{"id":354,"date":"2015-05-15T16:15:00","date_gmt":"2015-05-15T16:15:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/2015\/05\/15\/gloria-da-imortalidade-joanna-de-angelis\/"},"modified":"2015-05-15T16:15:00","modified_gmt":"2015-05-15T16:15:00","slug":"artigo354","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo354\/","title":{"rendered":"Gl\u00f3ria da Imortalidade &#8211; Joanna de \u00c2ngelis"},"content":{"rendered":"<p><a name=more><\/a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<a href=http:\/\/cecal.centronocaminhodaluz.com.br\/bloguer\/pdf.asp?site=cecal&amp; target=_blank><img src=http:\/\/cecal.centronocaminhodaluz.com.br\/bloguer\/pdf_button.png \/><\/a>    <\/p>\n<p>Medita a respeito da transitoriedade do carro org\u00e2nico, das suas cont\u00ednuas transforma\u00e7\u00f5es, do seu desgaste, \u00e0 medida que nele te movimentas e ser\u00e1s induzido a pensar no que ir\u00e1 ocorrer ap\u00f3s o fen\u00f4meno biol\u00f3gico da sua morte ou desestrutura\u00e7\u00e3o molecular.  <\/p>\n<p>Vives em um mundo onde ocorrem cont\u00ednuas altera\u00e7\u00f5es das formas e dos conte\u00fados, que se modificam incessantemente, as mais grosseiras dando lugar a outras mais sutis, num continuum sem fim.  <\/p>\n<p>Ao verdor exuberante do in\u00edcio sucedem-se as fases em que as altera\u00e7\u00f5es se apresentam inevit\u00e1veis, seguindo no rumo da consump\u00e7\u00e3o do aspecto externo para dar lugar a outras vibrantes express\u00f5es.  <\/p>\n<p>Por mais se arr   astem as horas de sofrimento, sucedem-se os dias de ufanismo e de alegria, outros de reflex\u00e3o e de pausa, obedecendo \u00e0 lei inexor\u00e1vel das transforma\u00e7\u00f5es a que tudo se submete.  <\/p>\n<p>Assim \u00e9 a vida f\u00edsica: enganosa na apar\u00eancia, r\u00e1pida nas altera\u00e7\u00f5es profundas.  <\/p>\n<p>Desse modo, um instante chega para tudo e todos em que o fluxo vital se interrompe e o casulo org\u00e2nico se desconecta, vitimado pelo fen\u00f4meno da morte, igualmente parte da Vida.  <\/p>\n<p>Nascer, viver, morrer s\u00e3o termos da mesma equa\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica e prosseguir vivendo \u00e9 a fatalidade da Cria\u00e7\u00e3o.  <\/p>\n<p>Por mais se recalcitrem ou se ignorem as incessantes altera\u00e7\u00f5es biol\u00f3gicas, elas prosseguem ocorrendo automaticamente, porquanto a vida \u00e9 parceira da morte e esta \u00e9 p\u00f3rtico de entrada na Vida.  <\/p>\n<p>A trajet\u00f3ria existencial n\u00e3o poderia ser de outra forma, tendo-se em vista a indestrutibilidade do ser, que necessita experienciar diversas aprendizagens at\u00e9 alcan\u00e7ar o objetivo para o qual foi gerado &#8211; a gl\u00f3ria    da Imortalidade!  <\/p>\n<p>Lamentavelmente foram criados tabus e supersti\u00e7\u00f5es em tomo da sua realidade extracorp\u00f3rea, tombando-se em fantasias injustific\u00e1veis, em v\u00e3s tentativas de negar-se a sobreviv\u00eancia ou envolv\u00ea-la em mist\u00e9rios absurdos.  <\/p>\n<p>Fosse analisada com a mesma naturalidade com que se consideram os fen\u00f4menos org\u00e2nicos, e mais f\u00e1cil seria a aceita\u00e7\u00e3o da morte, n\u00e3o como fim, mas como etapa de transfer\u00eancia de uma para outra express\u00e3o de comportamento.  <\/p>\n<p>Mais apegadas \u00e0s sensa\u00e7\u00f5es do que \u00e0s emo\u00e7\u00f5es, as criaturas humanas desejariam que o carro material n\u00e3o cessasse o seu curso, sem dar-se conta da perversidade de tal conduta. Como seriam insuport\u00e1veis as dores e os processos degenerativos que tomam conta da mat\u00e9ria, n\u00e3o fossem interrompidos pela morte libertadora! Quanto desesperadores se apresentariam as afli\u00e7\u00f5es morais e os desencantos emocionais, caso n\u00e3o houvesse o abrandamento da ang\u00fastia mediante o processo da desencarna\u00e7\u00e3o!  <\/p>\n<p>A morte, desse    modo, ao inv\u00e9s de ser a destruidora da alegria e do afeto, \u00e9 o anjo amigo que interrompe os fen\u00f4menos circunstanciais e transfere o ser para a realidade onde tudo tem solu\u00e7\u00e3o, onde a vida tem in\u00edcio e prossegue.  <\/p>\n<p>Assim sendo, passa a considerar a morte, antes detest\u00e1vel, como sendo a tecel\u00e3 da felicidade, que contribui para o ajustamento das ocorr\u00eancias no contexto da Imortalidade.  <\/p>\n<p>N\u00e3o houvesse a morte, imposs\u00edvel seria a ressurrei\u00e7\u00e3o. \u00c0 noite, pois, da saudade, apresenta-se o dia do reencontro feliz.  <\/p>\n<p>*   *   *  <\/p>\n<p>Sem qualquer d\u00favida, o corpo de que te utilizas ir\u00e1 morrer. N\u00e3o \u00e9s a indument\u00e1ria que se corrompe, mas o Esp\u00edrito que comanda a argamassa celular.  <\/p>\n<p>Da mesma maneira como surgiste no mundo f\u00edsico, dele te apartar\u00e1s, pelo impositivo da transforma\u00e7\u00e3o carnal.  <\/p>\n<p>Antes de embarcares no ve\u00edculo org\u00e2nico vivias independente dele e assim prosseguir\u00e1s depois da sua consump\u00e7\u00e3o molecular.  <\/p>\n<p>A vida \u00e9 mais poderosa do que a    morte, superando-a de forma eloquente e ditosa.  <\/p>\n<p>Ciente dessa realidade, vive de tal maneira que, em chegando o momento de abandonares o corpo, possas faz\u00ea-lo com tranquilidade e alegria, sem apegos ou lamenta\u00e7\u00f5es, destitu\u00eddo de saudades ou de ressentimentos.  <\/p>\n<p>O indiv\u00edduo s\u00e3o as suas aquisi\u00e7\u00f5es morais ao largo do processo org\u00e2nico. Sucedendo-se, uma etapa a outra, em cada fase adquire experi\u00eancias que o enriquecem, facultando-lhe novas conquistas que incorpora em forma de b\u00ean\u00e7\u00e3o.  <\/p>\n<p>Mesmo as dores e os desconfortos morais constituem preciosos contributos que o auxiliam na sele\u00e7\u00e3o de valores para a sua pr\u00f3pria felicidade.  <\/p>\n<p>N\u00e3o fossem essas ocorr\u00eancias e os significados da paz, da alegria de viver, da plenitude, ficariam destitu\u00eddos de sentido, em fase do desconhecimento da afli\u00e7\u00e3o, das perdas, das ang\u00fastias, das dores em geral&#8230;  <\/p>\n<p>Enquanto estejas reencarnado, trabalha com afinco as tuas aspira\u00e7\u00f5es e amplia-lhes o campo, selecionando aque   las que s\u00e3o de significado profundo e duradouro em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s outras superficiais e sem sentido iluminativo.  <\/p>\n<p>Avan\u00e7a, desalgemando-te do passado, mas sem ansiedade pelo futuro, permitindo que cada ocorr\u00eancia tenha lugar na circunst\u00e2ncia e no momento pr\u00f3prios.  <\/p>\n<p>A precipita\u00e7\u00e3o roubar-te-\u00e1 o prazer de cada conquista e a inseguran\u00e7a tomar\u00ad-te-\u00e1 a alegria de cada aben\u00e7oada emo\u00e7\u00e3o.  <\/p>\n<p>Assim, utiliza-te de todo instante para melhorar-te, aprimorando os teus sentimentos e desenvolvendo a capacidade de entendimento e de realiza\u00e7\u00e3o intelecto-moral, que te conceder\u00e3o a palma da vit\u00f3ria sobre os v\u00edcios e as paix\u00f5es perniciosas.  <\/p>\n<p>N\u00e3o postergues o bem que possas fazer nem os deveres que aguardam realiza\u00e7\u00e3o, porquanto poder\u00e1s ser surpreendido pelo fen\u00f4meno da desencarna\u00e7\u00e3o, deixando, na retaguarda, atividades interrompidas que ir\u00e3o perturbar-te.  <\/p>\n<p>O teu dia ideal \u00e9 hoje, enquanto luz a oportunidade de crescimento interior. Vive-o intensamente, e verific   ar\u00e1s que o seu curso nunca se interrompe, continuando atual e vibrante.  <\/p>\n<p>Com essa atitude enfrentar\u00e1s a morte inevit\u00e1vel com plena consci\u00eancia da sobreviv\u00eancia e rico de alegria por haver-te preparado para a viagem de retomo ao Grande Lar.  <\/p>\n<p>*   *   *  <\/p>\n<p>Se, por acaso, est\u00e1s ferido pela saudade que decorre da aus\u00eancia f\u00edsica de algu\u00e9m amado, que a morte arrebatou, enxuga o pranto do cora\u00e7\u00e3o e sorri feliz ante a expectativa do reencontro que ocorrer\u00e1, ap\u00f3s a tua viagem de volta.  <\/p>\n<p>Em sua homenagem, ama e serve, evocando-o com a ternura e o reconhecimento pelos instantes felizes que ao seu lado viveste.  <\/p>\n<p>N\u00e3o lamentes a perda, porque, vivo, onde se encontre tem conhecimento daquilo que ocorre contigo e poder\u00e1 visitar-te, comungar das tuas emo\u00e7\u00f5es, dialogar pelo pensamento e reencontrar-te na esfera dos sonhos, nos teus momentos de parcial desprendimento pelo repouso f\u00edsico.  <\/p>\n<p>Honra-lhe a mem\u00f3ria atrav\u00e9s de a\u00e7\u00f5es dignificantes em seu l   ouvor e por meio de vibra\u00e7\u00f5es de afeto que lhe dirigir\u00e1s.  <\/p>\n<p>A morte n\u00e3o possui o poder de romper as afei\u00e7\u00f5es nem os \u00f3dios.  <\/p>\n<p>Desse modo, n\u00e3o guardes m\u00e1goas, n\u00e3o te tornes inimigo de ningu\u00e9m, mesmo que haja quem se te fa\u00e7a advers\u00e1rio.  <\/p>\n<p>Vibra, portanto, no amor, e o amor vibrar\u00e1 contigo em harmonia c\u00f3smica, na gl\u00f3ria da Imortalidade.  <\/p>\n<p>Joanna de \u00c2ngelis.  <br \/>Psicografia do  m\u00e9dium Divaldo Pereira Franco, na manh\u00e3 de  <br \/>06 de agosto de 2005, na cidade do Rio de Janeiro, RJ.  <br \/>Em 03.01.2011.  <\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_354\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"354\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 16\/16;\" \/><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Medita a respeito da transitoriedade do carro org\u00e2nico, das suas cont\u00ednuas transforma\u00e7\u00f5es, do seu desgaste, \u00e0 medida que nele te movimentas e ser\u00e1s induzido a pensar no que ir\u00e1 ocorrer ap\u00f3s o fen\u00f4meno biol\u00f3gico da sua morte ou desestrutura\u00e7\u00e3o molecular. 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