi\u00e7\u00e3o perispiritual, ainda bastante densa, da grande maioria dos que habitam aquela col\u00f4nia.<\/p>\n<p>No cap\u00edtulo 18 dessa mesma obra, Laura informa que:<br \/>\n<br \/>\u2014 \u201cAfinal, nossas refei\u00e7\u00f5es aqui s\u00e3o muito mais agrad\u00e1veis que na Terra.<br \/> H\u00e1 resid\u00eancias, em \u201cNosso Lar\u201d, que as dispensam quase por completo; mas, nas zonas do Minist\u00e9rio do Aux\u00edlio, n\u00e3o podemos prescindir dos concentrados flu\u00eddicos, tendo em vista os servi\u00e7os pesados que as circunst\u00e2ncias imp\u00f5em.<br \/> Despendemos grande quantidade de energias.<br \/> \u00c9 necess\u00e1rio renovar provis\u00f5es de for\u00e7a.<br \/>\u201d (Destaques meus.<br \/>)<br \/>\n<br \/>Portanto, a alimenta\u00e7\u00e3o com subst\u00e2ncias concentradas \u00e9 ainda indispens\u00e1vel, mesmo para aqueles Esp\u00edritos mais esclarecidos, que se entregam a tarefas redentoras, ainda que mais humildes.<\/p>\n<p>Assim, da mesma forma que os problemas alimentares, os de sexo n\u00e3o ficam totalmente eliminados por um passe de m\u00e1gica, simplesmente porque se deu a desencarna\u00e7\u00e3o.<br \/> Esp\u00edritos enredados nas tramas da sensualidade, tombam em situa\u00e7\u00f5es calamitosas no mundo p\u00f3stumo.<br \/> Somente os mais purificados conseguem libertar-se dos apelos da carne.<\/p>\n<p>\u2014 \u201cEntre os casais mais espiritualizados \u2014 informa Laura a Andr\u00e9 \u2014, o carinho e a confian\u00e7a, a dedica\u00e7\u00e3o e o entendimento m\u00fatuos permanecem muito acima da uni\u00e3o f\u00edsica, reduzida, entre eles, a realiza\u00e7\u00e3o transit\u00f3ria.<br \/>\u201d<br \/>\n<br \/>\u201cIn\u00fatil \u00e9 supor \u2014 diz um elevado instrutor (1) \u2014 que a morte f\u00edsica ofere\u00e7a solu\u00e7\u00e3o pac\u00edfica aos esp\u00edritos em extremo desequil\u00edbrio, que entregam o corpo aos desregramentos passionais.<\/p>\n<p>A loucura, em que se debatem, n\u00e3o procede de simples modifica\u00e7\u00f5es do c\u00e9rebro: dimana da desassocia\u00e7\u00e3o dos centros perispiriticos, o que exige longos per\u00edodos de repara\u00e7\u00e3o.<br \/>\u201d E, mais adiante:<br \/>\n<br \/>\u201cConvictos desta realidade universal (a aquisi\u00e7\u00e3o gradativa das virtudes) n\u00e3o podemos esquecer que nenhuma exterioriza\u00e7\u00e3o do instinto sexual na Terra, qualquer que seja sua forma de express\u00e3o, ser\u00e1 destruida, sen\u00e3o transmudada no estado de sublima\u00e7\u00e3o.<br \/>\u201d (Destaques meus.<br \/>)<br \/>\n<br \/>N\u00e3o resta d\u00favida, portanto, do estudo doutrin\u00e1rio e das observa\u00e7\u00f5es colhidas, por Esp\u00edritos credenciados, no imenso laborat\u00f3rio da vida, que o sexo persiste no mundo p\u00f3stumo, at\u00e9 que seja sublimado.<br \/> A sublima\u00e7\u00e3o h\u00e1 de marchar, por isso, junto com a sutiliza\u00e7\u00e3o progressiva do Esp\u00edrito, pois que, chegado \u00e0 condi\u00e7\u00e3o de pureza, o sexo ser\u00e1, para o Esp\u00edrito, apenas a lembran\u00e7a de uma experi\u00eancia valiosa que, entre outras, lhe serviu de degrau para a sua escalada.<\/p>\n<p>Retomando, por\u00e9m, nossas perguntas iniciais, poderemos responder que, infelizmente, Esp\u00edritos que passaram por experi\u00eancias no sexo feminino tamb\u00e9m odeiam, perseguem, obsidiam.<br \/> Alguns s\u00e3o mesmo particularmente agressivos, rancorosos e violentos.<br \/> \u00c9 que; levando para o Al\u00e9m as suas frustra\u00e7\u00f5es, seus desvios, suas \u00e2nsias, recaem, fatalmente, em faixas desarmonizadas, onde se consorciam com outros seres igualmente desarvorados, para darem prosseguimento ao exerc\u00edcio das paix\u00f5es incontroladas.<br \/> Nesse estado, continuam mulheres, sentindo e agindo como tais.<br \/> Exercem seus poderes de sedu\u00e7\u00e3o sobre outros seres, ganham \u201cvestimentas\u201d, \u201cj\u00f3ias\u201d, \u201csapatos\u201d e \u201cperfumes\u201d, a troco de favores.<br \/> Prestam servi\u00e7os tenebrosos junto a companheiros encarnados, mancomunados aos seus comparsas das sombras, que lhes asseguram uma \u201cboa vida\u201d de prazeres e prote\u00e7\u00e3o contra a dor que as espera fatalmente, para o reencontro, um dia, l\u00e1 na frente.<\/p>\n<p>(1) \u201cNo Mundo Maior\u201d, FEB, 5\u00aa edI\u00e7\u00e3o, capitulo 11 &#151; \u201cSexo\u201d.<\/p>\n<p>De outras vezes, s\u00e3o escravizadas, reduzidas \u00e0 condi\u00e7\u00e3o mais abjeta, e seviciadas, perambulando, dementadas, em andrajos imundos, por vales de sombras espessas, at\u00e9 que, desgastadas pelo sofrimento, tenham um impulso de arrependimento que lhes possibilite o socorro de que tanto necessitam.<\/p>\n<p>Temos tido algumas experi\u00eancias com esp\u00edritos femininos.<br \/> J\u00e1 lembrei, noutro ponto deste livro, o caso da irm\u00e3 que se empenhava em perturbar uma fam\u00edlia, tentando destruir um lar, para o que contava com o apoio de um sacerdote desencarnado, que a incentivava, e a isentava de culpa, \u201cabsolvendo-a\u201d, provavelmente no confession\u00e1rio, da responsabilidade, sob a alega\u00e7\u00e3o de que, em encarna\u00e7\u00e3o anterior, ela tamb\u00e9m fora tra\u00edda.<\/p>\n<p>Tivemos o caso de uma jovem que se suicidara por uma paix\u00e3o desvairada, numa antiga encarna\u00e7\u00e3o na Esc\u00f3cia, quando aquele a quem amava abandonou-a, gr\u00e1vida e na vergonha.<br \/> Localizando-o como encarnado, perseguia-o, tentando \u2014 e conseguindo \u2014 induzi-lo a erros bastante s\u00e9rios.<\/p>\n<p>Outra \u2014 fora irm\u00e3 de caridade \u2014 atormentava uma criatura encarnada, em cumprimento a \u201cordens superiores\u201d.<\/p>\n<p>Vimos, tamb\u00e9m, aquela pobre companheira, teleguiada por h\u00e1beis indutores, que transviava um homem encarnado e era recompensada com festas, vestidos bonitos e prazeres.<\/p>\n<p>Em certa oportunidade compareceu uma bem mais dif\u00edcil.<br \/> J\u00e1 h\u00e1 algum tempo vinha tentando induzir um dos componentes do grupo a uma atitude extremamente arriscada.<br \/> O caso era apresentado de maneira sutil, inteligente, como se fosse a coisa mais natural do mundo.<br \/> Seria apenas a antecipa\u00e7\u00e3o do que, segundo o Esp\u00edrito, estava j\u00e1 programado para mais tarde.<br \/> N\u00e3o haveria culpa alguma, portanto.<br \/> Era \u201cf\u00edsicamente\u201d simp\u00e1tica, apresentava-se bem vestida, unhas muito polidas, sorridente, educada, cordial.<\/p>\n<p>V\u00e1rias vezes tentou influenciar o nosso companheiro, apresentando-se ante seus olhos espirituais, ou durante o desdobramento do sono natural.<br \/> Finalmente, comparece aos nossos trabalhos medi\u00fanicos.<\/p>\n<p>Ri-se, muito divertida da situa\u00e7\u00e3o.<br \/> Tem a voz suave, envolvente e doce.<br \/> Diz-se muito bela, elegante, esguia, bem-cuidada.<br \/> Conta casos, sorri, faz gestos graciosos e parece imensamente segura de si mesma.<br \/> Trata-me com condescend\u00eancia e superioridade.<br \/> Informa que \u201ctrabalha\u201d junto a casais e que seu objetivo \u00e9 libertar a mulher, para que todas sejam como ela, felizes e livres para gozar a vida, sem preconceitos.<br \/> De vez em quando, p\u00e1ra a exposi\u00e7\u00e3o para rir, pois deixa entrever que se decepcionou profundamente comigo.<br \/> Conhecia-me apenas de nome e a realidade n\u00e3o confere com a imagem que formulou a respeito da minha apar\u00eancia.<br \/> Acha-me, provavelmente, feio, desengon\u00e7ado e rid\u00edculo.<br \/> Diz que no mundo em que vive \u00e9 muito poderosa, porque \u00e9 a favorita.<br \/> Ainda muito condescendente, aconselha-me, como amiga, a juntar minhas coisas e partir enquanto \u00e9 tempo, pois n\u00e3o tenho a menor id\u00e9ia do que estou fazendo e onde estou me metendo.<br \/> Esquiva-se habilmente \u00e0s perguntas, muito segura, inteligente e tranq\u00fcila.<br \/> Quando lhe formulo quest\u00e3o mais complexa, desculpa-se, dizendo que \u00e9 uma mulher e n\u00e3o \u00e9 dada \u00e0 Filosofia.<\/p>\n<p>Do mundo espiritual, sugerem-me que lhe pergunte por que fugiu de um certo castelo ingl\u00eas.<br \/> Ela continua a negacear, mas se mostra visivelmente transtornada.<br \/> Por fim, perde a calma, abandona a atitude de inconseq\u00fcente e superior condescend\u00eancia, e ordena-me autoritariamente que me sente, o que n\u00e3o quero fazer, para permanecer junto do m\u00e9dium que a recebe.<\/p>\n<p>\u00c9 chegado o momento de come\u00e7ar realmente o processo de doutrina\u00e7\u00e3o.<br \/> At\u00e9 aqui \u2014 o trabalho todo durou cerca de uma hora \u2014 o tempo foi aplicado em tatear a sua personalidade e os seus problemas, a fim de obter informa\u00e7\u00f5es.<br \/> Agora, j\u00e1 dispomos de alguns elementos mais concretos.<br \/> Digo-lhe, de in\u00edcio, que sua beleza f\u00edsica, de que tanto se orgulha, \u00e9 mera cria\u00e7\u00e3o de sua mente, mas ela est\u00e1 bem preparada para o confronto.<br \/> Pede um espelho, para me provar que n\u00e3o tenho raz\u00e3o.<br \/> Nesse ponto, n\u00e3o obstante, v\u00ea junto dela um Esp\u00edrito de apar\u00eancia agressiva e pejado de vibra\u00e7\u00f5es desarmonizadas.<br \/> \u00c9 um antigo esposo, de quem ela matou todos os filhos rec\u00e9m-nascidos e os enterrou no jardim.<br \/> N\u00e3o queria filhos, porque eles \u201cdeformam o corpo\u201d.<br \/> Est\u00e1 igualmente preparada para esse encontro.<br \/> Na organiza\u00e7\u00e3o em que vive, como favorita de um poderoso l\u00edder das trevas, tudo aquilo lhe fora mostrado em retrospecto, por meio de imagens vivas, em filme, para que ela pudesse, numa emerg\u00eancia como esta, suportar a lembran\u00e7a das suas pr\u00f3prias atrocidades, sem se perturbar e perder o \u201cequil\u00edbrio\u201d.<br \/> Agora, enquanto rev\u00ea as cenas, est\u00e1 aparentemente segura e coretinua a rir-se de tudo, dizendo que n\u00e3o adianta mostrar-lhe nada.<br \/> A despeito do seu preparo, no entanto, n\u00e3o resiste muito tempo e entra em crise dolorosa, a pobre e querida irm\u00e3.<br \/> Seu ex-marido incorpora-se em outro m\u00e9diuni e atira-lhe improp\u00e9rios, entre dentes, chamando-a de assassina.<br \/> Diz-lhe que est\u00e1 \u00e0 sua espera e ri, de prazer insano, ante o desespero em que ela se precipita.<br \/> Dirijo a ele algumas palavras, tentando acalm\u00e1-lo, e me volto para ela, para ajud\u00e1-la a enfrentar o seu problema, as suas recorda\u00e7\u00f5es e, principalmente, o seu futuro.<br \/> Ela me responde em perfeito ingl\u00eas:<br \/>\n<br \/>\t&#8211; 1\u00ba burned all the bridges behind me.<br \/> (Queimei todas as pontes por que passei.<br \/>)<br \/>\n<br \/>\tRespondo-lhe que tentou tamb\u00e9m queimar as pontes para o futuro e, por isso, se sente prisioneira numa ilha sinistra.<br \/> \u00c9 uma longa e penosa agonia! Sente as m\u00e3os sujas de sangue, detesta aquele vestido vermelho, que n\u00e3o consegue trocar, e come\u00e7a a temer o momento fatal em que ter\u00e1 de deixar o m\u00e9dium para enfrentar a nova realidade que se pastou diante dela subitamente, mas, por certo, n\u00e3o inesperadamente.<br \/> El\u00e0 pressente as dores que a esperam, pois muitas vezes deve ter presenciado esse momento dram\u00e1tico, em outros Esp\u00edritos end\u00edvidados.<br \/> De repente, come\u00e7a nela um fulminante processo de envelhecimento, ao mesmo tempo em que suas roupas apresentam-se sujas e em frangalhos.<br \/> Ela ainda consegue dizer que seu ventre secou e, por fim, desprende-se com enorme sofrimento para o m\u00e9dium, que ficou com os res\u00edduos da sua profunda e dolorosa ang\u00fastia.<\/p>\n<p>      Poucas semanas depois deste caso, tivemos outra manifesta\u00e7\u00e3o de Esp\u00edrito feminino.<br \/> Tamb\u00e9m \u00e9 das que se dizem atraentes e sedutoras, estando, obviamente, empenhada em fascinar criaturas encarnadas e desencarnadas, a servi\u00e7o dos seus mandantes.<br \/> Vai logo dizendo, muito sorridente, que n\u00e3o venha com as minhas conversas macias.<br \/> Ainda se fossem outras conversas.<br \/>.<br \/>.<br \/> diz, maliciosamente.<br \/> Declara-se muito sutil e por isso \u00e9 destacada para miss\u00f5es delicadas.<br \/> Teria descoberto que o pobre doutrinador \u00e9 muito amado e teve o desejo de conhec\u00ea-lo pessoalmente; no entanto, mal pode esconder seu desapontamento.<br \/> Presa aos seus condicionamentos, esperava, por certo, que eu fosse jovem e belo, e n\u00e3o um desenxabido senhor de cabe\u00e7a a branquear.<br \/> Digo-lhe que realmente sou um velho sem gra\u00e7a e quando lhe pergunto se ela \u00e9 jovem, responde corretamente que o Esp\u00edrito n\u00e3o tem idade.<br \/> A uma outra pergunta minha, declara que vive no c\u00e9u, pois o c\u00e9u \u00e9 um estado de esp\u00edrito e ela \u00e9 muito feliz.<br \/> A conversa prolonga-se aparentemente sem rumo, mas \u00e9 a fase em que s\u00e3o colhidas as informa\u00e7\u00f5es de que necessitamos para o trabalho real de doutrina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Depois de reunidos os elementos que me parecem suficientes, proponho-me a orar.<br \/> Ela protesta, alegando que eu oro demais e, mal me levanto, ela se debru\u00e7a sobre a mesa, em pranto, numa crise emocionante, dolorosa.<br \/> Sinto por ela uma infinita e paternal ternura e lhe falo com muito carinho.<br \/> Ela deixa cair todas as guardas e me conta que \u00e9 uma infeliz: foi explorada pelos homens aqui, na carne, e continua a ser explorada do lado de l\u00e1.<br \/> Vive num verdadeiro campo de concentra\u00e7\u00e3o, com outras criaturas infelizes.<br \/> Enquanto \u201cela\u201d estava l\u00e1 \u2014 refere-se, como depois apuramos, \u00e0 irm\u00e3 atendida semanas antes e que descobrimos ter sido uma duquesa \u2014 foi protegida; depois, n\u00e3o.<br \/> Havia sido incumbida de uma tarefa, junto \u00e0 esposa de algu\u00e9m que est\u00e1vamos interessados em ajudar; mas, ao chegar junto a essa pobre senhora, viu-a em pranto, a chorar \u00e0s escondidas.<br \/> Teve pena dela e ficou sem coragem de executar friamente o seu mandato.<\/p>\n<p>(Estava presente tamb\u00e9m quando telefonei para essa amiga encarnada, para consol\u00e1-la de dores que me havia confiado.<br \/>) Aproveito para dizer-lhe que foi aquele momento de compaix\u00e3o, diante da sua v\u00edtima em perspectiva, que a salvou, permitindo que fosse, por sua vez, socorrida.<br \/> Sente-se muito desconcertada e arrependida de ter-me tratado como tratou, de in\u00edcio.<br \/> Quando lhe digo que tenho idade para ser seu pai, ela me interrompe para afirmar que n\u00e3o teve a inten\u00e7\u00e3o de me ofender: Como estou, precisamente naquela noite, comemorando 56 anos de idade, digo-lhe que ela acaba de me dar o mais lindo presente: seu cora\u00e7\u00e3o.<br \/> Ela teme seus verdugos e est\u00e1 apavorada ante as perspectivas de ser arrastada por eles, ao deixar o m\u00e9dium.<br \/> Sente-se muito emocionada ante o carinho e o respeito com que a tratamos, se diz cansada e confessa que at\u00e9 aos meus prejudicou bastante, em suas atividades, V\u00ea, agora, ao seu lado, uma jovem pacificada e tranq\u00fcila, que veio receb\u00ea-la, mas um dos emiss\u00e1rios da sua tenebrosa organiza\u00e7\u00e3o est\u00e1 presente, em outro m\u00e9dium, e tenta confundi-la, dizendo que a mo\u00e7a que a espera tamb\u00e9m \u00e9 deles, o que n\u00e3o \u00e9 verdade.<br \/> Pergunto se ela confia em mim.<br \/> Diz que sim.<br \/> Pe\u00e7o-lhe que siga a mo\u00e7a, e ela parte, repetindo uma pequena prece que lhe sugiro:<br \/>\n<br \/>\u2014\tJesus, me ajude!<br \/>\n<br \/>Houve, neste caso, um p\u00f3s-escrito.<br \/> O companheiro que se incorporou em outro m\u00e9dium, para amea\u00e7\u00e1-la, perguntou se eu ainda dispunha de tempo para atend\u00ea-lo.<br \/> Respondi-lhe que, infelizmente, n\u00e3o, porque t\u00ednhamos uma disciplina de trabalho, que precisava ser obedecida, mas poder\u00edamos conversar na oportunidade seguinte, com o que ele concordou, dizendo que voltaria.<br \/> No decorrer da semana, por\u00e9m, nossos mentores disseram-nos que ele havia sido doutrinado no mundo espiritual mesmo, e que se esclarecera, n\u00e3o sendo, portanto, necess\u00e1rio traz\u00ea-lo novamente ao grupo.<\/p>\n<p>*<\/p>\n<p>      S\u00e3o essas algumas experi\u00eancias com Esp\u00edritos ditos femininos.<br \/> As vezes, elas s\u00e3o obsessoras implac\u00e1veis, t\u00e3o violentas e agressivas como os homens, t\u00e3o irracionais quanto eles, nas suas paix\u00f5es e no desejo insaci\u00e1vel de vingan\u00e7a; mas s\u00e3o estatisticamente em n\u00famero reduzido, em rela\u00e7\u00e3o aos Esp\u00edritos masculinos e, decididamente, mais abertas ao entendimento e predispostas ao despertamento, porque mais sens\u00edveis ao apelo da ternura, da emo\u00e7\u00e3o, do respeito \u00e0 sua condi\u00e7\u00e3o feminina, ainda que estejam transitoriamente numa posi\u00e7\u00e3o de aviltamento, ou, talvez, por isso mesmo.<br \/> Ao sentirem que s\u00e3o tratadas como seres humanos, reagem como seres humanos, respondendo, mais cedo ou mais tarde, \u00e0s vibra\u00e7\u00f5es da nossa afei\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O\tmais comum, por\u00e9m, em trabalhos medi\u00fanicos, \u00e9 encontrar mulheres que v\u00eam recolher nos seus bra\u00e7os amorosos os companheiros rec\u00e9m-despertos.<br \/> S\u00e3o velhos e seculares amores: m\u00e3es, esposas, filhas, irm\u00e3s, que guardaram ternuras profundas, alimentadas em esperan\u00e7as que nunca se apagaram, nem mesmo esmoreceram.<br \/> Comparecem, \u00e0s vezes, ainda enoveladas, elas pr\u00f3prias, em resgates dolorosos, mas quase sempre j\u00e1 mais avan\u00e7adas no caminho da pacifica\u00e7\u00e3o.<br \/> Algumas encontram-se de h\u00e1 muito revestidas de luz e harmonia.<br \/> Um destes casos, intensamente dram\u00e1tico, est\u00e1 relatado por Andr\u00e9 Luiz, em \u201cLiberta\u00e7\u00e3o\u201d.<br \/> Matilde desce aos subterr\u00e2neos da dor, para resgatar o seu amado Greg\u00f3rio, que se transviara lamentavelmente, e \u00e9 com o seu amor apenas \u2014 e \u00e9 tudo! \u2014 que enfrenta a sua c\u00f3lera, numa cena inesquec\u00edvel.<\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_19251\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"19251\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; 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