{"id":19480,"date":"2023-04-28T12:12:00","date_gmt":"2023-04-28T12:12:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2023-04-28T12:12:00","modified_gmt":"2023-04-28T12:12:00","slug":"artigo19480","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo19480\/","title":{"rendered":"39 RESUMO E CONCLUS\u00d5ES &#8211; DI\u00c1LOGO COM AS SOMBRAS HERM\u00cdNIO C. MIRANDA"},"content":{"rendered":"<p>Creio haver chegado ao final da tarefa que me impus, na tentativa de fixar no papel alguns dos muitos ensinamentos amealhados, em mais de uma d\u00e9cada, no trato \u00edntimo e permanente com in\u00fameros companheiros desencarnados.<br \/> N\u00e3o me foi poss\u00edvel evitar que este livro se revestisse das caracter\u00edsticas de um depoimento pessoal, pela raz\u00e3o, que me parece muito simples e v\u00e1lida, de que ele \u00e9 mesmo um depoimento pessoal, pela pr\u00f3pria natureza das experi\u00eancias que procura transmitir.<\/p>\n<p>Seu objeto \u00e9 o ser humano, usualmente em penoso estado de desarmoniza\u00e7\u00e3o interior; n\u00e3o s\u00e3o quantidades f\u00edsicas de subst\u00e2ncias qu\u00edmicas, cujas rea\u00e7\u00f5es podemos prever, estudar e repetir \u00e0 vontade, na frieza cl\u00e1ssica dos n\u00fameros, dos pesos, das medidas.<br \/> Os irm\u00e3os que comparecem aos nossos grupos medi\u00fanicos est\u00e3o em crises, por vezes, seculares, e at\u00e9 milenares.<br \/> Perderam-se no emaranhado de suas perplexidades e n\u00e3o podem atinar sozinhos com a trilha que os leve para fora do po\u00e7o profundo e escuro, de volta \u00e0luz aben\u00e7oada do Senhor, sob a qual possam contemplar suas imperfei\u00e7\u00f5es e empenhar-se em alij\u00e1-las do cora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O\ttrabalho de doutrina\u00e7\u00e3o, chamado t\u00e3o apropriadamente de trabalho de resgate, em ingl\u00eas (rescue work), s\u00f3 \u00e9 poss\u00edvel em clima de total doa\u00e7\u00e3o, de empatia, de profundo e sincero amor fraterno, o que o torna uma atividade do cora\u00e7\u00e3o, muito pessoal, essencialmente humana.<br \/> N\u00e3o h\u00e1 nele espa\u00e7o para meias-verdades, fingimentos \u201cinocentes\u201d, indiferen\u00e7a ou comodismos.<\/p>\n<p>O\tgrupo medi\u00fanico \u00e9 instrumento de socorro, ferramenta de trabalho, campo de experimenta\u00e7\u00f5es fraternas e escada por onde sobem n\u00e3o apenas os nossos companheiros desarvorados, mas subimos tamb\u00e9m n\u00f3s, que tentamos redimir-nos na tarefa sagrada do servi\u00e7o ao pr\u00f3ximo.<br \/> O grupo merece e exige cuidados muito especiais, dedica\u00e7\u00e3o constante, vigil\u00e2ncia permanente, desde antes mesmo de constituir-se.<br \/> \u00c9 preciso criar para ele uma estrutura robusta, mas suficientemente flex\u00edvel, para que possa funcionar sem hesita\u00e7\u00f5es e interrup\u00e7\u00f5es.<br \/> Se o trabalho que lhe for cometido, pelos companheiros espirituais, revelar-se fecundo e promissor, ele ser\u00e1 implacavelmente assediado.<br \/> Levantar-se-\u00e3o contra ele for\u00e7as obstinadas, dispostas a tudo para faz\u00ea-lo calar-se e dissolver-se.<br \/> Assim, nada de ilus\u00f5es: a medida de seu \u00eaxito, em termos espirituais, \u00e9 precisamente a persegui\u00e7\u00e3o indormida, a press\u00e3o ass\u00eddua de companheiros em desequil\u00edbrio, que n\u00e3o hesitar\u00e3o diante de nenhum recurso, para destru\u00ed-lo.<\/p>\n<p>Por isso, na fase de planejamento, devem ficar bem definidos, al\u00e9m de suas finalidades e objetivos, seus m\u00e9todos de trabalho.<br \/> Nunca chegaremos a prever todas as situa\u00e7\u00f5es que um grupo poder\u00e1 enfrentar, mas seus m\u00e9todos t\u00eam que ser suficientemente \u00e1geis, para as acomoda\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias, sem preju\u00edzo das tarefas que se desdobram.<br \/> Nunca saberemos o suficiente em mat\u00e9ria de contacto com os nossos irm\u00e3os desvairados pela dor e pela revolta.<br \/> Cada sess\u00e3o \u00e9 diferente, cada manifesta\u00e7\u00e3o traz uma surpresa ou um ensinamento novo.<br \/> \u00c9 necess\u00e1rio que observemos com toda a aten\u00e7\u00e3o qualquer pormenor, aprendamos a li\u00e7\u00e3o que cada um deles cont\u00e9m e a incorporemos ao acervo da experi\u00eancia.<\/p>\n<p>Citarei um pequeno incidente, aparentemente sem import\u00e2ncia.<\/p>\n<p>Nossos amigos espirituais de h\u00e1 muito nos haviam prevenido de que, em hip\u00f3tese alguma, deix\u00e1ssemos ultrapassar o hor\u00e1rio de atendimento, como ficou dito e explicado alhures, neste livro.<br \/> Muito bem.<br \/> Redobrei o cuidado com o controle do tempo e, ent\u00e3o, veio outra observa\u00e7\u00e3o: recomendavam-me que procurasse colocar o rel\u00f3gio diante de meus olhos, de forma que, para consult\u00e1-lo, n\u00e3o fosse necess\u00e1rio virar-me e tom\u00e1-lo nas m\u00e3os, como costumava fazer.<br \/> Por que a recomenda\u00e7\u00e3o? Muito simples: n\u00e3o apenas a preocupa\u00e7\u00e3o excessiva com o tempo pode desviar-nos do clima exigido pelo trabalho, mas porque at\u00e9 mesmo o pr\u00f3prio gesto de voltar-me poderia quebrar a continuidade da tarefa junto ao irm\u00e3o incorporado, exigindo provavelmente esfor\u00e7o maior dos companheiros desencarnados.<br \/> Quem poderia imaginar que a mera posi\u00e7\u00e3o de um rel\u00f3gio, na sala de trabalho, fosse t\u00e3o importante, a ponto de merecer advert\u00eancia espec\u00edfica?<br \/>\n<br \/>Al\u00e9m de tais observa\u00e7\u00f5es espor\u00e1dicas, dos companheiros espirituais, infinitamente mais experimentados do que n\u00f3s, o estudo \u00e9 uma necessidade imperiosa, absoluta.<br \/> Temos a tend\u00eancia de julgar que sabemos mais do que realmente sabemos.<br \/> \u00c9 f\u00e1cil testar essa verdade.<br \/> Leia voc\u00ea, leitor, qualquer p\u00e1gina de \u201cO Livro dos Esp\u00edritos\u201d, ou de \u201cO Livro dos M\u00e9diuns\u201d, e ver\u00e1 que h\u00e1 sempre aspectos que voc\u00ea n\u00e3o havia ainda notado, observa\u00e7\u00f5es que passaram despercebidas, \u00e2ngulos insuspeitados, por mais que voc\u00ea esteja certo de conhecer bem a obra de Kardec.<br \/> O mesmo \u00e9 v\u00e1lido para qualquer outro documento doutrin\u00e1rio s\u00e9rio, como as obras complementares.<\/p>\n<p>O aprendizado tem que ser constante, por v\u00e1rias raz\u00f5es.<br \/> Primeiro, porque nossa mem\u00f3ria \u00e9 falha, e leva-nos a esquecer recomenda\u00e7\u00f5es e instru\u00e7\u00f5es importantes, j\u00e1 lidas no passado.<br \/> Segundo, porque mesmo durante a leitura, a mente divaga, e lemos trechos substanciais, sem a participa\u00e7\u00e3o do consciente.<\/p>\n<p>Um grupo, por\u00e9m, n\u00e3o s\u00e3o apenas finalidades, objetivos e m\u00e9todos; ele \u00e9 tamb\u00e9m gente.<br \/> Encarnada e desencarnada.<\/p>\n<p>Quanto aos encarnados, nossos companheiros em torno da mesa, toda a aten\u00e7\u00e3o deve ser posta em selecion\u00e1-los, O grupo tem que come\u00e7ar de maneira certa, para subsistir.<br \/> Se for constitu\u00eddo \u00e0 base de elementos inconstantes e inseguros, ser\u00e3o remotas suas possibilidades de sobreviv\u00eancia e inseguros os trabalhos, por melhores que sejam as inten\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Al\u00e9m dos demais pontos cr\u00edticos, a sele\u00e7\u00e3o dos m\u00e9diuns \u00e9 da mais alta import\u00e2ncia, bem como a maneira de trat\u00e1-los e integr\u00e1-los no trabalho, a fim de que possam dar de si mesmos, em clima de seguran\u00e7a e confian\u00e7a.<br \/> O m\u00e9dium n\u00e3o deve dominar o grupo, nem ser dominado por ele, e sim portar-se como um dos trabalhadores que o comp\u00f5em.<br \/> Se a recomenda\u00e7\u00e3o de estudar sempre \u00e9 v\u00e1lida para o grupo, como um todo, para o m\u00e9dium ela adquire as propor\u00e7\u00f5es de uma obriga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O\tdoutrinador n\u00e3o ser\u00e1 jamais o sumo-sacerdote de um novo culto, a impor ritos e f\u00f3rmulas m\u00e1gicas, a ditar ordens, como um general em campanha; ele \u00e9 apenas mais um trabalhador, o que n\u00e3o significa que a disciplina do grupo deva correr \u00e0 matroca.<br \/> Usualmente, o doutrinador acumula as fun\u00e7\u00f5es de dirigente encarnado dos trabalhos, pela simples raz\u00e3o de que, no contexto de um grupo humano, algu\u00e9m precisa assumir a lideran\u00e7a.<br \/> Lideran\u00e7a, por\u00e9m, n\u00e3o \u00e9 despotismo.<br \/> Se ele \u00e9 tamb\u00e9m o dirigente humano, precisa contar com o respeito afetuoso de seus companheiros, para que possam trabalhar todos em harmonia.<\/p>\n<p>Se sentir que n\u00e3o tem condi\u00e7\u00f5es pessoais para doutrinar, deve atribuir essas fun\u00e7\u00f5es a outros membros da equipe, que julgue mais bem qualificados.<\/p>\n<p>S\u00e3o rigorosas as especifica\u00e7\u00f5es de um bom doutrinador; dilicilmente re\u00fanem-se todas as caracter\u00edsticas desej\u00e1veis numa s\u00f3 pessoa.<br \/> Por isso, lembrei por a\u00ed, no livro, que n\u00e3o h\u00e1 doutrinadores perfeitos; contentemo-nos em ser razo\u00e1veis e lutemos por adquirir as qualidades que nos faltam.<br \/> De minha parte, considero algumas dessas qualidades como apenas desej\u00e1veis, e outras indispens\u00e1veis.<br \/> Entre estas colocaria, como vimos:<br \/>\n<br \/>*\tForma\u00e7\u00e3o doutrin\u00e1ria<br \/>\n<br \/>*\tEvangeliza\u00e7\u00e3o<br \/>\n<br \/>*\tAutoridade moral<br \/>\n<br \/>*\tF\u00e9<br \/>\n<br \/>* Amor<br \/>\n<br \/>O\tgrande ativador desses petrechos espirituais \u00e9, sem d\u00favida alguma, o amor.<br \/> Para o doutrinador, o preceito evang\u00e9lico do \u201camai-vOS uns aos outros\u201d, e aquele outro, \u201camai os VOSSOS inimigos\u201d, n\u00e3o s\u00e3o apenas frases bonitas, para declamar aos Esp\u00edritos, mas condi\u00e7\u00f5es essenciais ao trabalho.<br \/> O amor fraterno, no trabalho de doutrina\u00e7\u00e3o, tem que ser sentido mesmo, e n\u00e3o apenas fingido ou for\u00e7ado; tem que emergir das profundezas do ser, como um movimento irreprim\u00edvel, no qual nos doamos integralmente, quer o companheiro aceite ou n\u00e3o, de pronto, a nossa entrega.<br \/> O impacto do amor Sincero, no cora\u00e7\u00e3o de um irm\u00e3o que sofre, \u00e9uma das coisas mais impressionantes e comoventes do trabalho de doutrina\u00e7\u00e3o.<br \/> Vemo-lo repetir-se a cada instante, sempre o mesmo, e nunca nos cansamos de admirar a sua for\u00e7a positiva e construtiva.<br \/> Jamais deixei de me surpreender com o espet\u00e1culo emocionante desse impacto, o \u00fanico, em nossa miser\u00e1vel exist\u00eancia de seres imperfeitos, que nos d\u00e1 realmente a sensa\u00e7\u00e3o de que o amor \u00e9 um milagre que podemos realizar em nome do Cristo.<\/p>\n<p>Quando Ele falou a Jo\u00e3o que n\u00f3s somos deuses, creio que se referia especificamente ao amor em n\u00f3s.<br \/> Ao criar-nos, Deus colocou em n\u00f3s a fagulha do amor, dizem os grandes instrutOres.<br \/> E freq\u00fcentemente nos esquecemos de que uma fagulha do infinito \u00e9 tamb\u00e9m infinita e, por isso, s\u00e3o ilimitadas as nossas possibilidades de crescimento, pelas trilhas do amor.<br \/> Parece que o Pai imantou com esse amor a nossa pequenina limalha e, por isso, somos irresistivelmente atra\u00eddos para Ele, atrav\u00e9s do espa\u00e7o infinito e do tempo imemorial.<\/p>\n<p>Assim, quando conseguimos transmutar-nos em amor, ante os companheiros que sofrem, estamos nos colocando no sentido e na dire\u00e7\u00e3o que segue todo o Universo.<\/p>\n<p>Quem poder\u00e1 resistir?<br \/>\n<br \/>\u2014 \u201cSe Deus est\u00e1 conosco \u2014 dizia o nosso Paulo \u2014 quem estar\u00e1 contra n\u00f3s?\u201d<br \/>\n<br \/>Se me fosse pedido o segredo da doutrina\u00e7\u00e3o, diria apenas uma palavra:<br \/>\n<br \/>\u2014 AMOR!<\/p>\n<p>Fim<br \/>\n<\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_19480\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"19480\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; 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