{"id":250,"date":"2015-07-24T23:52:00","date_gmt":"2015-07-24T23:52:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/2015\/07\/24\/portal-para-o-triunfo-joanna-de-angelis\/"},"modified":"2015-07-24T23:52:00","modified_gmt":"2015-07-24T23:52:00","slug":"artigo250","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo250\/","title":{"rendered":"Portal para o triunfo &#8211; Joanna de \u00c2ngelis"},"content":{"rendered":"<p><a name=more><\/a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<a href=http:\/\/cecal.centronocaminhodaluz.com.br\/bloguer\/pdf.asp?site=cecal&amp; target=_blank><img src=http:\/\/cecal.centronocaminhodaluz.com.br\/bloguer\/pdf_button.png \/><\/a>    <\/p>\n<p>A morte, sempre detestada, especialmente quando chega interrompendo a inf\u00e2ncia e a juventude, ou mesmo quando se encarrega de arrebatar os afetos que constituem est\u00edmulos \u00e0 luta e exemplos de coragem e dignidade, prossegue incompreendida e malsinada.  <\/p>\n<p>Anelada pelos desesperados, que esperam com o seu concurso encerrar a exist\u00eancia que se lhes apresenta como desfavor ou castigo, \u00e9 evitada, a todo custo, pelos que desfrutam das alegrias e dos prazeres, transferindo-a para um futuro que esperam n\u00e3o seja alcan\u00e7ado rapidamente.  <\/p>\n<p>Frutos do materialismo ambos os comportamentos, ou da pobreza religiosa que n\u00e3o disp\u00f5e de recursos para assegurar a confian\u00e7a na imor   talidade, a desencarna\u00e7\u00e3o permanece como um grande enigma para os viandantes da esfera carnal.  <\/p>\n<p>Envolta em mist\u00e9rio pela tradi\u00e7\u00e3o cultural de muitos povos, ou significando gesto de estoicismo e de valor, na expectativa de recompensas no Al\u00e9m, surge, no suic\u00eddio, como um recurso valioso para a gl\u00f3ria daquele que se permite a covarde fuga dos elevados compromissos, especialmente quando esse gesto tem car\u00e1ter religioso ou pol\u00edtico, ceifando outras vidas&#8230;  <\/p>\n<p>O terrorismo internacional encontrou nesse terr\u00edvel engano, o gatilho para destruir exist\u00eancias lou\u00e7\u00e3s, estimulando o crime hediondo, mediante falsas promessas de j\u00fabilos e de prazeres inexced\u00edveis no mundo espiritual, como se o suic\u00eddio ampliado em homic\u00eddio merecesse recompensa ao inv\u00e9s de puni\u00e7\u00e3o.  <\/p>\n<p>A morte, no entanto, \u00e9 o encerramento da injun\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica, nas suas sucessivas transforma\u00e7\u00f5es, colocando retic\u00eancias numa fase do processo da vida, ao tempo que faculta a abertura de um portal pra o    triunfo na imortalidade.  <\/p>\n<p>\u00c9 compreens\u00edvel que se busque aproveitar ao m\u00e1ximo a oportunidade carnal, ampliando o tempo e as condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis \u00e0 exist\u00eancia planet\u00e1ria, tendo-se, por\u00e9m, na mente que, por mais se prolongue esse p\u00e9riplo, momento surgir\u00e1 em que ser\u00e1 naturalmente interrompido, gra\u00e7as aos mais diferentes fatores que lhe sejam a causalidade.  <\/p>\n<p>A vida certamente n\u00e3o gastaria mais de dois bilh\u00f5es de anos para organizar as mol\u00e9culas desde as mais prim\u00e1rias at\u00e9 os complexos mecanismos cerebrais como os de outros \u00f3rg\u00e3os, para, num determinismo tr\u00e1gico, logo as destruir, aniquilando-as nas suas transforma\u00e7\u00f5es qu\u00edmicas e biol\u00f3gicas.  <\/p>\n<p>Desse modo, a morte \u00e9 um portal de acesso a outra dimens\u00e3o de onde a vida se originou, a fim de ser realizado um objetivo adrede estabelecido que \u00e9 o aperfei\u00e7oamento intelecto-moral do Esp\u00edrito, na busca da plenitude.  <\/p>\n<p>Desagregam-se as part\u00edculas e reoganizam-se, incessantemente, obedecendo a leis desconhe   cidas que lhes trabalham a ess\u00eancia dentro de uma programa\u00e7\u00e3o clara a e l\u00f3gica denominada vida.  <\/p>\n<p>Por que o ser humano deveria aniquilar-se, quando os fatos comprovam ami\u00fade a sua sobreviv\u00eancia?  <\/p>\n<p>Para aqueles que somente veem o lado hedonista da exist\u00eancia, o ideal seria que a morte lhes significasse o t\u00e9rmino de todos os esfor\u00e7os e lutas, anulando-os no nada. Como, por\u00e9m, o nada n\u00e3o existe, n\u00e3o passa de uma concep\u00e7\u00e3o existencialista sem qualquer fundamento cient\u00edfico&#8230;  <\/p>\n<p>Morte, portanto, \u00e9 prosseguimento da vida.  <br \/>*   *   *  <br \/>A ang\u00fastia provocada pela morte de um ser querido \u00e9 compreens\u00edvel e justa, em raz\u00e3o da ruptura dos liames da afetividade firmada na conviv\u00eancia, no contato f\u00edsico, na estrutura\u00e7\u00e3o do grupo social. N\u00e3o, poucas vezes, transforma-se em desalento, perda de sentido existencial daquele que fica no corpo, empurrando-o para os transtornos graves da depress\u00e3o&#8230;  <\/p>\n<p>Nada obstante, cultivada a certeza do prosseguimento da vid   a, a saudade \u00e9 substitu\u00edda pela esperan\u00e7a do reencontro, das evoca\u00e7\u00f5es felizes que devem preencher os espa\u00e7os vazios e a ternura de todos os momentos ditosos, transformando-se em est\u00edmulo para as a\u00e7\u00f5es dignificantes em mem\u00f3ria daquele que viajou antecipadamente&#8230;.  <\/p>\n<p>A morte \u00e9, portanto, um fen\u00f4meno natural e aben\u00e7oado que encerra largos processos de sofrimento, de desvitaliza\u00e7\u00e3o, de perturba\u00e7\u00f5es emocionais e mentais, de enfermidades degenerativas e dolorosas, alargando os horizontes da vida em novos mecanismos antes adormecidos.  <\/p>\n<p>Vivendo-se num universo onde tudo se transforma em incessantes mecanismos de energia vigorosa, o ser humano \u00e9 o resultado da mais avan\u00e7ada tecnologia transcendental, elaborado por Deus e pelos Seus excelsos programados da vida, a fim de que alcance o n\u00edvel de luminosidade, num retorno \u00e0 Causa que o originou.  <\/p>\n<p>O essencial \u00e9 viver-se no corpo com todo o respeito pela sua organiza\u00e7\u00e3o e pelos mecanismos emocionais e mentais, i   ntelectualizando a mat\u00e9ria, que se tornar\u00e1 menos densa e penosa no processo de evolu\u00e7\u00e3o.  <br \/>Todos os desafios e incertezas, dificuldades e problemas constituem instrumentos pedag\u00f3gicos que promovem o progresso, ensejando o conhecimento libertador da ignor\u00e2ncia, ao mesmo tempo facultando a edifica\u00e7\u00e3o dos sentimentos superiores em dire\u00e7\u00e3o a todas as criaturas.  <\/p>\n<p>Uma exist\u00eancia humana \u00e9 grande investimento da Divindade que a elaborou, tendo por meta o seu crescimento moral e espiritual, na supera\u00e7\u00e3o dos atavismos do comportamento inicial, para alcan\u00e7ar os patamares sublimes da perfei\u00e7\u00e3o relativa que lhe est\u00e1 destinada desde o come\u00e7o.  <\/p>\n<p>Os instintos, que s\u00e3o uma forma de intelig\u00eancia embrion\u00e1ria, alcan\u00e7ar\u00e3o o n\u00edvel de sentimentos edificantes, deixando, \u00e0 margem, as paix\u00f5es primitivas e defensivas para permitir que o amor reine soberano em todos os seus pensamentos e atos.  <\/p>\n<p>Viver, pois, no corpo, n\u00e3o \u00e9 apenas experienciar-lhe as sensa\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas e prim\u00e1   rias; sobretudo, \u00e9 vivenciar os sublimes sentimentos da paz e da fraternidade que devem viger entre todos os seres humanos.  <\/p>\n<p>Tarefa ingente e inadi\u00e1vel essa, convocando todos ao esfor\u00e7o da transforma\u00e7\u00e3o moral para melhor, num infatig\u00e1vel trabalho de autoilumina\u00e7\u00e3o.  <\/p>\n<p>Eis porque o Espiritismo prop\u00f5e o sentido psicol\u00f3gico da exist\u00eancia humana, que pode ser reduzido a tr\u00eas fatores essenciais: o amor em todos os seus aspectos, o trabalho de dignifica\u00e7\u00e3o pessoal e da sociedade, e, por fim, a transforma\u00e7\u00e3o de qualquer trag\u00e9dia &#8211; mortes prematuras, processos de injusti\u00e7a, doen\u00e7as irrevers\u00edveis, dificuldades econ\u00f4micas e acontecimentos infelizes &#8211; em triunfo pessoal no largo jornadear pelas sinuosas estradas f\u00edsicas, como prescrevia o admir\u00e1vel psiquiatra austr\u00edaco Viktor Frankl.  <\/p>\n<p>Desse modo, quando ocorre a morte, de maneira alguma ser\u00e1 interrompido o processo de crescimento do Esp\u00edrito, tornando-se um renascimento em outra dimens\u00e3o, qual sucede com a reen   carna\u00e7\u00e3o, que pode ser considerada como uma forma de morte no arcabou\u00e7o material.  <br \/>*   *   *  <br \/>N\u00e3o te desesperes ante o falecimento de um ser querido, que parece haver-te abandonado&#8230;  <\/p>\n<p>Ele viajou de retorno ao Grande Lar, onde te aguarda com ternura e gratid\u00e3o.  <\/p>\n<p>Se foste feliz ao seu lado, recorda-te de todos os momentos de j\u00fabilo e envolve-o em evoca\u00e7\u00f5es afetuosas e de gratid\u00e3o. Nada obstante, se foi causa de muitos padecimentos, agradece a Deus a felicidade de haveres resgatado os teus d\u00e9bitos para com ele, e prossegue adiante firmado em valores positivos de homenagem \u00e0 vida.  <\/p>\n<p>Tudo vibra, tudo vive, e o ser humano jamais morre.  <\/p>\n<p>Joanna de \u00c2ngelis.  <br \/>Psicografia de Divaldo Pereira Franco, no dia 7 de junho de 2011, na resid\u00eancia de Josef Jackulak, em Viena, \u00c1ustria.  <br \/>Em 27.01.2012<\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_250\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"250\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 16\/16;\" \/><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A morte, sempre detestada, especialmente quando chega interrompendo a inf\u00e2ncia e a juventude, ou mesmo quando se encarrega de arrebatar os afetos que constituem est\u00edmulos \u00e0 luta e exemplos de coragem e dignidade, prossegue incompreendida e malsinada. 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