{"id":19314,"date":"2023-02-24T12:12:00","date_gmt":"2023-02-24T12:12:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2023-02-24T12:12:00","modified_gmt":"2023-02-24T12:12:00","slug":"artigo19314","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo19314\/","title":{"rendered":"30 O DESENVOLVIMENTO DO DI\u00c1LOGO. FIXA\u00c7\u00d5ES. CACOETES. DORES \u201cF\u00cdSICAS\u201d. DEFORMA\u00c7\u00d5ES. MUTILA\u00c7\u00d5ES. &#8211; DI\u00c1"},"content":{"rendered":"<p>      Pouco a pouco, o di\u00e1logo vai se desenvolvendo, a partir de uma esp\u00e9cie de mon\u00f3logo, pois, no princ\u00edpio, como vimos, \u00e9 necess\u00e1rio deixar o Esp\u00edrito falar, para que informe sobre si mesmo, o que acaba acontecendo.<br \/> Muitos o fazem logo de in\u00edcio, dizendo prontamente a que vieram e o que pretendem.<br \/> Mesmo a estes, por\u00e9m, \u00e9 preciso deixar falar, a fim de nos aproximarmos do \u00e2mago de seus problemas.<br \/> Outros s\u00e3o bem mais artificiosos.<br \/> Usam da ironia, fogem \u00e0s perguntas, respondendo-nos com outras perguntas ou com sutis evasivas, que nada dizem.<br \/> \u00c9 comum tentarem envolver o grupo todo na conversa.<br \/> V\u00e1rias artimanhas s\u00e3o empregadas para esse fim.<br \/> Dirigem perguntas aos demais circunstantes; dizem gracejos, para provocar o riso; tentam captar a aten\u00e7\u00e3o por meio de gestos e toques, nos bra\u00e7os ou nas m\u00e3os dos que lhes ficam mais pr\u00f3ximos; ensaiam a indu\u00e7\u00e3o hipn\u00f3tica ou o passe magn\u00e9tico.<br \/> Muita aten\u00e7\u00e3o com estes artif\u00edcios.<br \/> Eles trazem em si uma sutileza perigosa e envolvente, pois constituem uma t\u00e9cnica de penetrar o psiquismo alheio.<\/p>\n<p>Um companheiro esclarecido e experimentado que, do mundo invis\u00edvel, nos orientava, costumava sempre dar uma palavra inicial, de est\u00edmulo e encorajamento, para as \u00e1rduas tarefas que nos esperavam cada noite, todas as semanas.<br \/> Ele tinha o h\u00e1bito de fazer uma sauda\u00e7\u00e3o geral, e depois dirigir-se a cada um de n\u00f3s em particular, com uma palavra mais pessoal, afetuosa e cordial.<br \/> Seu objetivo n\u00e3o era o de distinguir este ou aquele, e nem mesmo de dar conselhos individuais sobre nossos problemas humanos; era apenas o de estabelecer, entre n\u00f3s todos e ele, um v\u00ednculo positivo, que nos predispunha ao trabalho em equipe e certamente contribu\u00eda para que nos mantiv\u00e9ssemos, todos, em boa faixa de equil\u00edbrio e concentra\u00e7\u00e3o.<br \/> Suas palavras singelas, a cada um de n\u00f3s, criavam, pois, este elo, necess\u00e1rio ao trabalho.<br \/> Neste caso, a t\u00e9cnica era obviamente utilizada para o bem, mas, sem d\u00favida alguma, os Esp\u00edritos desarmonizados tamb\u00e9m a conhecem e procuram empreg\u00e1-la, com finalidades muito diversas.<br \/> Se um companheiro desavisado responde, mesmo com um simples sorriso, os resultados podem se tornar desastrosos.<br \/> Tivemos disso um exemplo, certa vez, quando algu\u00e9m, em nosso grupo, achou gra\u00e7a num coment\u00e1rio do manifestante.<br \/> O Esp\u00edrito come\u00e7ou a dirigir-se a ele, esquecendo aparentemente a presen\u00e7a do doutrinador e suas palavras, pois isto faz parte da t\u00e9cnica.<br \/> Como o companheiro correspondeu \u00e0 sua abordagem, o Esp\u00edrito sentiu-se \u00e0 vontade para prosseguir e foi muito franco e espont\u00e2neo ao manifestar sua satisfa\u00e7\u00e3o, por ver que encontrava apoio num dos componentes do grupo, muito embora soub\u00e9ssemos perfeitamente que este n\u00e3o o estava apoiando, mas certamente o estava favorecendo involuntariamente.<br \/> Sentiu-se fortalecido e disse, mesmo, ap\u00f3s longo tempo de conversa, que n\u00e3o<br \/>\n<br \/>se retirava \u2014 esta \u00e9 outra t\u00e9cnica intimidadora, que ainda estudaremos \u2014 com a clara inten\u00e7\u00e3o de desmoralizar o doutrinador, que ficaria falando sozinho.<\/p>\n<p>H\u00e1, pois, excelentes raz\u00f5es para manter como regra, de rar\u00edssimas exce\u00e7\u00f5es, o princ\u00edpio de deixar que apenas o doutrinador fale com o manifestante.<br \/> \u00cb atrav\u00e9s daquele que atuam os Esp\u00edritos orientadores, que ficariam com seu esfor\u00e7o dispersado se tivessem que dar aten\u00e7\u00e3o e atuar, via intui\u00e7\u00e3o, sobre todos os componentes do grupo incumbidos ou autorizados a falar com o Esp\u00edrito.<\/p>\n<p>O doutrinador tem que estar, assim, bem atento aos seus companheiros encarnados, em torno da mesa, m\u00e9diuns ou n\u00e3o, para que se mantenham firmes nas suas posi\u00e7\u00f5es, o que \u00e9 importante para o desenvolvimento das tarefas.<br \/> Estes companheiros n\u00e3o devem fechar-se na indiferen\u00e7a, quanto ao que se passa, pois emprestam seu apoio vibrat\u00f3rio silencioso ao doutrinador; mas n\u00e3o devem cometer o engano de se envolver na conversa, a ponto de, mesmo mentalmente, interferir no dif\u00edcil di\u00e1logo que o doutrinador est\u00e1 tentando estabelecer, para perscrutar o arcabou\u00e7o psicol\u00f3gico e moral do seu interlocutor invis\u00edvel.<\/p>\n<p>\u00c0s vezes, os circunstantes encarnados, n\u00e3o bem afinados afetivamente com o doutrinador, podem introduzir perigosos fatores de desagrega\u00e7\u00e3o no grupo, se persistirem em acompanhar mentalmente a doutrina\u00e7\u00e3o, com um senso cr\u00edtico imprudente, imaginando o que diriam em tais circunst\u00e2ncias.<br \/> Os Esp\u00edritos manifestantes t\u00eam, freq\u00fcentemente, condi\u00e7\u00f5es de captar-lhes o pensamento e, se o fizerem, certamente tirar\u00e3o partido da discrep\u00e2ncia, mesmo que ela fique imanifesta.<br \/> Por isso, tanto se insiste na import\u00e2ncia da fraternidade, entendimento e compreens\u00e3o entre todos os componentes do grupo encarnado.<br \/> N\u00e3o que o doutrinador seja infal\u00edvel, perfeito, nem que esteja sempre certo e com a raz\u00e3o; mas ele precisar\u00e1 do apoio e da compreens\u00e3o de seus companheiros, ainda que tenha falhado; e, com freq\u00fc\u00eancia, ele falha mesmo, porque o terreno em que pisamos, no trato com esses irm\u00e3os desarvorados.<br \/> \u00e9 dif\u00edcil.<br \/> imprevis\u00edvel e trai\u00e7oeiro.<\/p>\n<p>Dessa forma, algu\u00e9m que n\u00e3o possa concordar com os m\u00e9todos empregados pelo doutrinador, a ponto de tornar-se criticamente negativo, deve afastar-se do grupo.<br \/> \u00ca poss\u00edvel, claro, que ele esteja certo, e o doutrinador errado; mas \u00e9 melhor excluir-se, do que permanecer no grupo como um ponto de atrito oculto, que mina o trabalho.<br \/> Se n\u00e3o pode ajudar, que, pelo menos, n\u00e3o acarrete maiores dificuldades.<br \/> Se ele estiver certo, na maneira de apreciar o trabalho do doutrinador, e este n\u00e3o possuir, mesmo, condi\u00e7\u00f5es para a sua tarefa, as coisas encaminhar-se-\u00e3o para um desfecho natural; se apenas critica e discorda em raz\u00e3o de distor\u00e7\u00f5es de sua pr\u00f3pria psicologia, ent\u00e3o nada tem a contribuir de bom para o grupo e poder\u00e1 acarretar-lhe consider\u00e1vel dano.<\/p>\n<p>Lembremos, pois, a validade da regra que recomenda que apenas o doutrinador fale com o Esp\u00edrito manifestante.<br \/> \u00c9 comum que este procure burlar a norma, tentando arrastar outros membros do grupo ao debate.<br \/> Conv\u00e9m a eles a generaliza\u00e7\u00e3o da conversa, que afasta o doutrinador e o coloca mais ou menos \u00e0 margem, numa t\u00e9cnica muito sutil de desmoraliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Sob condi\u00e7\u00f5es especiais, no entanto, \u00e9 poss\u00edvel que ocorra a necessidade, ou a conveni\u00eancia de algu\u00e9m mais falar.<br \/> Pode ser, por exemplo, que algu\u00e9m, no grupo, tenha qualquer problema pessoal com o Esp\u00edrito manifestante, e se sinta fortemente impelido a dizer-lhe uma palavra de concilia\u00e7\u00e3o, fazer-lhe um pedido de perd\u00e3o, um gesto de fraternidade mais objetivo, al\u00e9m do pensamento.<br \/> Tamb\u00e9m pode acontecer que o Esp\u00edrito manifestante sinta real necessidade de uma palavra direta, com algu\u00e9m presente que, por am\u00e1-lo particularmente, pode ajudar a despert\u00e1-lo, com a emo\u00e7\u00e3o de uma voz que h\u00e1 muito n\u00e3o ouve, ou com um gesto de que se lembre com saudade.<\/p>\n<p>Em casos assim, o doutrinador julgar\u00e1, segundo sua intui\u00e7\u00e3o ou a instru\u00e7\u00e3o dos mentores, permitindo que outra pessoa fale ao Esp\u00edrito.<br \/> Claro que, mesmo assim, deve continuar atento, seguindo com extremo cuidado o di\u00e1logo, para retom\u00e1-lo quando julgar necess\u00e1rio, porque cabe a ele a responsabilidade por esse aspecto da tarefa; \u00e9 ele quem est\u00e1 preparado para ela, em vista de suas liga\u00e7\u00f5es com os companheiros espirituais, atrav\u00e9s dos dispositivos especiais a que nos referimos alhures, neste livro.<\/p>\n<p>Fora desses casos, que insistimos em qualificar de excepcionais, deve prevalecer a regra geral do sil\u00eancio e da sustenta\u00e7\u00e3o psicol\u00f3gica aos m\u00e9diuns e ao doutrinador.<\/p>\n<p>Outra norma subsidi\u00e1ria: os circunstantes, como componentes encarnados do grupo, vigiem bem seus pensamentos.<br \/> Mantenham-se atentos ao di\u00e1logo, mas n\u00e3o se envolvam nele, nem mesmo por palavras inarticuladas, ou seja, apenas pensadas.<\/p>\n<p>Enquanto isso se passa, a conversa prossegue.<br \/> Ainda n\u00e3o disp\u00f5e, o doutrinador, de elementos suficientes para formular um ju\u00edzo acerca do caso que tem diante de si.<br \/> Talvez j\u00e1 saiba, por exemplo, a que veio o Esp\u00edrito, ou seja, descobriu a raz\u00e3o pela qual foi atraido ao grupo.<br \/> Estamos tentando, digamos, subtrair, de sua influ\u00eancia obsessiva, algu\u00e9m que nos pediu ajuda.<br \/> Mas \u00e9 preciso saber por que ele (ou ela) persegue o companheiro encarnado.<br \/> Qual a sua liga\u00e7\u00e3o com o obsidiado? De onde vem, no tempo e no espa\u00e7o, o choque que se criou entre eles? Em suma: quais s\u00e3o as fixa\u00e7\u00f5es do Esp\u00edrito? Todo processo obsessivo tem o seu n\u00facleo: trai\u00e7\u00e3o, vingan\u00e7a, espolia\u00e7\u00e3o, desamor.<br \/> \u00c9, quase sempre, um caso pessoal, de conota\u00e7\u00f5es essencialmente humanas, com problemas suscitados no relacionamento.<br \/> Dificilmente um Esp\u00edrito obsidia outro apenas porque discorda dele em quest\u00f5es filos\u00f3ficas ou religiosas, embora isto tamb\u00e9m seja poss\u00edvel, em casos extremos de fanatismo apaixonado.<\/p>\n<p>Deixemo-lo falar, mas n\u00e3o tudo quanto queira, sen\u00e3o ficar\u00e1 andando em c\u00edrculo, \u00e0 volta de sua id\u00e9ia central.<br \/> Neste caso, continuar\u00e1 a repetir incessantemente a mesma cantilena tr\u00e1gica: a vingan\u00e7a, o \u00f3dio, a impossibilidade do perd\u00e3o, o desejo de fazer a v\u00edtima arrastar-se no ch\u00e3o, como um louco varrido, e coisas semelhantes.<br \/> O doutrinador precisa ter bastante habilidade para mudar o rumo de seu pensamento.<br \/> Ter\u00e1 que faz\u00ea-lo, n\u00e3o obstante, com muita sutileza, arriscando, aqui e ali, uma pergunta mais pessoal, falando-lhe de uma passagem evang\u00e9lica, que se aplique particularmente ao seu caso e sempre haver\u00e1 uma ou mais, que se adaptam perfeitamente \u00e0s circunst\u00e2ncias.<br \/> Deixe-o falar, por\u00e9m.<br \/> Se grita e esbraveja, procure apazigu\u00e1-lo.<br \/> N\u00e3o se esquecer de que, por mais errado que esteja, no seu \u00f3dio irracional, ele est\u00e1 convencido dos seus direitos e, at\u00e9 mesmo, da cobertura divina.<br \/> Muitos s\u00e3o os que invocam os dispositivos da Lei Maior, para exercerem suas vingan\u00e7as e persegui\u00e7\u00f5es.<br \/> Al\u00e9m do mais \u2014 dizem \u2014, se podem fazer aquilo, \u00e9 que Deus o permite.<br \/> Ele n\u00e3o tem poderes para faz\u00ea-lo cessar tudo? Por que n\u00e3o exerce tais poderes?<br \/>\n<br \/>Aten\u00e7\u00e3o, pois, para essas id\u00e9ias fixas.<br \/> Por mais voltas que d\u00ea o Esp\u00edrito, mesmo com a inten\u00e7\u00e3o consciente de ocultar sua motiva\u00e7\u00e3o, ele n\u00e3o conseguir\u00e1 isso por muito tempo.<\/p>\n<p>No entanto, \u00e9 preciso ajud\u00e1-lo a quebrar o terr\u00edvel c\u00edrculo vicioso em que se debate.<br \/> Veja bem: ajud\u00e1-lo a quebrar, n\u00e3o quebrar, arranc\u00e1-lo \u00e0 for\u00e7a.<br \/> Ele tem que sair com seu pr\u00f3prio esfor\u00e7o.<br \/> Ajudar a fazer n\u00e3o \u00e9 o mesmo que fazer, pelos outros, aquilo que lhes compete realizar.<\/p>\n<p>Por outro lado, a fixa\u00e7\u00e3o \u00e9, \u00e0s vezes, t\u00e3o pronunciada e t\u00e3o absorvente, que o Esp\u00edrito n\u00e3o tem condi\u00e7\u00f5es, sequer, de ouvir o doutrinador, ou, pelo menos, n\u00e3o reage de maneira intelig\u00edvel ao que este lhe diz.<br \/> Isto n\u00e3o significa que o doutrinador deve calar-se; continue a falar-lhe, que as palavras ir\u00e3o insensivelmente se depositando nele, e mesmo que ele pare\u00e7a n\u00e3o ouvir \u2014 e isso ocorre, mesmo, em certos casos \u2014 seu pr\u00f3prio esp\u00edrito sente as vibra\u00e7\u00f5es fraternas que sustentam as palavras.<br \/> Se \u00e9 que o doutrinador realmente sente o que fala ou, melhor ainda, fala o que de fato sente.<\/p>\n<p>Aguarde-se, pois, o momento de ajud\u00e1-lo a sair um pouco de si mesmo.<br \/> Tem que haver, na sua mem\u00f3ria, outras lembran\u00e7as, outros sentimentos e at\u00e9 mesmo outras ang\u00fastias, al\u00e9m daquela que constitui o n\u00facleo da sua problem\u00e1tica.<br \/> Coloque, de vez em quando, uma pergunta diferente, procurando atra\u00ed-lo para outras \u00e1reas da sua mem\u00f3ria.<br \/> Como, por exemplo: teve filhos? Que fazia para viver? Cr\u00ea em Deus? Onde viveu? Quando aconteceu o drama? Tem noticias de amigos e parentes daquela \u00e9poca?<br \/>\n<br \/>\u00c9\tclaro, por\u00e9m, que essas perguntas n\u00e3o devem ser desfechadas numa esp\u00e9cie de bombardeio ou de interrogat\u00f3rio.<br \/> Ningu\u00e9m gosta de submeter-se a devassas \u00edntimas.<br \/> Com freq\u00fc\u00eancia, os manifestantes reagem, perguntando se est\u00e3o sendo for\u00e7ados a processos inquisitoriais.<br \/> Ou, simplesmente, se recusam a responder.<br \/> Ou d\u00e3o respostas evasivas.<br \/> .<br \/>.<br \/>.<br \/>.<br \/>.<br \/> respondem.<\/p>\n<p>Nem sempre estar\u00e3o prontos para nos ajudarem a ajud\u00e1-los, logo nos primeiros contactos.<br \/> O processo pode alongar-se por muito tempo, at\u00e9 que adquiram confian\u00e7a em n\u00f3s e nas nossas inten\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>O objetivo das perguntas n\u00e3o \u00e9, obviamente, o de satisfazer a uma curiosidade mals\u00e3 e, por isso, devem limitar-se a conduzir a conversa\u00e7\u00e3o, fornecendo-lhe pontos de apoio, sobre os quais ela possa expandir-se, a fim de afastar o pensamento do comunicante, ainda que temporariamente, do n\u00facleo central que o bloqueia e o impede at\u00e9 mesmo de buscar a saida daquele c\u00edrculo de fogo e l\u00e1grimas em que se encerrou inadvertidamente.<br \/> N\u00e3o nos esque\u00e7amos, por\u00e9m, de que espontaneamente ele n\u00e3o sair\u00e1, n\u00e3o porque n\u00e3o queira, mas porque n\u00e3o sabe.<br \/> Sua vingan\u00e7a \u00e9 a pr\u00f3pria raz\u00e3o de ser de sua vida; como vai entreg\u00e1-la a algu\u00e9m \u2014 a um desconhecido bisbilhoteiro, como o doutrinador \u2014 a troco de uma realidade penosa, que \u00e9 aquele momento pat\u00e9tico em que ele descobre que a causa da sua dor est\u00e1 em si mesmo, e n\u00e3o na pessoa que ele persegue e odeia?<br \/>\n<br \/>Al\u00e9m das fixa\u00e7\u00f5es penosas, os Esp\u00edritos conturbados costumam apresentar cacoetes, sob a forma de trejeitos e contra\u00e7\u00f5es, ou, ainda, mutila\u00e7\u00f5es e deforma\u00e7\u00f5es perispirituais.<br \/> \u00c9 certo que tudo isso est\u00e1 ligado ao problema interior que os atormenta.<\/p>\n<p>J\u00e1 tivemos oportunidade de observar esses pormenores, aparentemente irrelevantes, de muitas maneiras e sob variadas condi\u00e7\u00f5es.<br \/> Vamos a alguns exemplos: citei alhures, neste livro, o epis\u00f3dio do pobre irm\u00e3o que tinha um bra\u00e7o paralisado.<br \/> Notei que durante o di\u00e1logo ele n\u00e3o movimentava aquele membro.<br \/> Por que seria? No momento que me pareceu oportuno, sem precipita\u00e7\u00e3o, perguntei-lhe o que havia com o seu bra\u00e7o.<br \/> Ele n\u00e3o quis dizer.<br \/> Ou, provavelmente, nem saberia conscientemente a raz\u00e3o, porque costuma funcionar, nestes casos, um mecanismo de defesa, que parece construir uma barricada \u00e0s nossas costas, para levar-nos a um conveniente esquecimento do passado.<br \/> Simplesmente \u201cesquecemos\u201d das causas que nos levaram \u00e0quela situa\u00e7\u00e3o, para poder fixar-nos no objeto do \u00f3dio e da vingan\u00e7a.<br \/> N\u00e3o sei, ao certo, se ele sabia a raz\u00e3o da paralisia de seu bra\u00e7o.<br \/> Se sabia, tentava ignor\u00e1-la.<br \/> Quando me propus a cur\u00e1-lo por meio de passes, ele recusou \u2014 sem muita convic\u00e7\u00e3o \u2014 dizendo que, se ficasse curado, seria apenas para ter mais um bra\u00e7o para empunhar o chicote &#8211; -.<br \/> &#8211; Mesmo assim, levantei-me, orei e dei-lhe passes ao longo do bra\u00e7o imobilizado, e vi logo que ele reagia, sentindo o impacto dos flu\u00eddos que o alcan\u00e7avam.<br \/> E, realmente, ficou bom, voltando a movimentar o bra\u00e7o.<br \/> S\u00f3 ent\u00e3o, ao que parece, foi poss\u00edvel liberar o seu mecanismo de censura, e ele se lembrou da cena de um passado distante, quando sacrificou, a punhal, a esposa e os filhos, que ele acreditava n\u00e3o fossem seus, pois achava que ela o havia tra\u00eddo.<br \/> Exposto o \u00e2mago do problema, seu drama resolveu-se.<\/p>\n<p>Outro sentia, ainda, a dor aguda de uma lan\u00e7a que o penetrara h\u00e1 s\u00e9culos, quando terminou uma exist\u00eancia de inconceb\u00edveis desatinos.<br \/> Continuava preso ao local onde exercera um poder discricion\u00e1rio, a ouvir os coment\u00e1rios de visitantes e turistas sobre suas pr\u00f3prias atrocidades.<\/p>\n<p>Um terceiro tinha a voz rouca \u2014 seria um antigo c\u00e2ncer? \u2014e quase inaud\u00edvel.<br \/> Sua \u201ccura\u201d, por meio de passes, levou-o a um reexame bem menos apaixonado da figura de seu doutrinador, que ele chamara at\u00e9 de porco!<br \/>\n<br \/>Outro companheiro desorientado conservava feia cicatriz sobre o olho direito, porque ela lhe dava uma apar\u00eancia terr\u00edvel, que atemorizava aqueles a quem ele queria perseguir e afligir.<\/p>\n<p>Em uma oportunidade, tivemos tamb\u00e9m um caso, intensamente dram\u00e1tico, de um pobre sofredor, guilhotinado na Fran\u00e7a, durante a Revolu\u00e7\u00e3o.<br \/> Desde ent\u00e3o \u2014 segundo apuramos em seguida \u2014 trazia a cabe\u00e7a \u201cdestacada do corpo\u201d, na m\u00e3o direita, segura pelos cabelos.<br \/> O di\u00e1logo inicial foi dif\u00edcil, pois convicto de que estava sem cabe\u00e7a, ele n\u00e3o tinha condi\u00e7\u00f5es de falar.<br \/> A custo, por\u00e9m, o fui convencendo de que podia falar atrav\u00e9s do m\u00e9dium.<br \/> Vivia apavorado ante a id\u00e9ia de perder de vista a cabe\u00e7a e nunca mais recuper\u00e1-la.<br \/> Enquanto a tivesse ali, \u00e0 m\u00e3o, mesmo decepada, alimentava a esperan\u00e7a de \u201crep\u00f4-la\u201d no lugar.<br \/> Isto foi poss\u00edvel fazer, com a gra\u00e7a de Deus.<br \/> Oramos e lhe demos passes.<br \/> Subitamente, ele sentiu que a cabe\u00e7a voltara \u00e0 sua posi\u00e7\u00e3o correta.<br \/> Louco de alegria, ele apalpava-se e s\u00f3 sabia repetir:<br \/>\n<br \/>\u2014\tEla est\u00e1 aqui! Ela est\u00e1 aqui!.<br \/>.<br \/>.<\/p>\n<p>E conferia, com a ponta dos dedos, toda a anatomia facial e craniana: os olhos, o nariz, a boca, as orelhas.<br \/> Estava tudo l\u00e1.<br \/> E dizia:<br \/>\n<br \/>\u2014\tPosso falar! Estou falando!<br \/>\n<br \/>Queria saber quem fizera o \u201cmilagre\u201d de \u201ccolar\u201d a cabe\u00e7a novamente no lugar pr\u00f3prio.<br \/> Quanto ao que lhe acontecera, n\u00e3o acreditava que Deus o tivesse feito, para castig\u00e1-lo, pois Deus n\u00e3o permitiria que um homem andasse sem cabe\u00e7a por tanto tempo.<br \/> Levo-o cautelosamente para uma introspec\u00e7\u00e3o, tentando fazer que ele encontre em si mesmo a raz\u00e3o do seu espantoso sofrimento.<br \/> Explico-lhe que vivemos muitas exist\u00eancias, embora as esque\u00e7amos.<br \/> Em alguma de suas vidas anteriores ele encontraria a explica\u00e7\u00e3o.<br \/> \u201cProvavelmente\u201d, digo-lhe, \u201cvoc\u00ea andou tamb\u00e9m cortando a cabe\u00e7a de algu\u00e9m\u201d.<br \/> \u00c9 verdade, isso.<br \/> Ele se lembra, agora, que eram enfi\u00e9is a Jeov\u00e1 e, depois de condenados, ele os executava.<br \/> Reviu at\u00e9 a fila de espera.<br \/>.<br \/>.<\/p>\n<p>Casos mais s\u00e9rios de deforma\u00e7\u00f5es espirituais exigem o concurso de m\u00e9diuns especiais, n\u00e3o apenas para receb\u00ea-los, por incorpora\u00e7\u00e3o, como, tamb\u00e9m, para ajudar na recomposi\u00e7\u00e3o da forma \u201cf\u00edsica\u201d, para o que \u00e9 necess\u00e1rio dispor de algum ectoplasma, al\u00e9m dos passes habituais.<\/p>\n<p>Mesmo para o companheiro a que h\u00e1 pouco nos referimos, de cabe\u00e7a decepada, o concurso de um m\u00e9dium de efeitos f\u00edsicos foi decisivo.<br \/> Enquanto lhe d\u00e1vamos passes, ele parecia absorver os flu\u00eddos avidamente, procurando impregnar-se deles, com movimentos aflitivos das m\u00e3os.<\/p>\n<p>Em outros casos de deforma\u00e7\u00f5es perispirituais e zoantropia, o m\u00e9dium expeliu realmente grande quantidade de ectoplasma pela boca, o que se percebeu, mesmo sem a vid\u00eancia, pelos movimentos irreprim\u00edveis que fazia como se estivesse vomitando em seco.<\/p>\n<p>Ainda falaremos sobre a ectoplasmia nos grupos medi\u00fanicos, porque ela tem outras aplica\u00e7\u00f5es, al\u00e9m da, que h\u00e1 pouco mencionamos, de ajudar a reconstituir les\u00f5es perispirituais e recompor seres reduzidos a forma\u00e7\u00f5es animalizadas.<\/p>\n<p>*<\/p>\n<p>Mas o di\u00e1logo prossegue.<br \/> Suponhamos j\u00e1 ter sido poss\u00edvel identificar o n\u00facleo principal do problema.<br \/> J\u00e1 descobrimos as raz\u00f5es fundamentais do seu drama.<br \/> N\u00e3o obstante, muito falta ainda para dissolver e dispersar aquele n\u00facleo doloroso.<br \/> Mesmo com tudo isso presente \u00e0 sua consci\u00eancia, ele ainda insiste em racionalizar a seu jeito, o quadro que se lhe apresenta.<br \/> Continua a submet\u00ea-lo ao seu pr\u00f3prio ju\u00edzo e a invocar o seu direito \u00e0 cobran\u00e7a.<\/p>\n<p>J\u00e1 discutimos alguns aspectos te\u00f3ricos desta quest\u00e3o.<br \/> Teoricamente, sim, ele pode cobrar.<br \/> N\u00e3o que tenha um direito assegurado nos c\u00f3digos divinos, porque a id\u00e9ia de direito implicaria, talvez, a da impunidade.<br \/> N\u00e3o sei se os juristas que me l\u00eaem concordam com isto, mas parece que n\u00e3o podemos ser punidos por exercer uma a\u00e7\u00e3o que o direito nos assegura.<br \/> \u00c9 claro que n\u00e3o falo aqui no direito humano, imperfeita imita\u00e7\u00e3o dos conceitos superiores do Direito C\u00f3smico, do qual conhecemos as primeiras letras.<br \/> Creio que, se Deus me assegurasse o direito de cobrar, impunemente, pela vingan\u00e7a, uma falta cometida contra mim, sua lei n\u00e3o teria sido muito melhor do que a nossa.<br \/> N\u00e3o obstante, tanto numa, como noutra, existe a id\u00e9ia b\u00e1sica da repara\u00e7\u00e3o.<br \/> A sociedade humana tenta a repara\u00e7\u00e3o pelos caminhos da puni\u00e7\u00e3o; a divina, pela regenera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O criminoso terreno deve pagar pelo que fez, independentemente do que acontece com aquele a quem ele prejudicou.<br \/> A lei humana n\u00e3o toma conhecimento da sobreviv\u00eancia do esp\u00edrito.<br \/> A lei divina pede do ser, atrav\u00e9s de sua pr\u00f3pria consci\u00eancia, que ele se recomponha perante a sua v\u00edtima.<br \/> Ante a lei humana, a pris\u00e3o ou a indeniza\u00e7\u00e3o redimem o criminoso; a lei divina vai adiante e lhe pede a reconcilia\u00e7\u00e3o, mesmo que, em face dos c\u00f3digos terrenos, ele esteja quite.<br \/> Por outro lado, a lei humana n\u00e3o leva em conta o fato de que o homem sofre justamente aquilo que est\u00e1 nos seus compromissos c\u00e1rmicos, respondendo por desatinos cometidos.<br \/> E se n\u00e3o colocamos um ponto final nessa espiral de horrores, ela continuar\u00e1 a abrir-se para baixo e para o futuro, cada vez mais dolorosa e ampla.<\/p>\n<p>Dessa forma, n\u00e3o haveria direito l\u00edquido e certo de cobrarmos, n\u00f3s mesmos, as faltas cometidas contra n\u00f3s, pois que direito \u00e9 esse, que reabre o ciclo da culpa e nos obriga a pagar aquilo que consideramos simples repara\u00e7\u00e3o?<br \/>\n<br \/>Mas, como explicar tudo isso, de forma convincente, ao Esp\u00edrito tumultuado pela paix\u00e3o da vingan\u00e7a? Como iremos mostrar-lhe a fal\u00e1cia da sua filosofia da repara\u00e7\u00e3o? Em muitos casos, ele j\u00e1 est\u00e1 convencido dessa realidade, ou seja, a de que, exercendo a vingan\u00e7a por suas pr\u00f3prias m\u00e3os, ele se inscreve novamente como culpado, no tribunal invis\u00edvel da sua pr\u00f3pria consci\u00eancia.<br \/> N\u00e3o importa.<br \/> Ele quer cobrar, assim mesmo.<br \/> Quando chegar a hora da dor, ele arcar\u00e1 com as suas responsabilidades, e as sofrer\u00e1, diz ele, com prazer, porque pelo menos ter\u00e1 saciado o seu rancor.<br \/> N\u00e3o sabe ele, por\u00e9m, que o rancor n\u00e3o se satisfaz nunca, muito menos pelos caminhos do sofrimento alheio.<br \/> Por mais absurda que pare\u00e7a a tese ao vingador, o seu \u00f3dio somente se estanca, e somente o libera da sua pr\u00f3pria dor, pelo perd\u00e3o.<br \/> Sacudido pela tormenta das suas paix\u00f5es, ele nem percebe que tamb\u00e9m sofre, e que continua retido, indefinidamente, no processo que ele pr\u00f3prio criou.<br \/> Se conseguirmos despert\u00e1-lo para essas verdades, estaremos come\u00e7ando a ajud\u00e1-lo.<\/p>\n<p>Nem sempre lhe adianta uma bela prega\u00e7\u00e3o moral, sobre as virtudes teol\u00f3gicas do perd\u00e3o.<br \/> Ele n\u00e3o se mostrar\u00e1 sens\u00edvel ao apelo, enquanto n\u00e3o se convencer de que isso \u00e9 uma realidade irresist\u00edvel, que o interessa pessoalmente.<\/p>\n<p>\u00c0s vezes, basta uma pergunta bem colocada, no momento oportuno.<br \/> Acha ele, por exemplo, que, com mais um s\u00e9culo ou dois de rancor, vai conseguir o que n\u00e3o conseguiu em dois ou tr\u00eas? Pretende continuar preso \u00e0 roda-viva da afli\u00e7\u00e3o? Por quanto tempo? N\u00e3o est\u00e1 cansado? N\u00e3o deseja experimentar ao menos um pouco de paz? Pare e reflita, medite, procure encarar o processo, com objetividade e sangue-frio, como se estivesse apreciando um caso, n\u00e3o o seu caso.<br \/> Por que manter dois Esp\u00edritos amarrados, vida ap\u00f3s vida, revezando-se nas posi\u00e7\u00f5es de perseguidor e perseguido? Al\u00e9m do mais, a v\u00edtima \u00e0s vezes se lhe escapa irrevogavelmente das m\u00e3os pelo pr\u00f3prio sofrimento que lhe \u00e9 infligido, pelo despertamento de seu Esp\u00edrito, pelo esfor\u00e7o que faz em ajustar-se perante as leis divinas.<br \/> E ent\u00e3o o perseguidor n\u00e3o ter\u00e1 mais como atingi-lo.<br \/> Poder\u00e1 ainda insistir em persegui-lo indiretamente, atrav\u00e9s de seres que lhe s\u00e3o caros, mas isto \u00e9 uma vingan\u00e7a frustrada e o satisfaz ainda menos do que a outra.<br \/> Ao longo do tempo ele ficar\u00e1 falando sozinho, na aliena\u00e7\u00e3o da sua vingan\u00e7a sem objeto.<br \/> Um dia despertar\u00e1, afinal, para retomar a sua caminhada.<br \/> E por que esperar tantos desenganos, se esse dia pode ser hoje, agora?<br \/>\n<\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_19314\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"19314\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 16\/16;\" \/><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pouco a pouco, o di\u00e1logo vai se desenvolvendo, a partir de uma esp\u00e9cie de mon\u00f3logo, pois, no princ\u00edpio, como vimos, \u00e9 necess\u00e1rio deixar o Esp\u00edrito falar, para que informe sobre si mesmo, o que acaba acontecendo. Muitos o fazem logo de in\u00edcio, dizendo prontamente a que vieram e o que pretendem. Mesmo a estes, por\u00e9m,&hellip; <br \/> <a class=\"read-more\" href=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo19314\/\">Leia mais<\/a><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_19314\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"19314\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 16\/16;\" \/><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"Closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[16],"tags":[],"class_list":["post-19314","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-mensagens-diversas"],"a3_pvc":{"activated":true,"total_views":251,"today_views":1},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19314","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=19314"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19314\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=19314"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=19314"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=19314"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}