{"id":208,"date":"2015-08-20T14:49:00","date_gmt":"2015-08-20T14:49:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/2015\/08\/20\/temor-da-morte-joanna-de-angelis\/"},"modified":"2015-08-20T14:49:00","modified_gmt":"2015-08-20T14:49:00","slug":"artigo208","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo208\/","title":{"rendered":"Temor da morte &#8211; Joanna de \u00c2ngelis"},"content":{"rendered":"<p><a name=more><\/a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<a href=http:\/\/wwww.centronocaminhodaluz.com.br\/ target=_blank><img src=http:\/\/cecal.centronocaminhodaluz.com.br\/templates\/business-portal\/images\/logo.gif \/><\/a>  &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<a href=http:\/\/cecal.centronocaminhodaluz.com.br\/bloguer\/pdf.asp?site=cecal&amp; target=_blank><img src=http:\/\/cecal.centronocaminhodaluz.com.br\/bloguer\/pdf_button.png \/><\/a>     <\/p>\n<p>O temor da morte \u00e9 resultado da ignor\u00e2ncia a respeito da vida.  <\/p>\n<p>Tradicionalmente renegada como sendo o fim, considerada como o momento de presta\u00e7\u00e3o de contas, normalmente apavorante, em raz\u00e3o do comportamento existencial durante a jornada terrestre, quase sempre reproch\u00e1vel, ou aniquilamento da consci\u00eancia, a morte se transformou em hedionda realidade da qual, por\u00e9m, ningu\u00e9m consegue eximir-se.  <\/p>\n<p>Para morrer, basta encontrar-se vivo.  <\/p>\n<p>  <   br>Em algumas culturas ancestrais e em diversas atuais, procura-se mascarar a morte, ora realizando-se cultos prolongados e afligentes, noutros momentos produzindo-se festas de liberta\u00e7\u00e3o do corpo, ainda, outras vezes, promovendo-se cerimoniais, maquilando-se o cad\u00e1ver para dar-lhe melhor apar\u00eancia, como se isso fosse importante, com o objetivo de diminuir-se a dor do seu enfrentamento.  <\/p>\n<p>Quando se tem consci\u00eancia do significado real da morte, na condi\u00e7\u00e3o de passaporte para a vida, a alegria da imortalidade substitui a ang\u00fastia do eterno adeus, ou da promessa do ju\u00edzo final, ou ainda, a respeito do  nunca mais&#8230;  <\/p>\n<p>Se o corpo pudesse prolongar a sua perman\u00eancia na Terra, como agradaria a alguns aficionados da ilus\u00e3o, mas apenas temporariamente, como isso seria terr\u00edvel para os portadores de enfermidades degenerativas, de dist\u00farbios psic\u00f3ticos profundos, de deformidades cong\u00eanitas, de paralisias, de transtornos psicol\u00f3gicos destrutivos, da    mis\u00e9ria social e econ\u00f4mica, das expia\u00e7\u00f5es em geral.  <\/p>\n<p>Para quem se compraz na fantasia da ignor\u00e2ncia, pretendendo manter a eterna juventude, desfrutar dos esgotantes prazeres, permanecer em foco onde quer que se encontre, seria, aparentemente, muito bom e compensador. No entanto, tudo quanto se faz repetitivo, num continuum demorado, corre o risco de tornar-se tedioso, de produzir o vazio existencial por falta de significado psicol\u00f3gico&#8230;  <\/p>\n<p>A Divindade, ao estabelecer os limites org\u00e2nicos, em raz\u00e3o das energias que vitalizam a mat\u00e9ria, proporciona tempo e oportunidade necess\u00e1rios para o desenvolvimento \u00e9tico-moral e espiritual do ser humano.  <\/p>\n<p>Mediante as exist\u00eancias sucessivas, adquirem-se os valores inalien\u00e1veis para a conquista do bem-estar, da harmonia, da individua\u00e7\u00e3o.  <\/p>\n<p>Com a sua constitui\u00e7\u00e3o imortal, o Esp\u00edrito progride e alcan\u00e7a os patamares superiores da vida, podendo fruir todas as b\u00ean\u00e7\u00e3os que    se lhe encontram ao alcance.  <\/p>\n<p>A felicidade n\u00e3o \u00e9 deste mundo &#8211; assevera o Eclesiastes, demonstrando, que sim, existe a plenitude, mas n\u00e3o a anelada pelo corpo f\u00edsico no mundo material.  <\/p>\n<p>A consci\u00eancia da sobreviv\u00eancia \u00e0 disjun\u00e7\u00e3o molecular proporcional real alegria de viver e de lutar, ensejando um grandioso significado \u00e0 exist\u00eancia que se adorna de possibilidades que facultam a conquista do estado numinoso.  <\/p>\n<p>Alguns objetam que esse comportamento pode proporcionar acomoda\u00e7\u00e3o ao sofrimento, aceita\u00e7\u00e3o passiva das ocorr\u00eancias perturbadoras, pensando-se que as futuras reencarna\u00e7\u00f5es tudo resolvem.  <\/p>\n<p>Pelo contr\u00e1rio, ocorre, pois que a consci\u00eancia de si faculta amplia\u00e7\u00e3o dos horizontes mentais, enriquecimento emocional superior, esperan\u00e7a de alcan\u00e7ar-se as metas dignificantes da vida, \u00e0 medida que se luta por consegui-las.  <\/p>\n<p>*   *   *  <\/p>\n<p>Morre-se a cada instante, em raz\u00e3o das cont\u00ednuas transform   a\u00e7\u00f5es que ocorrem no organismo.  <\/p>\n<p>Centenas de milh\u00f5es de c\u00e9lulas decomp\u00f5em-se e morrem, em minutos, ensejando o surgimento de outras tantas, at\u00e9 o momento quando a energia vital em deperecimento resultante do desgaste diminui e se consome, ensejando a morte de todo o organismo.  <\/p>\n<p>Em uma l\u00facida compara\u00e7\u00e3o, toda vez quando o sono fisiol\u00f3gico toma o organismo e obscurece a consci\u00eancia, defronta-se uma forma de morte, sem grande varia\u00e7\u00e3o a respeito daquela que encerra o ciclo terrestre.  <\/p>\n<p>O medo da morte, de alguma forma, \u00e9 at\u00e1vico, procedente da caverna, quando o fen\u00f4meno biol\u00f3gico sucedia e o homem primitivo n\u00e3o o entendia, desconhecendo a raz\u00e3o da sua ocorr\u00eancia.  <\/p>\n<p>Do desconhecido sucesso \u00e0s informa\u00e7\u00f5es que foram sendo recolhidas ao longo dos mil\u00eanios, os mitos e arqu\u00e9tipos remotos se encarregaram de criar funestos conceitos a seu respeito.  <\/p>\n<p>Nada obstante, nesse mesmo per\u00edodo, ocorrem,    as memor\u00e1veis comunica\u00e7\u00f5es espirituais cujas informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o encontradas em algumas escritas rupestres, assim tamb\u00e9m originando-se o culto aos Esp\u00edritos, como uma forma de os manter vivos, de os tranquilizar, de os encaminhar ao mundo de origem.  <\/p>\n<p>Guardadas hoje as propor\u00e7\u00f5es, cerim\u00f4nias religiosas, as recomenda\u00e7\u00f5es lit\u00fargicas e os ritos constituem um aperfei\u00e7oamento daqueles cultos primitivos, nos quais, durante um largo per\u00edodo, realizavam-se holocaustos de animais e de seres humanos, afim de acalmar aqueles que se proclamavam deuses e respons\u00e1veis pelos acontecimentos em geral.  <\/p>\n<p>Houve, sem d\u00favida, um grande progresso na celebra\u00e7\u00e3o dos cultos aos mortos, permanecendo ainda, lamentavelmente, a ignor\u00e2ncia em torno da imortalidade.  <\/p>\n<p>Retornando ao conv\u00edvio com aqueles que ficaram na Terra, disp\u00f5e-se de claras e significativas informa\u00e7\u00f5es a respeito da sobreviv\u00eancia do ser, de como contribuir em seu benef\u00edcio, substituindo    a pompa e as extravag\u00e2ncias muito do agrado da insensatez pelas ora\u00e7\u00f5es ungidas de amor e de respeito pela sua mem\u00f3ria, recordando-o com carinho, trabalhando-se em benef\u00edcio do pr\u00f3ximo, em homenagem ao que representa na afetividade&#8230;  <\/p>\n<p>A rever\u00eancia ao corpo fixou-se de tal maneira no comportamento humano, que a arte utilizou-se desse fen\u00f4meno, para preservar o carinho dos que permaneceram no mundo, afinal, por pouco tempo, porque tamb\u00e9m foram convocados a seguir para o Al\u00e9m, atrav\u00e9s dos monumentos colossais, dos mausol\u00e9us ricamente decorados, das capelas revestidas de mosaicos e de m\u00e1rmores de altos pre\u00e7os&#8230; Os artistas aumentarem esse tipo de .culto, estimulando as decora\u00e7\u00f5es com est\u00e1tuas imponentes ou comovedoras, utilizando do bronze, do ferro, do ouro e de outros metais, como de pedras preciosas, de pinturas faustosas, para expressar a grandiosidade do desencarnado, muitas vezes em situa\u00e7\u00f5es deplor\u00e1veis no mundo espiritual, como decorr\u00eancia da vida q   ue levou na Terra&#8230;  <\/p>\n<p>Ainda a\u00ed, vemos uma forma de dissimular a morte, dando um aspecto festivo aos despojos j\u00e1 consumidos pelos fen\u00f4menos naturais&#8230;  <\/p>\n<p>&#8230;E todos esses recursos poderiam ser encaminhados para diminuir o sofrimento  de milh\u00f5es de criaturas enfermas, esfaimadas, exclu\u00eddas do conjunto social&#8230;  <\/p>\n<p>Infelizmente, por\u00e9m, a morte \u00e9 um dos fatores que empurram as pessoas fracas e despreparadas para os enfrentamentos normais da exist\u00eancia, para a depress\u00e3o, para a revolta, para a viol\u00eancia.  <\/p>\n<p>Ningu\u00e9m conseguir\u00e1 driblar a morte, por mais que o intente.  <\/p>\n<p>*   *   *  <\/p>\n<p>Pensa com frequ\u00eancia e tranquilidade na tua desencarna\u00e7\u00e3o.  <\/p>\n<p>Considera que o momento, por mais distante se te apresente, chegar\u00e1 fatalmente. Recorda os teus desencarnados com carinho, envolvendo-os em ternura e ora\u00e7\u00f5es.  <\/p>\n<p>Fala-lhes mentalmente a respeito da realidade na qual se encontram e de com   o se devem comportar, procurando o apoio dos seus Guias e a prote\u00e7\u00e3o do Senhor da Vida.  <\/p>\n<p>Morrendo e retornando, logo depois, Jesus cantou o hino da imortalidade gloriosa que culmina a Sua trajet\u00f3ria na Terra de maneira insuper\u00e1vel.  <\/p>\n<p>Joanna de \u00c2ngelis.  <br \/>Psicografia de Divaldo Pereira Franco, na sess\u00e3o medi\u00fanica de 25 de maio de 2010, na resid\u00eancia de Josef Jachulak, em Viena, \u00c1ustria.  <br \/>Em 24.01.2011.<\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_208\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"208\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 16\/16;\" \/><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O temor da morte \u00e9 resultado da ignor\u00e2ncia a respeito da vida. 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