{"id":20397,"date":"2025-08-29T10:12:00","date_gmt":"2025-08-29T10:12:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2025-08-29T10:12:00","modified_gmt":"2025-08-29T10:12:00","slug":"artigo20397","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo20397\/","title":{"rendered":"A \u00e1rvore gigantesca  &#8211; Reda\u00e7\u00e3o do Momento Esp\u00edrita"},"content":{"rendered":"<p>Em textos \u00e9picos da \u00cdndia Antiga, encontramos a grande Hist\u00f3ria dos Bh\u00e1ratas.<\/p>\n<p>Trata-se de um poema, o Maab\u00e1rata, escrito em s\u00e2nscrito.<br \/> \u00c9 considerado o maior poema de todos os tempos, com cerca de duzentos mil versos.<\/p>\n<p>Acredita-se que eles come\u00e7aram a ser escritos cerca de quatrocentos anos antes de Cristo e foram finalizados no s\u00e9culo dois da Era Crist\u00e3.<\/p>\n<p>A mais famosa passagem dessa obra \u00e9 o conhecido Bhagavad Gita, lido como uma obra religiosa \u00e0 parte.<\/p>\n<p>Interessante percebermos que a moral ensinada nesses versos \u00e9 semelhante \u00e0 moral crist\u00e3, ensinada pelo Mestre Jesus.<br \/> Isso nos diz que certas verdades s\u00e3o universais.<\/p>\n<p>Versa o poema que os males com que afligimos o pr\u00f3ximo nos perseguem, assim como a sombra segue o corpo.<br \/> As obras inspiradas pelo amor aos nossos semelhantes s\u00e3o as que mais pesar\u00e3o na balan\u00e7a celeste.<\/p>\n<p>Se convives com os bons, afirma, teus exemplos ser\u00e3o in\u00fateis.<br \/> N\u00e3o receeis habitar entre os maus para os reconduzir ao bem.<\/p>\n<p>O homem virtuoso \u00e9 semelhante a uma \u00e1rvore gigantesca, cuja sombra ben\u00e9fica permite frescura e vida \u00e0s plantas que a cercam.<\/p>\n<p>Que bela forma de abordar a lei de causa e efeito, que bela maneira de demonstrar que as leis de Deus est\u00e3o gravadas em nossa consci\u00eancia.<\/p>\n<p>Os males que praticamos nos perseguem.<br \/> S\u00e3o trevas que criamos para n\u00f3s mesmos.<br \/> \u00c9 a consci\u00eancia que nos cobra solu\u00e7\u00e3o, que nos pede ajuste, arrependimento e repara\u00e7\u00e3o com as leis maiores.<\/p>\n<p>Enquanto n\u00e3o houver mudan\u00e7a, permanecem as trevas.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m fala aquilo que mais nos destaca no tempo e no espa\u00e7o: as nossas obras inspiradas pelo amor.<\/p>\n<p>Essa balan\u00e7a celeste tamb\u00e9m est\u00e1 em nossa consci\u00eancia.<br \/> Igualmente nas consequ\u00eancias naturais de quem abre novos caminhos sendo bom.<\/p>\n<p>S\u00e3o novos mundos, novas conviv\u00eancias, acesso a novas experi\u00eancias e conhecimentos.<br \/> E tudo acontece de forma muito natural.<\/p>\n<p>Os versos tamb\u00e9m destacam que a conviv\u00eancia apenas com aqueles que pensam como n\u00f3s nada nos acrescenta.<\/p>\n<p>Precisamos estar entre aqueles que mais necessitam.<br \/> A\u00ed reside o verdadeiro m\u00e9rito do trabalhador do bem, aquele que vem para servir.<\/p>\n<p>\u00c9 com isso que crescemos, adquirimos experi\u00eancia e depuramos a nossa alma.<\/p>\n<p>Por fim, apresenta uma bel\u00edssima met\u00e1fora:<\/p>\n<p>O homem virtuoso \u00e9 semelhante a uma \u00e1rvore gigantesca, cuja sombra ben\u00e9fica permite frescura e vida \u00e0s plantas que a cercam.<\/p>\n<p>\u00c9 de nos questionarmos: qual o tamanho da nossa sombra ben\u00e9fica aos que est\u00e3o ao nosso redor?<\/p>\n<p>Quanto de frescura e vida conseguimos propiciar para aqueles que nos cercam?<\/p>\n<p>Alguma vez pensamos a respeito disso, sobre o tamanho da nossa \u00e1rvore? Sobre o qu\u00e3o importantes podemos ser para aqueles que convivem conosco?<\/p>\n<p>Come\u00e7amos como \u00e1rvore pequenina, que precisa da prote\u00e7\u00e3o de outras maiores.<br \/> Conforme o tempo vai passando, podemos aumentar nossas condi\u00e7\u00f5es e abrigar muitas criaturas necessitadas.<\/p>\n<p>\u00c1rvores frondosas podem guardar pequenas florestas debaixo de seus galhos seguros.<\/p>\n<p>Pensemos, ent\u00e3o: que tipo de \u00e1rvore j\u00e1 conseguimos ser?<\/p>\n<p>Reda\u00e7\u00e3o do Momento Esp\u00edrita com base no cap.<br \/> I,<br \/>\n<br \/> pt.<br \/> I, do livro Depois da morte, de L\u00e9on Denis,<br \/>\n<br \/> ed.<br \/> FEB e cita\u00e7\u00e3o do Mahabharata,<br \/>\n<br \/> tradu\u00e7\u00e3o de H.<br \/> Fauche.<\/p>\n<p>Em 11.<br \/>6.<br \/>2025<\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_20397\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"20397\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 16\/16;\" \/><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em textos \u00e9picos da \u00cdndia Antiga, encontramos a grande Hist\u00f3ria dos Bh\u00e1ratas. Trata-se de um poema, o Maab\u00e1rata, escrito em s\u00e2nscrito. \u00c9 considerado o maior poema de todos os tempos, com cerca de duzentos mil versos. 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