{"id":19289,"date":"2023-02-03T20:12:00","date_gmt":"2023-02-03T20:12:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2023-02-03T20:12:00","modified_gmt":"2023-02-03T20:12:00","slug":"artigo19289","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo19289\/","title":{"rendered":"27 PROCESSOS DE FUGA &#8211; DI\u00c1LOGO COM AS SOMBRAS HERM\u00cdNIO C. MIRANDA"},"content":{"rendered":"<p>A cont\u00ednua observa\u00e7\u00e3o desses m\u00e9todos, ao longo dos anos, vai desenhando para n\u00f3s um perfil mais n\u00edtido dos segredos e mist\u00e9rios do transviamento moral.<br \/> As atitudes agrupam-se e, em cada uma delas, repetem-se os gestos, as palavras, os impulsos, as motiva\u00e7\u00f5es.<br \/> No entanto, guardam todas, e cada uma delas, a sua individualidade e as suas surpresas.<br \/> N\u00e3o sei como explicar esse jogo, entre o in\u00e9dito e o esperado.<br \/> Parece que as posi\u00e7\u00f5es s\u00e3o basicamente as mesmas, mas, dentro delas, cada um toma o caminho que lhe imp\u00f5em os seus fantasmas interiores.<br \/> Em suma: h\u00e1 certas constantes que se repetem, que se cristalizam, que constituem modelos, padr\u00f5es, ou o que seja, dentro dos quais a individualidade de cada um se preserva, mantendo certa autonomia.<br \/> \u00cb como se, num conceito amplo de determinismo difuso, eles agissem dentro de um amplo raio de livre escolha.<\/p>\n<p>Vamos a alguns exemplos.<\/p>\n<p>Uma das constantes, identificadas nesses Esp\u00edritos que perseguem, que dominam, que espalham a dor, \u00e9 a fuga.<br \/> Fogem de si mesmos, das suas pr\u00f3prias dores, das suas ang\u00fastias e frustra\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Sejam quais forem as justificativas que invoquem para as suas atitudes \u2014 quando as apresentam \u2014 o mecanismo \u00e9 sempre o mesmo: procuram esquecer seus pr\u00f3prios crimes e afli\u00e7\u00f5es, adiar o encontro com a verdade, anestesiar-se na insensibilidade, pelo cruel e desumano processo de acostumar-se \u00e0 fria contempla\u00e7\u00e3o da dor alheia.<br \/> \u00c9 preciso entend\u00ea-los bem.<br \/> N\u00e3o s\u00e3o monstros irrecuper\u00e1veis, que merecem o santo horror e a condena\u00e7\u00e3o eterna.<br \/> N\u00e3o s\u00e3o seres desprez\u00edveis, que tenhamos de abandonar \u00e0 sua pr\u00f3pria sorte, para sempre.<br \/> Temos que nos aproximar deles com sentimento de amor fraterno e de compreens\u00e3o, n\u00e3o com nojo, como se f\u00f4ssemos os redimidos, e eles os r\u00e9probos perdidos em seus crimes.<br \/> Temos de entender que est\u00e3o em fuga.<br \/> A coura\u00e7a de que se revestem \u00e9mais fr\u00e1gil do que parece, e n\u00e3o \u00e9 impenetr\u00e1vel aos flu\u00eddos sutis do amor.<br \/> Defendem-se da dor, atacando, agredindo, maltratando.<br \/> Tentam cicatrizar suas pr\u00f3prias feridas abrindo ferimentos em outros cora\u00e7\u00f5es.<br \/> No fundo, sabem que podem somente adiar o reencontro com as suas realidades interiores, mas n\u00e3o ignor\u00e1-las para sempre.<br \/> Quantos deles nos t\u00eam dito que sabem muito bem disso, mas que saber\u00e3o \u201cser homens\u201d, quando chegar, para eles tamb\u00e9m, a cobran\u00e7a! Enquanto n\u00e3o chega, prosseguem suas tarefas abomin\u00e1veis.<br \/> Sabem de suas responsabilidades, e imaginam, com bastante precis\u00e3o, o que os espera um dia, quando \u201cca\u00edrem\u201d.<br \/> Por isso mesmo \u00e9 que resistem, enquanto podem, buscando apoio nas organiza\u00e7\u00f5es a que pertencem, pois essa \u00e9 a lei a que se apegam: a lei da solidariedade incondicional, que os protege mutuamente do dia do despertamento.<\/p>\n<p>Essa \u00e9 a doutrina da fuga.<\/p>\n<p>Por outro lado, quem foge precisa de esconderijos para ocultar-se.<br \/> No caso, ocultar-se de si mesmo.<br \/> S\u00e3o muitos, esses ref\u00fagios.<br \/> O principal deles talvez seja o esquecimento do passado.<br \/> Este recurso \u00e9 b\u00e1sico, essencial mesmo, para aquele que precisa, perante sua pr\u00f3pria consci\u00eancia, justificar, por exemplo, uma vingan\u00e7a impiedosa, que se prolonga no tempo e vara s\u00e9culos ou mil\u00eanios.<br \/> Enquanto o perseguidor estiver \u201cesquecido\u201d das origens de sua verdadeira dor, ele sente for\u00e7as, em si mesmo, para perseguir aquele que o feriu.<br \/> Se ele voltar sobre seus passos, ao seu pret\u00e9rito, ir\u00e1 descobrir que sofreu aquele ferimento exatamente porque, antes, causou dor semelhante a algu\u00e9m, faltando, assim, \u00e0 lei universal da fraternidade, O esquecimento o ajuda a manter acesa a chama rubra do \u00f3dio e, portanto, a da vingan\u00e7a.<br \/> \u00c9 v\u00edtima \u201cinocente\u201d de um crime inomin\u00e1vel.<br \/> Aquele miser\u00e1vel roubou-lhe a mulher, espezinhou a sua honra, levou-o ao crime, ao suic\u00eddio, \u00e0 mis\u00e9ria, a ele, que sempre foi bom e correto, que nenhum mal fez a ningu\u00e9m.<br \/>.<br \/>.<\/p>\n<p>Se um dia ele descobre, por exemplo, que h\u00e1 s\u00e9culos v\u00eam os dois disputando, \u00e0 ponta de punhal, aquela mesma mulher, atrav\u00e9s de v\u00e1rias encarna\u00e7\u00f5es infelizes, sua perplexidade \u00e9 enorme, e, muitas vezes, o impacto dessa lembran\u00e7a \u00e9 suficiente para sacudi-lo fora de seu esconderijo psicol\u00f3gico e recoloc\u00e1-lo na trilha evolutiva da recupera\u00e7\u00e3o interior.<\/p>\n<p>De outras vezes, nem isso basta, pois s\u00e3o muitos os que, atrav\u00e9s de uma longa e tenebrosa experi\u00eancia espiritual, quase sempre no lado errado da vida, conhecem bem o passado e, mesmo assim, prosseguem na fria execu\u00e7\u00e3o de seus planos medonhos.<br \/> Estes tamb\u00e9m est\u00e3o em fuga, mas n\u00e3o buscam os esconderijos habituais, e sim o atordoamento da a\u00e7\u00e3o.<br \/> Enquanto est\u00e3o atordoados, organizando planos tenebrosos e os levando a efeito, vivem a salvo das suas pr\u00f3prias dores.<br \/> A desesperada atividade mant\u00e9m-nos, de certa forma, alheios aos seus dramas e desesperos.<\/p>\n<p>Um deles confessou-me que conhecia bem o seu passado.<br \/> Ocupara, em cada vida, a posi\u00e7\u00e3o que lhe convinha aos prop\u00f3sitos pessoais.<br \/> Amava a gl\u00f3ria e o poder, acima de tudo.<br \/> Responsabilidades, claro que tinha muitas.<br \/> E da\u00ed?<br \/>\n<br \/>Outros dizem que n\u00e3o se importam com o resgate.<br \/> O que importa \u00e9 o que fazem no momento, Isso lhes agrada.<br \/> \u00c9 isso que desejam fazer; seja a vingan\u00e7a, seja a disputa de maiores fatias de poder, sejam as campanhas mais amplas, em que emprestam sua colabora\u00e7\u00e3o \u00e0 organiza\u00e7\u00e3o a que pertencem, e que, por sua vez, tamb\u00e9m os protege.<\/p>\n<p>A imagina\u00e7\u00e3o de cada um cria seu pr\u00f3prio mecanismo de fuga.<br \/> H\u00e1 os que se prendem aos conceitos teol\u00f3gicos, depois de desfigur\u00e1-los e corromp\u00ea-los, para servirem aos seus prop\u00f3sitos.<br \/> Isto \u00e9particularmente v\u00e1lido para os antigos sacerdotes, que se apoiam em fant\u00e1sticas teologias, e em textos escolhidos com extremo cui<br \/>\n<br \/>dado, no pr\u00f3prio Evangelho do Cristo.<br \/> Quantos deles temos encontrado nas tarefas medi\u00fanicas!<br \/>\n<br \/>Lembro-me de um, em particular.<br \/> Montara sua pr\u00f3pria organiza\u00e7\u00e3o, nas trevas.<\/p>\n<p>Apresenta-se aparentemente muito humilde e manso.<br \/> Informa-me que \u201cconsentiu em receber-nos na sua c\u00e2mara\u201d, porque a entrevista lhe foi solicitada por pessoas que ele respeita e admira.<br \/> \u00c9 claro que se v\u00ea naquilo que chama sua pr\u00f3pria \u201cc\u00e2mara\u201d.<br \/> \u00c9 a segunda vez, em muitos anos, que concorda em tratar diretamente com algu\u00e9m, pois tem seus auxiliares para contactos e execu\u00e7\u00e3o dos planos.<br \/> Quer saber o que desejamos dele, embora certamente o saiba.<\/p>\n<p>O di\u00e1logo prossegue, tranq\u00fcilo, enquanto ele permanece escondido na sua mansid\u00e3o aparente, mas as amea\u00e7as mais claras come\u00e7am a filtrar-se: n\u00e3o nos deixar\u00e1 sair dali, sem saber do que se trata, pois dignou-se a conceder-nos a entrevista.<br \/> Ao fim de longa conversa, dif\u00edcil, em que ele se mant\u00e9m amea\u00e7ador, na sua aparente tranq\u00fcilidade, nossos benfeitores revelam-nos que se trata de um antigo franciscano extraviado.<br \/> Aos poucos, conseguimos despert\u00e1-lo para a realidade que ele tanto teme enfrentar.<\/p>\n<p>Qual teria sido o mecanismo do fen\u00f4meno, que se poderia chamar de \u201cinvers\u00e3o de local\u201d? Como e por que o Esp\u00edrito, incorporado no m\u00e9dium, no c\u00f4modo em que realizamos os trabalhos medi\u00fanicos, poderia julgar-se recebendo-nos em sua \u201cc\u00e2mara\u201d? Os nossos mentores n\u00e3o nos explicaram o ocorrido, mas creio que n\u00e3o seria fantasioso admitir, especulativamente, nesse caso, a velha e segura t\u00e9cnica da hipnose.<br \/> Por mais defendidos que se julguem encontrar esses companheiros desarvorados, em suas furnas escuras, n\u00e3o s\u00e3o invulner\u00e1veis \u00e0 miseric\u00f3rdia divina.<br \/> Se o fossem, n\u00e3o teriam jamais a oportunidade de se libertarem de sua condi\u00e7\u00e3o t\u00e3o dolorosa.<br \/> Ao passo que eles n\u00e3o t\u00eam condi\u00e7\u00f5es de peso espec\u00edfico para subir \u00e0s regi\u00f5es da luz a fim de promover dist\u00farbios e \u201cconquistas\u201d, o que seria inadmiss\u00edvel, os Esp\u00edritos iluminados podem descer, sacrificialmente, aos antros da ang\u00fastia, e o fazem com freq\u00fc\u00eancia, a fim de tentar o resgate de companheiros que j\u00e1 ofere\u00e7am um m\u00ednimo de condi\u00e7\u00f5es para ser ajudados.<\/p>\n<p>De algum modo, cujo conhecimento ainda nos escapa, aquele irm\u00e3o deve ter sido preparado e condicionado de tal forma, pelos trabalhadores do Cristo, que, mesmo deslocado, em nosso grupo sentia-se ainda em toda a seguran\u00e7a do seu reduto, no qual condescendia generosamente em receber-nos, com as suas pouco veladas amea\u00e7as.<\/p>\n<p>\u00c9 poss\u00edvel tamb\u00e9m \u2014 e esta seria uma forma alternativa de considerar o caso \u2014 que o nosso m\u00e9dium tenha realmente sido desdobrado, sob a prote\u00e7\u00e3o do Alto, at\u00e9 o \u201clocal\u201d, e de l\u00e1 transmitido a mensagem que nos possibilitou o di\u00e1logo.<br \/> Frequentemente, temos presenciado esse fen\u00f4meno do deslocamento de m\u00e9diuns, que, desdobrados do corpo f\u00edsico, v\u00e3o ao encontro do Esp\u00edrito que os nossos mentores desejam p\u00f4r em contacto conosco.<\/p>\n<p>Deixo abertas as op\u00e7\u00f5es mencionadas, bem como outras que n\u00e3o me tenham ocorrido.<br \/> Um dia saberemos o suficiente para entender melhor essa extraordin\u00e1ria faculdade que \u00e9 a mediunidade.<\/p>\n<p>*<\/p>\n<p>S\u00e3o muitos os que falam em nome de uma f\u00e9 que n\u00e3o possuem mais, em nome de um Deus que n\u00e3o amam, de um Cristo que pretendem colocar a servi\u00e7o de suas paix\u00f5es subalternas e de um Evangelho que somente citam naquilo que lhes conv\u00e9m, com as interpreta\u00e7\u00f5es que lhes interessam.<br \/> N\u00e3o negam a reencarna\u00e7\u00e3o, nem a sobreviv\u00eancia, nem a comunicabilidade dos Esp\u00edritos; mas isto ser\u00e1 revelado \u2014 dizem \u2014 quando a Igreja for restabelecida em toda a sua gl\u00f3ria, ou seja, quando voltar a dominar, como instrumento de suas ambi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>\u00c0s vezes o esconderijo \u00e9 a cultura intelectual.<br \/> Constroem seus pr\u00f3prios sistemas, Inventam brilhantes sofismas e adestram-se em uma dial\u00e9tica deformada, mas, nem por isso, fr\u00e1gil e desarticulada; ao contr\u00e1rio, bastante inteligente, pois, sendo eles inteligentes, precisam de um inteligente mecanismo de fuga.<\/p>\n<p>Enfim, cada um constr\u00f3i o seu esconderijo, inventa suas defesas, segundo suas Inclina\u00e7\u00f5es, recursos e inten\u00e7\u00f5es.<br \/> A finalidade, por\u00e9m, \u00e9 uma s\u00f3: esconder-se das pr\u00f3prias ang\u00fastias.<br \/> Quando descobrimos suas motiva\u00e7\u00f5es, estamos a caminho de poder ajud\u00e1-los a libertar-se da dor.<br \/> Os ind\u00edcios precisos eles mesmos no-los fornecem.<br \/> \u00c9 preciso estarmos atentos, vigilantes, pacientes e prontos a servi-los naquilo que lhes conv\u00e9m aos Esp\u00edritos atormentados, e n\u00e3o naquilo que possa estimular-lhes as paix\u00f5es abrasadoras.<\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_19289\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"19289\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; 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