{"id":301,"date":"2015-06-18T16:00:00","date_gmt":"2015-06-18T16:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/2015\/06\/18\/nunca-a-sos-joanna-de-angelis\/"},"modified":"2015-06-18T16:00:00","modified_gmt":"2015-06-18T16:00:00","slug":"artigo301","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo301\/","title":{"rendered":"Nunca, a s\u00f3s &#8211; Joanna de \u00c2ngelis"},"content":{"rendered":"<p><a name=more><\/a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<a href=http:\/\/cecal.centronocaminhodaluz.com.br\/bloguer\/pdf.asp?site=cecal&amp; target=_blank><img src=http:\/\/cecal.centronocaminhodaluz.com.br\/bloguer\/pdf_button.png \/><\/a>  \t  <br \/>Nunca, a s\u00f3s  <\/p>\n<p>N\u00e3o poucas vezes, no turbilh\u00e3o da vida moderna de hoje, qual aconteceu na monotonia dos dias transatos, a criatura humana tem a impress\u00e3o de que se encontra a s\u00f3s, lutando contra a correnteza dos acontecimentos, que a leva inapelavelmente na dire\u00e7\u00e3o do abismo.  <br \/>Falta de est\u00edmulo para continuar na faina pela conquista do p\u00e3o, desinteresse por si mesma, sofrimento interior sem aparente explica\u00e7\u00e3o, aus\u00eancia de compreens\u00e3o dos amigos, frustra\u00e7\u00e3o ante as ocorr\u00eancias que esperava lhe fossem favorecer com plenitude ou paz, tormentos \u00edntimos perturbadores, s\u00e3o fen\u00f4menos do dia-a-dia na agenda de incont\u00e1veis criaturas, que se sentem desamparadas e solit\u00e1rias&#8230;  <br   >A aus\u00eancia de uma f\u00e9 religiosa robusta, que possa apontar o rumo da imortalidade, abre espa\u00e7o para comportamentos inquietadores, empurrando para a depress\u00e3o e para a revolta surda, silenciosa.  <br \/>As aspira\u00e7\u00f5es materialistas, trabalhadas pelos conceitos de felicidade sem ja\u00e7a e de harmonia sem desafios, transformam-se em desencanto, gerando cepticismo a respeito de qualquer conquista que possa equacionar esses transtornos, submetendo-a ao a\u00e7odar de ressentimentos da exist\u00eancia e das pessoas \u00e0 sua volta.  <br \/>Enquanto o vozerio do prazer enganoso e a gargalhada estent\u00f3rica da alucina\u00e7\u00e3o no gozo imediatista, dominam as paisagens humanas, convidando ao afogamento dos conflitos no mar tumultuado da embriaguez dos sentidos, mais afli\u00e7\u00e3o desencadeia em quem se encontra em ang\u00fastia por aus\u00eancia de objetivo existencial.  <br \/>Sucede que o homem da atualidade, ap\u00f3s as conquistas externas que persegue, n\u00e3o se preocupou quanto deveria pela autopenetra\u00e7\u00e3o, descobrindo os valores que se lh   e encontram \u00ednsitos, desenvolvendo-os e harmonizando-os com as aquisi\u00e7\u00f5es de fora. Priorizou demasiadamente a face material em detrimento da realidade espiritual, agonizando, agora, nos favores do poder e do prazer, sem preencher-se de paz, porquanto lhe ocorrem satura\u00e7\u00e3o e cansa\u00e7o, enquanto permanece com sede de realiza\u00e7\u00e3o \u00edntima e de maior contato com a Vida em si mesma.  <br \/>Confundindo a transitoriedade do corpo com a eternidade do Esp\u00edrito, desfruta das sensa\u00e7\u00f5es e das emo\u00e7\u00f5es do primarismo org\u00e2nico, sem as correspondentes express\u00f5es da emotividade superior.  <br \/>A arte, a cultura, a tecnologia, o pensamento filos\u00f3fico, vinculados ao impositivo de oferecer respostas imediatas, perdem em beleza o que adquirem em agressividade, expressando o momento moral do planeta, conduzindo \u00e0 excita\u00e7\u00e3o e logo depois \u00e0 exaust\u00e3o, sem contribu\u00edrem com harmonia, esperan\u00e7a, alegria ou paz.  <br \/>N\u00e3o se trata de uma observa\u00e7\u00e3o pessimista, mas de uma constata\u00e7\u00e3o de resultados, contabilizando-se    a hediondez do crime e da viol\u00eancia que se multiplica em toda parte, em preju\u00edzo da cultura e da civiliza\u00e7\u00e3o.  <br \/>*   *   *  <br \/>No passado, quando a Humanidade estorcegava sob a chibata do Imp\u00e9rio Romano, que dominava praticamente o mundo, e o abuso do poder aliado \u00e0 desgovernan\u00e7a moral dos indiv\u00edduos, fomentavam o sofrimento de milh\u00f5es de outros, veio Jesus, que inaugurou a Era da esperan\u00e7a, prometendo jamais deixar a s\u00f3s quem quer que nEle confiasse ou que se entregasse a Deus.  <br \/>A partir de ent\u00e3o, ningu\u00e9m mais ficou em solid\u00e3o.  <br \/>Maria, a pecadora arrependida, que se Lhe dedicou, experimentou vicissitudes diversas, mas nunca ficou ao desamparo.  <br \/>Pedro, reconhecendo a loucura moment\u00e2nea da nega\u00e7\u00e3o, prosseguiu sem des\u00e2nimo, e jamais deixou de receber-Lhe a presen\u00e7a.  <br \/>Saulo, tocado pela Sua miseric\u00f3rdia, transformou-se, tornando-se-Lhe arauto incompar\u00e1vel, que O levou a quase todo o mundo do seu tempo.  <br \/>Jo\u00e3o, que Lhe permaneceu fiel, prosseguiu amparado, e narro   u-Lhe a saga incompar\u00e1vel, visitado pelo Seu psiquismo af\u00e1vel e inspirador.  <br \/>Mais tarde, Agostinho, travando contato com o Seu pensamento, renovou-se, e fez-se piloti de seguran\u00e7a da Sua mensagem.  <br \/>Francisco Bernardone, fascinando-se pelo Seu convite, experimentou padecimentos incessantes, nunca, por\u00e9m, a s\u00f3s&#8230;  <br \/>Terezinha de Lisieux, tocada pela Sua palavra, dedicou-Lhe a r\u00e1pida juventude, experimentando o Seu apoio.  <br \/>Tereza de Calcut\u00e1, em Sua homenagem, tomou a cruz dos sofrimentos humanos e carregou-a nos ombros fr\u00e1geis at\u00e9 o fim da exist\u00eancia, sentindo-Lhe a for\u00e7a revigorante.  <br \/>&#8230;E milhares de outros exemplos, que se Lhe vincularam, conseguiram enfrentar todas as vicissitudes, sem perder o entusiasmo ou jamais recear, com a Sua companhia.  <br \/>Experimenta, por tua vez, identificar-te com Jesus, penetrar-lhe os ensinamentos, reflexionar nEle, assimil\u00e1-los, aplicando-os ao comportamento, e verificar\u00e1s que uma transforma\u00e7\u00e3o vigorosa se operar\u00e1 em teu ser inte   rior, propiciando-te coragem e valor para prosseguires sem qualquer des\u00e2nimo ou perturba\u00e7\u00e3o.  <br \/>E quando te advierem as lutas e os testemunhos, que s\u00e3o inevit\u00e1veis na economia espiritual de todos os seres que rumam na dire\u00e7\u00e3o do Infinito, e que n\u00e3o te poupar\u00e3o, nEle encontrar\u00e1s amparo e est\u00edmulo para o prosseguimento com incomum alegria, aquela que caracteriza todo aquele que se encontra viajando na dire\u00e7\u00e3o do Grande Lar, e espera o momento da chegada feliz.  <br \/>Desse modo, n\u00e3o fujas do mundo nem te atires a ele, buscando solu\u00e7\u00f5es que nessa conduta n\u00e3o encontrar\u00e1s.  <br \/>Reconsidera, portanto, as tuas atuais atitudes, e experimenta renova\u00e7\u00e3o com Jesus, facultando-te uma nova oportunidade para enriquecer-te de alegria de viver e poderes expandir o teu pensamento e as tuas realiza\u00e7\u00f5es.  <br \/>*   *   *  <br \/>Quem O visse na cruz, naquela tarde funesta e tenebrosa, entre dois ladr\u00f5es e sob a zombaria dos tr\u00eafegos e aturdidos do mundo, pensaria que estava diante de um vencido e abando   nado, que a morte logo iria colher. No entanto, Ele estava em vincula\u00e7\u00e3o estreita com Deus, muito al\u00e9m das percep\u00e7\u00f5es humanas, cercado por legi\u00f5es de cooperadores espirituais do Seu reino, preparando-Se para a liberta\u00e7\u00e3o, a fim de logo mais retornar em gloriosa ressurrei\u00e7\u00e3o, demonstrando a Sua e a imortalidade de todas as criaturas.  <br \/>Desse modo, quando te sintas em abandono, aparentemente desamparado e sem amigos, sob sofrimentos e ang\u00fastias, pensa em Jesus, e jamais experimentar\u00e1s solid\u00e3o.  <\/p>\n<p>Joanna de \u00c2ngelis  <br \/>Psicografia de Divaldo Pereira Franco, na noite de 9 de julho de 2000, em Paramirim, Bahia.  <br \/>Publicada no Jornal Mundo Esp\u00edrita de maio de 2011.  <br \/>Em 16.01.2012.  <\/p>\n<p><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_301\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"301\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 16\/16;\" \/><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Nunca, a s\u00f3s N\u00e3o poucas vezes, no turbilh\u00e3o da vida moderna de hoje, qual aconteceu na monotonia dos dias transatos, a criatura humana tem a impress\u00e3o de que se encontra a s\u00f3s, lutando contra a correnteza dos acontecimentos, que a leva inapelavelmente na dire\u00e7\u00e3o do abismo. 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