{"id":389,"date":"2015-04-24T11:27:00","date_gmt":"2015-04-24T11:27:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/2015\/04\/24\/em-louvor-ao-irmao-sol-joanna-de-angelis\/"},"modified":"2015-04-24T11:27:00","modified_gmt":"2015-04-24T11:27:00","slug":"artigo389","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/index.php\/artigo389\/","title":{"rendered":"Em louvor ao Irm\u00e3o Sol &#8211; Joanna de \u00c2ngelis"},"content":{"rendered":"<p><a name=more><\/a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<a href=http:\/\/cecal.centronocaminhodaluz.com.br\/bloguer\/pdf.asp?site=cecal&amp; target=_blank><img src=http:\/\/cecal.centronocaminhodaluz.com.br\/bloguer\/pdf_button.png \/><\/a>    <\/p>\n<p>Quando chegaste \u00e0 Terra, a noite medieval espalhava o terror, mantendo a ignor\u00e2ncia em predom\u00ednio de que se locupletavam os poderosos para esmagar os camponeses e os citadinos pobres.  <\/p>\n<p>Havia supersti\u00e7\u00e3o e medo em toda parte, caminhando a humanidade sob o estigma do pecado e do v\u00edcio que eram punidos com impiedade.  <\/p>\n<p>Ti chegaste e apresentaste a Verdade, que nunca mais deixou de iluminar a sociedade.  <\/p>\n<p>Existiam a perversidade sem disfarce e a discrimina\u00e7\u00e3o de todo tipo, havendo-se tornado o homem o lobo do homem, assim ficando desprez\u00edvel.  <\/p>\n<p>Na sua simplicidade santa cantaste o hino de louvor a todas as criaturas, chamando-as docemente de i   rm\u00e3s.  <\/p>\n<p>Permanecia epid\u00eamico o \u00f3dio, que espalhava o bafio pestilento das guerras int\u00e9rminas, deixando os campos juncados de cad\u00e1veres que apodreciam a c\u00e9u aberto&#8230;  <\/p>\n<p>Tua voz, suave e meiga, entoou, ent\u00e3o, o canto da paz, e te fizeste o s\u00edmbolo da verdadeira fraternidade que um dia se estender\u00e1 por toda a Terra.  <\/p>\n<p>As epidemias dizimavam os seres humanos, reduzidos a hilotas do destino insano, dentro da terr\u00edvel fatalidade do sofrimento sem termo.  <\/p>\n<p>A f\u00e9 religiosa com a sua pompa extravagante amparava-se nos fortes e os ajudava a perseguir e malsinar os fracos, mas tu tiveste a coragem de despir-te das sedas e brocados do teu pai, desnudando-te, para nascer novamente dedicando-te,a partir daquele momento, aos leprosos de Rivotoro&#8230;  <\/p>\n<p>No in\u00edcio do teu minist\u00e9rio, quando se aproximaram os primeiros servidores do Amor, riscaste no ch\u00e3o uma cruz e enviaste-os aos quatro pontos cardeais do mundo, para que todos conhecessem o Sol  de Primei   ra Grandeza. Enquanto Ele os houvera enviado dois a dois, tiveste a coragem de os encaminhar a s\u00f3s, porque sabias que Ele seria o companheiro insepar\u00e1vel daqueles aben\u00e7oados her\u00f3is do amor em todos os seus momentos.  <\/p>\n<p>Num per\u00edodo em que a f\u00e9 religiosa inspirava pavor, aqueles que se consideravam representantes de Deus no mundo, distanciando-se cada vez mais das ovelhas que deveriam pastorear, tomaste a vestimenta de ovelha branda e reuniste aquelas desgarradas, formando um novo rebanho&#8230;  <\/p>\n<p>Nos teus dias, e mesmo um pouco depois, ningu\u00e9m te resistia a presen\u00e7a, a voz, a vibra\u00e7\u00e3o de inef\u00e1vel amor&#8230;  <\/p>\n<p>Nem mesmo o lobo feroz de G\u00fabio ou as andorinhas g\u00e1rrulas, que te perturbavam a can\u00e7\u00e3o de amor, quando cantavas aos ouvidos atentos dos sofredores no altar da Natureza, fazendo-as calar-se.  <\/p>\n<p>No forte ver\u00e3o, quando tinhas a vista queimada pelo ferro em brasa e estavas ao ar livre, percebeste  pelo zumbido das abelhas, que lhes faltavam p\u00f3len e flo   res para fabricar mel. N\u00e3o trepidaste em solicitar \u00e0 tua irm\u00e3 Clara que providenciasse do monast\u00e9rio o alimento para aquelas irm\u00e3zinhas laboriosas&#8230;  <\/p>\n<p>Quem se atreveu a comportar-se dessa forma, depois dEle, a quem tanto amaste, a ponto de imit\u00e1-lO em todos os teus momentos, a partir do instante em que Ele te chamou para a reedifica\u00e7\u00e3o da Sua Igreja moral que estava em escombros?  <\/p>\n<p>Oh! Irm\u00e3o Cantor dos desesperados e esquecidos!  <\/p>\n<p>O mundo moderno, rico de gl\u00f3rias ligeiras e pobre de sentimentos, orgulhoso das suas conquistas r\u00e1pidas, mas que n\u00e3o nota a imensa afli\u00e7\u00e3o em que estorcegam as multid\u00f5es famintas e exclu\u00eddas da sua sociedade, vivendo uma insuper\u00e1vel noite de horror e de incertezas, necessita de ti com muita urg\u00eancia.  <\/p>\n<p>Nunca houve tanta car\u00eancia de amor quanto agora, por isso, o teu canto vir\u00e1 diminuir a ang\u00fastia que se transformou em pat\u00e9tica afligente na Terra sofredora.  <\/p>\n<p>H\u00e1, sem d\u00favida, grandezas que defluem da ci\u00eancia e    da tecnologia, mas a solid\u00e3o, a ansiedade, o medo e as incertezas, todos eles filhos do materialismo insens\u00edvel produzem o vazio existencial, os transtornos psicol\u00f3gicos graves, as doen\u00e7as psicossom\u00e1ticas, a loucura pelas drogas, pelo alcoolismo, pelo tabaco, pelo sexo desvairado, levando suas v\u00edtimas \u00e0 fuga pelo suic\u00eddio injustific\u00e1vel.  <\/p>\n<p>Volta, Irm\u00e3o Francisco, para novamente reunir as tuas criaturas, todas elas \u00e0 tua volta como fizeste naqueles dias j\u00e1 recuados, conduzindo-as a Jesus.  <\/p>\n<p>Novamente convoca os teus irm\u00e3os Le\u00e3o, Rufino, Chap\u00e9u, assim como aqueloutros que contigo constru\u00edram o mundo que te escuta h\u00e1 oitocentos anos, mas n\u00e3o tem coragem hoje de seguir-te os passos.  <\/p>\n<p>Quantos te abandonaram ap\u00f3s a tua volta ao Grande Lar?!  <\/p>\n<p>Ainda escutamos o sil\u00eancio da deser\u00e7\u00e3o deles na turbul\u00eancia das atra\u00e7\u00f5es de onde haviam sa\u00eddo e para aonde retornaram com avidez&#8230;  <\/p>\n<p>Eles est\u00e3o novamente, na Terra, aturdidos, saudosos, aguardando a    tua voz que conhecem e n\u00e3o conseguem esquecer.  <\/p>\n<p>A tua Assis querida agora est\u00e1 ampliada al\u00e9m das muralhas em que se resguardava, e a sociedade em agonia deseja pertencer-lhe \u00e0 cidadania.  <\/p>\n<p>H\u00e1 m\u00fasica no ar, sil\u00eancio nos cora\u00e7\u00f5es e l\u00e1grimas nos olhos de quase todas as criaturas destes dias de inquieta\u00e7\u00f5es e de incertezas.  <\/p>\n<p>Em decorr\u00eancia, h\u00e1 uma grande expecta\u00e7\u00e3o denunciando a espera&#8230;  <\/p>\n<p>Volta, por favor, Irm\u00e3o Alegria, a fim de que a tristeza do desamor bata em retirada e uma primavera de b\u00ean\u00e7\u00e3os tome conta de tudo.  <\/p>\n<p>O c\u00e9u azul que te agasalhou e os campos verdes com lavanda perfumada que os teus p\u00e9s feridos pisavam, continuam aguardando-te.  <\/p>\n<p>H\u00e1 multid\u00f5es que te v\u00eam louvar, bulhentas e festivas, mas indiferentes ao teu chamado, sem valor para te seguir.  <\/p>\n<p>Canta, ent\u00e3o, novamente, a tua ora\u00e7\u00e3o simples, com que nos brindaste naqueles dias inesquec\u00edveis, e onde houver desespero faze que se manifestem a paz e a esperan\u00e7   a, e ante a amea\u00e7a da morte iminente, o ser ressurja em j\u00fabilos ante as certezas da ressurrei\u00e7\u00e3o, porque \u00e9 morrendo que se vive para sempre.  <\/p>\n<p>Irm\u00e3o Sol, a grande noite moral da atualidade te aguarda ansiosa!  <\/p>\n<p>Joanna de \u00c2ngelis  <br \/>Psicografia do  m\u00e9dium Divaldo P. Franco, na tarde do  <br \/>dia 3 de junho de 2009, junto \u00e0 tumba de S. Francisco,  <br \/>ao lado de diversos amigos, em Assis, It\u00e1lia.  <br \/>Em 17.08.2009.  <\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_389\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"389\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" data-src=\"https:\/\/www.centronocaminhodaluz.com.br\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 16px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 16\/16;\" \/><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quando chegaste \u00e0 Terra, a noite medieval espalhava o terror, mantendo a ignor\u00e2ncia em predom\u00ednio de que se locupletavam os poderosos para esmagar os camponeses e os citadinos pobres. 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