{"id":21246,"date":"2026-04-04T08:12:00","date_gmt":"2026-04-04T08:12:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2026-04-04T08:12:00","modified_gmt":"2026-04-04T08:12:00","slug":"artigo21246","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo21246\/","title":{"rendered":"F\u00e9 \u00e9 ter fidelidade a um prop\u00f3sito &#8211; https:\/\/www.invisibillis.com"},"content":{"rendered":"<p>estraido de: https:\/\/www.invisibillis.com\/fe-e-ter-fidelidade-a-um-proposito\/<\/p>\n<p>O professor, fil\u00f3sofo e humanista brasileiro, Huberto Rohden, no seu livro \u201cA Mensagem Viva do Cristo\u201d refere que \u201cse o esp\u00edrito humano n\u00e3o est\u00e1 sintonizado com o esp\u00edrito de Deus, ele n\u00e3o tem f\u00e9, embora talvez creia.<br \/> Esse homem pode, em teoria, aceitar que Deus existe e, apesar disso, n\u00e3o ter f\u00e9.<br \/> Ter f\u00e9 \u00e9 estar em sintonia com Deus, tanto pela consci\u00eancia como tamb\u00e9m pela viv\u00eancia, ao passo que um homem sem sintonia com Deus pela consci\u00eancia e pela viv\u00eancia, pela m\u00edstica e pela \u00e9tica, pode crer vagamente em Deus.<br \/> Crer \u00e9 um ato de boa vontade; ter f\u00e9 \u00e9 uma atitude de consci\u00eancia e de viv\u00eancia\u201d [1]<\/p>\n<p>F\u00e9 significa fidelidade aos prop\u00f3sitos da miss\u00e3o de vida de cada um.<br \/> Se soubermos a nossa miss\u00e3o e tivermos objetivos claros, saberemos fazer o caminho a que nos predestin\u00e1mos.<br \/> O prop\u00f3sito \u00e9 simples, mas de dif\u00edcil realiza\u00e7\u00e3o, pois visa a transforma\u00e7\u00e3o de rela\u00e7\u00f5es de \u00f3dio, ou desamor, em amor.<br \/> Quando hesitamos ficamos a flutuar entre as promessas de amor a concretizar com a reencarna\u00e7\u00e3o e o resultado das rela\u00e7\u00f5es de \u00f3dio do pret\u00e9rito, agora transportadas para um novo presente.<br \/> A flutua\u00e7\u00e3o entre o amor e o \u00f3dio gera ansiedade no indiv\u00edduo podendo desequilibr\u00e1-lo f\u00edsica e mentalmente.<br \/> Com a perturba\u00e7\u00e3o causada surgem os problemas de sa\u00fade [2].<br \/> A fidelidade ao prop\u00f3sito da vida convoca-nos \u00e0 concilia\u00e7\u00e3o e \u00e0 evolu\u00e7\u00e3o, confiando que aquilo que ainda n\u00e3o alcan\u00e7amos est\u00e1 a ser preparado por n\u00f3s, fruto do nosso trabalho \u00edntimo, e para n\u00f3s, por quem vela pelo nosso bem na sintonia do bem que realizamos pelos outros.<br \/> \u00c9 tal como referido por Leon Denis:<\/p>\n<p>\u201cf\u00e9 \u00e9 a confian\u00e7a da criatura em seus destinos, \u00e9 o sentimento que a eleva \u00e0 infinita Potestade, \u00e9 a certeza de estar no caminho que vai ter \u00e0 verdade.<br \/> A f\u00e9 cega \u00e9 como farol cujo vermelho clar\u00e3o n\u00e3o pode trespassar o nevoeiro; a f\u00e9 esclarecida \u00e9 foco el\u00e9ctrico que ilumina com brilhante luz a estrada a percorrer.<br \/>\u201d [3]<\/p>\n<p>E continua Leon Denis:<\/p>\n<p>\u201cNingu\u00e9m adquire essa f\u00e9 sem ter passado pelas tribula\u00e7\u00f5es da d\u00favida, sem ter padecido as ang\u00fastias que embara\u00e7am o caminho dos investigadores.<br \/> Muitos param em esmorecida indecis\u00e3o e flutuam longo tempo entre opostas correntes.<br \/> Feliz quem cr\u00ea, sabe, v\u00ea e caminha firme.<br \/> A f\u00e9 ent\u00e3o \u00e9 profunda, inabal\u00e1vel, e habilita-o a superar os maiores obst\u00e1culos.<br \/> Foi neste sentido que se disse que a f\u00e9 transporta montanhas, pois, como tais, podem ser consideradas as dificuldades que os inovadores encontram no seu caminho, ou seja, as paix\u00f5es, a ignor\u00e2ncia, os preconceitos e o interesse material.<br \/>\u201d [idem]<\/p>\n<p>\u00c9 mais f\u00e1cil mistificar se n\u00e3o compreendermos e se n\u00e3o soubermos raciocinar quando s\u00e3o lan\u00e7adas novas perguntas, nomeadamente quando o questionamento desacomoda o nosso conformismo, os que temem pela perca de poder, ou que quem manter o controle de territ\u00f3rio.<br \/> Mas que territ\u00f3rio \u00e9 esse? \u00c9 o territ\u00f3rio material (ef\u00e9mero) que muitos ainda cr\u00eaem ser o \u00fanico que comp\u00f5e a sua exist\u00eancia, negligenciando a componente espiritual (perene).<\/p>\n<p>A compreens\u00e3o da realidade a partir da perspetiva espiritual \u00e9 exigente e obriga-nos a largar preconceitos e a ajustar tradi\u00e7\u00f5es.<br \/> A nova perspetiva impele-nos a mais educa\u00e7\u00e3o para que se perceba uma dimens\u00e3o para a qual fomos treinados a n\u00e3o ver.<br \/> Por isso ela nos causa estranheza.<br \/> Mais, a ela associa-se o tema da morte, quando deveria ser a vida.<br \/> Na terra o esp\u00edrito encarnado perfaz os seus exerc\u00edcios de evolu\u00e7\u00e3o e o corpo encontra a sua finitude.<br \/> Com a morte do corpo, o esp\u00edrito, n\u00f3s, continuamos o nosso percurso, agora no plano espiritual, onde est\u00e1 a origem e o destino do esp\u00edrito.<br \/> Esta no\u00e7\u00e3o entr\u00f3pica da evolu\u00e7\u00e3o espiritual encerra a explica\u00e7\u00e3o do ciclo natural da vida e a sua compreens\u00e3o conduz-nos \u00e0 distin\u00e7\u00e3o entre cren\u00e7a e f\u00e9, tal como referido por Huberto Rohden: \u201ccrer \u00e9 um ato de boa vontade; ter f\u00e9 \u00e9 uma atitude de consci\u00eancia e de viv\u00eancia\u201d.<br \/> [1]<\/p>\n<p>Tal como explica Rodhen, \u201cdesde os primeiros s\u00e9culos do Cristianismo, quando o texto grego do Evangelho foi traduzido para o latim, principiou a funesta identifica\u00e7\u00e3o de crer com \u201cter f\u00e9\u201d.<br \/> A palavra grega para f\u00e9 \u00e9 pistis, cujo verbo \u00e9 pisteuein.<br \/> Infelizmente, o substantivo latino fides, equivalente a pistis, n\u00e3o tem verbo e, assim, os tradutores latinos viram-se obrigados a recorrer a um verbo de outro radical para exprimir o grego pisteuein, ter f\u00e9.<br \/> O verbo latino que substituiu o grego pisteuein\u00e9 credere que, em portugu\u00eas, se traduz por \u201ccrer\u201d.<br \/> Nenhuma das cinco l\u00ednguas neolatinas \u2014 portugu\u00eas, espanhol, italiano, franc\u00eas, romeno \u2014 possui verbo derivado do substantivo fides.<br \/> Todas essas l\u00ednguas s\u00e3o obrigadas a recorrer a um verbo derivado de credere.<br \/> Ora, a palavra pistisou fidescsignifica originariamente harmonia, sintonia, conson\u00e2ncia.<br \/> Ter f\u00e9 \u00e9 estabelecer ou sentir sintonia, harmonia entre o esp\u00edrito humano e o esp\u00edrito divino\u201d [1].<\/p>\n<p>Assim, ter f\u00e9 \u00e9 raciocinar, \u00e9 formular a vida com o otimismo que a nossa compreens\u00e3o consegue alcan\u00e7ar; \u00e9 tamb\u00e9m saber viver com resili\u00eancia as dificuldades do presente; atrav\u00e9s das quais ser\u00e1 poss\u00edvel compreender a escala do tempo em que o Esp\u00edrito vive, em que vivemos.<\/p>\n<p>Por conseguinte, quando muitos julgam ter f\u00e9, o que t\u00eam \u00e9 boa vontade.<br \/> Esta boa vontade est\u00e1 no esfor\u00e7o das pequenas coisas, est\u00e1 no crer o que se deseja.<br \/> Est\u00e1 ainda no equ\u00edvoco da f\u00e9 religiosa causadora de cegueira e ignor\u00e2ncia, se depurada do uso da raz\u00e3o, tal como referido por Leon Denis:<\/p>\n<p>\u201cNingu\u00e9m adquire essa f\u00e9 sem ter passado pelas tribula\u00e7\u00f5es da d\u00favida, sem ter padecido as ang\u00fastias que embara\u00e7am o caminho dos investigadores.<br \/> Muitos param em esmorecida indecis\u00e3o e flutuam longo tempo entre opostas correntes.<br \/> Feliz quem cr\u00ea, sabe, v\u00ea e caminha firme.<br \/> A f\u00e9 ent\u00e3o \u00e9 profunda, inabal\u00e1vel, e habilita-o a superar os maiores obst\u00e1culos.<br \/> Foi neste sentido que se disse que a f\u00e9 transporta montanhas, pois, como tais, podem ser consideradas as dificuldades que os inovadores encontram no seu caminho, ou seja, as paix\u00f5es, a ignor\u00e2ncia, os preconceitos e o interesse material.<br \/>\u201d [idem]<\/p>\n<p>Neste sentido, se a f\u00e9 n\u00e3o confrontar a raz\u00e3o face a face, os feitos de cura de Jesus manter-se-\u00e3o nas brumas m\u00edsticas do milagre, em vez de clarificados \u00e0 luz do conhecimento da mediunidade e dos efeitos do magnetismo.<br \/> Um exemplo disto \u00e9 o designado milagre da cura do paral\u00edtico de Cafarnaum.<\/p>\n<p>\u201cComo lhe apresentassem um paral\u00edtico deitado em seu leito, Jesus, notando-lhe a f\u00e9, disse ao paral\u00edtico: Meu filho, tem confian\u00e7a; perdoados te s\u00e3o os teus pecados.<br \/>\u201d (\u2026) \u201cO paral\u00edtico se levantou imediatamente e foi para sua casa.<br \/>\u201d (A G\u00e9nese, Allan Kardec, Cap.<br \/> XV, n\u00ba 14).<\/p>\n<p>Se compreendido o feito de cura e que o sentido do perd\u00e3o dos pecados \u00e9 equivalente ao merecimento pela mudan\u00e7a de conduta \u2013 aquela que por decorr\u00eancia da lei de causa e efeito o conduziu \u00e0 paralisia \u2013 ent\u00e3o, deixa de haver lugar para a exce\u00e7\u00e3o.<br \/> O feito de Jesus passa a poder ser aceite como um facto e repet\u00edvel, se realizado em circunst\u00e2ncias semelhantes de conhecimento, evolu\u00e7\u00e3o espiritual e f\u00e9 (tal como aconteceu, por exemplo, com as curas ministradas pelos Ap\u00f3stolos).<br \/> Factos repet\u00edveis, \u00e0 dimens\u00e3o poss\u00edvel, por interm\u00e9dio do magnetismo e compreens\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es de colabora\u00e7\u00e3o entre ambos os lados da vida.<\/p>\n<p>A f\u00e9 est\u00e1, ent\u00e3o, no compromisso assumido conosco pr\u00f3prios em rela\u00e7\u00e3o aos que nos rodeiam.<br \/> Mais, \u201cse fora da caridade n\u00e3o h\u00e1 salva\u00e7\u00e3o\u201d, pelo ego\u00edsmo nunca galgaremos as etapas da evolu\u00e7\u00e3o.<br \/> S\u00f3 a ignor\u00e2ncia nos afasta do compromisso de vencer as rela\u00e7\u00f5es desavindas.<br \/> E se \u00e9 dif\u00edcil dar a outra face comecemos por nos tornar mais perme\u00e1veis \u00e0s tentativas de reconcilia\u00e7\u00e3o.<br \/> Por outro lado, escutemos o nosso \u00edntimo, pois \u201c(\u2026) a verdadeira f\u00e9 est\u00e1 na convic\u00e7\u00e3o que nos anima e nos arrebata para os ideais elevados.<br \/> H\u00e1 a f\u00e9 em si pr\u00f3prio, em uma obra material qualquer, a f\u00e9 pol\u00edtica, a f\u00e9 na p\u00e1tria.<br \/> Para o artista, para o pensador, a f\u00e9 \u00e9 o sentimento do ideal, \u00e9 a vis\u00e3o do sublime final aceso pela m\u00e3o divina nos alcantis eternos, a fim de guiar a Humanidade ao Bem e \u00e0 Verdade.<br \/>\u201d [idem].<\/p>\n<p>A f\u00e9 \u00e9 tamb\u00e9m um instrumento para a comunica\u00e7\u00e3o com a espiritualidade superior (via gl\u00e2ndula pineal) que nos apoia o racioc\u00ednio pela via da inspira\u00e7\u00e3o e da intui\u00e7\u00e3o.<br \/> A f\u00e9 n\u00e3o \u00e9 um estado psicol\u00f3gico passivo, contemplativo ou de simples crer.<br \/> E porque nos liga a intelig\u00eancia residente para l\u00e1 da realidade material, tem um atributo de provid\u00eancia divina.<br \/> Neste \u00e2mbito \u201ca provid\u00eancia \u00e9 a solicitude de Deus para com suas criaturas.<br \/> Deus est\u00e1 em toda parte, tudo v\u00ea e tudo preside, mesmo \u00e0s coisas mais insignificantes.<br \/> \u00c9 nisto que consiste a a\u00e7\u00e3o providencial.<br \/> [\u2026].<br \/>\u201d[4]<\/p>\n<p>Por\u00e9m, quando fraquejarmos no esfor\u00e7o para reduzirmos a flutua\u00e7\u00e3o entre amor e \u00f3dio, lembremos o epis\u00f3dio de Paulo de Tarso (Saulo de Tarso) quando cai do cavalo na estrada para Damasco.<br \/> Paulo, que cegou nesse instante e que ouviu Cristo a perguntar-lhe: \u201cSaulo, Saulo, porque me persegues?\u201d [5].<br \/> Tal como Paulo, que aguardou por Ananias para saber como prosseguir na sua vida (Ananias, aquele que Paulo ia buscar a Damasco para punir, mas que o epis\u00f3dio com Jesus tudo alterou), tamb\u00e9m n\u00f3s podemos aguardar que a resposta sobre como cumprir os nossos objetivos nos cheguem.<br \/> Mas n\u00e3o percamos tempo.<br \/> Enquanto aguardamos, trabalhemos a nossa reforma \u00edntima, sejamos pacientes face \u00e0s agruras do caminho e n\u00e3o confundamos o crer com a f\u00e9.<br \/> Pois, o objectivo \u00e9 usar a for\u00e7a da raz\u00e3o.<br \/> Por isso, n\u00e3o aguardemos sem esfor\u00e7o, sem instru\u00e7\u00e3o, sem ora\u00e7\u00e3o e vigil\u00e2ncia do pensamento.<\/p>\n<p>E se soubermos fazer a nossa parte no trabalho de harmonia com Deus, a ajuda pedida surge \u00e0 dimens\u00e3o do nosso merecimento, do que \u00e9 preciso aos olhos de Deus \u2013 em suma, em fun\u00e7\u00e3o do resultado da causa que produziu o efeito que nos leva a pedir ajuda.<br \/> Mistificar o pedido de ajuda afasta-nos da racionalidade sobre o que poderemos alcan\u00e7ar, afasta-nos da utiliza\u00e7\u00e3o da nossa intelig\u00eancia para agir.<\/p>\n<p>Ter f\u00e9 aproxima-nos da racionalidade, da compreens\u00e3o sobre como vivenciar o presente e onde buscar solu\u00e7\u00f5es em n\u00f3s e no todo junto do qual procuramos a harmonia.<br \/> E ela est\u00e1 entre encarnados (ser humano) e esp\u00edritos superiores.<br \/> Mas para se perceber a solidariedade existente entre estes dois lados da vida temos de raciocinar \u00e0 escala desse espa\u00e7o \u2013 tempo.<br \/> Se estivermos atentos percebemos que a f\u00e9 pode estar intimamente associada aos n\u00edveis de auto-estima, autoconfian\u00e7a, compreens\u00e3o de um todo ao qual estamos ligados, mas tamb\u00e9m aos estados de ansiedade.<br \/> Se temos rela\u00e7\u00f5es dif\u00edceis nos grupos aos quais estamos ligados, como por exemplo na fam\u00edlia, no trabalho, na vizinhan\u00e7a, etc.<br \/>, busquemos a harmonia.<br \/> E se a flutua\u00e7\u00e3o se mantiver, aguardemos pelo nosso Ananias, mas sem nunca perder o alinhamento com os nossos objetivos: a f\u00e9.<\/p>\n<p>Por isto se afirma que:<\/p>\n<p>\u201cA f\u00e9 \u00e9 m\u00e3e dos nobres sentimentos e dos grandes feitos.<br \/> O homem profundamente firme e convicto \u00e9 imperturb\u00e1vel diante do perigo, do mesmo modo que nas tribula\u00e7\u00f5es.<br \/> Superior \u00e0s lisonjas, \u00e0s sedu\u00e7\u00f5es, \u00e0s amea\u00e7as, ao bramir das paix\u00f5es, ele ouve uma voz ressoar nas profundezas da sua consci\u00eancia, instigando-o \u00e0 luta, encorajando-o nos momentos perigosos.<br \/> Para produzir tais resultados, necessita a f\u00e9 repousar na base s\u00f3lida que lhe oferecem o livre exame e a liberdade de pensamento.<br \/> Em vez de dogmas e mist\u00e9rios, cumpre-lhe reconhecer t\u00e3o-somente princ\u00edpios decorrentes da observa\u00e7\u00e3o direta, do estudo das leis naturais.<br \/> Tal \u00e9 o car\u00e1cter da f\u00e9 esp\u00edrita.<br \/> A filosofia dos Esp\u00edritos vem oferecer-nos uma f\u00e9 racional e, por isso mesmo, robusta.<br \/> O conhecimento do mundo invis\u00edvel, a confian\u00e7a numa lei superior de justi\u00e7a e progresso imprime a essa f\u00e9 um duplo car\u00e1cter de calma e seguran\u00e7a.<br \/>\u201d [3]<\/p>\n<p>Em s\u00edntese e tal como refere Gaston Luce sobre f\u00e9 e Espiritismo, no livro \u201cL\u00e9on Denis, O Ap\u00f3stolo do Espiritismo, sua Vida e Obra\u201d:<\/p>\n<p>\u201cA f\u00e9 esp\u00edrita termina, com efeito, no amor, por\u00e9m aconselha, inicialmente, o conhecimento da alma, do destino e de Deus.<br \/> N\u00e3o \u00e9 somente uma f\u00e9, \u00e9 um ensino, \u201cum crit\u00e9rio que desafia a contradi\u00e7\u00e3o\u201d.<br \/> Espiritismo, tal como se apresenta neste contexto, \u00e9 uma doutrina \u201cbaseada na Ci\u00eancia, na Raz\u00e3o, com uma f\u00e9 universalista, em substitui\u00e7\u00e3o \u00e0 f\u00e9 especial das religi\u00f5es reveladas.<br \/>\u201d [6]<\/p>\n<p>[1] ROHDEN, Huberto, A Mensagem Viva do Cristo.<br \/> Martin Claret; 2\u00aa Edi\u00e7\u00e3o, Brasil, 2007.<\/p>\n<p>[2] OLIVEIRA, Felipe, F\u00e9 e Cura, palestra p\u00fablica na ASCEV, Viseu, mar\u00e7o de 2018.<br \/> Recuperado de https:\/\/www.<br \/>youtube.com\/watch?v=pzGX4PCSn3w.<\/p>\n<p>[3] F\u00e9, Esperan\u00e7a, Consola\u00e7\u00f5es.<br \/> Recuperado de http:\/\/www.<br \/>institutoandreluiz.<br \/>org\/estudo_sobre_a_fe.<br \/>html#feespirita<\/p>\n<p>http:\/\/www.institutoandreluiz.org\/estudo_sobre_a_fe.html#feespirita<\/p>\n<p>[4] KARDEC, Allan, A G\u00e9nese, Hellil, 2018.<\/p>\n<p>T\u00edtulo: A G\u00e9nese<br \/>\n<br \/>Ver Livro<br \/>\n<br \/>[5] XAVIER, Francisco C\u00e2ndido, Paulo e Estev\u00e3o, orientado pelo Esp\u00edrito Emmanuel, FEB, p. 394,2004.<\/p>\n<p>[6] LUCE, Gaston, L\u00e9on Denis, O Ap\u00f3stolo do Espiritismo, Sua Vida e Obra.<br \/> CELD, 2010.<br \/> Recuperado de [conte\u00fado resumido]http:\/\/bvespirita.com\/Leon%20Denis,%20O%20Apostolo%20do%20Espiritismo%20-%20Sua%20Vida,%20Sua%20Obra%20(Gaston%20Luce).pdf.<\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_21246\" class=\"pvc_stats all  \" 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Esse homem pode, em teoria, aceitar que Deus existe e, apesar disso, n\u00e3o ter f\u00e9.&hellip; <br \/> <a class=\"read-more\" href=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo21246\/\">Leia mais<\/a><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_21246\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"21246\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 16\/16;\" \/><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"Closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[16],"tags":[],"class_list":["post-21246","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-mensagens-diversas"],"a3_pvc":{"activated":true,"total_views":8,"today_views":0},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21246","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=21246"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21246\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=21246"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=21246"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=21246"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}