{"id":19332,"date":"2023-03-10T11:12:00","date_gmt":"2023-03-10T11:12:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2023-03-10T11:12:00","modified_gmt":"2023-03-10T11:12:00","slug":"artigo19332","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo19332\/","title":{"rendered":"32 A PRECE &#8211; DI\u00c1LOGO COM AS SOMBRAS HERM\u00cdNIO C. MIRANDA"},"content":{"rendered":"<p>A f\u00e9 e o amor s\u00e3o os dois grandes instrumentos de trabalho do doutrinador.<br \/> Ainda voltaremos a falar sobre o amor, esse tema inesgot\u00e1vel, fonte de belezas eternas, de reservas inexaur\u00edveis de energia criadora, de harmonias insuspeitadas, sempre a nos surpreender com o seu infinito potencial.<\/p>\n<p>A f\u00e9 e o amor causam impactos espantosos em nossos irm\u00e3os infelizes.<br \/> Quantas vezes tenho ouvido depoimentos, de comovedora sinceridade, de Esp\u00edritos aturdidos ante a evid\u00eancia desses sentimentos:<br \/>\n<br \/>\u2014 Que f\u00e9 absurda tem voc\u00ea! \u2014 disse-me um deles.<\/p>\n<p>Ele n\u00e3o queria dizer que a minha f\u00e9 era falsa, extravagante, il\u00f3gica ou irracional; ele se surpreendia em ach\u00e1-la t\u00e3o leg\u00edtima, t\u00e3o viva, t\u00e3o firme.<\/p>\n<p>E acrescentou, estupefato:<br \/>\n<br \/>\u2014 O mundo pode desabar em cima de voc\u00ea, que voc\u00ea n\u00e3o se importa.<\/p>\n<p>Bem dizia o nosso Paulo, especialista em tais assuntos, que \u201ca f\u00e9 \u00e9 a garantia do que se espera, a prova das realidades invis\u00edveis\u201d (Hebreus, 11:1).<br \/> E que, mesmo depois de tudo dito e vivido, subsistiriam \u201ca f\u00e9, a esperan\u00e7a e o amor, os tr\u00eas.<br \/>.<br \/>.<br \/>\u201d (Primeira Ep\u00edstola aos Cor\u00edntios, 13:13.<br \/>)<br \/>\n<br \/>Uma f\u00e9 assim \u00e9 preciso para orar pelos nossos queridos irm\u00e3os desarvorados.<br \/> A for\u00e7a e o poder da f\u00e9 transmitem-se \u00e0 prece, enunciada com emo\u00e7\u00e3o e sinceridade.<\/p>\n<p>Citando os seus amigos espirituais, Kardec escreve, em \u201cO Evangelho segundo o Espiritismo\u201d (cap\u00edtulo 28):<br \/>\n<br \/>\u201cOs Esp\u00edritos h\u00e3o dito sempre: \u201cA forma nada vale, o pensamento \u00e9 tudo.<br \/> Ore, pois, cada um segundo suas convic\u00e7\u00f5es e da maneira que mais o toque.<br \/> Um bom pensamento vale mais do que grande n\u00famero de palavras com as quais nada tenha o cora\u00e7\u00e3o.<br \/>\u201d<br \/>\n<br \/>Estes ensinamentos s\u00e3o, na verdade, preciosos, para qualquer tipo de prece, em qualquer oportunidade, mas s\u00e3o de capital import\u00e2ncia na prece que formulamos pelo Esp\u00edrito desajustado que temos diante de n\u00f3s, incorporado ao m\u00e9dium.<br \/> Kardec torna isto particularmente claro, quando diz, mais adiante, no mesmo cap\u00edtulo de \u201cO Evangelho segundo o Espiritismo\u201d:<br \/>\n<br \/>\u201cA qualidade principal da prece \u00e9 ser clara, simples e concisa, sem fraseologia in\u00fatil, nem luxo de ep\u00edtetos, que s\u00e3o meros adornos de lantejoulas.<br \/> Cada palavra deve ter alcance pr\u00f3prio, despertar uma id\u00e9ia, p\u00f4r em vibra\u00e7\u00e3o uma fibra da alma.<br \/> Numa palavra: deve fazer refletir.<br \/> Somente sob essa condi\u00e7\u00e3o pode a prece alcan\u00e7ar o seu objetivo; de outro modo, n\u00e3o passa de ru\u00eddo.<br \/> Entretanto, notai com que ar distra\u00eddo e com que volubilidade elas s\u00e3o ditas, na maioria dos casos.<br \/> V\u00eaem-se l\u00e1bios a mover-se; mas, pela express\u00e3o da fisionomia, pelo som mesmo da voz, verifica-se que ali apenas h\u00e1 um ato maquinal, puramente exterior, ao qual se conserva indiferente a alma.<br \/>\u201d<br \/>\n<br \/>Lembro que os destaques n\u00e3o s\u00e3o meus; est\u00e3o no original.<br \/> De transcendental import\u00e2ncia, para os trabalhos de desobsess\u00e3o, \u00e9 a observa\u00e7\u00e3o de que a prece \u201cdeve fazer refletir\u201d.<br \/> Muitas vezes, \u00e9 durante a prece, dita em voz alta pelo doutrinador, ou por algu\u00e9m por ele indicado no grupo, que o Esp\u00edrito manifestante faz uma pequena pausa para pensar.<br \/> A prece o envolve em vibra\u00e7\u00f5es pacificadoras, em uma ternura que, talvez h\u00e1 muito n\u00e3o experimente.<br \/> Ela deve ser elaborada em torno da pr\u00f3pria tem\u00e1tica que o companheiro nos tenha revelado, no decorrer do di\u00e1logo conosco.<\/p>\n<p>Como tudo o mais que tentamos realizar nos grupos de desobsess\u00e3o, a prece tem seu momento psicol\u00f3gico \u00f3timo, que varia, necessariamente, de um caso para outro.<br \/> Em certas ocasi\u00f5es \u00e9preciso orar ainda no princ\u00edpio da manifesta\u00e7\u00e3o, em virtude de o estado de agita\u00e7\u00e3o, ou de aliena\u00e7\u00e3o, do Esp\u00edrito, n\u00e3o nos permitir colher, antes, um pouco da sua hist\u00f3ria e da sua motiva\u00e7\u00e3o.<br \/> O melhor, no entanto, \u00e9 esperar um pouco, aguardar esclarecimentos e informa\u00e7\u00f5es que \u2014 nunca \u00e9 demais recomendar \u2014 n\u00e3o devem ser colhidas em interrogat\u00f3rios e atrav\u00e9s dos artif\u00edcios da bisbilhotice.<\/p>\n<p>No momento prop\u00edcio \u2014 e mais uma vez temos que recorrer \u00e0 intui\u00e7\u00e3o e ao senso de oportunidade \u2014 conv\u00e9m dirigir-se ao pr\u00f3prio Esp\u00edrito e propor-lhe a prece.<br \/> Dificilmente ele recusar\u00e1, e, ainda que o recuse, devemos faz\u00ea-la, mesmo porque, n\u00e3o devemos pedir-lhe permiss\u00e3o para orar, e sim comunicar-lhe que vamos faz\u00ea-lo.<br \/> Basta dizer, por exemplo:<br \/>\n<br \/>\u2014\tVamos orar?<br \/>\n<br \/>Ou:<br \/>\n<br \/>\u2014\tAgora vou fazer uma prece.<\/p>\n<p>Como disse, dificilmente ele se opor\u00e1.<br \/> Poder\u00e1, no m\u00e1ximo, dar um muxoxo desinteressado, ou fazer um coment\u00e1rio condescendente:<br \/>\n<br \/>\u2014\tPode orar, se quiser.<br \/>.<br \/>.<\/p>\n<p>Curioso, no entanto, que muito raramente eles procuram perturbar a prece.<br \/> Geralmente ouvem-na em sil\u00eancio, sen\u00e3o respeitoso, pelo menos comedido.<br \/> Alguns, no entanto, insistem em continuar falando, zombando ou ridicularizando.<br \/> Um deles procurou dramatizar as minhas palavras, tentando reproduzir, em gestos, que acreditava muito c\u00f4micos, as imagens contidas no sentido das palavras pronunciadas.<\/p>\n<p>A prece deve ser dita de prefer\u00eancia de p\u00e9, ao lado do companheiro manifestado, com as m\u00e3os estendidas para ele, como que a concentrar nele as vibra\u00e7\u00f5es e as b\u00ean\u00e7\u00e3os que invocamos.<br \/> Alguns informam depois, ou durante a prece, que se acham \u201cdefendidos\u201d, \u201cprotegidos\u201d por \u201ccoura\u00e7as\u201d e \u201ccapacetes\u201d inviol\u00e1veis, nos quais \u2014 esperam eles \u2014 as energias suscitadas pela prece n\u00e3o poderiam penetrar.<\/p>\n<p>Dirija a sua prece a Deus, a Jesus ou a Maria, pedindo ajuda para o companheiro que sofre.<br \/> Se j\u00e1 disp\u00f5e de alguma informa\u00e7\u00e3o sobre ele, fale especificamente de seu problema, como um intermedi\u00e1rio entre ele e os poderes supremos que nos orientam e amparam.<br \/> Eles se esqueceram, \u00e0s vezes por s\u00e9culos, e at\u00e9 mil\u00eanios, de que esses canais de acesso est\u00e3o abertos tamb\u00e9m a eles.<br \/> N\u00e3o t\u00eam mais vontade, ou interesse, de se dirigirem a Deus.<br \/> Ou lhes falta coragem, por julgarem-se al\u00e9m de toda recupera\u00e7\u00e3o, indignos e incapazes de projetarem o pensamento a t\u00e3o elevadas entidades.<\/p>\n<p>Em alguns casos, costumo orar n\u00e3o apenas pelo Esp\u00edrito manifestante, mas como se fosse ele pr\u00f3prio, com as palavras e as emo\u00e7\u00f5es que ele mesmo escolheria para dirigir-se ao Pai ou a Jesus, se estivesse em condi\u00e7\u00f5es de faz\u00ea-lo.<\/p>\n<p>Certa ocasi\u00e3o, muito critica e importante, a prece foi elaborada como se partindo de n\u00f3s dois: o doutrinado e o doutrinador, pois est\u00e1vamos envolvidos muito profundamente em compromissos m\u00fatuos.<br \/> Dirigi-me \u00e0 doce M\u00e3e de Jesus, colocando diante dela o problema de dois seres que haviam errado gravemente, julgando servi-lo.<br \/> Ambos hav\u00edamos sofrido, ao longo dos s\u00e9culos, por causa daqueles enganos.<br \/> J\u00e1 era mais do que tempo de chegarmos a um entendimento e colocarmos ponto final naquela penosa e aflitiva desarmonia, para que, juntos, como irm\u00e3os que \u00e9ramos, consegu\u00edssemos retomar, ambos, a nossa caminhada, sem os rancores que nos prendiam a um passado lament\u00e1vel.<br \/> Fosse Ela a advogada da nossa causa e nos ajudasse a encontrar os caminhos da paz.<\/p>\n<p>Ele ouviu a prece, em sil\u00eancio, e acabou cedendo.<\/p>\n<p>S\u00e3o incr\u00edveis a for\u00e7a e o impacto de uma prece l\u00edmpida, pura, singela, escorada na emo\u00e7\u00e3o e no afeto.<br \/> O efeito \u00e9 \u201cmilagroso\u201d, surpreendente, ainda que nem sempre instant\u00e2neo.<br \/> S\u00e3o muitos os sofredores que se enquistaram de tal maneira atr\u00e1s de suas defesas e de suas coura\u00e7as, que precisam de algum tempo para deixarem-se alcan\u00e7ar, a ponto de realizar-se neles o milagre sempre renovado do amor.<br \/> Estes ainda riem, por algum tempo, da prece \u2014 um riso nervoso, sem convic\u00e7\u00e3o.<br \/> Est\u00e3o com medo, pobres irm\u00e3os.<br \/> Medo da emo\u00e7\u00e3o que os leva \u00e0 crise, e da crise que os leva \u00e0 dor que os espera ao longo do extenso caminho de volta.<br \/>.<br \/>.<\/p>\n<p>Entre continuar numa dor que j\u00e1 conhecem, e que se encontra anestesiada, e entregar-se a outra que desconhecem, preferem ficar como est\u00e3o.<br \/> A prece muito contribui para vencer estas \u00faltimas inibi\u00e7\u00f5es e hesita\u00e7\u00f5es.<br \/> Ela os leva a alguns instantes de pausa, no curso dos seus pensamentos habituais.<br \/> Representa uma experi\u00eancia da qual se desabituaram, ou com a qual n\u00e3o se acham familiarizados.<\/p>\n<p>Alguns deles, quando pedimos para orar conosco, recusam-se, mas n\u00e3o tentam impedir-nos.<br \/> Outros, quando propomos que eles orem tamb\u00e9m, desculpam-se desajeitadamente, dizendo que \u201cali n\u00e3o h\u00e1 condi\u00e7\u00f5es\u201d.<br \/> Isto \u00e9 especialmente invocado pelos companheiros que foram prelados.<br \/> Como se julgam alienados da doce intimidade do Cristo, por exemplo, n\u00e3o se sentem encorajados a \u201cfalar\u201d com Ele atrav\u00e9s da prece.<br \/> Desculpam-se, ent\u00e3o, com a impropriedade do ambiente, a falta dos paramentos e dos livros adequados.<br \/> N\u00e3o s\u00e3o poucos os que continuam, no atormentado mundo espiritual em que vivem, a celebrar suas missas, oficiar os ritos e os sacramentos a que estiveram habituados na vida terrena; mas, no fundo, sabem que aquilo \u00e9 estranho \u00e0 simplicidade e \u00e0 autenticidade do Cristo e de seu Evangelho.<br \/> Por isso, quando convidados a orar de verdade, sentem-se at\u00f4nitos e temerosos, embora reagindo, exteriormente, como se n\u00e3o dessem nenhuma import\u00e2ncia a qualquer ato de contri\u00e7\u00e3o, ou como se somente pudessem exerc\u00ea-lo com os apetrechos a que se habituaram.<br \/> N\u00e3o podemos esquecer-nos de que s\u00e3o muitos os que praticaram, a vida inteira, ou, mesmo, vida ap\u00f3s vida, um culto formal e frio, aparatoso e vazio, no qual o cora\u00e7\u00e3o e a f\u00e9 n\u00e3o se envolveram.<br \/> Para esses pobres companheiros desarvorados, at\u00e9 mesmo a prece, manifesta\u00e7\u00e3o mais pura do di\u00e1logo entre o homem e Deus, transformou-se em mero instrumento de poder, esvaziando-se de todo o seu elevado e nobre conte\u00fado.<br \/> Com essa prece aviltada e despovoada de emo\u00e7\u00e3o, pediram favores ins\u00f3litos a Deus, ou pronunciaram julgamento sobre o pr\u00f3ximo.<br \/> N\u00e3o \u00e9 de admirar, pois, que ao cabo de tantos desenganos, passem a n\u00e3o crer nela, ou continuem a entender que a prece \u00e9 para isso mesmo, ou seja, para exigir favores de uma divindade servil, cega e injusta, que nos concede aquilo que n\u00e3o merecemos, ou n\u00e3o concede o que julgamos merecer.<\/p>\n<p>A rea\u00e7\u00e3o, pois, difere de um caso para outro, mas pode ser grupada dentro de classifica\u00e7\u00f5es mais ou menos did\u00e1ticas, como acima esbo\u00e7ado.<br \/> H\u00e1, pois, os que se comovem; os que ouvem, em respeitoso sil\u00eancio, mas ainda precisam de tempo; os que a ridicularizam, porque temem seus efeitos; os que se recusam a diz\u00ea-la, por julgarem-se indignos, ou n\u00e3o necessitados; e os que se acham de tal maneira alienados, que oram at\u00e9 mesmo com certa veem\u00eancia, convencidos de que Deus, ou o Cristo, vir\u00e1 imediatamente em seu socorro, para livr\u00e1-los da situa\u00e7\u00e3o em que se encontram, diante de um doutrinador impertinente.<\/p>\n<p>Um deles tomou a iniciativa de pedir-me para orar.<br \/> Disse-lhe que n\u00e3o me cabia autorizar um ato desses, por me faltar autoridade para faz\u00ea-lo.<br \/> Ele ainda comentou a minha atitude, algo surpreso, e preparou-se para orar.<br \/> Recolheu-se a uma postura correta, juntando as m\u00e3os em frente dos olhos fechados do m\u00e9dium, aguardou alguns momentos de sil\u00eancio respeitoso e se p\u00f4s a orar a Jesus, com muita veem\u00eancia.<br \/> Falava em nome da \u201cequipe humilde\u201d do Cristo, e nada pedia para eles pr\u00f3prios, porque o Cristo sabia de suas necessidades e aspira\u00e7\u00f5es; mas pedia para n\u00f3s, os componentes do grupo, que est\u00e1vamos muito necessitados de socorro e orienta\u00e7\u00e3o.<br \/> Sua prece era um tanto orat\u00f3ria e, de fato, depois nos deu uma demonstra\u00e7\u00e3o de seus recursos de pregador, falando com entusiasmo e brilho, a uma plat\u00e9ia invis\u00edvel a n\u00f3s.<\/p>\n<p>\u00c9 poss\u00edvel que ele fosse sincero no seu apelo, porque o fanatismo \u00e9, \u00e0s vezes, de intensa e desastrosa sinceridade; mas, no seu caso, continuei com a impress\u00e3o de que aquele era apenas mais um dos in\u00fameros mecanismos usados para fuga.<br \/> Na profunda intimidade do seu ser, ele deveria realmente acreditar que era um excelente trabalhador do Cristo, a quem orava com todo o fervor.<br \/> Enquanto isso, estava ao abrigo de suas pr\u00f3prias contradi\u00e7\u00f5es \u00edntimas, de suas responsabilidades maiores, e continuava a negacear diante da dif\u00edcil decis\u00e3o de abandonar o poder e a gl\u00f3ria, descer do pedestal de grande mestre, ou l\u00edder, para voltar a ferir os p\u00e9s descal\u00e7os, pelos caminhos espinhosos da recupera\u00e7\u00e3o, de cora\u00e7\u00e3o sangrando, espica\u00e7ado pelo remorso.<\/p>\n<p>Sendo, pois, a f\u00e9, \u201ca garantia do que se espera e a prova das realidades invis\u00edveis\u201d, a prece \u00e9 o convite para que a esperan\u00e7a se realize em n\u00f3s, ou diante de n\u00f3s.<br \/> A prece \u00e9 o instrumento do amor grande e puro de que nos falou o Cristo; \u00e9 por ela que a caridade nos faz agentes da Divindade.<\/p>\n<p>\u00cb por ela que conseguimos al\u00e7ar o nosso esp\u00edrito, aprisionado ainda no erro, \u00e0s culmin\u00e2ncias da esperan\u00e7a.<br \/> Paulo apresentou juntos a f\u00e9, a esperan\u00e7a e o amor.<br \/> A prece nos liga porque, apoiada na f\u00e9, contempla a esperan\u00e7a e ajuda-nos na doa\u00e7\u00e3o do amor.<\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_19332\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"19332\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 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A f\u00e9 e o amor causam impactos espantosos em&hellip; <br \/> <a class=\"read-more\" href=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo19332\/\">Leia mais<\/a><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_19332\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"19332\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 16\/16;\" \/><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"Closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[16],"tags":[],"class_list":["post-19332","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-mensagens-diversas"],"a3_pvc":{"activated":true,"total_views":293,"today_views":0},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19332","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=19332"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19332\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=19332"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=19332"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=19332"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}