{"id":20930,"date":"2025-09-19T14:53:00","date_gmt":"2025-09-19T14:53:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2025-09-19T14:53:00","modified_gmt":"2025-09-19T14:53:00","slug":"artigo20930","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo20930\/","title":{"rendered":"Livro dos Esp\u00edritos &#8211; Pergunta Numero: 871"},"content":{"rendered":"<div align=left><em><strong>871. Desde que Deus tudo sabe, tamb\u00e9m sabe se um homem deve ou n\u00e3o sucumbir  numa prova. Nesse caso, qual a necessidade da prova, que nada pode revelar a Deus  sobre aquele homem??<\/p>\n<p> \u2013 Tanto valeria perguntar por que Deus n\u00e3o fez o homem per- feito e realizado (item  119), por que o homem passa pela inf\u00e2ncia, antes de chegar \u00e0 idade madura (item 379). A  prova n\u00e3o tem por fim esclarecer a Deus sobre o m\u00e9rito do homem, porque Deus sabe  perfeitamente o que ele vale, mas deixar ao homem toda a responsabilidade da sua a\u00e7\u00e3o,  uma vez que ele tem a liberdade de fazer ou n\u00e3o fazer. Podendo o homem escolher entre  o bem e o mal, a prova tem por fim coloc\u00e1-la ante a tenta\u00e7\u00e3o do mal, deixando-lhe todo o  m\u00e9rito da resist\u00eancia. Ora, n\u00e3o obstante Deus saiba muito bem, com     que tenha atingido. \u00c9 nisso, como j\u00e1 dissemos, que consiste sobretudo o seu livre arb\u00edtrio.  Essa liberdade n\u00e3o \u00e9 anulada pela encarna\u00e7\u00e3o. Se ele cede \u00e0 influ\u00eancia da mat\u00e9ria, \u00e9 ent\u00e3o  que sucumbe nas provas por ele mesmo escolhidas. E \u00e9 para o ajudar a super\u00e1-las que  pode invocar a assist\u00eancia de Deus e dos bons Esp\u00edritos. (Ver item 337).  Sem o livre arb\u00edtrio o homem n\u00e3o tem culpa no mal, nem m\u00e9rito no bem, e isso \u00e9 de  tal modo reconhecido que no mundo se proporciona sempre a censura ou o elogio \u00e0  inten\u00e7\u00e3o, o que quer dizer \u00e0 vontade, ora, quem diz vontade, diz liberdade. O homem n\u00e3o  poderia, portanto, procurar desculpas no seu organismo para as suas faltas sem com isso  abdicar da raz\u00e3o e da pr\u00f3pria condi\u00e7\u00e3o humana, para se assemelhar aos animais. Se assim  \u00e9 para o mal, assim mesmo devia ser para o bem. Mas, quando o homem pratica o bem,  tem grande cuidado em consignar o m\u00e9rito a seu favor e n\u00e3o trata de o atribuir aos seus  \u00f3rg\u00e3os, prova de que instintivamente ele n\u00e3o renuncia, malgrado a opini\u00e3o de alguns  sistem\u00e1ticos, ao mais belo privil\u00e9gio da sua esp\u00e9cie: a liberdade de pensar.  A fatalidade, como vulgarmente \u00e9 entendida, sup\u00f5e a decis\u00e3o pr\u00e9via e irrevog\u00e1vel de  todos os acontecimentos da vida, qualquer que seja a sua import\u00e2ncia. Se assim fosse, o  homem seria uma m\u00e1-quina destitu\u00edda de vontade. Para que lhe serviria a intelig\u00eancia, se  ele fosse invariavelmente dominado, em todos os seus atos, pelo poder do destino?  Semelhante doutrina, se verdadeira, representaria a destrui\u00e7\u00e3o de toda liberdade moral,  n\u00e3o haveria mais responsabilidade para o homem, nem mal, nem crime, nem virtude.  Deus, soberana-mente justo, n\u00e3o poderia castigar as suas criaturas por faltas que n\u00e3o  dependiam delas, nem recompens\u00e1-las por virtudes de que n\u00e3o teriam o m\u00e9rito.  Semelhante lei seria ainda a nega\u00e7\u00e3o da lei do progresso, porque o homem que tudo  esperasse da sorte nada tentaria fazer para melhorar a sua posi\u00e7\u00e3o, desde que n\u00e3o poderia  torn\u00e1-la melhor nem pior.  A fatalidade n\u00e3o \u00e9, entretanto, uma palavra v\u00e3, ela existe no tocante \u00e0 posi\u00e7\u00e3o do  homem na Terra e \u00e0s fun\u00e7\u00f5es que nela desempenha, como conseq\u00fc\u00eancia do g\u00eanero de  exist\u00eancia que o seu Esp\u00edrito escolheu, como prova, expia\u00e7\u00e3o ou miss\u00e3o. Sofre ele, de  maneira fatal, todas as vicissitudes dessa exist\u00eancia e todas as tend\u00eancias boas ou m\u00e1s  que lhes s\u00e3o inerentes. Mas a isso se reduz a fatalidade, porque depende da sua vontade  ceder ou n\u00e3o a essas tend\u00eancias. Os detalhes dos acontecimentos est\u00e3o na depend\u00eancia  das circunst\u00e2ncias que ele mesmo provoque, com os seu atos, e sobre os quais podem  influir os Esp\u00edritos, atrav\u00e9s dos pensamentos que lhe sugerem. (Ver item 459).     que tenha atingido. \u00c9 nisso, como j\u00e1 dissemos, que consiste sobretudo o seu livre arb\u00edtrio.  Essa liberdade n\u00e3o \u00e9 anulada pela encarna\u00e7\u00e3o. Se ele cede \u00e0 influ\u00eancia da mat\u00e9ria, \u00e9 ent\u00e3o  que sucumbe nas provas por ele mesmo escolhidas. E \u00e9 para o ajudar a super\u00e1-las que  pode invocar a assist\u00eancia de Deus e dos bons Esp\u00edritos. (Ver item 337).  Sem o livre arb\u00edtrio o homem n\u00e3o tem culpa no mal, nem m\u00e9rito no bem, e isso \u00e9 de  tal modo reconhecido que no mundo se proporciona sempre a censura ou o elogio \u00e0  inten\u00e7\u00e3o, o que quer dizer \u00e0 vontade, ora, quem diz vontade, diz liberdade. O homem n\u00e3o  poderia, portanto, procurar desculpas no seu organismo para as suas faltas sem com isso  abdicar da raz\u00e3o e da pr\u00f3pria condi\u00e7\u00e3o humana, para se assemelhar aos animais. Se assim  \u00e9 para o mal, assim mesmo devia ser para o bem. Mas, quando o homem pratica o bem,  tem grande cuidado em consignar o m\u00e9rito a seu favor e n\u00e3o trata de o atribuir aos seus  \u00f3rg\u00e3os, prova de que instintivamente ele n\u00e3o renuncia, malgrado a opini\u00e3o de alguns  sistem\u00e1ticos, ao mais belo privil\u00e9gio da sua esp\u00e9cie: a liberdade de pensar.  A fatalidade, como vulgarmente \u00e9 entendida, sup\u00f5e a decis\u00e3o pr\u00e9via e irrevog\u00e1vel de  todos os acontecimentos da vida, qualquer que seja a sua import\u00e2ncia. Se assim fosse, o  homem seria uma m\u00e1-quina destitu\u00edda de vontade. Para que lhe serviria a intelig\u00eancia, se  ele fosse invariavelmente dominado, em todos os seus atos, pelo poder do destino?  Semelhante doutrina, se verdadeira, representaria a destrui\u00e7\u00e3o de toda liberdade moral,  n\u00e3o haveria mais responsabilidade para o homem, nem mal, nem crime, nem virtude.  Deus, soberana-mente justo, n\u00e3o poderia castigar as suas criaturas por faltas que n\u00e3o  dependiam delas, nem recompens\u00e1-las por virtudes de que n\u00e3o teriam o m\u00e9rito.  Semelhante lei seria ainda a nega\u00e7\u00e3o da lei do progresso, porque o homem que tudo  esperasse da sorte nada tentaria fazer para melhorar a sua posi\u00e7\u00e3o, desde que n\u00e3o poderia  torn\u00e1-la melhor nem pior.  A fatalidade n\u00e3o \u00e9, entretanto, uma palavra v\u00e3, ela existe no tocante \u00e0 posi\u00e7\u00e3o do  homem na Terra e \u00e0s fun\u00e7\u00f5es que nela desempenha, como conseq\u00fc\u00eancia do g\u00eanero de  exist\u00eancia que o seu Esp\u00edrito escolheu, como prova, expia\u00e7\u00e3o ou miss\u00e3o. Sofre ele, de  maneira fatal, todas as vicissitudes dessa exist\u00eancia e todas as tend\u00eancias boas ou m\u00e1s  que lhes s\u00e3o inerentes. Mas a isso se reduz a fatalidade, porque depende da sua vontade  ceder ou n\u00e3o a essas tend\u00eancias. Os detalhes dos acontecimentos est\u00e3o na depend\u00eancia  das circunst\u00e2ncias que ele mesmo provoque, com os seu atos, e sobre os quais podem  influir os Esp\u00edritos, atrav\u00e9s dos pensamentos que lhe sugerem. (Ver item 459).     A fatalidade est\u00e1, portanto, nos acontecimentos que se apresentam ao homem como  Conseq\u00fc\u00eancia da escolha de exist\u00eancia feita pelo Esp\u00edrito, mas pode n\u00e3o estar no  resultado desses acontecimentos, pois pode depender do homem a modifica\u00e7\u00e3o do curso  das coisas, pela sua prud\u00eancia, e jamais se encontra aos atos da vida moral.  E na morte que o homem \u00e9 submetido, de uma maneira absoluta, \u00e0 inexor\u00e1vel lei da  fatalidade, porque ele n\u00e3o pode fugir ao decreto que fixa o termo de sua exist\u00eancia, nem  ao g\u00eanero de morte que deve interromper-lhe o curso.  Segundo a doutrina comum, o aromem tiraria de si mesmo todos os seus instintos,  estes procederiam seja da sua organiza\u00e7\u00e3o f\u00edsica, pela qual ele n\u00e3o seria respons\u00e1vel, seja  da sua pr\u00f3pria natureza, na qual pode procurar uma escusa para si mesmo, dizendo que  n\u00e3o \u00e9 sua a culpa de ter sido criado daquela forma.  O doutrina esp\u00edrita \u00e9 evidentemente mais moral: ela admite para o homem o livre  arb\u00edtrio em toda a sua plenitude, e ao lhe dizer que, se pratica o mal, cede a uma sugest\u00e3o  m\u00e1 que lhe vem de fora, deixa-lhe toda a responsabilidade, pois lhe reconhece o poder de  resistir, coisa evidentemente mais f\u00e1cil do que se tivesse de lutar contra a sua pr\u00f3pria  natureza. Assim, segundo a doutrina esp\u00edrita, n\u00e3o existem arrastamentos irresist\u00edveis: o  homem pode sempre fechar os ouvidos \u00e0 voz oculta que o solicita para o mal no seu foro  \u00edntimo, como o pode fechar \u00e0 voz material de algu\u00e9m que lhe fale, ele o pode pela sua  vontade, pedindo a Deus a for\u00e7a necess\u00e1ria e reclamando para esse fim a assist\u00eancia dos  bons Esp\u00edritos. E isso que Jesus ensina na sublime forma da ora\u00e7\u00e3o dominical, quando  nos manda dizer: \u201cN\u00e3o nos deixeis cair em tenta\u00e7\u00e3o, mas livrai-nos do mal\u201d.  Essa teoria da causa excitante dos nossos atos ressalta evidente-mente de todos os  ensinamentos dados pelos Esp\u00edritos. E n\u00e3o somente \u00e9 sublime de moralidade, mas  acrescentaremos que eleva o homem aos seus pr6prios olhos, mostrando-o capaz de  sacudir um jugo obsessor, como \u00e9 capaz de fechar sua porta aos importuno. Dessa  maneira, ele n\u00e3o \u00e9 mais uma m\u00e1quina agindo por impuls\u00e3o estranha a sua vontade, mas  um ser dotado de raz\u00e3o, que ouve, julga e escolhe livremente entre dois conselhos.  Acrescentemos que, malgrado isso, o homem n\u00e3o fica privado de iniciativa, n\u00e3o age  menos pelo seu pr\u00f3prio impulso, pois em definitivo ele n\u00e3o passa de um Esp\u00edrito  encarnado que conserva, sob o inv\u00f31ucro corp\u00f3reo, as qualidades e os defeitos que tinha  como Esp\u00edrito.  As faltas que cometemos t\u00eam, portanto, sua origem primeira nas imperfei\u00e7\u00f5es do  nosso pr6prio Esp\u00edrito, que ainda n\u00e3o atingiu a superioridade moral a que se destina, mas  nem por isso tem menos livre     arb\u00edtrio. A vida corp\u00f3rea lhe \u00e9 dada para purgar-se de suas imperfei\u00e7\u00f5es, que o tornam  mais fraco e mais acess\u00edvel \u00e0s suas sugest\u00f5es de outros Esp\u00edritos imperfeitos, que se  aproveitam do fato para faz\u00ea-la sucumbir na luta que empreendeu. Se ele sai vitorioso  dessa luta, se eleva, se fracassa, continua a ser o que era, nem pior, nem melhor: \u00e9 uma  prova que ter\u00e1 de recome\u00e7ar e para o que ainda poder\u00e1 demorar muito tempo na condi\u00e7\u00e3o  em que se encontra. Quanto mais ele se depura, mais diminuem as suas fraquezas e  menos acess\u00edvel se torna aos que o solicitam para o mal. Sua for\u00e7a moral cresce na raz\u00e3o  da sua eleva\u00e7\u00e3o, e os maus Esp\u00edritos se distanciam dele.  Todos os Esp\u00edritos mais ou menos bons, quando encarnados, constituem a esp\u00e9cie  humana. E como a nossa Terra \u00e9 um dos mundos menos adiantados, nela se encontram  mais Esp\u00edritos maus do que bons, eis porque nela vemos tanta perversidade. Fa\u00e7amos,  pois, todos os esfor\u00e7os para n\u00e3o regressar a este mundo ap\u00f3s esta passagem e para  merecermos repousar num mundo melhor, num desses mundos privilegiados onde o bem  reina inteiramente e onde nos lembraremos de nossa perman\u00eancia neste planeta como de  um tempo de ex\u00edlio.     privada h\u00e1 unia infinidade de atos que s\u00e3o de compet\u00eancia exclusiva do tribunal da  consci\u00eancia.<\/strong><\/em><\/div>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_20930\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"20930\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 16\/16;\" \/><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>871. 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