{"id":207,"date":"2015-08-20T14:50:00","date_gmt":"2015-08-20T14:50:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/2015\/08\/20\/tempo-mente-e-acao-carlos-torres-pastorino\/"},"modified":"2015-08-20T14:50:00","modified_gmt":"2015-08-20T14:50:00","slug":"artigo207","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo207\/","title":{"rendered":"Tempo, mente e a\u00e7\u00e3o &#8211; Carlos Torres Pastorino"},"content":{"rendered":"<p><a name=more><\/a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<a href=http:\/\/wwww.centronocaminhodaluz.com.br\/ target=_blank><img src=http:\/\/cecal.centronocaminhodaluz.com.br\/templates\/business-portal\/images\/logo.gif \/><\/a>  &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<a href=http:\/\/cecal.centronocaminhodaluz.com.br\/bloguer\/pdf.asp?site=cecal&amp; target=_blank><img src=http:\/\/cecal.centronocaminhodaluz.com.br\/bloguer\/pdf_button.png \/><\/a>    <\/p>\n<p>No princ\u00edpio&#8230;A Terra era vazia e havia trevas sobre a face do abismo. (G\u00eanesis, 1:1-2)&#8230;e Deus iniciou a Sua Obra, a que conhecemos&#8230;  <\/p>\n<p>Por mais que a intelig\u00eancia humana recue na busca desse princ\u00edpio, o primeiro momento desaparece no tempo e no espa\u00e7o, sem que qualquer concep\u00e7\u00e3o possa apresentar um limite, perdendo-se, no infinito, que dimensiona a humana ignor\u00e2ncia a respeito da Causalidade Absoluta.  <\/p>\n<p>Desde que, no princ\u00edpio, torna-se o ponto de partida para    o tempo, que haveria antes, se \u00e9 que havia? Da mesma forma, assomam, \u00e0 mente, as propostas evang\u00e9licas, quando se referem ao at\u00e9 o fim dos tempos (I Pedro: 1-20), ensejando margem anovas inquiri\u00e7\u00f5es a respeito do que ocorrer\u00e1 depois, se ocorrer&#8230;  <\/p>\n<p>Mesmo que se aprofunde ao m\u00e1ximo a intelig\u00eancia, atrav\u00e9s do conhecimento, na decifra\u00e7\u00e3o da inc\u00f3gnita do tempo, mais complexos se tornam os fen\u00f4menos que atrav\u00e9s dele se manifestam e podem ser observados.  <\/p>\n<p>Desta forma, a \u00fanica dimens\u00e3o descomprometida para elucid\u00e1-la \u00e9 a t\u00e1cita aceita\u00e7\u00e3o da Eternidade, abrangendo o ilimitado e o relativo, o antes n\u00e3o existido e o depois que n\u00e3o existir\u00e1.  <\/p>\n<p>O tempo, no entanto, somente se torna realidade por causa da mente, que se apresenta como o sujeito, o observador, o Eu que se det\u00e9m a considerar o objeto, o observado, o fen\u00f4meno.  <\/p>\n<p>Esse tempo indimensional \u00e9 o real, o verdadeiro, existente em todas as \u00e9pocas, mesmo antes do princ\u00edpio e depois do fim.  <\/p>\n<p>   Aquele que determina as ocorr\u00eancias, que mede, estabelecendo metas e dimens\u00f5es, \u00e9 o relativo, o ilus\u00f3rio, que define bases e per\u00edodos denominados ontem, hoje e amanh\u00e3, atrav\u00e9s dos quais a vida se expressa nos c\u00edrculos terrenos e na vis\u00e3o l\u00f3gica &#8211; humana &#8211; do Universo.  <\/p>\n<p>A mente relaciona manifesta\u00e7\u00f5es que decorrem, no Sistema Solar, dos movimentos de transla\u00e7\u00e3o e de rota\u00e7\u00e3o da Terra, limitando os espa\u00e7os que passam pelo crivo das conven\u00e7\u00f5es estabelecidas e tornadas realidades, sempre por\u00e9m, aparentes, porque em car\u00e1ter relativo e n\u00e3o em acontecimento &#8211; fen\u00f4meno absoluto.  <\/p>\n<p>N\u00e3o obstante, mesmo na estabelecida raia, a varia\u00e7\u00e3o de conte\u00fados demonstra que somente o real existe, sendo o conceptual uma cria\u00e7\u00e3o-limite necess\u00e1ria para a mente de cada indiv\u00edduo.  <\/p>\n<p>Esse organograma de fases torna-se uma necessidade para o processo sams\u00e1rico, a infinita roda das reencarna\u00e7\u00f5es. Face ao impositivo da consci\u00eancia que estabelece as marcas temporais, o conceito do ho   je assume a condi\u00e7\u00e3o do que se pensa, do que se faz e do que se aspira.  <\/p>\n<p>\u00c9 resultado inevit\u00e1vel do j\u00e1 realizado &#8211; passado &#8211; promovendo a constru\u00e7\u00e3o do que se realizar\u00e1 &#8211; futuro.  <\/p>\n<p>Se, por exemplo, algu\u00e9m, num grupo, observar qualquer ocorr\u00eancia, esta passa a ter exist\u00eancia conforme o grau de emo\u00e7\u00e3o do envolvido, o seu discernimento intelectual, a sua capacidade de identifica\u00e7\u00e3o com o fato, a sua \u00f3ptica existencial. Cada um, portanto, daqueles que assistiram o acontecimento, experiencia uma viv\u00eancia que difere, \u00e0s vezes, diametralmente do que o outro captou.  <\/p>\n<p>Esse fen\u00f4meno \u00e9 observ\u00e1vel nos testemunhos apresentados por pessoas que estiveram presentes e acompanharam o desfecho de algum crime ou irregularidade. Mesmo quando honestas, os seus enfoques provocam perturba\u00e7\u00e3o nos jurados, que ficam impossibilitados de discernir o real do imagin\u00e1rio, exigindo a habilidade dos advogados, quer da defesa, quer de acusa\u00e7\u00e3o &#8211; a promotoria especialmente &#8211; para que    seja estabelecida a verdade, sempre relativa e raramente leg\u00edtima em torno do acontecido.  <\/p>\n<p>Aquele agora do fato, logo depois se arquivou na mem\u00f3ria do passado, que ser\u00e1 ressumado no futuro, quando um novo presente se imponha como condi\u00e7\u00e3o de justi\u00e7a para a regulariza\u00e7\u00e3o penal necess\u00e1ria.  <\/p>\n<p>A mente, portanto, que pensa, estabelece que o ato em que se fixa \u00e9 o presente, no entanto, na celeridade do tempo em si mesmo &#8211; sem movimento, sem pressa nem vagar &#8211; \u00e0 medida que elabora ou conceitua cada percep\u00e7\u00e3o estabelecida torna-se passado, e enquanto desenvolve a reflex\u00e3o avan\u00e7a pelo futuro afora.  <\/p>\n<p>Viajar no permanente agora, integrando-se nas experi\u00eancias que defluem das a\u00e7\u00f5es &#8211; pensamentos condensados em atitudes &#8211; enriquece o ser humano com a sabedoria, avan\u00e7ando no rumo da perfei\u00e7\u00e3o.  <\/p>\n<p>Ter\u00e1 limite essa conquista? Certamente que n\u00e3o, porquanto, se o houvesse, delinearia a borda de uma espiral cada vez mais ampla em um novo ciclo do processo da ev   olu\u00e7\u00e3o.  <\/p>\n<p>O tempo terrestre, limitado, para facultar o entendimento do campo da sua infinitude, somente poder\u00e1 ser experienciado atrav\u00e9s da ora\u00e7\u00e3o e da medita\u00e7\u00e3o. A primeira, auxilia a romper-se o c\u00edrculo dos pensamentos, nos quais a mente se movimenta, concedendo o \u00eaxtase, a anula\u00e7\u00e3o do tempo e o desaparecimento do espa\u00e7o, propiciando outra dimens\u00e3o emocional. A segunda, faculta a ruptura da barreira que dimensiona e encarcera, em cujo bojo uma experi\u00eancia sucede \u00e0 outra, dando curso ao mecanismo das medidas. No mergulho de seu campo de vibra\u00e7\u00f5es, fora do tempo terrestre, o Esp\u00edrito &#8211; n\u00e3o mais o eu superficial &#8211; volve ao seu mundo de origem e participa da vida em sua plenitude, sem a pris\u00e3o das sensa\u00e7\u00f5es, nem os tormentos da emo\u00e7\u00e3o linear.  <\/p>\n<p>Essa penetra\u00e7\u00e3o profunda nas esferas do tempo real \u00e9 consequ\u00eancia da conquista vertical da experi\u00eancia que se transformar\u00e1 em a\u00e7\u00e3o, ao inv\u00e9s da horizontal dos atos que se sucedem indefinidamente&#8230;  <\/p>\n<p>Esse tempo r   eal \u00e9 o oceano infinito onde o Universo, em fases e per\u00edodos, repete as suas manifesta\u00e7\u00f5es c\u00f3smicas. Ciclicamente, os fen\u00f4menos ressurgem e se imortalizam no triunfo do Esp\u00edrito que foi criado simples e ignorante, mediante o esfor\u00e7o e o trabalho edificante, iluminando-se com a sabedoria.  <\/p>\n<p>Eis definida a necessidade da reencarna\u00e7\u00e3o, atrav\u00e9s de cuja roda de samsara, o ser emerge das formas pesadas e ala-se em d\u00falcidas vibra\u00e7\u00f5es de luz no rumo do Infinito. Enquanto persevera nas amarras do passado, que se transformam em cadeias de sofrimentos e de ang\u00fastias no presente, necessita de deslindar-se caminhando para o futuro. Todos esses tempos, por\u00e9m, encontram-se num s\u00f3 per\u00edodo de tempo denominado hoje, que lhe constitui a oportunidade incompar\u00e1vel de sair das repeti\u00e7\u00f5es dos comportamentos afligentes.  <\/p>\n<p>Fadado \u00e0 plenitude, o Esp\u00edrito al\u00e7a-se ao infinito, etapa a etapa, mediante as conquistas de amor e de sacrif\u00edcio que o dominar\u00e3o ao largo das viv\u00eancias de sublima   \u00e7\u00e3o.  <\/p>\n<p>Esse empenho libertador auxilia-o na busca do Nirvana, do Reino dos C\u00e9us, da Espiritualidade Superior, onde o tempo e o espa\u00e7o se encontram no infinito da realidade por enquanto desconhecida. Somente atrav\u00e9s desse processo \u00e9 que se desenvolver\u00e1 o Cristo Interno, a Divina Chispa, a Semente Sublime, o Deus interior, que predomina em germe no cerne de todos os seres humanos.  <\/p>\n<p>A mente, inquieta e insegura, gerando conflitos por tend\u00eancia tormentosa, heran\u00e7a at\u00e1vica dos per\u00edodos de transi\u00e7\u00e3o pelos quais passou, engendra astutos- instintivos &#8211; mecanismos de fuga da realidade &#8211; do tempo leg\u00edtimo &#8211; para a fantasia, a ilus\u00e3o, o medo, a incerteza que atira na sucess\u00e3o da dimens\u00e3o limitada, estabelecendo sofrimentos nos quais se compraz&#8230;  <\/p>\n<p>Este relativo fen\u00f4meno do tempo hoje constitui a ensancha para a aprendizagem da a\u00e7\u00e3o profunda mediante a viv\u00eancia em que se transforma a imagem do pensamento.  <br \/>No come\u00e7o, passo a passo, avan\u00e7a pelo tempo relativo   , o ontem fundindo-se no hoje e este fazendo-se o amanh\u00e3 que est\u00e1 chegando.  <\/p>\n<p>Mediante a leg\u00edtima reflex\u00e3o, al\u00e9m da mente que raciocina horizontalmente a+b=ab, saltando-se para a conex\u00e3o tempo &#8211; espa\u00e7o infinito, viver-se-\u00e1 um hoje cont\u00ednuo, que n\u00e3o se transfere para o futuro, nem recua para o passado nele embutido, trabalhando em favor do estado de paz permanente.  <\/p>\n<p>Mui comumente se afirma que o tempo no prazer, na alegria, na felicidade \u00e9 sempre r\u00e1pido, enquanto que durante a expectativa de algo, no sofrimento, no testemunho, na ang\u00fastia \u00e9 sempre muito demorado, n\u00e3o obstante seja a mesma a carga de segundos em que transcorrem ambos os estados emocionais.  <\/p>\n<p>Certamente, a dimens\u00e3o hor\u00e1ria funcionar\u00e1 no ser biol\u00f3gico, assim como no psicol\u00f3gico, na mente condicionada, desgastando o corpo que se consumir\u00e1, pela inevit\u00e1vel transforma\u00e7\u00e3o molecular na sepultura ou na incinera\u00e7\u00e3o, liberando, por\u00e9m, o Esp\u00edrito, para que prossiga a experi\u00eancia de eternidade em    que se iniciou, desde o seu nascimento, mas que nunca se extinguir\u00e1&#8230;  <\/p>\n<p>Carlos Torres Pastorino  <br \/>Psicografia de Divaldo Pereira Franco, em sess\u00e3o da noite de 19 de mar\u00e7o de 2003, no Centro Esp\u00edrita Caminho da Reden\u00e7\u00e3o, em Salvador, Bahia.  <br \/>Em16 .01.2012.  <\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_207\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"207\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 16\/16;\" \/><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; No princ\u00edpio&#8230;A Terra era vazia e havia trevas sobre a face do abismo. 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